Conheça os aplicativos que facilitam a vida do produtor rural

Que a tecnologia vem para simplificar muitas coisas, todo mundo sabe. Mas o que muita gente não imagina é que existem aplicativos para facilitar até a vida do produtor rural. A ideia de que “gente do campo” não combina com tecnologia já é ultrapassada.

Por isso, a equipe do blog da Plataforma Solution separou algumas dicas de aplicativos para celular muito úteis para a produção no campo, principalmente para a agricultura. Pegue seu smartphone e confira a seleção!

Climatempo

O primeiro dos aplicativos listados parece óbvio, mas é realmente uma “mão na roda” para os produtores. Principalmente quando se trata de plantações, saber quando vai haver uma mudança no clima é essencial para se precaver e evitar perdas.

O Climatempo mostra a previsão estendida, de hora em hora, e para até 14 dias. No entanto, o que mais pode ajudar é a função “notificação personalizada”, em que o usuário é notificado caso haja uma mudança climática em determinado local. O app é gratuito e está disponível para download em Android, IOS e Windows Phone.

Fields Area Measure

Esse aplicativo serve basicamente para medir áreas. Por meio de imagens de satélite e marcação de pontos, o usuário consegue medir a propriedade inteira ou o espaço ocupado por uma cultura específica, por exemplo. Basta inserir as coordenadas geográficas que o software encontra no mapa. Depois, o produtor pode deixar salvo o trabalho.

O app é gratuito e está disponível para sistemas Android e IOS.

ADAMA Alvo

O ADAMA Alvo é um software para ajudar na identificação de pragas, ervas e doenças. Ele disponibiliza um banco de imagens e informações sobre as culturas de soja, milho, trigo, algodão, cana e café para consulta do produtor.

Esse aplicativo também permite que o usuário envie uma imagem para análise caso não encontre o que precisa no banco disponível. É um app gratuito e está disponível para os sistemas Android e IOS.

Tankmix

Esse aplicativo foi desenvolvido por uma marca de fertilizantes e o intuito é ajudar o produtor rural a fazer a mistura desses fertilizantes com defensivos de forma eficaz. O software possui um banco de dados com resultados de testes de várias misturas. Caso o usuário não encontre testes com a combinação necessária, ele pode solicitar para que o laboratório providencie.

O Tankmix pode ser usado pelo site e pelo aplicativo por meio de aparelhos com sistemas Android ou IOS, tudo gratuito.

Commodities Market Prices

O último da lista é voltado para quem cuida da parte financeira da produção rural. Basicamente, esse app possibilita a consulta nas cotações de commodities agrícolas e a variação cambial do dia. O usuário pode personalizar e criar listas para ter acesso a valor de abertura, fechamento e variação de preços dos pregões.

Além disso, o software também permite a consulta em gráficos por período de tempo para análise dos dados disponíveis. É um aplicativo gratuito e disponível para Android.

Você já usa algum desses aplicativos? Tem outro para indicar? Comente!

Os 10 mandamentos do Excel

Antes de mais nada: não existe forma errada de se realizar tarefas no Excel. O que existem (sim, no plural), são maneiras mais eficientes e produtivas de se utilizar a ferramenta.

Ao longo de minha carreira investi longas jornadas de trabalho em determinadas atividades trabalhando com o Excel. Jornadas que poderiam ser otimizadas se tivesse o conhecimento das ferramentas adequadas e, sobretudo, de como utiliza-las. Hoje, com poucos cliques, realizo tarefas que antes levaria semanas.

Dessa forma, afim de contribuir para a orientação mais efetiva da ferramenta, listo os 10 mandamentos do Excel:

1 Não mesclarás

Quem nunca? Hein!? Que atire a primeira pedra… Sim, uma das práticas mais comuns entre muitos usuários do Excel, a mesclagem, é também uma das mais limitantes.

A estrutura do Excel é baseada no cruzamento entre linhas e colunas, definindo, consequentemente, as células. A partir do momento que o usuário combina células via mescla, este referencial é corrompido, não possibilitando a interpretação correta do conteúdo e aplicação de uma série de ferramentas (filtros, fórmulas, seleções, referências, etc…).

Em uma analogia, é semelhante a um jogo de “Batalha Naval”. Se houvesse a possibilidade de mesclar os campos do tabuleiro, como seriam identificados os navios a serem abatidos?

Portanto, é PROIBIDO MESCLAR CÉLULAS NA BASE DE DADOS! Procure utilizar o recurso pontualmente, como na elaboração de painéis de controle (dashboards), onde as informações são exibidas e não consultadas.

2 Não colocarás mais de uma informação em uma mesma célula

Ainda utilizando a analogia da “Batalha Naval”, você conseguiria identificar e acertar corretamente o navio desejado se houvessem diversos navios dentro do mesmo campo? No Excel é a mesma coisa. Colocar mais de uma informação em uma mesma célula limita uma série de recursos, como filtros e fórmulas de operações condicionais (SOMASES, MÉDIASES, etc…).

Portanto, lembre-se, o lema é: uma célula, uma informação.

3 Checarás a organização e a consistência da base de dados, sobre todas as coisas

De que adianta uma casa bonita se o alicerce está podre? No Excel é igual. O alicerce de uma planilha é a base de dados. De nada adianta se preocupar com as análises sofisticadas e gráficos interessantes, se a base esta desorganizada.

Além de retrabalho e limitação no uso de ferramentas, há também perda de confiabilidade. Isso porque, além das questões abordadas nos mandamentos anteriores, tratativas a fim de padronizar caracteres especiais, como espaços e acentos, devem ser realizadas.

Esses tratamentos se fazem necessários pelo fato do Excel diferenciar caracteres especiais, não agrupando os dados em um mesmo “balaio”, o que é premissa para funções condicionais e de pesquisa/referência, como por exemplo: PROCV, ÍNDICE, CORRESP, SE, SOMASES, MÉDIASES, entre outros.

Para fazer um teste é simples: i) em uma célula qualquer coloque seu nome; ii) na célula abaixo coloque seu nome novamente, porém, adicionado um espaço depois do termo (erro muito comum quando há digitação); iii) em uma terceira célula, construa uma fórmula colocando que as células anteriores são iguais (=CÉLULA1=CÉLULA2) e aperte ENTER. Como você verá, o resultado será FALSO.

Pois é, agora imagine uma análise de orçamento fundamentada em SOMASES, por exemplo, sem qualquer tratamento em relação a isso. A análise vai sair, sim. A análise é confiável, não, tendo em vista que campos com espaço ou acento serão desprezados. Sendo assim, sua tomada de decisão não é confiável.

Portanto, antes de analisar, certifique-se que sua base de dados está padronizada.

4 Não selecionarás campos inteiros para análises pontuais

Ao aplicar funções e ferramentas é comum usuários selecionarem, a partir dos cabeçalhos, linhas ou colunas inteiras para definir os argumentos. Um vício preguiçoso que acarreta, principalmente, no aumento do tamanho do arquivo e, consequentemente, na lentidão das análises. Isso porque, uma verificação a ser realizada em um determinado conjunto de células é aplicada as 1.048.576 linhas e 16.384 colunas, dependendo do sentido da análise. Ou seja, é como se você tivesse que procurar um endereço específico de uma cidade já determinada, mas selecionasse todo o país para rodar a pesquisa. Vai encontrar vai, mas exigirá mais esforço e levará mais tempo.

Portanto, selecione apenas aquilo que vai usar.

5 Explorarás os recursos de referência

Ao utilizar diferentes recursos no Excel, sejam funções, ferramentas ou estruturação de gráficos, o usuário tem basicamente duas opções ao indicar argumentos: escrever diretamente na ferramenta ou fazer referência a uma célula/intervalo de dados. Pois bem, sempre que possível, opte pela segunda opção.

Ao referenciar uma célula, um vínculo é criado, de modo que caso ocorram modificações, as relações de interdependência serão respeitadas. Fato este que não ocorre quando um argumento é digitado. Ou seja, em caso de eventuais ajustes, a identificação e correção são manuais, morosas e sujeitas a erro.

Ainda sobre referências, para uma manipulação eficiente do Excel, é fundamental que o usuário domine as derivações de referência absoluta disponíveis, dadas pelas combinações de fixação, representadas pelo uso cifrão ($) nas células.

Além disso, a definição de nomes de células e/ou intervalos de células pelo uso do “Gerenciador de Nomes” é um recurso poderoso e que pode ser utilizando em paralelo, otimizando diversas ferramentas.

Portanto, sempre referenciar uma célula – dominando as opções disponíveis – e nunca digitar o argumento/texto/valor.

6 Checarás a compatibilidade dos recursos

Melhorias e atualizações são processos naturais no desenvolvimento de qualquer programa, e no Excel não é diferente. A utilização das novas ferramentas e/ou de suas formas evoluídas, entretanto, deve ser realizada com cautela, em função da compatibilidade de recursos.

Se você usar uma função disponível apenas na versão 2016, por exemplo MÁXIMOSES ou MINÍMOSES, e enviar o documento para um usuário que tem versões anteriores, este não conseguirá manipular a planilha de forma adequada. Ou seja, vai dar PAU!

Outro exemplo é a função CONCAT (disponível a partir da versão 2016) que substituiu a CONCATENAR. Na prática, elas fazem a mesma coisa, unindo informações de diversas células em uma. Porém, novamente, se você estruturar uma planilha fazendo uso da CONCAT e compartilhar com um usuário que utiliza versões anteriores… PAU!

“Tudo bem Botão, mas como faço para identificar se a função é nova ou não”? De forma simples e prática não há ☹. A checagem da versão é burocrática, devendo ser acessada pelo portal de suporte do Office.

O Excel até chega a avisar sobre a versão, porém, chamando atenção para funções descontinuadas, a partir uma ilustração de placa de atenção sobre a fórmula (veja a fórmula DESVPAD, outro exemplo substituído). Ou seja, ele avisa quem foi, mas não quem chegou! Ao meu ver, um ponto de melhoria no programa.

Portanto, tenha conhecimento da versão que o usuário de destino está utilizando ou estruture sua planilha a partir de fórmulas “antigas”.

7 Utilizarás os recursos de forma integrada

O uso de muitos recursos no Excel só tem sentido se utilizado de forma integrada. Talvez, o melhor exemplo para isso seja a função CORRESP, que procura um item especificado em um intervalo de células, retornando a posição relativa desse item no intervalo. Se utilizada no singular, não serve para praticamente nada. Afinal de que adianta saber por saber a posição do item no conjunto de dados?

Porém, quando combinada com outras funções, o CORRESP se torna a engrenagem da solução. Um exemplo clássico é a construção da famosa fórmula do PROCV, onde a maior parte dos usuários insere manualmente o “núm_índice_coluna”, capando, consequentemente, a automação da solução.

Neste caso, a utilização do CORRESP é extremamente aplicável, tornando a lógica mais flexível e com menor probabilidade de erro. E este é apenas um dos inúmeros exemplos a serem citados.

Lembre-se, o real potencial do Excel não está no uso individualizado das ferramentas, mas sim na combinação dos elementos. O usuário deve buscar sinergias e explorar ao máximo as soluções. Com isso, ele perceberá que não existe a forma errada, mas sim a mais produtiva.

Portanto, como “uma andorinha não faz verão”, uma fórmula ou ferramenta não faz uma boa planilha. Busque a integração das soluções.

8 Não utilizarás macro em vão

As implementações do Visual Basic for Applications (VBA) ou as populares “macros”, são ferramentas fantásticas que permitem explorar a automação e customização de diversas tarefas no Excel. Seu domínio é sonho de consumo entre usuários do programa. Muitos chegam a pensar, inclusive, que só quem sabe trabalhar com macro realmente sabe mexer no Excel. Uma baita lenda.

O Excel dispõe de uma gama muito ampla de funcionalidades nativas, distribuídas entre ferramentas e fórmulas dedicadas, sendo possível realizar MUITA COISA.

Boa parte das linhas de programação que vemos na prática estão prontas na faixa de opções ou na biblioteca de funções. Conhecer o propósito destas ferramentas e saber como utilizá-las de forma integrada, como visto no mandamento anterior, este sim deve ser o objetivo do usuário.

Portanto, antes de querer aprender sobre programação em VBA ou programar, procure explorar os recursos existentes.

9 Lerás

Sim, LER! E quando abordo leitura – apesar de ser fundamental buscar conhecimento – não falo de livros ou artigos como este. Me refiro as instruções explicativas atreladas as funcionalidades do programa.

A utilização de uma simples função, por exemplo, está repleta de informações em comentários, desde o momento da inserção da fórmula na célula até a indicação dos argumentos.

Tudo bem que algumas explicações são “tortas” ou simplistas demais, mas um posicionamento básico do mouse sobre a ferramenta em questão permite, além do esclarecimento de uma série de dúvidas, que muitos erros sejam evitados.

Portanto, leia e preste atenção no que o Excel quer te dizer.

10 Não clamarás por ajuda em vão

A primeira reação quando não conseguimos realizar determinada tarefa é pedir ajuda para alguém mais experiente. Sempre haverá alguém mais experiente, porém, evite acioná-lo de imediato. Durante o processo de aprendizagem e absorção do conteúdo, é fundamental “estressar” todas as possibilidades individualmente.

Evidente que você deve buscar as soluções a partir de materiais de apoio, como tutoriais, livros, etc… Mas faça essa busca sozinho, isso estimula o raciocínio e faz parte do desenvolvimento. Você vai se tornando autodidata. O lance, além do que procurar, é saber como procurar.

E claro, isso exige tempo. Mas, como coloquei na introdução do artigo, o termo é “investimento” e não “perda” de tempo. Como diria Einstein em duas frases que gosto muito: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original” e “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Portanto, saia da zona de conforto e vai para cima!

Botão (João Rosa) é professor da plataforma Solution e youtuber no canal Botão do Excel. 

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5 filmes sobre economia que você precisa assistir

A ficção é uma das formas de ampliar o repertório cultural e aprender sobre os mais diversos assuntos. Pensando nisso, a equipe do blog da Solution separou uma lista com dicas de filmes que – mesmo que indiretamente – falam sobre economia e o comércio internacional.

Confira:

Inside job

O primeiro item da lista de filmes é um documentário dividido em cinco partes. Sob direção de Charles Ferguson, fala sobre a crise financeira entre 2007 e 2008 nos Estados Unidos.

Cada uma das partes aborda a história que levou ao momento da crise.

A Dama de Ferro

O longa biográfico sobre a ex-primeira ministra britrânica, Margaret Thatcher, mostra desde sua infância e até o período impopular de seu governo, em 1982. O filme retrata ainda os últimos dias antes da Guerra das Malvinas, quando ela tentou salvar a carreira.

Argo

Nesta produção, seis americanos se refugiam na casa do embaixador canadense, em Teerã, em meio à revolução iraniana nos anos 1980. Nesse cenário, Tony Mendez (Bem Affleck), que é especialista em fugas da CIA, bola uma estratégia para tirá-los do país em segurança.

Ele monta um plano e inventa um filme de ficção científica para conseguir resgatá-los.

A grande aposta

Também ambientado na crise de 2008 nos Estados Unidos, o longa mostra a saída encontrada pelos grandes investidores que apostaram na queda do mercado imobiliário.

O negócio dá certo e leva outros investidores, até iniciantes, da Bolsa de Valores a apostarem na crise imobiliária. A história revela como os personagens fizeram fortuna tirando proveito do colapso econômico.

A Corporação

Este documentário do Canadá, baseado no livro de Joel Bakan (A Corporação: a busca patológica por lucro e poder), fala sobre o surgimento de grandes empresas como pessoas jurídicas e abre um debate do ponto de vista psicológico, sobre qual tipo de pessoas seriam caso fossem realmente pessoas físicas.

E você, já assistiu algum dos filmes da lista? Quer indicar algum? Comente!

Mindfulness: como treinar a atenção plena no trabalho

Mindfulness é uma técnica de meditação com o foco na concentração plena. A prática vem sendo utilizada por muitas empresas e universidades com o intuito de desenvolver um ambiente mais colaborativo e assim promover bons resultados.

Com ela é possível criar uma relação de participação conjunta entre os funcionários. Dessa forma, eles têm mais disposição para compreender uns aos outros, além de adquirir mais foco e atenção nas tarefas da rotina laboral.

Como funciona

Para trabalhar o Mindfulness é preciso iniciar com pequenas ações pessoais, fazendo o uso da respiração como ferramenta de reconexão da mente e do corpo. Aos poucos, ele deve ser incluído nas rotinas do dia, inclusive as do trabalho.

Para facilitar, aqui vão alguns exemplos para desenvolver com a equipe:

  • Escolha começar o dia percebendo as suas sensações. Observe sua respiração por alguns instantes antes de se levantar;
  • Selecione alguns dias para dirigir ou se deslocar para o trabalho sem música e sem utilizar o celular, observando atentamente o que acontece no caminho. Quando chegar ao seu destino, tire alguns momentos para perceber a respiração antes de sair do carro ou entrar no escritório;
  • Tente comer de forma consciente, atentando-se as cores e ao paladar, mastigando atentamente e observando o cheiro dos alimentos;
  • Caminhe entre as reuniões sem olhar e-mails ou textos. Sinta os pés tocarem o chão, o ar na sua pele, bem como a possibilidade de cumprimentar colegas pelos quais você sempre passa;
  • Em sua mesa, enquanto o computador estiver ligado, faça algumas respirações atentas, perceba as sensações no corpo e observe como está sua postura ao sentar.

Independente das atividades envolvidas no trabalho, todas podem ser feitas com atenção. Estar consciente sobre o presente tornará mais claras e eficientes as ações do dia. Lembrar de colocar sentido nas atividades desenvolvidas também ajudará na produtividade e nos resultados.

Benefícios

Com raízes nas práticas budistas, o Mindfulness está inteiramente ligado ao controle sobre a capacidade de concentração, no presente e nas tarefas. Por esse motivo, muitas empresas adotaram a técnica entre os funcionários.

Ter atenção com mais qualidade interfere de forma positiva na regulamentação e dosagem das emoções e até no bem-estar físico. A qualidade da atenção, por exemplo, pode melhorar o processo decisório e cognitivo.

A técnica auxilia, ainda, na regulação emocional, impedindo que a pessoa afete o seu bem-estar por uma raiva ou por uma mágoa. Por isso, ela tem sido mais explorada em estudos e pesquisas para comprovações científicas de seus benefícios.

Já pratica o Mindfulness? Deixe nos comentários o que acha sobre a técnica 😉

5 passos para conseguir a certificação PMP

Oferecida pelo PMI – Instituto de Gerenciamento de Projetos (Project Management Institute), a certificação PMP (Profissional em Gerenciamento de Projetos) atesta a competência e conhecimentos dos profissionais da área de gestão de projetos.

Se você deseja fazer o exame, confira os passos que o blog Solution separou para ajudar a preparar-se melhor e conseguir a certificação PMP, que atesta o conhecimento das boas práticas na profissão de um gestor.

Entenda o desafio

Saiba o que lhe aguarda para construir um bom plano para enfrentar esse desafio e não ter surpresas que possam fazer você perder a autoconfiança. Serão 200 questões relacionadas ao gerenciamento de projetos em 4 horas de prova. Lembre-se que todas as questões têm o mesmo peso e sua divisão ocorre da seguinte forma: 11% iniciação, 23% planejamento, 27% execução, 21% monitoramento e controle, 9% encerramento e 9% responsabilidade profissional.

Foco, disciplina e dedicação

A certificação é algo difícil de conquistar e a trajetória para chegar lá não é simples, por isso você precisará constantemente exercer estes três hábitos. Para ter mais foco e concentração tente encontrar um local para estudar onde você não será incomodado. Outra dica é deixar claro para amigos e familiares que você precisa se dedicar ao estudo em determinados horários e que isto é temporário. Desta forma, evitará que eles criem expectativas diferentes em relação à sua agenda.

Esteja preparado emocionalmente

A prova de certificação não é apenas um desafio técnico, ela também é um grande teste emocional. Fazer 200 questões em 4 horas de prova não é algo para quem não possui um bom controle emocional. Por isso, prepare também sua saúde mental para este grande desafio. Ao colocar em prática a dica anterior, você poderá se sentir mais confiante em relação a prova e, dessa forma, melhorar a estabilidade emocional para finalizar o desafio.

Pratique e quando estiver cansado, pratique mais!

Fazer simulados é uma excelente forma de entender como você está se saindo tecnicamente, além de entender como está sua gestão de tempo e questões emocionais. Você pode encontrar simulados gratuitos na internet e realiza-los em casa, dentro do tempo real da prova do certificado. Quanto mais vezes praticar, melhor será o entendimento sobre quais questões tomam mais tempo e aquelas que você pode resolver rapidamente. Lembra das provas para vestibulares? Esta será bem parecida.

Faça um curso preparatório

Quer aumentar ainda mais sua qualificação para obter aprovação na prova? Um curso preparatório oferece conteúdo prático para quem deseja prestar o exame e obter o certificado. Escolha sempre um treinamento que ofereça bons materiais de apoio e provas para comprovação do conhecimento adquirido. Um profissional sabe que após ser certificado PMP vai adquirir muito mais competências para ter sucesso em todo o ciclo de vida de um projeto.

O curso preparatório para PMP/CAPM da Solution oferece conteúdo para o candidato que deseja prestar a prova e obter o certificado profissional. Conheça o curso aqui.

Conheça as vantagens de fazer um curso rápido

É unânime. Estar capacitado significa um melhor destaque no mercado de trabalho. Um currículo com experiências profissionais chama – e muito – a atenção, mas as empresas também estão de olho em candidatos com algum tipo de curso rápido e de aperfeiçoamento.

O modelo de curta duração é uma ótima opção para garantir melhores qualificações e tem a vantagem de não tomarem tanto tempo de quem busca por uma colocação no mercado. Conheça algumas das vantagens de estudar em um curso desse tipo:

É rápido, mesmo!

Obviamente, esse é o maior benefício para quem deseja capacitação sem precisar dispor de muito tempo. Grande parte dos cursos têm uma carga horária mínima de 10 a 30 horas, mas existem aqueles que chegam a 160 horas.

Racionalizando, em alguns casos é possível se formar em menos de uma semana. Justamente por não demandar muito tempo, fica fácil conciliar um ou mais cursos com trabalho sem grandes sobrecargas.

Abordagem prática

Ao fazer um curso rápido, o aluno busca preparação para atuar em determinada profissão. Por isso, a maioria das capacitações de curta duração oferecem aulas com maior conteúdo prático em relação ao teórico. Desta forma, o candidato a uma vaga de trabalho já pode registrar sua formação como experiência profissional.

Investimento acessível

Não somente a conclusão em curto período de tempo chama a atenção em um curso rápido. Outro grande benéfico está relacionado ao valor de contratação das aulas, que não requer grande investimento financeiro. Capacitações do tipo costumam oferecer valores acessíveis, principalmente quando comparados aos modelos tradicionais de formação ou aos de maior duração.

Atualização na carreira

Por valorizar o currículo, o curso rápido está se tornando a escolha de muitos profissionais que buscam por aperfeiçoamento. Isso não só para aqueles que estão iniciando no mercado de trabalho, mas também para quem já está inserido e quer continuar se especializando. Seu conteúdo é uma ótima oportunidade de melhorar qualidades já desenvolvidas dentro dos vínculos empregatícios.

Não te deixa parado

Muitos querem aproveitar da melhor forma as férias escolares e do trabalho, ou ainda o tempo de espera entre a entrega do currículo e uma entrevista de emprego. Fazer um curso rápido, além de aprimorar os conhecimentos em determinada área, também trará novas redes de contato e maiores chances de contratações.

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Conheça os pilares para uma boa gestão da fazenda

Produtividade é vista como importante para muitos setores, inclusive para a pecuária. Entretanto, a falta de informações e conhecimento sobre gerenciamento por parte do pecuarista podem comprometer a boa gestão da fazenda e, consequentemente, os números positivos na produção.

Em um primeiro momento, o dono da propriedade pode recorrer ao uso de softwares inteligentes de gestão ou consultoria de especialistas, mas, sem um bom conhecimento dos próprios recursos e diagnóstico da fazenda, ele corre o risco de perder tempo e dinheiro.

“O consultor pode identificar o problema, mas não estará na propriedade diariamente como o pecuarista. Da mesma forma, o software otimiza a produção, mas não consegue ir muito além sem informações corretas para alimentar sua programação”, explica o professor do curso de Pecuária de Corte da plataforma Solution, Thiago Bernardino de Carvalho.

Segundo ele, existem pontos importantes para se conhecer desde a parte de criação até a comercialização, que podem garantir uma boa gestão da fazenda sem que muitos recursos sejam desperdiçados.

Produção e comercialização

A pecuária exige um olhar preciso do produtor, que deve ter controle da produção desde o pasto. “Confinamento do animal, genética usada, qualidade dos medicamentos, tecnologia e nutrição feita da maneira correta ditam o peso final que terei do meu gado”, explica Carvalho.

Todos os pontos, acrescenta o professor, acabam por influenciar na qualidade do que é vendido. Sem uma boa gestão da fazenda, o pecuarista pode não entender para onde vão suas aplicações e quais gastos são ou não necessários durante o desenvolvimento do rebanho.

“O proprietário tem que entender as métricas trabalhadas dentro de suas atividades e como são feitos todos os controles. Afinal, um bom diagnóstico será fundamental para exercer as atividades. Isso é importante para qualquer pessoa que faz parte ou vai entrar no ramo”, ressalta.

Controle financeiro

A pecuária de corte sempre foi conhecida por ser uma produção extrativista extensiva. Além disso, o professor explica que o mercado de carne possui grande liquidez e pode gerar bons ganhos para o pecuarista. Sem um bom controle financeiro, contudo, o cenário pode mudar.“Em uma pesquisa aplicada a três mil pecuaristas, apenas 12% usa software para gestão da fazenda, outros 30% usam planilhas de Excel e o restante possui controle por extrato bancário ou caderneta para isso”, conta Carvalho.

“Em uma pesquisa aplicada a três mil pecuaristas, apenas 12% usa software para gestão da fazenda, outros 30% usam planilhas de Excel e o restante possui controle por extrato bancário ou caderneta para isso”, conta Carvalho.

Esse panorama, de acordo com o professor, apenas reflete a baixa profissionalização do setor, que ainda lida de forma muito tradicional com informações diárias, seja compra e venda ou aplicações manuais e técnicas dos sistemas. “Nem todas são as mais adequadas para a boa gestão da fazenda.”

Recursos humanos e profissionalização

Acima de uma boa gestão da fazenda está a força humana de trabalho. Carvalho aponta o papel do pecuarista como produtor e gestor de seus empregados, que estão na frente principal da boa produtividade.

“Como você trata seus funcionários? Eles são seus parceiros os apenas empregados? Essas perguntas mostram a diferença de que o trabalhador está ali cumprindo o papel de receber seu salário ou está te ajudando a desenvolver e conhecer melhor sua criação”, aponta.

Finalmente, uma melhor eficiência da propriedade está diretamente ligada a atualização do conhecimento do pecuarista, que deve buscar profissionalização para se desviar das dificuldades proporcionadas pelo longo ciclo de produção.

“Dependendo do sistema, eu vou ter lucro somente depois de quatro ou cinco anos desde o começo do rebanho”, comenta o professor. Para não “perder a mão”, ele aconselha uma melhor observação do investimento do fluxo de caixa e não se deixar embalar pela liquidez do produto, que facilita sua venda, mas não garante lucros a longo prazo.

Quer saber mais sobre o tema? Entenda por que é importante investir em tecnologia na pecuária de corte.

Produtor de açúcar, não de cana

Independente da natureza do custo, se é energético, monetário ou qualquer expressão que for, ou então, se estamos falando de uma bala ou de uma nave espacial, uma coisa é certa: deseja-se conhecer quantas unidades dos fatores de produção foram alocadas a cada unidade do produto, expressando, portanto, o custo unitário.

Apesar da obviedade do indicador, o conceito não é aplicado integralmente no setor sucroenergético, em especial na parte agrícola. É comum (quase que universal) a apresentação de indicadores utilizando a quantidade de cana-de-açúcar produzida como referência de produto final. Indicadores técnicos como, produtividade e ganhos/perdas relacionadas, em geral, são apresentados em toneladas por hectare (t/ha). Custos de produção em unidades monetárias em função da tonelada produzida, como R$ ou US$/t. E por aí vai.

Pois bem, se analisarmos os aspectos econômicos da produção, em especial a remuneração da matéria-prima ao produtor, ela é realizada em função da quantidade de açúcar extraída da cana, o tal do ATR (açúcar total recuperável), expresso em kg por tonelada de cana. Ou seja, na verdade o produto final é dado “kg ATR” e não tonelada de cana, sendo, portanto, a unidade mais indicada para a avaliação de parâmetros.

Apesar de parecer um preciosismo acadêmico, a associação correta das unidades é fundamental para que as análises e, consequentemente, as tomadas de decisão sejam consistentes, evitando interpretações errôneas. Talvez o exemplo a seguir evidencie de forma mais didática a linha de raciocínio a que me refiro, onde é comparada a eficiência em termos de custos de produção de dois produtores, sob três óticas.

A primeira, “R$/ha”, expressa a quantidade de recurso alocada para cada unidade hectare em produção. Nesta visão, o produtor “A” é mais eficiente, pois tem um menor custo de produção. Uma análise sem sentido, já que a competitividade depende de quanto será produzido na área, dando origem ao indicador em “R$/t”. Tal aspecto é importante para evidenciar que o “caro é relativo”.

Por exemplo, tendo conhecimento que R$ 1.650/hectare é um valor de referência médio para tratos culturais de cana soca, é possível afirmar que um produtor que investe R$ 2.300/hectare no mesmo estágio de produção é louco? Não! Tudo depende de quanto ele irá produzir na área. Ou seja, não existe insumo ou fator de produção caro, o que se deve analisar, como qualquer outro investimento, é a relação benefício custo.

Relação que não foi vantajosa para o produtor “B”, já que apesar de uma produtividade maior, o seu custo de produção, mesmo em “R$/t”, segue superior ao produtor “A”. Bom, se tomarmos esta análise clássica, o raciocínio está correto e o assunto encerrado: o produtor “A” é mais eficiente em termos de custos do que o produtor “B”.

É aqui que entra o último elemento: a qualidade da cana relacionada à produtividade. Dentro do pacote tecnológico mais “caro” adotado pelo produtor “B”, parte dos recursos visava, além da produtividade física, o teor de ATR. Essa relação origina o custo em “R$/kg ATR” – este sim o produto final do processo – de modo que, finalmente, sob esta ótica o produtor “B” é o mais eficiente.

Portanto, o objetivo de quem se propõe a produzir cana é extrair a maior quantidade de açúcar (e não de cana!) por área em produção, ou seja, a produtividade agrícola expressa em t ATR/ha. E claro, com custos atrativos. Afinal, alta produtividade não é sinônimo de custo de produção baixo!

Botão (João Rosa) é professor da plataforma Solution e youtuber no canal Botão do Excel. 

Como o líder interfere na qualidade de vida da equipe

O líder tem impacto direto nos resultados da sua equipe, sendo o seu papel conhecido, debatido e difundido há muito tempo na literatura de liderança. Mas este “guia” também influencia diretamente o comportamento e a qualidade de vida dos seus liderados.

A qualidade de vida no trabalho, também conhecida como QVT, está diretamente ligada à motivação dos funcionários dentro das organizações. “E diz respeito a inúmeros programas e ações que facilitam o trabalho, o ambiente e o bem-estar das equipes”, explica a professora do curso de Liderança e Líder Coach da Plataforma Solution, Denise Moura.

Como exemplo de aplicação de ações para melhorar a qualidade de vida da equipe, a professora pontua programas de ergonomia e ginástica laboral que devem ser propostos pelo gestor.

Saúde emocional

Os fatores para garantir qualidade de vida, entretanto, envolvem muito mais do que a saúde física dos funcionários. Uma atenção especial, relata Denise, deve ser voltada à saúde emocional. “O líder tem papel fundamental neste processo”, conta.

Para o processo, ela elenca algumas ações a serem seguidas, sendo:

  • Valorização das pessoas de forma justa, evitando privilégios e afinidades;
  • Feedbacks constantes sobre o desempenho dos integrantes da equipe;
  • Elogios e reconhecimento do trabalho bem executado;
  • Autonomia para tomar decisões;
  • Desafios constantes para que as pessoas possam explorar suas potencialidades;
  • Liberdade de expressão para que exponham seus pontos de vista sem sofrer represálias;
  • Respeito a todas as pessoas;
  • Oportunidades de crescimento.

Gestão democrática

Denise diz ainda que um líder autocrático, que não escuta e não respeita a sua equipe e ainda a humilha quando não atinge os resultados, acaba por adoecê-la física e emocionalmente, limitando a sua capacidade de crescimento.

“Um gestor agressivo e que se preocupa apenas com os resultados, pode catalisar, inclusive, um comportamento antiético na equipe”, conta.

Ao perceber que só será valorizado pelo que entrega, um funcionário também pode iniciar um comportamento inadequado. “Ele chega a enganar o cliente e os colegas para vender a qualquer custo, por exemplo. Este processo tende a ruir uma equipe.”

A professora ressalta que o líder, através do seu discurso, prática e comportamento, tem papel importante na manutenção de um bom ambiente de trabalho. “Dessa forma, ele proporciona relações saudáveis e sustentáveis que favorecem uma excelente qualidade de vida”, finaliza.

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7 livros que todo gestor deveria conhecer

Trabalhar com gestão de projetos e empresas demanda grande desempenho dos gestores. A regra é saber que o tempo é precioso, mas não basta apenas saber aplica-lo para obter sucesso, é preciso se atualizar sempre sobre os pilares que garantem uma boa gestão.

Os livros são uma ótima opção para se aprimorar e aplicar novas atribuições de conhecimento do gerenciamento de tempo e atividades. Para isso, listamos sete títulos para quem quer se aprofundar na área de gestão de projetos.

Gerenciamento de projetos orientado por valor, de Harold Kezner e Frank P. Saladis

Os principais indicadores de uma gestão de projetos eficaz são os requisitos de prazo, custo, escopo e qualidade. Encontrar um projeto que atenda, simultaneamente, a todas essas exigências é quase impossível.
Nesse sentido, o livro disponibiliza uma maneira de conduzir que atenda a essas necessidades e permite, ainda, agregar valor ao produto ou serviço.

A estratégia do oceano azul, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne

Voltado para estratégias, o livro traz informações relevantes sobre planos baseados em fatos e dados, identificação de espaços inexplorados no mercado e ferramentas que permitem o entendimento e a maximização das oportunidades.

O volume contempla as principais práticas conhecidas da gestão de projetos, possibilitando aplicação e benefícios na rotina de trabalho.

Faça acontecer, de Sheryl Sandberg

Uma literatura voltada para o público feminino, na qual a autora, eleita como uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela Forbes, explica os motivos das mulheres terem baixa porcentagem de participação entre os cargos de liderança das empresas.

De forma descontraída, ela explica como gerir projetos pessoais e profissionais da melhor maneira, encontrando soluções a eventuais problemas e auxiliando na tomada de decisões estratégicas.

As 48 Leis do Poder, de Robert Greene e Joost Elffers

Não só de conhecimento sobre normas, ferramentas e processos vive um profissional em gerenciamento de projetos, desenvolver as habilidades humanas também é importante. Todo gerente de projetos precisa saber lidar diariamente com poder e política.

Este livro traz exemplos históricos e interpretações que provocam no leitor um choque de realidade estarrecedor: como o mundo tem funcionado, desde os tempos mais remotos, até os dias atuais.

Inteligência Emocional para Gerenciamento de Projetos, de Anthony Mersino

Muitos gestores podem pecar por conhecerem bem os processos, técnicas e ferramentas utilizados no gerenciamento de projetos, porém, ao se deparar com situações de stress e trabalho sob pressão, acabam se descontrolando e fazendo tudo o que definitivamente não deveriam fazer.

A leitura traz uma abordagem dinâmica e técnicas para lidar com a inteligência emocional e é indicada para profissionais em qualquer nível de conhecimento.

Blink: a decisão num piscar de olhos, de Malcolm Gladwell

O jornalista britânico, colunista do The New Yorker e autor de outras obras de sucesso, explica sobre a importância e efeitos das reações, além de comentar sobre o tempo de tomadas de decisão na vida profissional e pessoal.

A ideia é instruir o leitor a desenvolver sua capacidade cognitiva, ajudando fazer uma análise rápida do caso concreto para definir o estabelecimento dos projetos de maneira intuitiva.

Good to Great: Empresas feitas para vencer, de Jim Collins

Nesta obra, o consagrado consultor de negócios e administrador da HP mostra práticas que fazem com que uma empresa passe de boa para ótima com simples ações como sair do conformismo, local em que o bom já satisfaz e partindo em busca de melhores números.

Publicada pela editora Campus, esse livro foi planejado com base em uma pesquisa entre diversas companhias norte-americanas, apontando os desafios a serem superados para fazer o negócio crescer de forma sólida e estável.

 

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