What The Health é sobre comida ou religião?

Eu finalmente assisti o documentário What The Health. Nada de surpresa. Um enredo parcial, construído a base do medo, em que as atividades relacionadas à produção/consumo animal, que estão mancomunadas com a indústria farmacêutica e o sistema como um todo, são a causa de todo o mal.

Contudo, não pretendo neste artigo contra-argumentar os pontos científicos do material ou investigar seus participantes, pois isso seria chover no molhado. Minha linha de raciocínio vem em questionar a credibilidade do documentário, traçando um paralelo com religião e ideologismo da causa.

O primeiro aspecto é construção demonizada daquilo que vai contra o que você prega, o que é típico das religiões mais fanáticas. Se não é “o seu” ou “do seu jeito”, não é correto e deve ser eliminado. No caso, é a jihad contra o consumo de carne, leite, ovos etc., afinal, ele é a raiz do mal.

Salvo alguns relâmpagos em que palavras como equilíbrio e consumo consciente aparecem, no geral, é NÃO. NÃO pode, NÃO precisa e ponto final. E nesse processo de “conscientização”, o documentário traz o testemunho de alguns fiéis, que depois de se converterem, alcançaram feitos fantásticos.

A seguir e, de forma repetitiva, pincei alguns trechos milagrosos do documentário (e se não acreditar, fique à vontade para assistir):

Michael Abdalla, 69 anos, aparece no minuto 7:29

É diabético há dez anos, dois stents implantados (não sei exatamente o que é, mas é para o coração) e está insatisfeito com a quantidade de remédios que toma (16 ao todo, confira no minuto 59:43) para o tratamento do diabetes, auxílio para urinar, próstata, coração e pressão arterial. No trecho 1:22:03, já vegano, ele volta disposto, sorridente e 13 kg mais magro. Cortou os remédios e a insulina pela metade, com o intuito de cortar tudo futuramente. Um novo homem.

Amy Resnic, 51 anos, aparece no minuto 12:23

Asmática, tem alto risco de evento cardíaco, de modo que em uma escala de 0 a 3, declarou um índice de 10,82, afirmando que o enfarte nos próximos 30 dias era quase certo. Contei 7 remédios em sua bancada, ministrados para dores musculares, estresse etc. No momento 1:18:23 ela volta, vegana. Depois de apenas duas semanas (14 dias, como ela enfatiza), não precisa mais tomar remédio para asma, antidepressivos, analgésicos, remédio para o coração, nada. Nenhum remédio. Curada.

Jane Chapman, 61 anos, aparece no minuto 28:52

Tem osteoartrite bilateral de quadril, apresentando dificuldade para caminhar, fazendo-o, inclusive, com andador. No minuto 59:19 ela aparece novamente, onde é possível contar cerca de 20 diferentes tipos de remédios/suplementos, sendo dois remédios para pressão alta, seis para asma, outros que ajudam a cuidar dos efeitos colaterais dos outros remédios, antidepressivos e medicamentos para dores. Finalmente, no 1:12:53, ela retorna, vegana. Aparentemente mais magra, disposta, andando sem apoio “pela rua, curtindo o ar fresco, a luz do sol” (palavras dela). E tudo isso em apenas duas semanas de conversão.

Ruby Lathon, não informou idade, aparecendo no minuto 1:15:01

Teve câncer de tireoide. Não quis remover a mesma e tentou métodos alternativos. Virou vegana e depois de um ano o câncer sumiu.

Eu não vou citar os causos dos esportistas que aparecem, que declaram um aumento considerado no desempenho depois que viraram veganos (sinceramente, não sei como os russos não descobriram isso 😉) ou fato do Steve-O (sim, aquele do Jackass), ser um dos garotos propaganda.

Bom, acho que você entendeu onde quis chegar. Pensa comigo, é ou não o mesmo modo de operação dos cultos que você, seja vegano ou não, vê na TV ou ouve no rádio de pessoas que eram pobres, fodidas etc., e que depois de entrar na igreja, conseguiram carro, casa, empresa, blá blá blá. Uma lavagem cerebral que inspira certa indignação da sua parte, fazendo com que seu subconsciente pense: como é que tem trouxa que cai nessa? Afinal, você sabe que as conquistas dos bens ou prêmios elencados nos testemunhos vão muito além de você simplesmente fazer parte do rebanho.

Pois bem, eu te respondo. O bobo que cai nessa, em geral, é o indivíduo carente, sem informação. Que, guardado as devidas proporções, é a mesma coisa do espectador ignorante – no bom sentido da palavra, que assiste o What The Health. Com pouco conhecimento do assunto, vê uma série de dados científicos, que são estrategicamente apresentados entre uma cena chocante e outra e enfatizados por pessoas com PhD na frente do nome. Um thriller de terror diante de nossos hábitos alimentares, seguidos da solução/convite para o paraíso. É um documentário covarde.

O consumo consciente, sem dúvidas, é de extrema importância e deve fazer parte das discussões quanto hábitos alimentares. Agora, o que deve ser respeitado – já que o paralelo é religião – é o livre arbítrio. Cada um pode escolher o quê e o quanto consumir de cada coisa. É pessoal, assim como a fé. O que se diga de passagem, em termos de alimentação, é um aspecto bacana do mundo contemporâneo, afinal, nichos estão se desenvolvendo para todos os gostos (e bolsos).

João Rosa (Botão) é professor do Pecege e idealizador do canal do Youtube Botão do Excel.

7 dicas para montar um currículo bem-feito

Montar um currículo pode ser uma tarefa desafiadora em qualquer etapa da vida profissional. As dúvidas podem surgir tanto com relação ao conteúdo e o que colocar quanto sobre a hierarquia das informações.

O currículo é a porta de entrada para novas oportunidades. É por ele que os recrutadores conhecem o profissional e, por isso, é um valioso aliado para atrair a atenção.  

Pensando nisso, preparamos sete dicas para você montar um currículo bem-feito, de acordo com seu momento profissional. As orientações são de Claudia Pinese Angeli, especialista em recursos humanos, consultora organizacional, mentora e coach.

Seja sucinto

Na hora de montar um currículo, é preciso considerar que os recrutadores ou profissionais de RH (recursos humanos) têm inúmeros arquivos para avaliar. Assim, quanto mais direto e objetivo melhor.

Quem está começando agora no mercado de trabalho pode colocar toda sua trajetória educacional, cursos e eventos, já que o conteúdo é mais restrito. Mas não deve passar de uma página. Para os mais experientes, a ideia é considerar somente as últimas experiências e dados mais significativos. Neste caso, tudo bem se o currículo chegar a duas páginas.

Opte pelo minimalismo

A regra geral para montar um currículo é optar pelo minimalismo, em um layout mais limpo, menos poluído visualmente, sem elementos adicionais. “Para não errar, aposte em papel branco, formatação simples, poucas cores e fontes clássicas. Recomendo Arial, Calibri ou Times New Roman”, comenta Claudia.

Destaque o objetivo

É muito importante que o objetivo profissional esteja claro e destacado no currículo. Este item define a área de atuação e o nível do cargo almejado. Serve para nortear os recrutadores que adequam os perfis às vagas.

Resuma suas qualificações

Listar suas qualificações quando for montar um currículo é um passo essencial e uma tarefa de autoconhecimento. Defina suas habilidades e insira em formato de tópicos. Mesmo quem tem pouca experiência profissional deve conseguir determinar três ou quatro pontos que demonstrem suas principais competências.

Prefira a ordem cronológica

Os campos de formação, experiências e atividades/cursos complementares devem estar elencados em ordem cronológica, iniciando pelas mais recentes. Esse cuidado ao montar um currículo auxilia os profissionais de RH a identificar mais rápido os requisitos da vaga no arquivo.

Insira resultados

Destacar e quantificar resultados importantes também é uma boa prática para inserir no currículo. “Por exemplo, quando o profissional consegue uma redução efetiva de 5% nas despesas com materiais não-recicláveis em projetos e empresas anteriores, é interessante informar este número”, explica.

Para os mais jovens que querem montar um currículo, vale relatar prêmios estudantis, participação em empresas juniores, gratificações e até mesmo a liderança em grupos de trabalho e projetos.

Cuidado com itens desnecessários

A menos que seja solicitado pelo recrutador ou responsável de RH, a foto, pretensão salarial e números de documentos não devem ser mencionados no currículo. Essas informações podem ser necessárias em uma segunda etapa, caso haja esse interesse inicial pelo profissional e seja relevante para seguir no processo.

Bônus: atente-se às etapas

Ainda está em dúvida sobre as etapas para montar um currículo? Não se preocupe, a lista abaixo é um roteiro para seguir.

  • Dados pessoais: nome completo, idade, estado civil, endereço, telefones de contato (especialmente celular);
  • Objetivo: definir área de atuação e nível do cargo pretendido;
  • Qualificações: pontos fortes e habilidades;
  • Formação acadêmica: curso, nome da instituição, ano de conclusão;
  • Experiências profissionais: nome da empresa, local, período de trabalho, cargo e atribuições e atividades da posição;
  • Cursos complementares: curso, nome da instituição, mês e ano de conclusão, carga horária;
  • Idiomas: especificar nível básico, intermediário, avançado ou fluente;
  • Informática: especificar curso ou programa e nível de conhecimento.

Não se esqueça de colocar mês e ano ao terminar de montar seu currículo. É importante que o recrutador perceba que está analisando um material atualizado.

Gostou do conteúdo? Então saiba mais sobre a combinação de técnica e gestão, nova tendência de plano de carreira em empresas.

5 motivos para investir em marketing digital na sua empresa

Investir em marketing digital pode parecer desnecessário para quem não conhece muito do assunto. Estar na internet, porém, é essencial para as empresas que querem se destacar no segmento que atuam, entre outros benefícios.

Conheça cinco motivos para investir em marketing digital na sua empresa!

Quem é visto é lembrado

Se destacar na maioria dos segmentos é difícil diante da saturação de empresas da atualidade. Por isso, é importante ser visto pelos seus potenciais clientes para, quando a jornada de compra chegar ao momento de fechar o negócio, você ser lembrado por eles.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 65% dos brasileiros têm acesso à internet. Isso quer dizer que mais de 115 milhões de pessoas estão conectadas no país.

Por isso, investir em marketing digital é se conectar com seus clientes. Estar na internet é essencial para a maioria dos segmentos, mas é importante não se esquecer de quem não utiliza a internet diariamente também.

Marketing segmentado

Se você ainda não sabe por que investir em marketing digital, outro motivo é a segmentação dos seus potenciais clientes. Isso quer dizer que na internet é possível direcionar a divulgação para aqueles que já demonstram interesse no seu produto.

Ou seja, se você vende escovas de cabelo, pode segmentar os anúncios para que eles sejam mostrados a pessoas que pesquisam sobre cuidados capilares. Assim, o marketing será mais direcionado e assertivo para conversão de leads (potenciais compradores) em clientes.

Boa relação

Um dos benefícios de investir em marketing digital é a melhora no relacionamento da sua marca com os clientes. Isso porque é muito mais fácil entrar em contato com uma empresa que se mostra aberta a redes sociais, por exemplo.

A presença nas redes é essencial para as marcas que desejam aderir ao digital e trazer uma imagem mais amistosa aos consumidores. Existem centenas de exemplos que poderiam ser citados, mas, em suma, não existe uma fórmula do sucesso.

O que as empresas que investiram nas redes e ficaram famosas por isso têm em comum é o padrão de atendimento. Algumas são mais engajadas em causas sociais e atualidades, outras criaram uma persona e respondem seus clientes de forma estilizada e personalizada… São inúmeras possibilidades, mas é importantíssimo se mostrar aberto ao contato.

Mensurar resultados

Se tem uma coisa boa do marketing digital é a facilidade em mensurar os resultados do que é anunciado. Os recursos disponíveis na maioria das plataformas permitem visualizar o quanto aquele anúncio ou publicação gerou de conversão.

As estatísticas disponíveis são importantíssimas para conseguir visualizar o quanto as ações digitais estão impactando os clientes. Também servem para alterar algo que pode não estar indo bem com seu público e aprimorar. O Google Analytics é uma das principais ferramentas para isso.

Essa é uma vantagem que o marketing tradicional não permite. É praticamente impossível saber o quanto um anúncio em televisão converteu, se o retorno paga o investimento inicial entre outros indicadores.

Cabe no bolso

Uma das vantagens de investir em marketing digital é que ele permite investir de acordo com o orçamento. Diferente de anúncios de televisão, rádio ou jornais impressos, em que o valor é fixo, estar na internet pode ser mais barato. Tudo depende de quanto você está disposto a investir.

É claro, marketing digital custa. É preciso ter, sim, um valor inicial para começar a investir em anúncios online, mas não tanto quanto estar na televisão, por exemplo. Além disso, o digital permite visualizar se aquele investimento teve o retorno esperado e “se pagou” com esse retorno.

Estar no ambiente digital é mais fácil do que você imagina. Para fazer sua empresa crescer e ser lembrada, conheça o curso de Marketing Digital da Plataforma Solution!

Saiba como separar a vida pessoal da profissional

Após um dia de muito trabalho, nada mais justo do que voltar para casa e ter um merecido descanso. Aliás, nem sempre, uma vez que muitos não sabem separar a vida pessoal da profissional. Em vez de se desligar e descansar para o próximo dia, continuam respondendo e-mails, marcando reuniões e adiantando relatórios.

Nisso, o padrão de 8 ou 9 horas diárias é dobrado e a própria casa se torna um segundo escritório. Portanto, o lugar que deveria ser acolhedor e relaxante parece mais uma extensão da exaustiva rotina de trabalho.

Os resultados disso não podem ser outros. Aos poucos os desgastes emocionais se tornam visíveis e problemas de saúde nascem ligados a esse hábito. Além disso, levar os problemas de trabalho para casa impacta fortemente nas relações familiares e sociais.

O vilão fora de casa

É fácil identificar o principal motivo para não conseguir separar a vida pessoal da profissional. Ele está no rendimento e na organização do trabalho. Estes, quando bem planejados, não precisarão ser feitos após o expediente. Do contrário, o trabalho vai embora com você para casa ou não deixará sua mente descansar bem até a próxima jornada.  

O primeiro passo – e com certeza o mais importante – é adotar metodologias de organização por prioridade de tarefas. Existem diversos processos que ajudam nesse sentido, basta procurar o que mais se encaixa ou adequa ao comportamento profissional. 

Temos algumas dicas e métodos para aplicar no trabalho e aumentar a produtividade, sem afetar sua relação com o descanso. Antes de tudo, entenda como melhorar a concentração no trabalho e saiba como utilizar as micro tarefas para alcançar seus objetivos.

Lembre-se que captar todo o trabalho para você pode não ser um bom caminho, uma vez que trabalhar demais, mesmo em casa, não significa mais produtividade.

Dito isso, existem mais dicas para segurar a vontade de levar os assuntos corporativos para casa. Confira a seguir:

Não cheque e-mails

É impossível se desligar do trabalho checando o tempo todo o que acontece na sua caixa de e-mail. Pode passar uma imagem mais comprometida quando temos o inbox corporativo no celular, notebook e tablet pessoais, mas eles são uma tentação para estar o tempo todo em produção.

Obviamente, esse é um erro para quem deseja separar a vida pessoal da profissional, ainda que a intenção seja não responder o e-mail quando ele chega. Ler o conteúdo, ou só o assunto da mensagem, já é o suficiente para despertar preocupações desnecessárias e te levar a tentar resolver a situação logo.

Comprometimento

Sim, seja comprometido com as tarefas e tente realizá-las no tempo estipulado. Caso não seja possível, analise novamente as prioridades e coloque a obrigação na lista para o dia seguinte, mas não pense em levar ela para casa. Aliás, se a sua vontade é não levar trabalho para o descanso, seja comprometido para realizar isso também.

Disciplinar a si mesmo para aproveitar de fato os momentos de lazer é uma obrigação que somente você pode se impor. Portanto, ao mínimo sinal de prolongamento do expediente, coloque na frente outra atividade que seja prazerosa e não tenha nada a ver com o trabalho. Esporte, sair para jantar, ouvir músicas, ver filmes, dia de beleza, que tal essas opções?

Aproveite os momentos

Sabe quando as pessoas falam sobre apreciar as pequenas coisas? Pois bem, separar a vida pessoal da profissional tem muito a ver com isso. Um passeio com o cachorro, um jantar com a família, uma boa leitura, um cuidado de spa caseiro, a visita de algum amigo, enfim, pequenas ações prazerosas são suficientes para melhorar a relação que você tem com o descanso.

No momento em que a atenção está voltada para coisas satisfatórias, o cérebro se desliga das obrigações do trabalho. Inclusive, alguns estudos apontam que a qualidade de vida e produtividade, mesmo no emprego, está ligada ao lazer. Por isso algumas empresas investem em espaços que ofereçam momentos relaxantes para os funcionários. Logo, por que não ter esse tempo em casa também?

Reveja tarefas

Você até é uma pessoa que se planeja bem, mas ainda anda levando trabalho para casa por falta de tempo para fazer tudo que precisa antes do fim do expediente. Então está na hora de comunicar ao seu gestor sobre suas funções e como elas o estão sobrecarregando. Tente demonstrar que uma equipe pode ser o braço necessário para certos assuntos.

Apesar de parecer um sinal de fraqueza para muitos, trazer esse assunto na verdade é um ponto precioso para melhorar sua saúde e qualidade de vida. Não ache que se sobrecarregar garantirá sua vaga no emprego, pelo contrário, isso pode prejudicar a sua produtividade. Antes que algo grave afete seu trabalho, avalie suas funções e veja a melhor forma de separar a vida pessoal da profissional.

Como anda sua relação com o descanso e trabalho? Conte pra gente 😉

Saiba tudo sobre carreira em W, a nova tendência do mercado

A carreira em W é uma modalidade de plano de carreira que surgiu como opção para os funcionários que buscam crescimento nas empresas e para as corporações que trabalham com retenção de talentos e a criação do time dos sonhos.

Essa tendência combina as habilidades técnicas do profissional com as práticas de gestão e liderança. Essas duas características costumam ser valorizadas em profissionais diferentes e acabam sendo dissociadas.

A técnica, importante para o desempenho de qualquer trabalho, é a parte mais objetiva e especializada da função. Já a gestão é a característica mais subjetiva, comumente associada a cargos superiores e até um pouco distantes daquelas competências mais especializadas.

Carreira em Y

O modelo que ainda vigora em muitas empresas é o plano de carreira em Y, ou linear, com estruturas hierárquicas verticalizadas.

Isso significa que, ao contrário da carreira em W, neste modelo, os funcionários com habilidades técnicas podem optar por adquirir mais especializações ou incorporar no currículo algumas competências de gestão para subir na escala de crescimento profissional.

Por que carreira em W?

Com o tempo, a separação entre técnica e gestão não resolveu 100% das demandas corporativas. Alguns profissionais muito especializados também podem apresentar capacidade de liderança e a carreira em Y restringiria o potencial desses profissionais.

Além disso, o mercado passou a exigir a presença de líderes inspiradores, não apenas chefes. A diferença é que quem está à frente das equipes, muitas vezes, precisa colocar a mão na massa, pois só assim poderá orientar, influenciar e encorajar o time.

A carreira em W possibilitou ampliação do potencial profissional, com possibilidade de aplicar atribuições de gestão dentro do universo técnico. Assim, o profissional pode assumir uma posição de liderança sem abrir mão do trabalho especializado.

Mas, afinal, o que é carreira em W?

Uma das principais vantagens da carreira em W é poder conciliar técnica e gestão sem deixar nenhuma dessas características em segundo plano, já que os cargos exigem as duas habilidades. Consequentemente, esse modelo viabiliza a flexibilização das hierarquias.

Com isso, as estruturas ficam mais horizontais. As equipes contam com profissionais capazes de liderar e exercer competências técnicas, em um ambiente propício para inovação e criatividade.

Neste modelo, os profissionais somam conhecimentos sobre as necessidades de gestão da empresa com técnicas que ajudam a identificar problemas e propor melhorias.

Assim, o profissional com carreira em W é um novo perfil que está atraindo os olhares das empresas. Por isso, preparamos três dicas para você desenvolver essa habilidade.

Desenvolva competências

Por se tratar de uma ocupação altamente versátil, os profissionais com carreira em W podem transitar por vários setores da empresa. Em razão disso, eles precisam estar preparados para assumir responsabilidades e entregar resultados satisfatórios.

O primeiro passo é identificar as lacunas entre as habilidades e os conhecimentos necessários para o cargo. Dessa forma, fica mais fácil descrever seus pontos fortes e fracos para entender quais são as oportunidades e quais são as ameaças.

Vislumbre e projete ideias

Ter uma mente empreendedora é muito relevante quando falamos de carreira em W. Isso significa que os profissionais com essa característica podem solucionar demandas de diversas áreas e até a empresa como um todo.

A facilidade da carreira em W está, justamente, na flexibilidade de transitar pelos setores, participar dos processos de outros departamentos e contribuir com os resultados gerais de forma dinâmica.

Tenha foco

Por contar com inúmeras possibilidades, é natural que os profissionais com carreira em W se sintam sobrecarregados ou até desorganizados. Assim, é importante ter foco e clareza sobre onde se quer chegar.

É importante monitorar a evolução profissional por meio de metas e objetivos bem definidos, até para realizar os ajustes necessários quando for preciso.

Você está preparado para desenvolver sua carreira em W? Confira também algumas dicas sobre liderança e comunicação para uma boa gestão.

Quais são os diferenciais de um negócio de sucesso?

Ter um negócio de sucesso não é fácil no cenário que vivemos atualmente no Brasil. Existe uma saturação de empresas dos mesmos segmentos e, sem um bom diferencial, dificilmente uma nova marca prospera com tanta concorrência.

Entretanto, muitas vezes pode ser difícil encontrar algo para se destacar, porque parece que tudo já foi inventado. A pergunta que fica é: como ser diferente nesse cenário?  Existem estratégias para chegar a isso. O blog da Plataforma Solution separou algumas dicas, confira!

Inovação

Parece óbvio, mas quem não inova não prospera. Mesmo uma empresa tradicional e já consolidada no mercado, se não tiver novidades a longo prazo, vai sendo esquecida. Um exemplo é a própria Coca-Cola. Ainda que já seja conhecida por praticamente todo mundo, eventualmente surge o lançamento de novos produtos.

Inovar também quer dizer ter abertura para novas tecnologias e ideias, permitir que os colaboradores contribuam na sugestão e construção de projetos. O essencial é que seu produto ou serviço traga algo de novo que o mercado não tem.

Se você ainda pretende abrir uma empresa, mas não sabe por onde começar, aqui vão algumas dicas para inovar nessa empreitada e ter um negócio de sucesso:

  • Procure as necessidades dos consumidores por meio de pesquisas, estudos e observação
  • Imagine o que poderia suprir essas questões
  • Elabore seu produto ou serviço baseado nessas necessidades que o mercado ainda não atende

Um exemplo

Uma pessoa pensa em abrir um negócio no setor financeiro. Em pesquisas, percebe que a principal reclamação dos clientes de empresas de cartão de crédito é referente às taxas abusivas.

A partir daí, decide investir nesse problema e, meses depois, abre uma empresa de cartão de crédito sem taxas. A tendência para esse tipo de negócio é prosperar, porque entrega o que a população ainda não tem.

Atendimento humanizado

Se você quer se diferenciar no mercado e ter um negócio de sucesso, tenha um bom atendimento. Muitas das empresas tradicionais no Brasil são conhecidas por terem um péssimo canal de comunicação com o cliente, por isso é importante se destacar nesse aspecto.

Invista em canais de atendimento que sejam práticos para o cliente, como chat no próprio site e redes sociais – embora essas devam ser usadas com cautela. Evite ligações ou e-mails frequentes sobre promoções e upgrades, a maioria das pessoas não dá atenção a isso.

A dica chave para ter um bom relacionamento com seu cliente é um atendimento simplificado, em que os problemas são resolvidos facilmente. Ninguém gosta de ligar e ser transferido para cinco atendentes diferentes apenas para tirar uma dúvida ou cancelar algum pacote, por exemplo.

Funcionários engajados

A terceira dica é o que faltava para ter um negócio de sucesso. Tenha funcionários que abracem a causa da empresa e cresçam junto com ela. Isso quer dizer não contratar apenas pelo currículo, mas pelo perfil de inovação e entusiasmo com o negócio.

Ter funcionários competentes, que não faltam nunca e batem o ponto todos os dias no mesmo horário é legal. Mas trabalhar com pessoas que realmente gostam daquilo e fazem seu melhor porque querem ver a empresa crescer, não apenas para ter o salário no fim do mês, é muito mais motivador.

Por isso, na hora de contratar, elabore um processo seletivo para identificar essas características nos candidatos e dê preferência àqueles mais motivados. É claro, um bom currículo também faz a diferença, mas sozinho não é nada.

Qual você acha que é o principal diferencial dos negócios de sucesso? Comente!

Leia também 11 dicas de marketing pessoal para impressionar

Falta de tempo ou falta de prioridade: o que mais atrapalha o desempenho das pessoas?

Você já ouviu alguém dizendo “não tenho tempo para nada”? Pois é, eu também … E por incrível que pareça, também já vi vários colegas que têm suas obrigações profissionais e, além de serem excelentes pais (entenda-se aqui pai ou mãe), praticam esportes (mesmo que apenas no fim de semana) e ainda realizam atividades sociais e espirituais (frequentam missa, cultos, etc.).

Qual a diferença? Será que o dia destas pessoas mais ocupadas tem mais de 24 horas? Trabalham menos de 8 horas diariamente? Ou elas têm prioridades e visões diferente da vida curta que temos?

É comum, e muitas vezes mais cômodo, falarmos que estamos sem tempo. “Estou fazendo mil e uma coisas”, “meu dia precisa ter mais de 24 horas”. Quando analisamos cautelosamente, é verdade que as empresas têm exigido que seus profissionais sejam “multitarefas”, os filhos exigem (e merecem) a atenção dos pais. No entanto, mesmo nestas condições, o planejamento e as prioridades que elencamos ao longo de nossa vida faz toda a diferença entre você ser um bom profissional e você ser uma pessoa reconhecida na empresa, na família e na sociedade.

A dualidade entre Tempo x Prioridades não é rara e tampouco desconhecida para grande maioria da sociedade. O ponto é: por que não conseguimos deixar de priorizar a falta de tempo? Porque não deixamos de priorizar redes sociais em excesso, televisão e outros hábitos que consomem nosso tempo sem que percebamos?

Biologicamente conseguimos uma explicação. Segundo alguns pesquisadores, nosso cérebro prioriza a economia de energia através de hábitos e rotinas, ou seja, quanto menos você pensar mais energia irá economizar. Isto porque o cérebro consome 20% da nossa energia corporal, visto que diariamente cerca de 30 mil decisões são tomadas por uma pessoa.

Por esta ótica, seguir hábitos e rotinas pode ser coerente. Por outro lado, o cérebro não consegue distinguir o que é uma rotina ruim e o que são hábitos saudáveis, assim você pode optar por quais rotinas quer impor no teu dia a dia.

A decisão por qual caminho seguir e quais hábitos devemos adotar é muito pessoal e deve ser uma decisão baseada em princípios e propósitos, mas não por costumes que a sociedade nos apresenta e muita das vezes acabamos por seguir.

O que te deixa feliz? Qual o seu legado? Como você gostaria de ser reconhecido?

Seja autêntico e com personalidade. Uma boa dica é ter a cabeça, o corpo e mente saudáveis, assim você terá mais chances de se tornar um profissional bem sucedido, pois irá estudar, ler, trocar experiências para manter a cabeça ativa; ter uma mente mais sã com a prática da atitude e pensamento positivo; fazer o bem aos semelhantes e à natureza, ao conhecimento através de atividades com o yoga e espiritualidade; por fim, ter um corpo mais maduro com a pratica de atividades físicas, boa alimentação e bom sono.

Do lado das empresas não podemos esquecer que o principal patrimônio de uma organização, depois do nome/marca, são seus colaboradores, os quais são os responsáveis pela empresa. Assim, auxiliar os funcionários a entender seus propósitos de vida e, consequentemente, a conseguir planejar suas prioridades é fundamental para eliminarmos os dizeres comum como “não tenho tempo para nada”.

Por isso a importância de os gestores conhecerem de perto os seus colaboradores, para conseguir uma maior realização pessoal destes e, indiretamente, aumentar as prioridades deles.

Podemos ter bem mais do que apenas uma ótima vida profissional, podemos contribuir com ações em família, na comunidade e na sociedade como um todo, seja através da doação de nosso intelecto ou braço.

Glauber dos Santos é formado pela Esalq/USP e possui experiência no desenvolvimento e treinamento técnico em diferentes cadeias produtivas do agronegócio, além de atuar com gestão de projetos de viabilidade econômica.

Quais as atividades você realiza frequentemente, além dos afazeres profissional e doméstico? Compartilhe conosco.

11 dicas de marketing pessoal para impressionar

Quando seu nome é sua marca, investir em marketing pessoal é uma estratégia que não pode ser ignorada. Com o objetivo de promover a autoimagem e passar mais credibilidade, você precisa se sobressair, especialmente se o cenário da sua área de atuação estiver saturado.

Em meio a tantas possibilidades e ofertas, por que os clientes devem escolher você? Suas competências e habilidades fazem a diferença, mas a maneira como você as apresenta é decisiva para o seu sucesso.

Algumas pessoas parecem ter o dom natural de fazer seu marketing pessoal, mas esse talento pode ser lapidado. E quem não está acostumado a levar crédito pode se habituar. Afinal, é tudo uma questão de desenvolver essa competência.

Conquistar o primeiro emprego, uma promoção ou qualquer outro objetivo profissional pode estar mais perto do que você imagina. Para te ajudar, separamos 11 dicas para melhorar seu marketing pessoal!

Estabeleça um objetivo

Para saber como chegar lá você precisa saber para onde quer ir. Por isso, o primeiro passo é traçar uma meta e definir as ações necessárias para concretizá-la.

Não sabe por onde começar? Você pode sempre pedir ajuda para outras pessoas, inclusive para quem já atingiu o objetivo que você almeja. Assim, você consegue verificar se é necessário algum tipo de qualificação específica, por exemplo.

Conheça você mesmo

O autoconhecimento é um forte parceiro do marketing pessoal. Isso porque as vantagens de se conhecer e treinar a inteligência emocional revertem em benefícios não só para você, mas também para quem está a sua volta.

Você pode começar listando seus pontos fortes e fracos e como lida com cada um deles. Refletir sobre como enfrentar eventuais dificuldades e desenvolver suas capacidades pode ser um grande desafio. Por isso, não hesite em buscar ajuda de profissionais.

Conhecimento nunca é demais

Investir em capacitação é uma boa maneira de se manter em dia com as novidades do mercado. Mesmo sendo um profissional bastante qualificado, você pode estar entrando na sua zona de conforto.

Por isso, a dica é que você use seu tempo livre para investir em novas habilidades, técnicas e comportamentais. Vale participar de treinamentos, formações, cursos, aulas de idiomas, palestras, workshops, programas de motivação e até adquirir conhecimento por conta própria.

Atenção à postura

Gestos, olhares e até o tom e articulação voz passam mensagens. Isso é chamado de linguagem corporal, um tipo de comunicação não-verbal e, geralmente, involuntária. Se você aprender a identificar e controlar esses impulsos, pode escolher a hora certa de passar firmeza e confiança sem a necessidade de falar.

Essa comunicação pode ficar ainda mais natural e sincera se você realmente tiver segurança e convicção sobre o tema. A diferença do bom marketing pessoal está nos detalhes.

De olho no visual

Mais do que aparência, o seu visual também conta muito para desenvolver o marketing pessoal. Mesmo que alguns lugares sejam mais flexíveis, vale seguir o bom senso.

O visual é mais sobre aparência e higiene do que marcas e grifes. Por exemplo, para os homens, uma barba bem aparada (independentemente do tamanho) faz a diferença no ambiente corporativo. Unhas limpas e com cutículas arrumadas também são bons indicativos. Sobre os acessórios, a ideia é não exagerar e usar itens mais sóbrios.

Saiba ouvir

Todo mundo tem algo a ensinar. Seja seu chefe, colega de trabalho ou estagiário; no ambiente familiar ou profissional. E as melhores dicas podem vir de conversas informais.

Mostrar que você se importa com as opiniões e passar a ter, realmente, admiração por quem convive com você faz com que as pessoas se sintam valorizadas e te considerem um bom ouvinte.

Comunique melhor

Saber ouvir é importante, mas não é tudo. A dica é dominar a comunicação e a interlocução como um todo. O marketing pessoal pede que você se comunique de forma clara, com poucas gírias e com domínio dos termos relativos a sua área de atuação.

Isso vale também para a escrita. Corretores de texto e ferramentas online ajudam a redigir e-mails e documentos com a ortografia correta e sem repetição de palavras.

De olho no mundo

Toda essa comunicação precisa ser aplicada, também, à sociedade em que você está inserido. Estar bem informado sobre o que acontece ao seu redor mostra competência e interesse. Se você ainda não tem este hábito, dá tempo de mudar.

Acompanhar as notícias é muito útil para você não ficar de fora das conversas, perdido nos assuntos ou sem resposta quando sua opinião for solicitada. Com as mídias digitais ficou ainda mais fácil se manter informado.

Seja pontual com seus compromissos e prazos

Chegar atrasado não é um charme. Especialmente no mundo corporativo. Tanto para compromissos quanto prazos de entrega, a pontualidade é vista com bons olhos para quem quer ampliar seu marketing pessoal.

Alguns profissionais apostam contra si mesmos para tentar demonstrar heroísmo ao dar conta de uma rotina atribulada. Esse tipo de atitude é uma armadilha e considerada, por muitos psicólogos, auto sabotagem. Gerenciar melhor seu tempo é um cuidado que demonstra interesse e comprometimento.

Bom networking

Ampliar a rede de relacionamentos é uma dica muito importante de marketing pessoal. Assim você ganha parceiros para novos projetos e continua expandindo seus conhecimentos.

Os relacionamentos com profissionais da sua área ou segmento vem com a participação em palestras e cursos e a troca de cartões de visita. O ponto interessante do networking é que todos saem ganhando e você tem a chance de ser notado e lembrado.

Imagem virtual

Utilize a internet a seu favor e cuide bem das suas redes sociais. Mantenha a coerência entre o que você publica e suas falas e atitudes fora do universo virtual.

O marketing está cada dia mais digital, por isso sua imagem deve acompanhar essa tendência. Neste cenário, o mercado, no geral, está de olho no que é publicado. Deixe suas mídias falarem bem de você.

Quais dessas dicas de marketing pessoal você já conseguiu colocar em prática? Conte pra gente nos comentários!

Python: 5 motivos para aprender essa linguagem de programação

A linguagem de Python é uma das favoritas de muitos programadores mundo afora. Além de trazer soluções para os mais variados problemas, a simplicidade faz com que muitos queiram aprender e começar a desenvolver softwares por essa linguagem.

Para quem é de fora do universo do desenvolvimento de sistemas, Python é uma das linguagens de programação mais conhecidas. Foi criada em 1991 por Guido Van Rossum e de lá para cá só cresceu. Hoje, empresas como Google e Nasa utilizam Python.

Como se isso não fosse motivo suficiente para aprender Python, separamos mais cinco. Confere aí!

Fácil, mas não inferior

A linguagem de Python é uma das queridinhas dos programadores principalmente por ser mais “fácil”. Você talvez esteja se perguntando o motivo das aspas. Bom, não é que Python seja simplesmente fácil. É que, por exigir uma menor quantidade de códigos para executar tarefas básicas, a chance de erros é menor.

No entanto, não se pode confundir esse aspecto com inferioridade. A linguagem de Python é simples de aprender, mas exige conhecimento e permite desenvolver softwares dos mais variados, assim como outras linguagens.

Esse código foi planejado para ser mais produtivo e facilmente compreendido pelos programadores. Uma das características é a diminuição de caracteres especiais, como ponto e vírgula, chaves, sinal de igual, dois pontos etc.

Perfeita para quem está começando

Para os iniciantes em programação, Python pode ser o que impulsiona a entrar no universo de desenvolvimento de softwares de cabeça. Por não exigir conhecimentos muito aprofundados em hardware e outras linguagens, embora seja recomendado, o iniciante rapidamente poderá desenvolver programas complexos.

Por conta dos códigos mais curtos e da simplicidade de Python, os mais recentes programadores conseguirão entender mais rapidamente e começar a utilizar sem muito segredo. Além disso, é possível adaptar os conceitos obtidos com essa linguagem para outros ambientes, ou seja, um salto para diversas áreas da programação.

Multiplataforma

Por ser uma linguagem interpretada, Python pode ser adaptada a diversas plataformas. Simplificando, isso quer dizer que um interpretador do código fonte o transforma em um código executável por uma máquina virtual. Isso a torna diferente da linguagem compilada, que é processada por um compilador para um tipo específico de sistema operacional, ou seja, não é tão adaptável.

Por conta dessa característica, Python pode ser utilizada para aplicações em Windows, Linux, Mac, IOS, Android e basicamente qualquer outro.

Aplicável em soluções

Por ser simples, é comum confundir Python com algo inferior, como já dito acima. No entanto, essa linguagem é extremamente robusta e pode ser utilizada em soluções para problemas comuns. Veja algumas das aplicações:

  • Back end
  • Simulações de engenharia
  • Scripting
  • Análise de dados (data analytics)
  • Inteligência artificial – especialmente machine learning (aprendizado de máquina)

Falando em soluções… Nós, da Plataforma Solution, temos um curso sobre a linguagem de Python para Gestores. Quer saber mais? Clique aqui e entenda.

Livre, leve e solta

Uma das características positivas da linguagem de Python é que existe uma comunidade aberta e muito ativa sobre esse código. Para o universo do desenvolvimento de sistemas, um código aberto é muito bom, porque permite o compartilhamento de problemas e soluções sem a necessidade de citar a fonte.

Existe, ainda, uma documentação muito completa sobre Python no site oficial da linguagem. Isso pode ajudar iniciantes e nem tão iniciantes assim. Além disso, a comunidade brasileira dos programadores é grande e ativa.

Comente o que você achou da linguagem de Python!

Cultura digital não é mudança. É transformação

Os últimos anos apresentaram grandes mudanças na cultura digital como nunca visto antes. A chamada Quarta Revolução Industrial alterou nossa percepção quanto a isso e o tema desenvolvimento humano se encontra no centro de discussões avançadas. O quanto a tecnologia afeta a humanidade? A humanidade depende da tecnologia? 

A Estônia é um pequeno país da Europa e é referência em administração pública digital. Lá apenas três serviços exigem a presença física de um cidadão em uma instituição do governo: casamento, divórcio e transferência de imóvel.

O restante — de abertura de empresas até votação nas eleições presidenciais — pode ser feito por meio de uma assinatura digital. Dos 1,3 milhão de estonianos, 98,2% possuem RG digital, com um chip que garante acesso a mais 500 serviços do governo.

Esse é só um exemplo do que a cultura digital pode fazer quando bem empregada. Podemos ser dependentes da tecnologia ou usá-la da melhor forma, facilitando os processos mais comuns da nossa rotina ou alterando a experiência de como as coisas são feitas.

Mindset digital

Avanços como a Inteligência Artificial, Computação Quântica e a Lei Moore (que previu o aumento da capacidade de processamento de dados por chips) marcam a velocidade das mudanças que estão ocorrendo no mundo.

Os termos 4.0 e cultura digital tomaram um espaço importante na sociedade, inclusive no que diz respeito ao mundo corporativo. Mas, afinal, quais são os impactos verdadeiramente visíveis na forma como vivemos e trabalhamos?

Ao pensar nas gerações mais novas, chamadas de centennials e millennials (nascidos desde o final da década de 1980), identificamos um grupo que viveu as principais inovações tecnológicas.

Portanto, a cultura digital teve maior impacto nas gerações anteriores, acostumadas com uma forma mais analógica de viver. Pessoas que se formaram em épocas sem computadores e celulares, por exemplo, são as que mais têm dificuldade na mudança do mindset digital.

Empresas em estágios mais avançados, que nasceram antes das maiores revoluções tecnológicas, têm seus negócios traçados antes da cultura digital. Quando a transformação ocorre, elas são as que mais sofrem com os impactos.

Para contornar isso, as empresas precisam entender os pilares da transformação digital: foco no consumidor, feedbacks constantes, entregas mais rápidas e adaptação às mudanças. Entre outras coisas, elas precisam entender que não existe transformação digital sem confiança, complementaridade e acompanhamento das tendências.

Características da cultura digital

Provavelmente não seja fácil identificar um ambiente com qualidades digitais. Os maiores indicadores dessa adesão dentro das empresas são:

  • Indivíduos de alta performance, responsáveis e autoguiados;
  • Equipes eficientes e positivamente integradas;
  • Disciplina em alto nível;
  • Capacidade de mover-se rapidamente;
  • Forte estratégia digital;
  • Alta capacidade de execução;
  • Talentos e campeões digitais;
  • Foco no longo prazo;
  • Pessoas com paixão pelo risco.

Compreender este cenário de avanços tecnológicos, entretanto, não é suficiente para estar seguro no mercado, uma vez que ele é extremamente dinâmico. Não basta apenas adotar o que é tendência, mas sim ter conhecimento e estar capacitado.

Aderir à cultura digital vai muito além de aceitar as mudanças. Com um mundo VUCA (acrônimo para descrever quatro características marcantes do momento em que estamos vivendo: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade), fica cada vez mais difícil prever o futuro.

No contexto em que vivemos, a cultura digital se faz importante ao mudar a forma com que criamos valor. Ela recria a realidade. Ser digital não é mais incorporar plataformas, aplicativos, aparelhos tecnológicos etc. Digital é explorar novas fronteira, quebrar paradigmas, encarar desafios e aprender a olhar o mundo sob novos ângulos.

Vale lembrar que mesmo não citada, a tecnologia está presente em todas essas etapas. É ela e sua novidades que tornam os processos e planejamentos mais fáceis e ágeis.

Transformação digital vai além de utilizar soluções tecnológicas em uma organização. Seu objetivo é melhorar a performance da empresa, tornando-a mais enxuta, eficiente e produtiva, sem nunca deixar de satisfazer seus clientes.

Tecnologia muda a humanidade?

Pensar nos impactos da cultura digital na sociedade é simplificar sua capacidade de transformação. O DNA digital é permanente. Mudanças são reversíveis, a transformação não.

Se o impacto do digital for encarado exclusivamente como o aumento no número de soluções tecnológicas para empresas e pessoas, haveria sentido em buscar impactos na sociedade. A cultura digital e sua transformação não são apenas reflexos das mudanças na sociedade, mas a causa delas.

A comunicação, por exemplo, sofreu alterações que a deixaram instantânea. Unida com a informação de livre acesso, propiciada pelas redes sociais, nos tornamos exigentes e imediatistas.

Não podemos esperar por respostas ou prazos muito longos. O foco no cliente, dessa forma, tem que incluir metodologias ágeis e que estreitam o relacionamento serviço-consumidor. A transformação digital ocorreu para se adaptar aos nossos novos hábitos, não o contrário.

Humano, não máquina

Para especialistas, é fato que os robôs farão tudo que um humano faz. Em menos de 50 anos não existirá nenhum trabalho impossível para uma máquina ou ação humana que eles não serão capazes de reproduzir. Entretanto, seres humanos têm emoções, ética e empatia. Para não ser um robô, é preciso trabalhar essas qualidades.

Muito tem se falado sobra o reconhecimento de um mindset digital pela transformação e não pela mudança. Isso se deve a uma característica completamente aceitável em nós: somos bons em reagir, mas não em antecipar. Com uma mutabilidade tão grande, fica um pouco difícil prever o que pode ser tendência dentro de dois anos ou mais.

Seguir a transformação digital torna empresas mais ágeis e capazes de se adaptar a essa instabilidade e imprevisibilidade do mercado. Em vez de procurar por reestruturação, elas devem ter um planejamento que seja tão maleável quanto o que acontece com a cultura digital.

Mas não existe tal transformação sem uma mudança cultural, que exige mentalidade sempre atualizada. Isso significa que as empresas precisam estar atentas às novidades e saber que, para melhorar a estrutura e processos dentro da organização, nada melhor do que a força humana unida com um bom mindset digital.

Você adota a cultura digital dentro da empresa? Conte para nós nos comentários 😉