7 TED Talks para mudar a comunicação na sua vida

“Quem não se comunica se trumbica”. A famosa frase de Chacrinha, um dos principais comunicadores do rádio e televisão brasileiros até a década de 1980, destaca a importância da comunicação para quem não quer se dar mal ou ser compreendido de modo equivocado.

Uma comunicação eficaz pode ser a chave para o sucesso de qualquer relação, seja pessoal ou profissional. Conversar e escrever são as principais formas de se comunicar, mas são infinitas as maneiras de transmitir uma mensagem, vale até gesticular e trocar olhares.

Por mais que tudo isso pareça simples e natural, muitos elementos ainda podem estar falhando ou faltando para sua comunicação melhorar. Por isso, separamos sete TED Talks para contribuir com essa jornada. As palestras retratam experimentos e acessórios divertidos, além de temas como empatia, relações pessoais e profissionais e propaganda. Confira!

Para Início de Conversa

A bióloga brasileira Carolina Nalon fala sobre comunicação não violenta a partir de uma experiência com sua mãe. Ela mudou sua trajetória de carreira para trabalhar com desenvolvimento humano e aposta na empatia e compaixão como ferramentas poderosas para fortalecer as relações interpessoais.

Na apresentação ela destaca tipos de pessoas que, de maneiras sutis, acabam não ouvindo as outras e interrompem o fluxo de comunicação, mesmo que bem-intencionadas. Isso ocorre, na maioria das vezes, da necessidade de ajudar, mas acabam minimizando os problemas. Na verdade, as pessoas só precisam desabafar e essas práticas acabam não resolvendo situações.

O ideal é ouvir as pessoas com empatia e compaixão para que elas consigam chegar quase que sozinhas às resoluções dos próprios problemas.

Sua linguagem corporal molda quem você é

Nossos gestos, pensamentos, sentimentos e fisiologia exteriorizados impactam muito mais do que somente as pessoas ao nosso redor. Eles impactam nós mesmos e moldam quem nós somos.

Parece óbvio, mas Amy Cuddy, psicóloga social, demonstra com bons exemplos como a comunicação corporal influencia opiniões, mesmo que não esteja tão claro para nós. Se nossa mente muda nosso corpo, é possível que nosso corpo mude nossa mente? Essa pergunta é respondida na apresentação, de forma didática e empírica.

O corpo humano é um importante aliado da comunicação e a palestra mostra alguns truques e poses de poder para treinar seu cérebro e conquistar seus objetivos.

Pão em Fatias

Ser notável é melhor do que fazer muita propaganda. É isso que o TED Talk do Seth Godin, um dos gurus do Marketing, explica sobre comunicação. A ideia de ousar e enfrentar os riscos é o que realmente faz a diferença entre a concorrência.

Dialogar com a média popular não é mais vantajoso. Porque são pessoas acostumadas com propaganda. Assim, aprenderam muito rápido como ignorá-las. Você precisa conversar com quem está ouvindo. Um público interessado, mesmo que em menor número, gera mais conversões de propaganda em venda do que um numeroso público apático.

Hoje, as ideias consideradas ruins ou até bizarras podem chamar a atenção de um público engajado e determinar o sucesso ou não de uma empresa.

Esse é o seu cérebro em comunicação

Nós já nascemos com um sofisticado sistema de transmitir memórias e ideias do nosso cérebro para outro cérebro: a nossa comunicação. Essa informação é tão chocante quanto óbvia e é abordada no TED Talk ministrado pelo neurocientista Uri Hasson.

Ele explica sobre como o cérebro se comporta durante atividades que envolvem comunicação. Foram feitos experimentos que mostram atividades semelhantes de diferentes cérebros quando expostos a idiomas, mesmo que variados.

A capacidade de se comunicar depende de ter algo em comum, para poder criar um contexto, uma compreensão, em um sistema de crenças compartilhadas.

A arte da comunicação “vestível”

Artista, tecnóloga e educadora, Kate Hartman trabalha com acessórios vestíveis que estão, de alguma forma, alinhados à comunicação e ao corpo humano. Muitas das criações são formas de se conectar com você mesmo.

Comunicação introspectiva também é comunicação. Afinal, é só quando estamos conectados com nós mesmos que conseguimos trabalhar uma comunicação eficaz e não violenta com os outros.

De forma divertida, a palestrante aborda o tema com exemplos de suas criações, como “Chapéu Fale Consigo Mesmo”, “Coração Inflável” e o “Traje Abraça-Geleira”.

O poder da comunicação neste século

A comunicação é ferramenta essencial para o desenvolvimento dos talentos e competências individuais. É isso que a portuguesa Laurinda Alves explica na sua palestra.

Ninguém nos ensina a comunicar de forma adequada desde crianças. Por isso desenvolvemos memórias ruins ligadas à comunicação, como apresentações, provas orais e exames.

Se desde pequenos fôssemos treinados para desenvolver competências comunicativas, poderíamos ser melhores em resolver problemas e gerenciar empresas, pessoas e ideias.

Lembre-se de agradecer

A última e menor palestra da lista pode até parecer simples, mas vai te ajudar a estreitar amizades, reatar laços e expressar sentimento bom pelas pessoas. Conduzido por Laura Trice, este TED Talk fala da importância de agradecer e ser agradecido.

Além disso, a apresentação enfatiza a necessidade de deixar o outro saber quando estamos esperando um agradecimento ou elogio. Clareza e objetividade são dois bons caminhos para melhorar a comunicação.

E você, já assistiu algum desses? Tem outros TED Talks para nos indicar? Compartilhe com a gente nos comentários!

A revolução no conceito de carne

O diálogo abaixo relatado aconteceu num dia normal, como qualquer outro, de um brasileiro comum que foi almoçar na casa de sua mãe.

– Mãe, esse parmegiana você fez com filé mignon? – indaga o filho. A mãe já inquieta responde prontamente:

– Lógico que sim, por que? Está ruim? – O filho já percebendo que poderia ter feito o comentário de outra maneira para não magoar a dona da casa que fez um almoço para a família com todo o carinho, tenta concertar a situação:

– Não, mãe, está bom! Mas a carne não está tão macia assim…

Nesse momento entra em cena a matriarca da família, a avó, que nos últimos quinze anos de sua vida almoçava diariamente na casa da filha e com todo garbo, elegância e conhecimento de causa dispara:

– Minha filha, está muito gostoso, mas poderia estar melhor. Essa carne provavelmente é de um boi tucura ou de um gabiru! Enganaram você.

A família, que recebia a avó todos os dias para o almoço, caiu na risada e assinou embaixo a fala. A mãe, inconformada, foi tirar satisfação com o açougueiro que vendia carne para a família há mais de 40 anos. A revolução na busca por uma qualidade de carne atinge a todos na cadeia, não somente os mais entendidos ou os que trabalham no setor.

A narrativa acima, pode parecer um romance ou mais uma história comum, mas retrata a nova realidade do mercado de carne no país: o brasileiro aprendeu a comer carne e cada vez quer mais qualidade, maciez e padronização. E com a maciça informação disponível no mercado, não se faz mais de tonto.

O crescimento de renda observado nos últimos 15 anos no mercado doméstico brasileiro, elevou uma classe ao consumo cada vez mais de serviços e experiências, em relação à carne bovina. O boi tucura, o boi gabiru, estão dando lugar cada vez mais de forma consistente a um gado precoce e de diferentes raças e/ou cruzamentos.

Num passado recente, o açougueiro “enfiava” carne velha, sem padrão, para clientes, fossem fidelizados ao local de compra ou não. Hoje em dia, com o avanço do interesse e acesso às informações, o “novo açougueiro” trata seu cliente com atenção e, por que não dizer, preocupação. Consumidores buscam conhecer mais sobre cortes e raças e, procuram na hora da compra, se certificar que estão comprando e pagando por um bom produto, somado ao interesse de saber como se deve fazer e servir cortes diferentes, exigindo do vendedor de carne uma profissionalização de conhecimento e serviços.        

Esse movimento fez surgir inúmeras boutiques de carne, que além de oferecerem um produto e atendimento de qualidade, vem oferecendo também a experiência, ou seja, fazendo degustação de diferentes cortes e raças, atraindo cada vez mais a atenção e o paladar dos consumidores, assim como ensinando-os a melhor manusear o produto carne.

Evidentemente que estamos falando sobre um nicho de mercado, que vem se consolidando e amadurecendo, sempre lembrando que vivemos em um pais continental de muitas diferenças sociais, econômicas e nos padrões de consumo. Por outro lado, o mercado de carne de qualidade, ganha espaço, principalmente pela falta de padronização do boi e da carne produzidos no Brasil. O consumidor acordou na busca de um produto de maior valor agregado em termos de maciez e padronização. Vale lembrar que quando a rede de fast food McDonalds veio ao Brasil, na década de 80, comprava-se carne somente de gado argentino e uruguaio, devido à falta de padronização da produção.

Isso mudou e continua evoluindo. O mercado amadureceu, tanto pela necessidade de produzir mais e competir com outras atividades (grãos, floresta, cana-de-açúcar), assim como para atender um mercado mais exigente, seja interno, seja externo. A narrativa do filé a parmegiana feito com filé mignon de boi velho e sem padrão vai continuar existindo, mas com dias contados, sendo precificado para baixo e inviabilizando a atividade.

Temos no mercado de forma cada vez mais distinta o boi commoditie, que vai atender a demanda por volume e preço, o boi commoditie diferenciado, o gado padronizado, mas que é cada vez mais jovem e resultado de melhoramento genético e/ou cruzamento, e, por fim, o gado gourmet. Esse é o gado altamente precoce, com dieta balanceada e que traz ao consumidor a experiência de comer carne bovina.

O cliente final, se tratando de carne bovina, está menos bobo e mais interessado em conhecer sobre o mercado e suas peculiaridades, o que exige de toda a cadeia, da indústria de insumos ao varejo, uma atenção especial. Isso desde o que oferta ao animal para a engorda, assim como a forma de produzir, chegando à forma de comercializar. Uma vez enganado e/ou decepcionado com qualidade do produto, a cadeia perde a confiança do consumidor, que não pensa duas vezes em mudar locais de compra, assim como hábitos de consumo.

O padrão o gado brasileiro evolui, assim como a produtividade dentro e fora da porteira e a demanda por carne bovina.  Hoje não se fala mais de carne de primeira ou de segunda, e sim, boi de primeira e boi de segunda. E isso é uma evolução de toda a cadeia.

Ps. A narrativa é real. A dona da casa é minha mãe, e após esse almoço foi reclamar veementemente com o açougue e seus donos. Há hoje quem diga que é só chegar no açougue e pedir a carne que ele vende para a Dona Nair. Segundo alguns, é a melhor. Fica a história e o aprendizado para todos, consumidores e operadores de carne.

Artigo escrito por Thiago Bernardino, professor do curso de Gestão e Custos da Cadeia de Pecuária de Corte da Plataforma Solution.

Entenda como usar a comunicação não violenta em empresas

Você se lembra de alguma vez ter se frustrado ou percebido algum colega de trabalho irritado por conta de uma frase? Muitos conflitos corporativos acontecem quando a mensagem é passada de forma errada ou com mau tom. Na comunicação não violenta, ou CNV, o que se preza é que esse tipo de situação não aconteça.

Baseada na consciência das necessidades do próximo, a comunicação não violenta tem a simples finalidade de criar diálogo sem agredir ou ofender verbalmente um colega.

Desenvolvida pelo psicólogo Marshall B. Rosenberg, essa habilidade fortalece as relações humanas. Segundo o autor, as “palavras, em vez de serem reações repetitivas e automáticas, tornam-se respostas conscientes, firmemente baseadas na consciência do que estamos percebendo, sentindo e desejando.”

Em ambientes de trabalho, a comunicação não violenta nos leva a refletir sobre necessidades, cria empatia entre os funcionários e evita conflitos. Além disso, ela capacita para feedbacks, seja para quem os passa, quanto para quem os recebe.

A fala violenta

Uma comunicação não violenta pode ser desenvolvida no trabalho, seja individualmente ou em grupo. Entretanto, é preciso identificar antes as práticas de comunicação violenta e como elas estão facilmente inseridas nas conversas cotidianas.

Para começar, basta identificar o sentimento despertado durante a emissão de uma mensagem. Ela pode ser desde uma fala, um e-mail ou conversa por telefone. Na CNV, ao expressar uma crítica, por exemplo, é preciso fazê-la de uma maneira empática.

Falar que alguém é desorganizado pode gerar três reações: revolta, aceitação ou rejeição. Mas nenhuma dessas reações fazem parte da CNV. Quando alguém acusa o outro, significa que uma necessidade não foi atendida. Isso, necessariamente, não aponta que alguém errou, mas sim que existe frustração de desejos não atendidos.

Portanto, a prática da comunicação não violenta está relacionada tanto ao emissor quanto ao receptor de uma mensagem. Ambos podem e devem refletir sobre a necessidade por trás de cada crítica.

Exercícios de comunicação não violenta

Uma boa CNV se baseia em alguns elementos. Quando praticados, eles podem mudar de forma radical as relações entre colaboradores e, consequentemente, os resultados da empresa. São eles:

Observação sem julgamento

É natural que nossos julgamentos surjam dentro de uma primeira observação. Mesmo que pareça difícil, é possível deixar de lado a avaliação e crítica dos pré-conceitos.

Após isso, deve-se evitar uma expressão generalizada ou exagerada do ponto de vista. Por exemplo, ao invés de usar falas com “jamais”, “nunca” ou “sempre”, elas podem ser substituídas por sinônimos atenuantes.

É mais fácil aceitar e entender a fala “você entregou seus trabalhos com certo atraso. Isso me preocupa e me ofereço para te ajudar no que precisar” em lugar de “você nunca entrega suas coisas no prazo”.

Identificar sentimentos

Mais do que se livrar de pré-julgamentos, uma comunicação não violenta preza pela honestidade. Tanto na hora de identificar quanto no momento de expressar, seja sincero sobre o que sente: medo, mágoa, frustração, tristeza, insegurança, irritação etc.

Ao comunicar esses sentimentos, não disfarce, pois é possível que o receptor da sua mensagem não seja capaz de entender sua vontade. Isso leva novamente a julgamentos errados.

Crie empatia e facilite o entendimento sobre o que sente, mas nunca culpe o outro por esse sentimento. Ser vulnerável é natural para qualquer pessoa. Somente sendo sincero é possível se livrar dos sentimentos limitantes.

Localizar necessidades

Nem sempre estamos atentos para observar o que de fato nos leva a tomar certas atitudes. Então, sentir com profundidade as necessidades pessoais é um exercício a ser feito em particular.

Ao identificar os sentimentos, sejam positivos ou negativos, eles devem ser conectados às necessidades. Nesse momento somos levados a agir por impulso e, muitas vezes, passamos uma mensagem errada e violenta.

Se a sua frustração for ativada, por exemplo, quando alguém grita ou fala de maneira grosseira, experimente conversar. Tentar dizer “quando você levanta a voz eu me sinto desrespeitado” pode ajudar a localizar a carência dos dois lados.

Emitir pedidos claros

Se você compreendeu o que levou alguém a agir ou falar de uma maneira, chega a hora de saber como atender as necessidades individuais e do próximo. Para isso, determine quais ações podem ser praticadas.

Sempre opte por uma perspectiva positiva, mas que seja clara no pedido. Nunca exija, mas peça. Isso torna o tom da fala menos autoritário, gerando simpatia entre receptor e emissor da mensagem.

Usando o exemplo anterior, no lugar de “não quero que grite”, opte por dizer “gostaria que falasse mais baixo”. Mais importante ainda é se certificar de que as duas partes da conversa saíram com a mesma compreensão. Pergunte ao outro o que ele entendeu sobre o que você disse.

Gostou? Saiba também como a empatia pode melhorar a liderança.

Neuromarketing: 5 estratégias que incentivam o consumo

Os hábitos e comportamentos sociais do consumidor influenciam diretamente na orientação das campanhas e ações de divulgação das empresas. Por isso, o neuromarketing apresenta novas maneiras de compreender as decisões de compra de indivíduos ou grupos. O conceito une as práticas de marketing com o conhecimento dos estudos da neurociência.

O principal objetivo do neuromarketing é entender o que acontece no cérebro do consumidor, quando exposto a estímulos externos, e aplicar técnicas de comunicação e propaganda visando o aumento de resultados.  

Separamos cinco estratégias, identificadas pelo neuromarketing, para auxiliar suas estratégias de divulgação e incentivar o consumo.

Psicologia das cores

Uma das formas de perceber o mundo é por meio das cores. Para o neuromarketing, elas são essenciais para despertar sensações nos consumidores. Mesmo que as percepções pessoais interfiram na experiência visual, as cores são utilizadas para induzir o consumidor a fechar negócio. Por isso, elas são definidas a partir de estudos de perfis e mensagens para vincular a marca às necessidades e valores dos clientes.

Cores quentes, como o vermelho, laranja e amarelo, transmitem energia e, por serem chamativas, despertam desejos. Comumente são associadas ao senso de urgência e empresas de alimentação, para provocar fome e sede.

Já os tons mais frios, entre o verde e o azul, passam calma e profissionalismo, e são relacionadas a espaços de saúde e educacionais. As cores neutras, preto, cinza e branco, destacam as demais e dão a ideia de sofisticação e credibilidade.

Atrair o olhar

Como nos shows de mágica, o objetivo do marketing é direcionar o olhar do público para algo específico. Em um universo repleto de anúncios, atrair a atenção do consumidor pode ser um desafio, mas é essencial. Para isso, o neuromarketing auxilia no posicionamento de cada elemento, em cada peça.

Naturalmente, as imagens são as primeiras a receberem os olhares curiosos e, se não conseguirem prender a atenção dos consumidores, eles, provavelmente, nem chegarão à próxima etapa da divulgação, que são os textos.

Sempre claros e objetivos, eles ficam em segundo plano, por isso podem contar com a ajuda de elementos visuais para serem vistos, como setas, formas geométricas, cores complementares, em contraste ou gradiente, entre outros recursos.

Paradoxo da escolha

Ter muitas opções pode ser muito atraente para os consumidores, mas existe um limite. Um dos estudos dentro do neuromarketing avalia justamente quando esse monte de possibilidades pode se tornar um incômodo e até paralisar as escolhas do que consumir, uma das reações possíveis do cérebro.

Isso ocorre porque, diante de todas as opções, é como se o cérebro travasse e não conseguisse decidir. É como entrar em um restaurante com menu muito extenso e não saber escolher o que comer. A sensação é de que há mais possibilidades do que se pode realmente experienciar. Ou até mesmo a insegurança de acabar optando por algo que não era o melhor. Nesse cenário, a decisão é aleatória ou nem chega a ser feita.

É com base nisso que, cada vez mais, as empresas estão trabalhando o conceito de “menos é mais”. Com divulgação de qualidade é possível evitar que o consumidor paralise diante da possibilidade de escolher pela sua empresa ou produto. Afinal, é melhor atingir menos pessoas e apresentar alto índice de conversão em vendas, do que atingir muitas pessoas com baixo índice de comercialização.

Memória e aprendizagem

Outro objetivo que pode ser muito bem trabalhado com o neuromarketing é a capacidade de fixação da mensagem na memória dos consumidores, para que eles venham a lembrar da marca no futuro.

Um psiquiatra americano chamado William Glasser desenvolveu a teoria da pirâmide de aprendizagem. Ele estudou saúde mental e comportamento humano para representar graficamente as porcentagens de retenção de conhecimento relacionadas à forma como a informação é acessada. 

Pirâmide de aprendizagem de William Glasser

Por mais que seja difícil engajar os consumidores para que a retenção atinja os níveis de 80% e 90%, ou seja, que eles façam ou ensinem sobre a marca ou produto, é possível propor divulgações que alcancem engajamentos de 50% e 70%. Ações interativas e diretas, que promovem discussões, são boas aliadas para gerar absorção do conteúdo com mais facilidade.

Soluções simples

Quem não gosta de resolver os problemas com facilidade e praticidade, não é mesmo? Com isso em mente, o neuromarketing propõe materiais publicitários que ofereçam soluções simples para os consumidores.

A famosa “lei do mínimo” se aplica tanto aos esforços físicos quanto aos cognitivos: se existem várias formas de realizar o mesmo objetivo, as pessoas sempre optarão pelo caminho que exige menos ações.

Nessa perspectiva, as ações são vistas como custos então a compra dos produtos ou serviços só ocorrerá se ficar demonstrado o melhor custo-benefício. Para convencer os consumidores disso, a sugestão é utilizar expressões como “passo a passo”, “rápido e fácil” e outras opções que transmitam a ideia de instantaneidade. Eles precisam ter certeza que o produto ou serviço oferecido é o mais simples e eficaz disponível.

Quer saber mais sobre comportamento do consumidor? Então confira sete sugestões de leituras para entender melhor como funcionam os estímulos!

Liderança e comunicação: conceitos essenciais para uma boa gestão

Organizações são compostas de pessoas e ter eficiência na gestão do capital humano é pré-requisito para prosperar no mercado. Liderança e comunicação andam lado a lado nesse processo, por isso todo líder deve desenvolver a capacidade de se comunicar de forma eficaz.

Ser um líder é muito mais do que delegar tarefas e checar no final se tudo foi feito. É, entre outras coisas, saber ensinar a maneira que aquilo deve ser executado para alcançar os resultados esperados, acompanhar o processo de execução e, além disso, conseguir enxergar possíveis problemas com os colaboradores que podem afetar o trabalho.

Todo bom líder deve ter a capacidade de passar confiança à equipe. Isso traz resultados a longo prazo, como toda boa gestão. Liderança e comunicação andam de mãos dadas nesse processo para alcançar o sucesso da organização.

O blog da Plataforma Solution separou quatro características essenciais que um bom líder deve ter para se comunicar bem e, consequentemente, alcançar bons resultados na gestão da empresa. Confira!

Autoconfiança

Antes de mais nada, as pessoas confiam em líderes – e esse é um dos motivos que eles estão em seus postos, sejam eles de líder corporativo, político, ideológico ou o que for. Portanto, uma característica de um bom líder é ter confiança, mas, para além disso, deixá-la transparecer.

Falando especificamente do ambiente corporativo, a imagem que o líder de uma equipe deve passar é de que ele, no mínimo, sabe o que está fazendo e é bom naquilo. E por isso a comunicação e liderança andam de mãos dadas, não adianta saber fazer se não tiver a autoconfiança suficiente para demonstrar que sabe.

Tudo sem exagero, é claro. Ninguém gosta de pessoas que se gabam demais, é preciso ter equilíbrio. Mas a falsa modéstia também é algo condenável. Se você tem conhecimento, mostre que sabe – e mais ainda – que está disposto a ajudar seus liderados a aprenderem também.

Sensibilidade

O bom líder tem a sensibilidade de entender cada membro da sua equipe para trabalhar com a individualidade de cada um. É importante saber o momento certo para dar um feedback negativo, fazer uma correção ou sugerir alguma melhoria.

Unir liderança e comunicação também quer dizer entender os limites da equipe para não os ultrapassar e, consequentemente, gerar estresse. Por exemplo, se você está envolvido com seus liderados e sabe que alguns deles estão tendo dificuldades com alguma ferramenta, de repente não é a melhor hora para fazer uma crítica sobre isso.

Nesse exemplo, o ideal seria, inclusive, auxiliar seu liderado para que ele entenda a ferramenta. Em vez de receber com julgamentos sua equipe, por que não a ajudar a melhorar o processo que está com algum problema? O ideal é sempre buscar a solução, e não reiterar o problema.

Sabedoria para delegar tarefas

Os líderes são conhecidos como aqueles que mandam o que o restante deve fazer e depois voltam para saber os resultados. No entanto, essa visão de uma liderança autocrática já é ultrapassada e chega a ser tóxica na realidade atual.

De fato, o líder delega tarefas, mas não de forma mandatória. É preciso que a comunicação seja efetiva durante esse processo para não haver inconvenientes ou enganos. Erros na emissão e recepção da mensagem podem ficar muito maiores se não esclarecidos logo cedo.

Portanto, nesse caso unir liderança e comunicação quer dizer delegar as tarefas de forma que o colaborador entenda perfeitamente o que deve ser feito, saiba os objetivos e expectativas sobre aquilo. Além disso, é aconselhável que o líder esteja sempre perto para responder dúvidas e fazer parte do processo.

Antes de tudo, porém, o líder deve criar uma relação boa com sua equipe para que todos tenham liberdade de perguntar, conversar, opinar, debater… enfim. Se não houver esse tipo de diálogo, a dinâmica de delegar tarefas não vai funcionar.

Clareza e objetividade

Essa última característica deve ser comum não só aos líderes, mas a todos que trabalham na organização. É preciso ter clareza e objetividade ao se comunicar para evitar mal-entendidos e, consequentemente, desconfortos por mensagens erradas.

Para o líder é duplamente importante ter clareza, isto é, falar para todos da equipe entenderem e sem deixar brechas para erros de interpretação. A objetividade é igualmente importante nesse contexto. Imagine só um líder utilizando metáforas e palavras difíceis, falando de forma subjetiva… Causa desconforto.

Isso não quer dizer que liderança é semelhante a se comunicar de forma impessoal. Gerir uma equipe requer “jogo de cintura” para lidar com as mais variadas situações e, para isso, o líder deve conhecer bem a todos que lidera. Contudo, no momento de passar uma mensagem, a objetividade é imprescindível.

O papel da equipe

Se o líder está onde está, é porque se dedicou e tem motivos para ser encarregado de gerir uma equipe. Por isso, é papel dos membros dela se empenharem e, também, se comunicarem de forma efetiva entre eles.

Antes de mais nada, o papel do liderado é questionar. Não questionar as decisões do líder – confiança é essencial – mas perguntar tudo que não souber ou não entender. Somente assim a comunicação será efetiva entre todos dentro da empresa. O medo de perguntar não deve ser uma realidade.

A equipe também deve notificar o líder de algum problema nos processos produtivos ou qualquer inconveniente com outros funcionários. Partindo de um cenário que a empresa dá abertura a esse tipo de notificação, ele deve ser utilizado de forma sábia.

Resumidamente, uma empresa que prospera tem líderes e colaboradores que se comunicam de forma eficaz. É função da empresa criar uma cultura organizacional que incentive o trabalho em equipe e a comunicação entre os funcionários, assim, é possível solucionar pequenos problemas antes que tomem grandes proporções difíceis de serem resolvidas.

Se interessou? Leia também A importância da comunicação para o desenvolvimento pessoal.

Entenda como usar o BI nas estratégias de marketing

Não é desconhecido que investir em inteligência de mercado permite conhecer melhor os interesses e tendências de consumo dos clientes. No entanto, para a criação de campanhas efetivas, uma grande quantidade de dados passa por discussão e análise. É nesse momento que se introduz o BI (Business Intelligence) nas estratégias de marketing.  

A ferramenta garante às empresas uma melhor competitividade e conhecimento do negócio e do consumidor. A inteligência de mercado coleta, categoriza, analisa e monitora informações de uma base de dados, que proporcionam diretrizes e insights estratégicos.

Dentro de planos de marketing digital, o SEO e as mídias sociais são os pilares das campanhas. Para além disso, é possível ampliar ainda mais os resultados usando o BI.

Se você ainda está em dúvida sobre a eficácia do BI nas estratégias de marketing, separamos alguns exemplos da prática.

Plano de ação

O planejamento é a primeira etapa para qualquer projeto, seja ele do tamanho que for. Com uma análise antecipada, melhores são as decisões para sair na frente dos concorrentes. Se tratando do BI nas estratégias de marketing, a análise vai além de entender o cliente.

Uma campanha olha para o consumidor por diversos ângulos. Sendo assim, ela tem mais chances de acertar na comunicação com os mais variados perfis. Contudo, isso requer uma captação de dados “quentes” para alimentar as estatísticas envolvidas no processo.

Grande parte dos softwares de inteligência de mercado coletam e apresentam de forma organizada essas informações. Mesmo assim, é necessário incluir indicadores chaves de desempenhos, os KPIs, de forma personalizada. Somente assim os dados se tornam mais claros dentro dos objetivos traçados pelo marketing.

Conhecimento do público

Mais do que montar um plano de ação, entender o cliente é um ponto crucial na hora de criar uma campanha. Nesse sentido, o BI nas estratégias de marketing serve para cruzar os diversos perfis existentes. Ele leva em conta uma gama de informações obtidas por análises demográficas, aspectos de consumo e comportamento do usuário, por exemplo.

Voltando aos KPIs, eles trarão dados importantes para identificar quem realmente é o público dos seus produtos e serviços. É importante saber disso para reconhecer quem são os que mais geram retorno financeiro para a empresa.

Ao identificar os perfis, fica mais fácil criar personas que levaram a campanhas mais focadas em consumidores rentáveis.

Apesar de existirem ferramentas de mensuração eficazes, o BI age como instrumento de integração dos dados, transformando-os em estatísticas. Agindo com essas informações, a probabilidade de sair na frente do mercado se torna maior.  

Conteúdo e comunicação

Com um público segmentado, também é possível mapear conteúdos de maior interesse entre os perfis. Dependendo de quem for, é possível que o cliente prefira conteúdo em vídeo, texto, áudio etc. Portanto, saber o que ele espera e atender a essa expectativa ajuda muito em uma campanha.

Atualmente, os softwares de BI podem oferecer uma cobertura dos meios em que os clientes transitam. Assim, é possível saber quem são aqueles considerados leads qualificados e como se comunicar de forma correta com eles.

Se os dados apontam para uma faixa etária, de um nível social x e com preferências por ambientes y, o conteúdo precisa conversar com eles. Para isso, é preciso levantar assuntos que percorram os desejos e interesses.

Uma mensagem consistente economiza tempo e alinha a jornada do consumidor com o que a companha deseja. Portanto, o BI nas estratégias de marketing é capaz de orientar sobre horários, meios e origem que mais convertem, por exemplo.

Análises e resultados

Uma das melhores partes de se cruzar informações é a adaptação em tempo real dos objetivos. Isso significa poder monitorar e corrigir estratégias que antes pareciam boas, mas que de repente podem impactar negativamente nos resultados.

Utilizar a tecnologia a favor das campanhas orienta equipe para ser mais habilidosa ao lidar com problemas ou, ainda, evitar o surgimento de algum. Um exemplo comum é o trabalho processual de um profissional que usa o engajamento do público a fim de melhorar a mensagem e meio.

No entanto, ele não faz isso sem se guiar por informações comprovadas através da análise estatística. Se ele procura diversificar suas fontes de tráfego, os algoritmos podem mostrar os visitantes e leads que mudaram de um dia para o outro. É nesse momento que o problema deve ser solucionado, antes de virar uma dor de cabeça.

Você já utiliza o BI nas estratégias de marketing da sua empresa? Saiba também quais são as cinco dúvidas sobre a inteligência de mercado.

Açúcar X Etanol: para onde é destinada a cana-de-açúcar?

Cultivada em mais de 100 países em todo o mundo, a cana-de-açúcar é uma das principais culturas do agronegócio e movimenta milhões de reais todos os anos com as produções de açúcar e etanol, especialmente no Brasil.

O evento Expedição Custos Cana, organizado e realizado pelo Pecege, reuniu nomes importantes do agronegócio para debater o futuro das próximas safras de cana-de-açúcar, especialmente para 2019/2020 no Centro-Sul brasileiro.

A conclusão foi um cenário otimista para a produção da matéria-prima, mas com possível diminuição da quantidade de açúcar produzido e aumento do etanol. As previsões foram feitas durante o evento por Luiz Carlos Corrêa Carvalho, diretor da Canaplan, e Tomás Manzano, diretor de estratégia da Copersucar.

Contrariando as expectativas apontadas em uma reunião de tradings (empresas intermediárias) em Dubai, que previam o aumento da produção de açúcar pelo Brasil, o país tende a ampliar o mix alcooleiro na safra 19/20. Por isso, haveria nova redução na manufatura do açúcar a partir da cana-de-açúcar, uma tendência que vem se apresentando desde a safra passada.

Números

A expectativa para a safra 19/20 da região Centro-Sul prevê entre 26 e 27 milhões de toneladas de açúcar. Se esses números se confirmarem, será a menor produção de açúcar da região desde a safra 2007/2008. Já o etanol deve ficar em torno de 29,8 bilhões de litros.

Cenário

No Brasil, o aumento do consumo do etanol nos últimos meses foi o principal indicativo para que a produção de cana-de-açúcar voltasse a ampliar o processamento do biocombustível.

A gradativa demanda por álcool é um reflexo da alta do petróleo, que, de acordo com Carvalho, deve manter o valor do barril entre 60 e 70 dólares por mais algum tempo. Esse comportamento do consumidor se justifica pela disparidade entre o preço do litro da gasolina versus o valor do litro do álcool na bomba.

O clima também é um fator que contribui para avaliar o nível de Açúcar Total Recuperável (ATR): quanto mais úmido, menor é o teor de açúcar na cana. Isso leva as usinas a produzirem mais o etanol.

Paralelamente, nos Estados Unidos da América, o E15, mistura de 15% de etanol na gasolina, está em amplo desenvolvimento. O que vigora no país é o E10. O E15 é proibido no verão, por receio que a combinação contribua com o aumento de fumaça nos dias muito quentes.

Índia

Um dos crescentes concorrentes do Brasil em produção de cana-de-açúcar é a Índia. Porém, as recentes eleições identificam possibilidade de recuo do país. Este cenário pode colocar o açúcar brasileiro em evidência novamente.

“Estamos no centro de negociações complexas, que vão desde o acordo entre Estados Unidos e China até conflitos no Oriente Médio e o Brexit. A Índia deve fazer uma reflexão após as eleições e não deve mais dar sequência à forma subsidiada com a qual trabalham a cana, o país deve recuar”, explica Carvalho.

Pensando nisso, existe uma expectativa de recuperação de produtividade da cana-de-açúcar e do adoçante em si, mesmo numa safra mais alcooleira, como é previsto para esta temporada, enfatiza Manzano.

“A reversão no cenário de cana-de-açúcar ainda será um pouco lenta, mas a oferta de produto de outros países também será menor. Os EUA estão vivendo um excesso de produção e devem caminhar para o equilíbrio. Essa é uma boa notícia para o Brasil, já que tudo caminha para enxugar o estoque deles e aumentar a necessidade sobre o produto brasileiro. Infelizmente temos necessidade de investimento para suportar tal demanda, mas ainda segue sendo um fator positivo. Temos espaço para ganhar produtividade”, ressalta Manzano.

Saiba mais sobre a projeção do agronegócio brasileiro para 2019.

A importância da comunicação para desenvolvimento pessoal

A comunicação faz parte da natureza humana. Em todos os aspectos da vida a utilizamos em suas mais variadas formas. Falar, escrever, dançar, desenhar, pintar, gesticular, cantar… tudo isso é comunicação. Com as ferramentas certas, ela pode ser uma poderosa forma de desenvolvimento pessoal.

Se comunicar é, resumidamente, ter um emissor e um receptor de uma mensagem. Utilizando o exemplo básico de uma conversa: alguém diz, outro alguém ouve, depois os papéis são trocados. É claro, existem variações com mais emissores e receptores.

Se comunicar com eficácia é importante em todos os aspectos. Pessoal e profissionalmente, é preciso saber fazer conexões efetivas e passar informações de forma clara. Isso quer dizer entender o receptor e de que forma você deverá construir a mensagem para se fazer compreendido.

Obviamente, a comunicação também é feita de receber. Todo mundo que desenvolve a capacidade de se comunicar efetivamente também deve saber ser receptor, ou seja, entender e interpretar a mensagem que foi passada pelo emissor.

O blog da Plataforma Solution separou algumas dicas para melhorar o desenvolvimento pessoal através de uma boa comunicação.

Apresentação de respeito

A primeira impressão é a que fica. O ditado popular não erra quando diz isso. De fato, as pessoas talvez guardem por muito tempo aquilo que repararam em você primeiro. Portanto, saber se apresentar é essencial em todos os aspectos.

Para além de dizer seu nome, idade e o que você faz, a apresentação pessoal é entender a melhor forma de fazer isso para cada tipo de público. Utilizando um exemplo escancarado, você não chega em uma reunião profissional falando sobre seu animal de estimação, seu relacionamento ou seu signo. Da mesma forma que não fala sobre aspectos técnicos do seu trabalho em uma festa informal com pessoas que não são da mesma profissão.

É preciso saber dosar o que vai ser dito sobre você, porque as pessoas vão lembrar disso por muito tempo. Ter capacidade de se comunicar é saber de que forma a mensagem vai ser passada para cada tipo de receptor, para, assim, ser compreendido de forma efetiva.

Uma mensagem importante

Outra habilidade que faz parte da comunicação é saber quais meios utilizar. Existem mensagens que precisam ser faladas pessoalmente. Um exemplo bem claro: não dá para contar para o marido ou esposa que você quer ter um filho por meio de uma mensagem de celular, né?!

Da mesma forma, você não precisa esperar encontrar um amigo pessoalmente para dizer que quer cortar o cabelo, caso queira pedir uma opinião. Em um contexto em que a tecnologia joga na nossa frente diariamente novas plataformas para se comunicar, parece cada vez mais difícil administrar todas elas e manter contato com as pessoas.

Embora essas ferramentas sejam, de fato, eficazes em algumas situações, talvez essa não seja a melhor forma de trabalhar a comunicação e se desenvolver nesse sentido. É preciso saber se comunicar de todas as formas, e entender quais meios usar em cada contexto. Em alguns casos, a interferência da tecnologia pode afetar o entendimento da mensagem, então é melhor que seja evitada.

Arte que comunica

Comunicar não é só falar. Fazer arte também é emitir uma informação. A dica aqui é: caso você tenha dificuldades para falar em público, conhecer pessoas ou passar e entender mensagens de forma geral, busque algum tipo de arte. No geral, as pessoas que investem nisso conseguem diminuir o bloqueio relacionado à timidez.

Teatro, dança, artes plásticas, música… existem várias formas de se expressar e trabalhar a comunicação de outra maneira, além da tradicional. Escolha uma mesmo que você não tenha problemas com isso. O que já é bom sempre pode melhorar.

Outros benefícios relacionados à arte são: desenvolvimento pessoal, da criatividade, conhecimento corporal, trabalho da mente e – caso você trabalhe dentro de um escritório todos os dias – relaxamento e mudança do ambiente “quadrado” que está habituado.

Na prática

Você já entendeu a importância de se comunicar e viu algumas formas de desenvolver essa habilidade. Chegou a hora de pegar algumas dicas práticas que podem ser aplicadas de forma mais imediata ao seu dia a dia e que vão facilitar as suas relações pessoais e profissionais. Confira!

  • Pense duas vezes – isso pode evitar passar a mensagem errada para a pessoa errada
  • Melhore sua dicção – as pessoas vão compreender melhor se você falar de forma clara
  • Ouça – e faça isso principalmente antes de falar; deixe que as pessoas se expressem para depois dar sua opinião, e algumas vezes não dizer nada é até melhor
  • Perceba seu corpo – a linguagem corporal é importantíssima no processo de comunicação e diz muita coisa
  • Leia, assista e observe seu ambiente – e faça uma análise da comunicação nos livros, filmes, séries e na vida real; o exemplo visto pode ajudar

Resumidamente, desenvolva essa habilidade porque ela vai ser muito importante em todos os aspectos da vida. Existem milhares de maneiras de fazer isso, mas o importante é que você faça.

O que você achou? Tem alguma dica para se comunicar melhor? Comente!

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