Como subir na carreira em 5 passos

Trabalhar bem, atingir metas e entregar resultados. Na expectativa de subir na carreira, esses tópicos surgem como essenciais para alcançar a tão sonhada promoção ou cargo de chefia. Entretanto, nem sempre só a parte prática é o importante. Outros passos podem ajudar a melhorar sua estratégia de plano de carreira.

Confira alguns que o blog da Solution listou para você!

Desenvolva sua liderança

Um líder sabe aplicar competências que envolvam planejamento estratégico, pensamento crítico, desenvolvimento para resolução de problemas e gestão de equipes.

A liderança não significa somente estar à frente de um grupo para concretizar um projeto. Ela também está ligada a áreas específicas do saber. O conhecimento de um determinado software, por exemplo, torna uma pessoa necessária para usá-lo corretamente, logo, ela será líder desse objetivo. Buscar cursos de aperfeiçoamento também ajuda a desenvolver a competência de gestão. Você pode começar com o curso de Liderança da Solution 😉

Saiba trabalhar em equipe

Seguindo a dica anterior, esse passo pode soar clichê, mas é fundamental. E por mais que se fale sobre trabalho de equipe em entrevistas, a competência só fica às claras mesmo no dia a dia. Ficar o tempo todo apenas em um círculo fechado não dá garantias de se chegar muito longe nem de subir na carreira.

Para isso, é necessário ficar atento ao ambiente de trabalho e o que nele se passa. Ao se identificar problemas, o ideal é não guardar para você as possíveis soluções que envolvam a todos. Ajude sempre que preciso, pois as empresas procuram pessoas dispostas a ir além da sua zona de conforto.

Pratique a humildade

É possível ser bom ou melhor em algo, mas isso não deve acabar com a noção sobre outras pessoas também o serem. Se julgar melhor que um colega e expor essa opinião egocêntrica só leva ao mal ver corporativo. Humanamente somos levados a tentar mostrar nossas “posses” e isso gera desconforto em um círculo social.

Para não adquirir uma imagem negativa entre os colegas de equipe, saiba mostrar suas qualidades sem ofuscar a dos outros. Você pode também mostrar empatia elogiando um destaque que viu em seus companheiros de trabalho. Assim, todos podem compartilhar seus conhecimentos e formarem um time mais intuitivo.

Esteja visível, inclusive nas redes sociais

Seu desejo de subir na carreira envolve uma promoção ou um aumento salarial? Faça com que reparem em você. Mostre bons resultados a seu chefe, mas nunca esqueça que nem tudo pode estar visível a ele. Mostre interesse em participar em projetos importantes, que muito provavelmente serão acompanhados de perto pela gerência.

Já para novas oportunidades, é importante cuidar para que suas redes sociais estejam sempre visíveis. Isso, é claro, passando uma boa imagem pessoal. Um estudo da Career Builder revelou que 70% dos empregadores usam esses canais para filtrar candidatos. Crie um perfil que realce os seus pontos fortes e experiência, afirmando-o como especialista na sua área.

Não confie em algo que pareça fácil

Promoções nem sempre são o caminho para subir na carreira, mesmo que você tenha um plano para ela. Existem ocasiões em que é preciso fazer um movimento horizontal para somente depois subir. Sabe quando te realocam para outra área da empresa? Isso pode significar um desafio e não um “rebaixamento”.

Ao ingressar em uma empresa, seja ela qual for, todo cargo será essencial para obter conhecimento. As experiências e contatos dentro dos setores ajudam a criar novas possibilidades, seja de crescimento na companhia ou na busca por nova colocação.

Gostou das discas? Comente! Veja também o que fazer quando a carreira está estagnada. 

3 estratégias para melhorar a rentabilidade na cultura de grãos

Melhorar a rentabilidade na cultura de grãos é o desafio de muitos produtores rurais. Para se reinventar nesse mercado e manter a competitividade, são necessárias boas estratégias.

O professor da Plataforma Solution e economista Haroldo Torres explica que a rentabilidade não é necessariamente o lucro da empresa. “Eu não gosto de falar muito de lucro, porque no fim o que ‘quebra’ o produtor rural é falta de caixa e não falta de lucro”, afirma.

Para o produtor rural melhorar essa rentabilidade na cultura de grãos, o diferencial é o investimento em tecnologia e variedades agrícolas que reinventam e melhoram a produtividade. Torres listou 3 estratégias, confira!

Liderança de custo

Melhorar a rentabilidade na cultura de grãos, e em muitas outras, requer que o produtor tenha liderança de custo. Isso quer dizer que ele precisa fazer investimentos em tecnologia, manejo e variedades para aumentar a produtividade.

“Só que não é a produtividade a qualquer custo. É preciso que o aumento de valor de investimento dele seja menor do que o aumento de produtividade de forma que ele consiga diluir o custo fixo”, explica Torres.

Isso porque, em grande parte da atividade agrícola, a maioria dos custos é fixa, como a mão de obra, maquinário e insumos.

Comercialização

Não adianta investir em tecnologia para aumentar a produtividade dos grãos se não fizer uma boa comercialização. “O produtor precisa desenvolver o lado de negociabilidade dele, com vistas a ter uma comercialização muito melhor”, afirma.

Nesse mercado existem algumas especificidades, como a Operação de Barter, em que o produtor recebe defensivos agrícolas de uma empresa para depois da colheita “pagar” com os grãos, quase como uma permuta. Outro artifício é o chamado “contrato de soja verde”, que permite a compra da soja antes da colheita. É uma saída para fugir de financiamentos de crédito antes da safra.

Gestão

“Se eu sou um produtor muito bom tecnicamente, vendo muito bem meus produtos, mas não tenho gestão, não adianta”, declara o professor. Nesse caso, a boa gestão quer dizer eficiência na locação de recursos e no conhecimento de dados e informações para tomar decisões.

Esse tipo de gestão faz com que o produtor esteja à frente no mercado, porque é um pensamento estratégico, é um diferencial competitivo. “O produtor diversifica as culturas e olha para outras cadeias”, finaliza.

Você já segue alguma dessas estratégias? Comente! Conheça o curso da Solution em Gestão de Custos no Mercado de Grãos.

7 ações da neurociência usadas pelo marketing

Por que escolhemos uma marca e não outra? Às vezes, a resposta pode ser meramente ligada pela confiança depositada em uma empresa. Mas você já parou para pensar que sua relação com uma marca pode ter origem em uma estratégia das ações da neurociência?

A tática procura entender o consumo e decisões de compra a partir de estudos neurológicos. Claro que a publicidade, para aprimorar suas ferramentas de conquista no mercado, tem utilizado a ferramenta há muito tempo.

Mudando o jeito de se fazer publicidade, as empresas criam anúncios irresistíveis para a mente do consumidor. Mas não se preocupe, o neuromarketing é benéfico para os dois lados, já que ela auxilia na escolha e expões cuidados das empresas em relação ao público. Por isso, listamos sete exemplos de uso da estratégia.

Olhar e cor

Uma embalagem pode falar muito sobre si. Os estudos da ciência comprovaram que os clientes se sentem mais atraídos por embalagens mais vibrantes e/ou com materiais brilhantes.

Outro ponto é que as cores podem transmitir emoções ao consumidor. Utilizar uma cor de forma eficaz pode ser uma ferramenta benéfica para o marketing. Não à toa, a cor vermelha está tão ligada a produtos de grande preferência, como a Coca-Cola.

Satisfação

A análise de resposta emocional (ERA) usa imagens EEG (eletroencefalograma) para identificar a resposta emocional de um indivíduo tem de um produto ou propaganda. O nível de engajamento e excitação emocional em relação a determinado produto tem grande valor para as marcas.

Se um consumidor se sente frustrado em resposta ao produto, será necessário avaliar o problema a partir do EEG e usar o resultado para melhorar a avaliação do cliente.

Perda

Uma das descobertas das ações da neurociência é que as pessoas não querem perder. E essa preocupação também está relacionada aos ganhos que alguém pode ter. Não à toa, ouvimos e vemos tantas propagandas com apelo para o “corra, antes que acabe”.

Quando o consumidor se depara com uma alternativa colocada como perda, ele fica mais propenso a comprar. É uma lógica comum, afinal, não gostamos de ficar por fora das promoções.

Velocidade

Muitas empresas estão preocupadas em retratar um sentimento de estabilidade e segurança para os clientes. Rapidez e eficiência, no entanto, podem ser o que eles querem.

Um fácil exemplo é o uso das duas estratégias pelo Paypal, que realizou estudos e descobriu que a conveniência ativa o cérebro mais rapidamente que a segurança. Usar as duas pode ser mais garantia de ganhar o cliente, já que o produto passa a ser rápido e eficiente.

Preço

Você provavelmente deve ter pensado que um produto que custa R$ 9,99 poderia custar R$ 10. Você também deve ter relacionado isso a uma estratégia de marketing.

A lógica é que números mais complexos funcionam melhor quando o cérebro lógico está envolvido. Isso leva a pessoa a convencer-se que o produto com valor complexo é a decisão mais lógica em comparação a um de valor arredondado.

Sites

As ações da neurociência também estão presentes no projeto e desenvolvimento de sites. E, não por menos, nossas preferências são levadas muito em conta para melhorar o acesso.

Como exemplo, sites com certificações, depoimentos e widgets sociais são mais atrativos para clientes. Além disso, layouts verticais são mais eficientes por engajar o cérebro, sendo mais provável que o espectador mantenha a rolagem da página.

Destaque

Os headlines, ou destaques, são a primeira coisa que o espectador vê. Obviamente eles precisam ser notados, são como manchetes em jornais. Estudando o “hipocampo Headlines”, pesquisadores descobriram uma nova técnica do neuromarketing.

Quando uma frase familiar é ligeiramente alterada, o nosso hipocampo é ativado e nossa atenção é despertada. Jogos de palavras interessantes ativam algo em nossa mente que, simplesmente, nos cativa para manter os olhos no lugar certo.

Gostou da lista? Conheça e entenda o curso de Neuromarketing da plataforma Solution.

Agricultura e Meio Ambiente: ninguém solta a mão de ninguém

A possibilidade de fusão entre os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente causou repercussão nos noticiários e redes sociais, com manifestações, em maioria, contrárias à união das áreas. Uma reação mais do que esperada ou você acreditava mesmo que os “produtores rurais desmatadores capitalistas” iam se unir numa boa com a “turma do abraça árvore que acha que dá pra alimentar o mundo com horta de fundo de quintal e cocô de vaca”?

Por mais que pareçam absurdas, as rotulações ridículas e ideológicas são mais do que comuns, por ambos os lados, quando a temática é produção agrícola e preservação ambiental. E é justamente este o ponto evidenciado pela possibilidade de fusão, “lados”. Simplesmente não deve haver lados. Agricultura e Meio Ambiente não são rivais, são aliados. Como mencionou Xico Graziano, “sai o produzir x preservar, entra o produzir + preservar. Somar, não dividir”. Produção e preservação estão integrados, é a base da sustentabilidade. É atender as necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas necessidades e aspirações, conforme definição do termo.

A oportunidade de fusão abriu espaço para redução da rivalidade e sobreposição da técnica à ideologia. Juntos, são mais fortes. É aplicar o “ninguém solta a mão de ninguém” à produção de alimentos. Uma mão a produção, outra a preservação. Hoje, elas já estão dadas e basta olhar as estatísticas setoriais de produção de alimentos e conservação ambiental para confirmar. Vamos cuidar para que esse “aperto de mão” fique cada vez mais firme, levando a ações cada vez mais integradas e ágeis, conduzindo ao progresso e crescimento sustentável.

No fim, não importa se serão fundidos um, dois, dez ministérios. O que deve se buscar é a discussão do tema de forma ponderada, buscando o equilíbrio e agilidade nas ações. A pauta “meio ambiente” é transversal às atividades. Todos os ministérios com mais ou menos intensidade, tem responsabilidade por questões ambientais. Inclusive, este foi o motivo do governo eleito não ter fundido as pastas, pois temáticas como infraestrutura, mineração e petróleo, por exemplo, não são abrangidas diretamente pela agricultura.

Agora uma coisa que podia acabar é o pleonasmo “meio ambiente”. Afinal, como diria o saudoso Prof. Caetano Ripoli, que tive o prazer de ser orientado, “você conhece algum meio que não é ambiente ou algum ambiente que não é meio”.

Botão (João Rosa) é professor da plataforma Solution e youtuber no canal Botão do Excel. 

Entenda como é feita a remuneração do produtor de cana

Cada produto tem sua particularidade quando se trata de comercialização de matéria prima, inclusive a cana-de-açúcar. No setor sucroenergético, o produtor entregará seu produto final que, para a indústria, é inicial. Para tanto, a relação de remuneração do produtor termina no exato momento em que ele vende a cana, e não obtém mais lucros após o processamento.

Para entender a complexidade de mensuração da matéria prima que vai gerar o valor de remuneração do produtor, Celso Albano Carvalho, gestor executivo da Orplana (Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil), explicou como o pagamento é feito ao setor que gera matéria prima para o açúcar doméstico e combustível, por exemplo.

“O preço que temos hoje foi estipulado há muito tempo. Antigamente se pagava a cana por tonelada bruta, mas isso mudou quando notaram a diferença energética que existe na planta. Assim se iniciou o pagamento de cana pelo teor de sacarose, ou PCTS”, conta.

Outros fatores tornaram-se parâmetro para o pagamento, explicou Carvalho, como pureza, fibra e açucares. “Baseado nisso criou-se um conselho para fazer a análise do comportamento do produto. Ele cunhou uma metodologia complexa de remuneração do produtor, mas que é dominada pelo setor.”

Consecana

Responsável por reunir os interesses de representantes dos produtores rurais de cana-de-açúcar e de usinas de açúcar e destilarias de álcool, o Consecana (Conselho dos Produtores de Cana de Açúcar, Açúcar e Etanol) sugere o preço base do produto de acordo com o comportamento recente do mercado.

“A complexidade desse sistema chegou a um porto de torna-lo o melhor mecanismo – e talvez mais transparente – de pagamento da matéria prima”, explica o gestor. Com o tempo, ele observa, a história do setor sucroenergético mudou, acatando em uma necessidade de mudança na remuneração do produtor.

“Tivemos automatização da plantação, uma melhor eficiência de extração do açúcar e uma qualidade melhor na quantidade dessa substância. Então o produtor que tem melhor resultado de ATR (Açúcares Totais Recuperáveis) na sua cana sai em prejuízo”, relata Carvalho.

O gestor cita ainda a economia como fator que pode prejudicar o pagamento feito ao produtor. Com o grau de endividamento do setor em alta e o arrendamento de terras, o pagamento baseado na tabela da Consecana criou uma armadilha para si.

Ainda nessa questão, o Conselho paga ao produtor a quantidade de extração de açúcar da cana por área alugada. Quando uma revisão da tabela acontece, toda a folha de pagamento é alterada, deixando a produção onerada e uma dívida com o dono das terras.

Alternativa

Segundo Carvalho, ainda não é feito um plano que traga uma remuneração ao produtor de forma mais justa. Entretanto, a Orplana estuda formas de mostrar aos profissionais os reflexos da defasagem no setor canavieiro.

“Em conjunto com o Pecege, fizemos um trabalho indicando uma média de 15% de diferença nesse pagamento. Ou seja, se eu tenho um custo de produção de 100 reais, devo receber por ela, no mínimo, esse mesmo valor”.

O que acontece, acrescenta, é que o valor recebido é apenas de 85 reais. “Isso gera um cabo de guerra entre o produtor e a indústria, que não pode ficar sem esse insumo”, comenta.

O gestor lembra que nenhum lucro após a venda para indústria é passado ao produtor, inclusive o aumento no preço de seus derivados. Todo o processo de lucro é inerente apenas da compra feita pela indústria.

Quer saber mais sobre a produção de cana? Leia também o artigo produtor de açúcar, não de cana. 

5 motivos para não ser multitarefas

Realizar várias tarefas ao mesmo tempo é motivo de orgulho para muitas pessoas. O que poucos sabem é que ser multitarefas pode ser mais prejudicial do que benéfico para a produtividade. O motivo: a habilidade pode mexer diretamente com o nosso humor.

Um estudo realizado pela Universidade de Stanford mostrou como reagem pessoas bombardeadas regularmente com informações. Em comparação a indivíduos que preferem concluir uma tarefa por vez, o grupo apresentou maior carga de estresse. Outro ponto é que eles tendem a não controlar muito bem a memória e apresentam dificuldades com mudanças na carreira e integração social.

Você também pode ser uma dessas pessoas multitarefas, ainda mais com tanta tecnologia. Trocas de mensagens enquanto assiste à televisão, checagem de um site para outro enquanto realiza tarefas de casa. Soa familiar, não?

Entenda agora os motivos para não alternar várias atividades ao mesmo tempo.

Você se torna desatento

Quando se é multitarefas, a mente não consegue ficar concentrada. Isso leva a tarefas incompletas ou que são ignoradas. Um exemplo mais comum é quando encontramos novas pessoas durante esse período de aparente produtividade. As chances de se lembrar do nome desse novo indivíduo é de apenas 1%.

Isso acontece porque nos tornamos distraídos ao pensar em várias coisas ao mesmo tempo. A incapacidade de se concentrar pode afetar o pessoal e o profissional, evitando novas conexões profundas com outras pessoas.

Sucessão de erros

Ninguém gosta de errar e isso é um fato. Entretanto, cometer erros pode ser uma consequência da falta de foco de pessoas multitarefas. A explicação se deve a divisão da mente e concentração em vários focos de atividades que geram baixo senso crítico a erros.

A pesquisa de Stanford aponta ainda o quanto é comum para uma pessoa filtrar informações relevante ao executar tantas tarefas. Tal ação pode levar a sobreposição de trabalhos por conta de um disparo mental, logo, maiores as chances de cometer falhas.

Sua saúde mental é afetada

Outra grande desvantagem para quem trabalha em várias ações ao mesmo tempo é a sensação de ansiedade. Os danos, além de psicológicos, podem ser físicos e sociais. Você já parou para pensar quantas vezes verifica as atualizações do celular?

É justamente essa percepção sobre o uso do tempo preso aos aparelhos eletrônicos e demais afazeres do dia que podem explicar o porquê ser multitarefas não é tão positivo.

Queda da criatividade

Dedicando sua atenção para muitas tarefas de uma só vez, você nunca terá memória de trabalho para criar ideias e conceitos que sejam verdadeiramente criativos.

Quando estamos ansiosos, nossos corpos começam a acessar estruturas cerebrais mais primitivas, que são projetadas para nos manter a salvo do perigo e alerta. Quando isso acontece, deixamos de acessar áreas como o lobo frontal, que se adaptou para acessar o pensamento crítico e a criatividade.

Ser multitarefa afeta sua memória

Em 2011, a Universidade da Califórnia, em São Francisco, publicou um estudo mostrando como a mudança rápida de uma tarefa para outra afeta a memória de curto prazo.

O impacto é sempre negativo e se torna cada vez mais aparente à medida que você envelhece. Você consegue lidar com várias tarefas agora, mas não significa continue no mesmo ritmo dentro de cinco ou dez anos. Portanto, é sempre bom cultivar hábitos saudáveis desde sempre.

Quer saber como ser mais produtivo? Confira também como a tecnologia pode melhorar a produtividade.

Logística de exportação: saiba como ela pode melhorar o seu negócio

Quando falamos em logística, ela se destina principalmente a empresas que trabalham com sua própria distribuição. Ter como e poder controlar a entrega aos clientes é de grande importância para o crescimento comercial.

Antes de colocar o seu produto no mercado internacional, é preciso garantir que ele esteja adequado à logística de distribuição e exportação de cada lugar, já que ela se difere dependendo do território.

“Precisamos nos preocupar com isso para entender o transporte dos produtos, saber como chegam e de que forma são distribuídos em cada país. Nós devemos entender que cada um faz de forma diferenciada”, explica o professor José Meireles, do curso de Comércio Internacional da plataforma Solution.

A logística permite ainda entender de forma eficiente a maneira mais rápida e segura de atender o consumidor final. Com base em prazo e custos, respeitando o nível de serviço, o transporte se torna mais seguro.

Logística para entender o cliente

Pequenas empresas não estão muito acostumadas com o sistema de logística, por isso o serviço é terceirizado. Mesmo assim elas devem acompanhar o processo para garantir a chegada de seu produto ao mercado e uma melhoria nos investimentos.

“Por isso a terceirização da logística deve ser encarada como uma parceria e não a simples compra de um serviço”, lembra Meireles. “A transportadora vai fazer seu fluxo de transporte e acompanhar todos os passos do seu produto. É com ela também que saberemos como é possível ganhar mais clientes no mercado”, acrescenta.

A logística interna de transporte, em comparação à externa, é muito específica. De forma genérica, empresas que fazem jus à distribuição no mercado de seus produtos conseguem de uma forma geral trazer parcerias e saber para quem estão vendendo.

“Novamente, se não houver essa aproximação do cliente não conseguimos entender o mercado, ainda que eu como empresário use todo o marketing que tenho disponível”, completa.

Logística interna

O Brasil é grande exportador de commodities, sua maior frente de comércio. Entretanto requer escala mais abrangente para ser competitivo quanto a outros produtos.

Um ponto que merece atenção, segundo o professor, é a logística interna, pois ela também reflete e valoriza a exportação. Atualmente, ela é configurada em transporte rodoviário, ferroviário (ainda que em menor escala) e navegação pela costa.

“Esse último meio é mais barato e por sermos um país largo, é viável em muitas ocasiões. Há ainda a fretagem com aviões, que serve mais para mercadorias de pequeno volume e alto valor”, comenta.

O uso de hidrovias é apontado pelo professor como uma promissora forma de logística, uma vez que a possibilidade de navegação interna ajudaria em um maior alcance territorial.

“O Brasil, que possui muitas dificuldades estruturais, tem muitos custos. A logística entra para fazer diferença para o negócio. Ela valoriza nosso produto e aumentar a competitividade com o mercado externo”, observa.

Se interessou pelo assunto? Saiba também quais são os mitos e verdades sobre a exportação.

Como melhorar o seu gerenciamento de projetos

O gerenciamento de projetos faz parte do dia a dia de todo profissional. Afinal, ele precisa realizar a gestão de prazos, custos, escopo e qualidade do trabalho. E somente com essas atividades ele conseguirá sucesso de novos negócios, desenvolvimento de produtos, ordens especiais de produção, construção de grandes empreendimentos e grandes eventos.

Para garantir que o objetivo principal seja alcançado, também é necessário que o profissional esteja sempre atualizado. Assim ele saberá como melhorar o seu gerenciamento de projetos e aumentar suas probabilidades de êxito. Saiba como alcançar essa melhora na seleção de dicas que o blog da Solution separou.

Foco na equipe de gestores

Um gerente de projetos precisa ter experiência comprovada, pois somente assim ele terá domínio dos conceitos e ferramentas técnicas para a gestão de sua equipe.

Ele irá delegar aos funcionários as melhores decisões a serem tomadas. Contribuirá também para a criação de laços de identidade, para que a equipe funcione com mais compromisso e produtividade. Portanto, nunca deixe de aprimorar seus conhecimentos.

Tenha sempre um planejamento

Um gerenciamento de projetos efetivo começa por um bom planejamento. Isso deve começar pelo entendimento do trabalho e da clara definição da missão do projeto.

O uso de softwares pode auxiliar com a organização da comunicação e dos processos que darão andamento à encomenda. Além disso, será importante para avaliar as decisões e aprovar o projeto em todas as fases.

Consuma conteúdos

Assista a Webinars e ouça podcasts. Muitos estão disponíveis gratuitamente na internet e trazem debates interessantes e atuais sobre gerenciamento de projetos.

Outra via são ebooks gratuitos. Algumas empresas oferecem o formato com temas importantes, como segredos para uma gestão de projetos de alta performance ou guias de gestão de projetos e modelos de gestão Canvas.

Busque recursos do cliente

Obtenha o apoio da alta administração da organização em que o projeto está sendo ou vai ser realizado. Ao mesmo tempo, garanta que a organização conheça o projeto, entenda sua importância e apoie o gerente e a equipe.

Um bom gerenciamento de projetos precisa de recursos materiais, mas também da visão do cliente sobre sua aplicação. Mostre a disponibilidade de recursos, materiais, pessoas e tempo que o projeto irá necessitar. Dessa forma, é mais fácil criar uma base sólida para desenvolvimento.

Conheça suas ferramentas

Para a execução do projeto, do que você irá precisar? Como irá direcionar cada ação para cada membro que participa da atividade?

Novamente, o planejamento se torna necessário, mas requer ferramentas para que ele não se torne falho. Uma boa estratégia é usar um software de gestão, como o MS Project, que disponibiliza ferramentas aplicáveis a projetos, dos mais simples aos mais ambiciosos.

Já utiliza alguma dessas ações para seus projetos? Que tal implementar também o uso do MS Project? Conheça o curso clicando aqui.