Entenda o curso de Neuromarketing da Plataforma Solution

O neuromarketing é uma área que estuda a origem do comportamento do consumidor. Ele une o marketing e a neurociência para compreender a lógica de consumo.

De acordo com a professora do curso de Neuromarketing da plataforma Solution, Fátima Jinnyat, essa área busca entender os desejos, impulsos e motivações dos consumidores. “Por meio do estudo das reações neurológicas (emocionais) a determinados estímulos externos”, completa.

A professora afirmou ainda que o estudo do neuromarketing facilita a criação de estratégias de marketing de atração e fidelização mais eficazes. “Hoje os clientes estão no centro do negócio, sendo ao mesmo tempo produtores e consumidores”, explica.

O neuromarketing é uma ferramenta potencializadora em que o foco do cliente é captado para atender a expectativa com profundidade.

O curso

O curso da plataforma Solution mostra a metodologia de investigação do neuromarketing e como aplicar no processo de vendas e no atendimento ao cliente. Além disso, mostra cases de campanhas publicitárias para ampliar o significado de marketing.

“Propõe ainda uma reflexão sobre os aspectos éticos relacionados às relações de consumo. Os principais conceitos, cases, autores serão apresentados de forma ágil, clara em uma linguagem simples de modo a tornar o neuromarketing acessível a todos”, define Fátima.

Módulos

A divisão do curso é feita em quatro módulos, confira:

Módulo 1 – O que é neuromarketing?

Introduz o conceito aos alunos e a aplicabilidade no ambiente de negócios.

Módulo 2 – Entendendo a mente do consumidor

Esse módulo é dedicado à parte “neuro” do conceito, ou seja, ao cérebro. Mostra aos alunos os mecanismos de funcionamento da mente, o entendimento sobre a natureza dos processos emocionais e como estes influenciam nas decisões de compra, a fidelidade às marcas, etc.

Módulo 3 – Escolhas e tomada de decisões

Aborda a construção das relações de consumo, o comportamento do consumidor contemporâneo, os perfis geracionais e a diversidade de expectativas e hábitos de consumo.

Módulo 4 – Neurovendas

A última parte do curso é dedicada ao entendimento dos processos mentais na relação com o cliente, a melhora da comunicação interpessoal para atrair e criar vínculos positivos. A intenção é mostrar que é possível marcar presença e deixar uma boa impressão.

Público alvo

O curso é voltado a todo profissional que tem o desejo de inovar na relação com os clientes, independentemente da área de atuação.

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Carreira estagnada? Saiba o que fazer

Mais comum do que parece, se sentir fora do desenvolvimento profissional e com a carreira estagnada é realidade para muitas pessoas. Com frequência, a ânsia por reconhecimento, novas chances de progressão na carreira e a alta competitividade no mercado de trabalho destacam a importância de não ficar parado na carreira.

Se um avanço na profissão parece distante, o investimento contínuo em cursos de especialização, cursos de idiomas, graduações complementares e intercâmbios são vantagens que fazem a diferença na hora de se destacar dentro da profissão.

Confira algumas dicas que o blog Solution separou para reavaliar as ações profissionais e se tornar um profissional mais satisfeito com a carreira.

Invista em você

Acreditar que fatores externos sejam a causa de uma carreira estagnada gera mais insatisfação do que motivação para tomar as rédeas do percurso profissional. Responsabilizar também o desenvolvimento profissional de outras pessoas pode manter este quadro.

Para começar um avanço, a dica é fazer uma autoanálise sincera e procurar pontos, ações e atitudes pessoais que precisam ser aprimoradas para finalmente investir na vida profissional.

Aceite desafios

Por medo de deixar a zona de conforto, muitos profissionais aceitam seguir pelo caminho mais seguro. Entretanto, quando se está com a carreira estagnada, as melhores perspectivas surgem ao se ousar.

Começar relacionando as competências e saber se elas condizem com as oportunidades deve ser prioridade para, posteriormente, se motivar a entregar bons resultados. Lembre-se: um bom profissional, para avançar na carreira, precisa saber sobre si e descobrir tudo o que acontece a sua volta.

Atualize seus estudos

Terminar o ensino médio e conseguir o diploma de graduação já significa um bom posicionamento no mercado de trabalho. Entretanto, para evitar uma carreira estagnada, a regra é entender que conhecimento nunca é demais e deve sempre estar atualizado.

Dependendo da área de atuação, uma graduação pode até não ser exigida, mas sim habilidades e competências. Contudo, nunca deixe de se atualizar, buscando por cursos, pós-graduação e aulas de extensão.

Socialize

Esse é um fato social: oportunidades surgem no momento em que fazemos conexões com outras pessoas. Cultivar boas relações e manter redes de contatos pode não fazer o tipo de comportamento de muitos em meio ao individualismo proporcionado pela internet, mas socializar se torna uma ferramenta poderosa para despertar o interesse de outras pessoas no seu perfil, além de se autopromover profissionalmente.

Ofereça seu melhor desempenho

Muitas vezes, o trabalho não é o problema quando surge o sentimento de carreira estagnada. Provavelmente a pressão por resultados, inclusive os pessoais, pode levar a acreditar que você perdeu o foco profissional.

Para reverter esse quadro, lembre-se que o comprometimento de entregar bons resultados pode revitalizar a visão do seu gestor sobre você na empresa e garantir novas oportunidades de recolocação profissional. Portanto, vista a camisa da empresa e tente se adaptar ao que eles esperam de você, fazendo sempre o seu melhor.

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Aplicação do Excel é tema de novo curso da plataforma Solution

Existem milhares de ferramentas digitais específicas para facilitar o dia a dia e ajudar na organização pessoal e profissional. O Excel é uma delas e um dos softwares que permite a personalização e customização de informações conforme as necessidades do usuário.

De acordo com o professor do curso Ferramentas do Excel da plataforma Solution, João Rosa, o diferencial do programa é ser adaptável a praticamente qualquer necessidade. “Pode controlar desde a lista de compras da faxina que você tem que fazer no mês, até grandes empresas que acabam utilizando para gerar relatórios customizados”, afirma.

Além disso, o software tem a vantagem de ser de baixo custo. “Mesmo as empresas maiores, que têm sistemas prontos para trabalhar com informação, quando querem uma coisa mais refinada, customizada, acabam exportando a base do Excel”, completa o também youtuber do canal Botão do Excel.

Por que usar?

O professor disse ainda que não existe forma errada de usar o Excel, mas sim uma maneira mais produtiva. Isso significa que o ideal é saber organizar uma boa base de dados para agilizar o trabalho e conseguir aplicar as fórmulas com facilidade.

Em alguns casos de emprego do software, existem ações que dificultam seu uso. “Célula mescladas, mais de uma informação na mesma célula… são algumas das práticas do usuário inicial. Ele até consegue fazer a análise, só que o que ele vai levar um dia para fazer, se tiver o conhecimento da fórmula correta e souber aplicar, consegue fazer em 10 minutos”, exemplifica.

O ideal, para Rosa, é que o usuário iniciante aprenda a organizar a base de dados para depois partir para a parte de customização de uma tabela, por exemplo.

Diferencial

Focando nesses problemas, o curso de Ferramentas do Excel apresenta ao usuário do software uma forma simplificada de como otimizar seu uso. “No curso eu mostro algumas técnicas de como padronizar e organizar a sua base para que você consiga aplicar as fórmulas corretas e exibi-las”, explica.

Entre os diferenciais, o professor citou a estrutura do curso, a linguagem simples e sem muitos termos técnicos e o conteúdo baseado em suas próprias dificuldades. “Todo o conteúdo selecionado foi com base em desafios que eu encontrei no dia a dia ao longo de dez anos”, diz.

Solução

O propósito do curso é solucionar os problemas de produtividade e eficiência ligados ao uso do programa. “A solução que o programa se propõe é ensinar a fazer de forma confiável e mais rápida”, completa.

“O Excel é um laboratório de baixo custo. Desde grandes empresas até o dono de um botequim pode utilizar a ferramenta”, finaliza.

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Técnica Pomodoro: como usar para melhorar a gestão de tempo

Muitas pessoas têm dificuldades em terminar suas tarefas dentro do prazo e lidar com listas de afazeres que dão a sensação de serem impossíveis de resolver. A Técnica Pomodoro pode ser uma alternativa para solucionar esse problema.

Criada no final da década de 1980 pelo italiano Francesco Cirillo, a metodologia estimula o foco e pode melhorar a agilidade do cérebro. Mas, afinal, como usar a Técnica Pomodoro para melhorar a gestão de tempo e produtividade?

Separamos alguns passos para entender e aplicar suas funcionalidades no trabalho e estudos. Confira:

Como funciona

A Técnica Pomodoro se baseia na ideia de divisão do fluxo de trabalho em blocos de concentração intensa para melhorar a agilidade do cérebro e estimular o foco. Para colocá-la em prática é preciso apenas um timer ou cronômetro para fazer contagem regressiva, uma lista de tarefas (to-do-list), lápis e borracha.

Após organizar previamente as tarefas a serem desempenhadas durante o dia, basta dividir o tempo de dedicação entre elas em períodos de 25 minutos e trabalhar ininterruptamente nas tarefas dentro dessa minutagem. Nesse tempo é preciso evitar qualquer distração, incluindo notificações do celular e computador.

Descanso

Quando o timer anunciar o fim dos primeiros 25 minutos, anote o avanço no trabalho ou faça um X nas tarefas concluídas. Antes de iniciar o próximo bloco, faça uma pausa de cinco minutos e pratique alguma tarefa não relacionada ao Pomodoro como ir ao banheiro, responder mensagens, fazer uma ligação, tomar um café, etc.

Depois de cada quatro blocos de pomodoros, faça uma pausa mais longa de 30 minutos até voltar ao trabalho. Se o descanso de cinco minutos parecer pouco devida a uma atividade mental muito exigente e cansativa, a recomendação é um descanso um pouco maior, como 10 ou 15 minutos, para não correr o risco de retomar o próximo bloco com a mente exausta.

Sem interrupções é sem interrupções

Quando o criador da Técnica Pomodoro disse que a tarefa deve ser feita sem interrupções, não é um exagero. A quebra da concentração só deve ocorrer se for extremamente urgente e não puder ser adiada. Caso isso aconteça, o mais correto é cancelar o pomodoro e começar outro quando retomar as tarefas. A grande intenção é que não aconteçam distrações que acabem com a concentração e a produtividade.

Para não cair na tentação de olhar o celular, a dica é desligar o ponto de distribuição da internet e, ainda, colocar o aparelho em modo avião. Durante os 25 minutos de pomodoro nem mesmo reprodução de músicas são aconselhadas pois podem comprometer a atenção pena.

Adaptação

Se o tempo de cada bloco da Técnica Pomodoro parecer pouco em relação a um trabalho ou estudo que está rendendo, a parada pode parecer um obstáculo para retomar a concentração quando ela parece no seu auge. Caso a vontade seja seguir com a tarefa mesmo depois de acabado os minutos do bloco é possível adaptar a técnica conforme a necessidade do que está se executando.

Esse é um ponto positivo do pomodoro, pois possibilita uma gestão de tempo baseada na rotina e modo criativo do usuário. Como a inspiração nem sempre aparece na hora que se deseja, entender os próprios prazos pode tornar a técnica mais eficiente.

Prioridades e motivação

Além de evitar a procrastinação, a Técnica Pomodoro incentiva na organização ao eleger quais tarefas são prioridades. Esse é um processo essencial para gerenciamento do tempo tanto para trabalho quanto para estudos, pois também impede de se esquecer quais atividades precisam ser feitas.

Pode parecer pouco importante, mas muitas vezes é fácil se sabotar quando existem muitas tarefas para se fazer ao mesmo tempo. Em visualização de blocos pomodoros, fica mais fácil entender o que foi ou não terminado e se sentir desafiado a finalizar todo o plano de atividades.

Se interessou pelo assunto? Veja também 5 dicas de neurociência para melhorar seu desempenho nos estudos.

Como a tecnologia pode melhorar a produtividade

A produtividade na agricultura, assim como em outros mercados, pode enfrentar problemas gerados por clima, pragas e baixa produção. Esses fatores levam ao questionamento do produtor rural de como elevar seu cultivo e melhorar a produtividade sem que seja necessário aumentar a área de plantio.

Uma alternativa está na aplicação de tecnologias que a cada dia estão mais evoluídas e presentes na rotina rural, facilitando a gestão do produtor e o trabalho mecânico dos colaboradores.

Aproveitamento da tecnologia

Atualmente, a aplicação de tecnologias para melhorar a produtividade na agricultura é feita de várias formas. Algumas das mais comuns e já conhecidas são os drones e Big Data, que, junto a ferramentas pensadas para aprimorar o uso de dados, auxiliam na tomada de decisões essenciais para chegar a um produto de lavoura melhor.

Os drones, por exemplo, já são usados para avaliar a área de plantio e detectar possíveis infestações ou pragas generalizadas. Com os resultados, o produtor pode fazer uma pulverização localizada ao invés de atingir toda a plantação.

“Isso nos dá exemplo de como o conhecimento tecnológico pode reduzir o uso de insumos e tornar mais eficiente aquele utilizado. A tecnologia hoje, eu diria, se tornou um novo pilar para destravar e melhorar a produtividade em vários aspectos”, explica o professor do curso Gestão de Custos no Mercado de Grãos da plataforma Solution, Haroldo Torres.

 

Os pilares da produção

Antes mesmo da tecnologia, o professor pontua outros três pilares essenciais para a viabilidade de uma plantação. São eles o clima, o solo e a gestão de manejo feita para a propriedade. “Acredito que, em grande medida, os dois primeiros fatores têm um efeito muito forte e são de causas externas, em que o produtor possui pouco controle”, conta.

Quanto à gestão de manejo, Torres aponta a atividade como de maior importância para o produtor, já que ela ocupa mais tempo na tarefa do plantio. Dentro da área, seja em termos de gestão e técnicos, ele considera importante avaliar que hoje não existe somente um tipo de manejo agronômico correto para se fazer as melhores práticas agrícolas.

“Dado que o ambiente é competitivo, também se torna importante focar um olhar para os insumos modernos e para as práticas eficientes da aplicação deles, já que a tecnologia, apesar de melhorar a produtividade, não pode ser vista como uma solução definitiva e fácil”, explica.

 

Necessidade de adaptação

Torres aconselha que ao se olhar para a tecnologia é imperativo lembrar que existem diferentes níveis de agricultores e culturas. “Hoje eu não vejo o produtor como avesso à tecnologia, mas ele precisa fazer uma lição de casa muito maior para saber usá-la na plantação”, explica.

Um exemplo está no uso de IoT (Internet das Coisas) e Big Data que, apesar de serem grandes impulsos para melhorar a produtividade, sozinhos ou sem conhecimento técnico se tornam apenas ferramentas complexas e onerosas. “Não adianta investir em inteligências sem antes ter o básico de um sistema de controle e gestão de dados”, afirma.

Como exemplo, o professor cita o avanço de uma colhedora, que possui níveis de tecnologias sofisticados desde um computador de bordo com informação de produtividade, velocidade e consumo de combustível em tempo real.

“Já não vivemos a agricultura de precisão, mas sim a da informação. Muitas vezes o produtor tem esse conjunto de informações e não sabe como analisar ou por onde começar. Embora a gente viva essa realidade, e olhando até para o uso e adoção da tecnologia para melhorar a produtividade, eu diria que antes é importante construir muito bem uma base lógica para a gestão da propriedade”, lembra.

 

Mão de obra capacitada

Ao implementar a tecnologia como auxiliar na melhora da produtividade, o professor reforça que a mão de obra para o campo deve ser capacitada para lidar com as ferramentas. “Pensando no operador de um instrumento com computador é necessário que ele saiba lidar mais com a máquina do que com o trabalho ardiloso que era feito sem ela antes”, exemplifica.

Não somente o operacional como o setor de manutenção devem ser capacitados e confirmar habilidades técnicas para a prática do plantio. Como a manutenção de aparelhos delicados evolui, Torres lembra que investir em engenheiros mecatrônicos para evitar entraves técnicos, por exemplo, também pode melhorar todos os processos da produção. “As tecnologias realmente são métodos acessórios quando você de fato faz o trabalho básico muito bem e com os procedimentos já conhecidos”, explica.

 

Redução de impactos

A introdução de tecnologia no campo não serviu apenas para melhorar a produtividade. O uso foi atrelado também a redução de impactos ambientais como forma de garantir longevidade à produção e ainda estabelecer uma relação de respeito aos recursos naturais.

“Se olharmos para a irrigação como exemplo, muita gente fazia sem pensar na essência dela. Qual é o melhor momento para se irrigar, como deve ser feito e quando se fazer? Temos uma startup que pensou nisso e, simplificando muito, trouxe um sensor de solo para detectar níveis de umidade e saber o momento certo de liberar a água”, conta.

Em retorno ao uso consciente de recursos, como o citado pelo professor, o produtor reduz não somente o impacto ambiental, como também otimiza os custos gerados durante uma produção que vai demandar água, energia, combustível de bombas de irrigação, entre outros.

“Essa é a ideia, ter a tecnologia a favor do uso eficiente de insumos e de forma cada vez mais efetiva do que meramente usar por usar. Ela colabora para os desafios de sustentabilidade no campo, no desenvolvimento do agro sustentável do setor e para melhorar a produtividade”, finaliza Torres.

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7 ferramentas para melhorar o gerenciamento de projetos

O gerenciamento de projetos pode ser um processo complexo para muitos profissionais. Mas com os avanços tecnológicos e a transformação digital, algumas ferramentas otimizaram o processo de gestão e transformaram em algo rápido, dinâmico e produtivo. É possível, inclusive, cuidar de equipes, tarefas e prazos sem precisar estar no escritório.

Confira abaixo sete ferramentas para melhorar o gerenciamento de projetos que você precisa conhecer:

Trello

Umas das ferramentas gratuitas de gestão de projetos mais famosa do momento, o Trello se destaca também para o uso pessoal. A plataforma possui um funcionamento fluído, com quadros, listas, cartões e checklists para dividir as tarefas por temas, projetos ou outros critérios. As utilidades incluem também anexo de imagens e arquivos, além de permitir comentários e sinalização de usuários em cada tarefa. No gerenciamento de projetos, o destaque vai para a funcionalidade de adicionar datas de entrega a cada item e acompanhar progressos das atividades designadas a usuários específicos presentes na plataforma.

Jira

Além de permitir a gestão de múltiplos projetos, divisão por áreas da empresa, a ferramenta possibilita escolher metodologias ágeis como o SCRUM e Kanban para cada caso. O software de gestão cloud permite planejamentos flexíveis, medição de tempo de execução de cada tarefa, integração com Git, variação de boards, geração de relatórios, planejamento de portfólio, integração com plug-ins. Além disso, sua interface é de fácil uso e lembra a utilizada no Trello. É possível utilizar a versão de teste por sete dias e após o período fechar assinaturas conforme o tamanho da equipe da empresa.

Asana

Também incluso na categoria ferramentas de gerenciamento de projetos fáceis de usar, o Asana pode auxiliar a planejar e executar tarefas sem complicações. A plataforma ajuda a criar e compartilhar listas de tarefas entre a equipe e, mesmo pela simplicidade, desempenha as tarefas de maneira funcional pelo número de integrações que permite. Equipes com até 15 membros podem usar o Asana gratuitamente e suas funcionalidades são sincronizadas tanto na versão web quanto na versão móvel.

Cyfe

O Cyfe é um dashboard “tudo-em-um” baseado na web. Voltado para tanto para pequenas, médias e grandes empresas, ele permite no gerenciamento de projetos capturar, monitorar, analisar, medir e compartilhar tudo que deverá ser monitorado pelo gestor, desde dados de projetos até marketing, vendas, suporte, infraestrutura e informações de mídia social. A versão gratuita dá direito a colocar cinco gráficos e analisa dados pelo período de 30 dias anteriores a data do dia do acesso a ferramenta. Também é possível convidar novos amigos e ter um widget é liberado a cada novo cadastro.

Google Sheets

O Google Sheets é um aplicativo gratuito que, além de aplicações para CRM, Gestão de Estoque, Controle Financeiro e Orçamentário, também pode ser usado como ferramenta para melhorar o gerenciamento de projetos. Ele permite ao usuário criar, editar e colaborar com documentos criados a partir do serviço de planilhas online no Google Drive. A ferramenta gratuita é também colaborativa, editável de forma compartilhada em tempo real e pode ser usada em dispositivos móveis.

Slack

Plataforma de comunicação interna para empresas, o Slack pode ser empregado em conjunto com outras ferramentas de gerenciamento de projetos, como Google Sheets e Trello. Ele apresenta uma interface simples e intuitiva, mensagens instantâneas, compartilhamento de documentos e outras funções em um só lugar. Dentro do gerenciamento, a ferramenta ajuda a reduzir o tempo de comunicação na equipe para alinhar tarefas que devem ser desenvolvidas durante a execução de um projeto. Seu uso é gratuito para a versão mobile e PC.

ProofHub

O ProofHub é um software de gerenciamento de projetos que ajuda ter uma execução mais rápida e fácil. Inclui recursos essenciais como revisão, acompanhamento de tarefas, rastreamento de tempo, relatórios, gráfico de Gantt, discussões, entre outros. A ferramenta pode ser integrada com a conta Google Drive, Box, Dropbox ou OneDrive. Com o aplicativo móvel, é possível iniciar tarefas, agendar reuniões, definir marcos dos projetos e organizar o contato com os colaboradores. Os planos de assinatura atendem a vários públicos, sendo possível no mais simples gerenciar dez projetos sem limite de participantes.

Gostou das dicas? Conheça também quais são as vantagens do MS Project, software para elaborar e acompanhar projetos.

Mitos e verdades sobre a exportação

O Brasil possui um mercado interno consolidado que representa segurança e comodidade a muitas empresas. Diante desse cenário, as empresas apostam na exportação para se atualizar, modernizar e desenvolver.

Apesar de muitos pontos positivos, a exportação ainda carrega alguns mitos que podem fazer a ação parecer arriscada, trazendo inseguranças ao empresário brasileiro.

Confira alguns mitos e verdades que ajudarão a entender melhor o mercado internacional.

É caro e inviável abrir uma exportadora

Mito: Vender no exterior não exige fórmulas diferente das seguidas no mercado interno. Da mesma forma que empresas nacionais, é preciso ter uma formalização do negócio como local, CNPJ, alvarás, comprovantes de contribuições, entre outros. Atualmente, abrir uma empresa no Brasil pode demorar, em média, 117 dias. Em países desenvolvidos, a média não passa de cinco dias corridos. Já o custo para que todos os formulários e obrigatoriedades sejam preenchidos gira em torno de 3 a 4 salários mínimos.

Preciso falar inglês para atuar no exterior

Verdade: Se a função de um empresário envolve negociar com empresas de outros países, mesmo naqueles em que o inglês não é nativo, o contato em algum momento envolverá diálogos no idioma. Lembre-se que o inglês ainda é o mais usado internacionalmente e seu domínio facilita a comunicação presencial e por e-mail com clientes, além de evitar situações desagradáveis levadas por mal-entendidos ou confiança em excesso no “embromation”.

Empresas pequenas não conseguem exportar

Mito: O sucesso na exportação é um conjunto de ações e, apesar do valor exportado no Brasil estar concentrado nas empresas de grande porte, as micro e pequenas empresas já são praticamente metade do total de exportadores brasileiros. Vender no exterior é possível para qualquer empresa desde que haja investimento em tecnologias da informação e em produtos realmente promissores.

Vender para o exterior não custa caro

Verdade: Uma posição forte no mercado interno significa liderança. Uma empresa que caminha bem no comércio interior certamente terá sucesso nas vendas para o exterior. Entretanto, vale lembrar que se a empresa não consegue colocar seus produtos nas melhores vitrines do seu país, provavelmente não poderá vencer os desafios de se internacionalizar. A exportação vai exigir investimento em inovação e tecnologia, além de qualificação do produto para o mercado externo.

O mercado interno é suficiente para o crescimento da indústria

Mito: Apesar de grande, o mercado interno por si não poderia ser capaz de sustentar o crescimento do país. Cerca de 98% dos consumidores estão fora das fronteiras e, com a forte demanda pela exportação, é inerente que a venda para fora gere lucro e inovação interna. Se colocar a disposição do mercado externo a partir da exportação também é uma via para diversificar o risco, deixando a empresa menos vulnerável em ciclos negativos da economia interna.

Investindo no exterior vou tirar empregos do Brasil

Mito: Esse pensamento muitas vezes é guiado pelo ideologismo que não assimilou o mercado como global. Uma empresa de bairro pode competir com outra do exterior e uma ampliação para exportar pode gerar benefícios além da ampliação internacional. Os investimentos no exterior ajudam as empresas a acessar novos mercados e assim elevar o potencial comercial de seus produtos, aumentando a exportação e, dessa forma, qualificando a produtividade local para a geração de emprego e renda.

Ainda tem dúvidas? Saiba também por que internacionalizar o seu negócio.

5 Ted Talks sobre agro que você deveria assistir

As TED Talks são palestras curtas e com propostas de caráter transformador e inovador. A ação é desenvolvida pela fundação TED (Technology Entertainment Design) e compreende as mais diversas áreas.

O Solution separou cinco TED Talks relacionados à agricultura que valem a pena ser assistidos.

Como a agricultura urbana está transformando Detroit

A fazendeira Devida Davison conta nesta palestra sobre como ruínas de Detroit (EUA) se transformaram em um ponto ideal de agricultura urbana para oferecer comida acessível, saudável, fresca e saborosa. “Estamos construindo coesão social bem como fornecendo comida fresca e saudável”, defende.

Como podemos fazer plantações sobreviverem sem água

A bióloga molecular Jill Farrant estuda um fenômeno raro relacionado a plantas super resilientes conhecidas como “plantas de ressurreição”. Seriam elas uma promessa para o cultivo de alimentos em um mundo futuro cada vez mais quente e seco?

Por que as abelhas estão desaparecendo?

As abelhas prosperaram durante 50 milhões de anos. Então por que sete anos atrás as colônias começaram a morrer em massa? Marla Spivak revela quatro razões que estão levando a consequências trágicas e podem afetar a produção de alimentos, já que as abelhas polinizam um terço das plantações do mundo.

Defendendo a engenharia dos alimentos

A pesquisadora Pamela Ronald estuda os genes que tornam as plantas mais resistentes a doenças e ao estresse. Neste TED ela fala sobre seus dez anos de pesquisa para ajudar a criar uma variedade de arroz capaz de sobreviver a inundações prolongadas e mostra como o melhoramento genético salvou a produção de mamão havaiano em 1950. Pamela defende que esta pode ser a forma mais eficaz de aumentar a segurança alimentar da crescente população do planeta.

O antigo grão que poderia ajudar a África a prosperar

Esqueça a quinoa. Conheça o fonio, um antigo “grão milagroso” nativo do Senegal, versátil, nutritivo e sem glúten. Neste Ted Talk, o chef Pierre Thiam compartilha sua obsessão com a safra resistente e explica por que acredita que seu cultivo em escala industrial poderia transformar sociedades na África.