Aprenda a analisar métricas que impactam os negócios

As marcas estão em processo de apropriação das tecnologias. Isso significa que elas já aprenderam a utilizar as plataformas digitais e, agora, precisam se consolidar no meio virtual. Para isso, é imprescindível aprender a analisar métricas que impactam os negócios.

Quem explica isso é o professor Marcelo Teixeira, do curso de Marketing Digital, que ministrou a aula Gestão de Marketing: métricas que realmente impactam seu negócio, no primeiro webinar da Plataforma Solution.

Planejamento

“Qual métrica é mais importante?”, questiona o professor. “Todas e nenhuma”. Para começar a analisar métricas que impactam é interessante ter em mente que todos os resultados têm algo a dizer. Mas nenhum deles será útil se a empresa não tirar conclusões que levem a ações e estratégias de marketing.

Assim, falar de monitoramento faz parte do planejamento. A ideia é que a empresa crie sua presença digital e inicie a publicação de conteúdos para estabelecer os públicos. Com isso, o acompanhamento dessas métricas consolida a marca no mercado.

Essa consolidação pode levar algum tempo, então a ideia mais usual é combinar um site de e-commerce com redes sociais e ficar de olho nas métricas.

Monitoramento

Para trabalhar de forma mais eficiente, a dica de Teixeira é conhecer as ferramentas de monitoramento de conteúdo. No caso do e-commerce, o Google Analytics pode se tornar um aliado de peso, já que, além de ser gratuito, apresenta estatísticas relevantes para a geração de estratégias.

Já no caso das redes sociais, cada uma delas apresenta relatórios para análise das métricas, com é o caso do Facebook, Instagram e LinkedIn.

Qualidade

O professor ainda explica que um balanço da produção de conteúdo é muito importante na hora de analisar métricas que impactam. “O melhor exemplo disso é o Instagram, que deixou de exibir as curtidas nas fotos como se quisesse abrir nossos olhos para focarmos em conteúdo”, ressalta.

A justificativa é que o número de curtidas pode mascarar o público efetivo daquela empresa ou personalidade. A origem disso seria os amigos e familiares que curtem a página ou o perfil mesmo sem ter a ver com o segmento. Métricas de qualidade vêm de conteúdos que geram interação de pessoas interessadas e, posteriormente, conversão em vendas.

Vaidade

O marketing digital também precisa lidar com a vaidade das marcas. Muitas empresas optam por comprar seguidores e curtidas, mas esquecem que, ao analisar métricas que impactam, esse número é muito superficial.

Justamente porque essas curtidas atrapalham o algoritmo das redes, que fazem um intenso trabalho de identificar perfis e entregar seu conteúdo para públicos que possam, efetivamente, converter em venda de produto.

Comparação

Para Teixeira, as métricas permitem identificar e analisar os sentimentos do consumidor sobre produtos e campanhas, conhecer hábitos e comportamentos de consumo e prever ações para atingir os objetivos da organização.

Tudo isso só se torna possível a partir de um trabalho consistente de comparação com resultados anteriores internos e entre empresas concorrentes. A partir disso é viável propor soluções e caminhos para a marca seguir.

Impulsionamento

Investir dinheiro em publicações faz todo sentido na visão do professor. Mas para que esse impulsionamento tenha efeito é preciso direcionar o conteúdo para o público certo.

A dica aqui é passar um tempo fazendo testes de frequência de publicação, horário e segmentação de públicos, por exemplo. E, claro, monitorar os resultados para fazer as adequações, especialmente no índice de conversão.

Origem, permanência e rejeição

Para as páginas de e-commerce, algumas métricas importantes são a origem do tráfego, o tempo de permanência no site e a taxa de rejeição (quantidade de visitantes que não passam da página inicial).

Teixeira usou como exemplos a plataforma SimilarWeb, que tem ferramentas gratuitas de avaliação da marca no universo digital.

Gostou das dicas? Você pode acessar o conteúdo completo do webinar aqui e se inscrever no curso de Marketing Digital da Plataforma Solution aqui.

5 erros de UX design que você não deve cometer

Ter um site é praticamente um pré-requisito para as empresas que querem prosperar no mercado. Nesse contexto, algumas organizações criam páginas de forma rápida apenas para se adequar e não perder clientes, mas não se atentam aos erros de UX design que podem estar cometendo.

UX ou User Experience (Experiência do Usuário) é o estudo que busca informações sobre o que faz com que os clientes se sintam confortáveis no site. Resumidamente, procura entender quais os motivos de desistência de quem acessa seu conteúdo para, assim, resolvê-los.

Quem nunca entrou em um site e se irritou pelo excesso de pop-ups ou anúncios? Ou desistiu de navegar naquela página porque o layout era confuso demais? Por isso separamos uma lista com 5 erros de UX design que sua empresa pode estar cometendo. Confira!

Não ter um site responsivo

Um site responsivo, ou seja, legível tanto em plataformas móveis quanto em computadores, é essencial. Independente se o conteúdo, o produto ou o layout são incríveis, se o usuário não consegue acessá-lo do celular você perde o cliente.

A maioria dos usuários hoje utiliza a internet por meio de dispositivos móveis e é preciso se adequar a isso. Se um potencial cliente entra no seu endereço pelo celular e as informações estão desconexas, o layout prejudicado e nada funciona muito bem, a tendência é que ela saia e não volte mais.

Obrigar a realizar cadastro

Esse é um dos erros de UX design praticado por muitas empresas. Embora obrigar o usuário a realizar um cadastro facilite a captação de leads e de formação de uma base, é algo que irrita a maioria das pessoas.

É importante incentivar os clientes a realizarem um cadastro, mas isso não pode ser exigido. Por exemplo, se a empresa quer ofertar um e-book sobre seu nicho de atuação, coloca um botão na página inicial para o download. Em seguida, o usuário é direcionado para uma página de cadastro, em que ele pode baixar o conteúdo diretamente ou se cadastrar, caso tenha interesse.

O erro aí está no fato de que a maioria das empresas obriga o cadastro para baixar o e-book e não dá a opção de baixar diretamente. Muitos usuários desistem na página de cadastro justamente porque não têm interesse em vincular seu e-mail em um primeiro momento.

Pop-ups em excesso

Se tem algo que irrita a maioria das pessoas é quando entram em um site e de imediato “pulam” vários pop-ups antes do conteúdo. É um dos erros de UX design mais comuns. Pop-ups são aquelas janelas extras que abrem, geralmente de propagandas ou oferecendo a realização de cadastro.

Por mais que exista um “x” permitindo o fechamento com facilidade, o excesso de pop-ups prejudica quem está com pressa, além de deixar o carregamento da página mais lento. É algo que deve ser evitado e utilizado somente se houver muita necessidade.

Outro item que irrita os usuários é o excesso de anúncios. A propaganda é algo rentável para o site, mas em excesso também prejudica o layout e a visibilidade do conteúdo. Evite encher a página de anúncios e pop-ups.

Notificações

Os navegadores permitem que os usuários ativem as notificações de um site para receber os principais conteúdos. Muitas empresas usam desse recurso para encher seus potenciais clientes com dezenas de propagandas sobre o produto.

Outras, ainda pior, obrigam o cliente a ativar a notificação para conseguir acesso a algum recurso do site. O ideal é nunca obrigar o usuário a nada e, caso ele tenha optado por receber as notificações, enviar atualizações relevantes.

Hoje a maioria das pessoas tem rotinas exaustivas e não consegue parar para ler conteúdos durante todo o dia. Por isso, o ideal é enviar somente o que for muito importante e evitar excessos.

Layout

Esse é um item básico, no entanto é um dos erros de UX design mais comuns. O site de uma marca deve ser intuitivo, com layout leve e cores estudadas para não causar estranheza ou parecer “suspeito” ao seu cliente.

Imagine um site inteiro preto com algumas coisas escritas em branco, sem nenhum trabalho de imagem, sem fontes diferenciadas, sem muito o que olhar e sem indicações de onde você encontra o que busca. Somente o básico. Você confiaria nesse site como algo oficial? A resposta provavelmente foi não.

É de extrema importância investir em um site visualmente bonito, intuitivo para o cliente e com cores que casem com a identidade visual da marca.

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O que te move para o aprender?

Outro dia me deparei pensando com os meus botões sobre o que leva uma pessoa a aprender algo.  Apesar de ser uma simples pergunta, a resposta tem várias derivações e curiosidades.

Lembro que na fase de criança minha mãe ficava no meu pé para decorar as equações matemáticas e leis da física, caso contrário eu reprovaria na escola, não teria férias e até algumas chineladas na bunda sobravam para mim. Isso lá atrás, no ensino fundamental.

Depois, o decoreba deu lugar para o “ter que entender as coisas” na época do ginásio e cursinho pré-vestibular (período que eu mais queira entender as teorias e menos conseguia rs), sempre com os conselhos de mãe para incentivar os estudos e outros atos positivos. Somente lá pelo segundo ou terceiro ano de faculdade, lá na UFLA, foi que consegui entender que por trás das fórmulas, ligações químicas e sinapses nervosas existem os porquês, conexões e encantamentos.

Extrapolando este breve relato ao campo da psicologia, podemos inferir que o modelo de aprendizado que tive na infância/juventude pode ser baseado na Teoria de Skinner, o qual postulou que os indivíduos tendem a se comportar em busca de recompensas ao tempo em que evitam punições.

Apesar de ter alcançado algumas recompensas, várias punições também estiveram presentes na minha trajetória. No entanto, com a maturidade, a busca por aprender (seja uma nova língua, profissão, melhor colocação profissional, entre outros) deixou de ser devido a punições e passou a ser devido a outros fatores, sejam eles cognitivos ou em função do meio.

A velha máxima de que “devemos aprender algo novo todo dia” é verdade. No entanto, entender o que motiva as pessoas a aprenderem e qual a melhor metodologia para facilitar este aprendizado ainda precisa ser mais bem desvendado. Quando olhamos para o universo corporativo, o desafio é ainda maior. Crianças e adolescentes têm uma forte influência dos pais como incentivadores para a aprendizagem. Esses, por sua vez, quando chegam nas empresas onde trabalham, nem sempre são motivados a buscar informações, conhecimento e habilidade para performarem em suas profissões.

Quando falamos de aprendizagem em um ambiente corporativo, podemos pensar de aprendizado pelo próprio meio social (cafezinho, almoço, conversas informais etc.) ou mesmo de um treinamento customizado para a empresa.

Um ponto de atenção importante é lembrarmos que nem todos os funcionários estão dispostos a aprender a todo momento, seja por dificuldades cognitivas, falta de base teórica ou mesmo por estar com a “cabeça em outro lugar”. Assim, antes de desenhar um treinamento, selecione bem quem participará e se existe motivação para participar da capacitação, caso contrário, 50% de insucesso é garantido.

 “A aprendizagem é a consequência de experiências vivenciadas pelo indivíduo em seu ambiente e proporciona mudança de caráter duradouro.” (Morris Bigge, 1977)

Partindo do princípio que todos os selecionados para a capacitação estão aptos e motivados, o próximo passo é identificar qual modelo de aprendizagem melhor se encaixa no público:

  • Visual 

Pessoas que têm facilidade de aprender com estímulos visuais e se comunicam melhor de forma gráfica, através de desenhos.

  • Auditivo

Gostam de aulas expositivas, palestras, podcasts, músicas e conversas. Costumam falar, perguntar e repetir informações para memorizá-las.

  • Leitura e Escrita

Este perfil tem maior facilidade na leitura e em transmitir suas ideias em redações, optando por estudar com livros, artigos, dicionários, textos online, listas, além de sempre anotarem palavra por palavra as informações das aulas expositivas.

  • Cinestésico

São pessoas que têm facilidade de aprender com a prática, por isso estímulos externos são essenciais. Atividades concretas, como simulações, demonstrações, dinâmicas e métodos lúdicos como a gamificação são estratégias preferenciais para estes indivíduos, que tendem a valorizar mais suas experiências próprias.

Vale lembrar que sempre teremos pessoas com mais de uma característica, bem como teremos participantes com dificuldades em definir as próprias características.

O importante para a efetividade de uma capacitação é conhecer o público que será treinado, suas motivações, interesses e limitações, só não podemos dar umas chineladas no bumbum caso o treinando não aprenda o conteúdo ministrado no treinamento.

Glauber dos Santos é formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com pós-graduação pela Esalq/USP. Possui experiência no desenvolvimento de treinamentos corporativos in company e atua com Customer Sucess propondo soluções para levar os resultados que os clientes esperam em seu negócio.

5 dicas para uma estratégia de trade marketing de sucesso

O sucesso de uma boa estratégia de trade marketing está relacionado com o gerenciamento da marca. Isso porque essa área é onde o departamento de marketing e o de vendas se encontram para acompanhar o crescimento do mercado, as mudanças de hábito dos clientes e, consequentemente, aumentar os negócios.

A ideia do trade marketing é aproximar o consumidor final do fabricante, por meio dos distribuidores, parceiros e pontos de venda. Assim, é considerado uma estratégia B2B (business to business), de empresa para empresa.

Para te ajudar a preparar uma estratégia de trade marketing de sucesso, separamos cinco dicas para inserir no seu planejamento.

Atenção aos distribuidores

O primeiro passo é entender as reais necessidades dos distribuidores, quais benefícios eles procuram e quais os produtos de destaque. Para isso, a dica é fazer pesquisas diretas com varejistas e atacadistas para conhecer melhor o que eles pensam e pelo que se interessam.

Essas informações são importantes para estruturar e executar planos personalizados para cada distribuidor.

Alinhe objetivos

Depois de conhecer os distribuidores, é hora de criar um bom relacionamento com os parceiros. O fabricante deve auxiliar as vendas do distribuidor que, por sua vez, deve ajudar a vender os produtos do fornecedor.

Esse ciclo garante a concepção de objetivos comuns e parcerias fortes, essenciais para sua estratégia de trade marketing.

Algumas ações chamam a atenção dos clientes e promovem interatividade, como distribuição de amostras grátis em eventos e incentivos e gratificações para vendedores.

Defina o cronograma

Essa dica não é novidade para quem trabalha com marketing: o desempenho das ações deve ocorrer de acordo com um cronograma de estratégias. Para isso, é importante entender o ciclo de vida de cada produto e adequar a periodicidade das ações.

Se o cronograma envolve participação em feiras e eventos, por exemplo, as datas devem estar inseridas no calendário para o planejamento funcionar. Não é interessante para a marca criar planos de ações a cada seis meses ou inserir práticas de última hora.

O cronograma também deve incluir as visitas aos distribuidores e pontos de venda. Isso fortalece o relacionamento e facilita a realização das duas dicas anteriores.

Mão na massa

Com todas essas informações em mãos, chegou o momento de colocar em prática as estratégias. Fique de olho nos detalhes para não colocar toda a estratégia de trade marketing em risco.

Uma sugestão é chamar a atenção dos distribuidores com anúncios que destacam o produto e o valor que ele agrega, especialmente a respeito da geração de lucro. Outra ideia é promover eventos e convidar empresários. Abordagens personalizadas, por telefone ou por e-mail, sugere exclusividade e é uma das tendências desse mercado.

Estude os resultados

Uma boa estratégia de trade marketing não pode ignorar o trabalho durante e após a execução do cronograma. Coletar os resultados é importantíssimo para avaliar pontos fortes e fracos do plano de ações.

Afinal, toda estratégia tem seu retorno sobre o investimento (ROI) e esses dados ajudam a identificar os erros e acertos. Essa prática permite reverter situações inesperadas e até planos ineficazes.

Algumas ferramentas de mensuração de resultados estão disponíveis no mercado e você pode aprender mais sobre planejamento, métricas e ações de visibilidade para sua estratégia de trade marketing com o curso de Marketing Digital da Plataforma Solution!

5 atitudes que vão fazer a empresa crescer

Fazer a empresa crescer é um desafio em um mercado saturado em vários segmentos. Existem estratégias que podem ser adotadas para aumentar o engajamento da organização e fazê-la crescer, mas não há uma fórmula exata.

Tudo depende do segmento, do produto e das características específicas da sua empresa. No entanto, as organizações que decolam no mercado têm algumas características em comum. Veja cinco atitudes que vão te ajudar com isso!

Diferencial

O primeiro passo para fazer a empresa crescer é descobrir qual é o diferencial de mercado dela. Se existe uma concorrência muito grande no segmento, é preciso buscar uma resposta: o que faria os clientes optarem pelo seu produto ou serviço, e não pelos outros disponíveis?

Para fazer isso, reúna as pessoas responsáveis pela gestão e comece a listar os valores da marca, os objetivos e, por fim, o que a diferencia das demais. Vale lembrar que a qualidade do produto não é considerada diferencial, é obrigação de toda marca – mesmo nos casos em que a concorrência não tem.

Se não encontrar nada de muito relevante, essa é a hora de buscar as necessidades do mercado no segmento que a empresa atua. Assim, por meio delas, você conseguirá encontrar o diferencial que seu produto ou serviço deverá ter.

Parcerias

Essa dica é interessante para empresas que precisam crescer, mas não têm muito capital para investir. Fazer parcerias é um caminho interessante. Especialmente para as organizações que buscam internacionalizar seus produtos, é uma maneira de começar em um mercado ainda desconhecido.

Um exemplo clássico é a empresa de chocolates Hershey’s, que conseguiu trazer seus produtos para o Brasil e criar um nome aqui após uma parceria com a Bauducco. A empreitada antes tinha sido feita sem uma parceria e não deu tão certo.

Em alguns casos, a estratégia de parcerias pode não ser a melhor opção, tudo depende do segmento. Já em outros, pode ser a chave para fazer a empresa crescer.

Digitalize

Não é novidade que estamos na era digital, por isso, se sua empresa ainda não está na internet, já é um atraso. Busque uma pessoa especializada em marketing para fazer uma análise do segmento e entender a melhor forma de atuar no ambiente digital.

Caso a empresa já tenha um site e perfis em redes sociais, procure aprimorar sempre e seguir as tendências de mercado. Uma boa dica é ter um padrão de acordo com uma campanha de marketing – que deverá ser elaborada conforme as necessidades do mercado.

Existem várias alternativas de interação digital e nem sempre todas vão se encaixar na sua estratégia, mas é interessante conhecê-las. Um bom estudo de como as empresas atuam na internet é essencial para fazer a empresa crescer.

Estrutura horizontal

As maiores empresas do mundo têm essa característica em comum: a horizontalização da gestão. Isso quer dizer diminuir os níveis hierárquicos e permitir que todos opinem em decisões e contribuam com ideias que geram inovação.

Toda mudança começa de dentro, não adianta firmar parcerias, ter um diferencial e estar na internet se a sua estrutura interna não é eficaz. Fazer a empresa crescer pede inovação. Uma boa maneira de trazer isso é permitir a participação de todos.

É claro, a estrutura horizontal não vai acontecer de um dia para outro: é preciso fazer uma mudança suave, principalmente se sua empresa tem a hierarquia muito bem definida.

Capital humano

Como um complemento da horizontalização da estrutura organizacional, a valorização do capital humano é importante. Isso quer dizer ter a preocupação com o bem-estar dos colaboradores, entender seus anseios e necessidades.

Isso porque quem faz a empresa são justamente os funcionários. Eles devem estar satisfeitos profissionalmente para conseguirem contribuir da melhor forma para o crescimento da organização.

Pensar em um processo de seleção humanizado, benefícios compatíveis com o mercado e com a função que exercem, plano de carreira e incentivo à qualificação são algumas das atitudes interessantes de aderir.

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LinkedIn atrativo: encontre oportunidades com a rede

Para muitos, apenas uma rede social profissional e, para outros, um ambiente de oportunidades. Ter um LinkedIn atrativo é muito mais do que estar atualizado e com várias conexões. Dependendo de como se usa a rede, é possível alcançar boas oportunidades para a carreira.

Uma foto adequada, currículo profissional detalhado, recomendações positivas de trabalhos antigos, artigos de autoria própria e conexões estratégicas são itens importantes a se considerar no seu perfil.

Apesar de tudo isso, vale uma atenção especial para deixar o seu currículo online ainda mais caprichado. O blog da Plataforma Solution separou alguns passos para deixar seu LinkedIn atrativo e ainda captar boas oportunidades com o perfil. Que saber quais? Continue lendo 😉

Sua foto é um convite

Ela vai confirmar que você é você mesmo, ainda mais para conexões que te conhecem pessoalmente. Para desconhecidos, é uma ótima forma de diferenciar o seu rosto de pessoas com nomes parecidos.

Aliás, um perfil sem foto é apenas um dos erros a ser evitado. O outro é a escolha da imagem. Ela não pode ser tão descontraída como as que são usadas em Facebook, Instagram ou WhatsApp.

Para um LinkedIn atrativo, o ideal é uma foto profissional (sorrindo ou não), que mostre como você se apresenta em uma empresa. Lembre-se que os headhunter e recrutadores que buscam perfis pelo LinkedIn não precisam topar com uma foto de festa ou férias na praia.

Habilidades escancaradas

Esqueça a modéstia. A aba de habilidades deve ser usada a seu favor, inclusive para melhorar a força do perfil. Nela devem estar ao menos cinco aptidões verdadeiramente boas. Além disso, permita que suas conexões te recomendem por elas.

Para quem se pergunta sobre a importância dessa seção em um LinkedIn atrativo, basta se lembrar de um currículo de papel: o que está listado nele que pode chamar a atenção de recrutadores?

Listar as habilidades é fundamental para melhorar a relevância do perfil na rede social. Entretanto, é interessante não colocar informações desnecessárias. Apresente o que realmente fizer diferença na sua carreira, dentro do seu nicho de atuação.

Como você se resume?

A primeira informação que as pessoas verão, logo após a sua foto, é o headline. Nesse pequeno texto as conexões terão oportunidade de descobrir quem realmente é o dono do perfil.

Não é uma obrigação preencher esse campo, uma vez que o próprio LinkedIn adiciona informações caso ele esteja vazio. Entretanto, é a melhor chance de se mostrar para possíveis conexões e contratantes.

Para utilizá-lo da melhor forma, faça uma breve apresentação. Mostre seus interesses profissionais, descreva sua área de atuação, suas motivações e, por fim, coloque suas informações de contato, podendo ser o seu e-mail mais acessado. Não deixe de incluir também palavras-chave, que farão seu perfil ser encontrado mais facilmente.  

Se exponha profissionalmente

Essa vai agradar a quem possui ampla experiência no mercado de trabalho. Se no currículo impresso temos um limite de duas páginas de apresentação, um LinkedIn atrativo exige mais. Todas as passagens por empresas deverão ser expostas.

Isso significa não somente colocar o ano, nome da empresa e cargo desempenhado. Quanto mais detalhes, melhor. Então vale apresentar tarefas realizadas, projetos e atividades desenvolvidas na função. Toda informação de qualificação será importante, desde que apresentada de forma detalhada.

Além disso, é legal priorizar o que pode fazer diferença para um avaliador e puxar tópicos que vão chamar a atenção de profissionais da área que buscam por novas conexões para networking. Ah, aqui é interessante incluir também as palavras-chave.

Bônus: erros para se evitar

Assim como existem coisas essenciais, outras podem ser dispensáveis na hora de melhorar o seu perfil. Para deixar o LinkedIn atrativo, fuja das seguintes gafes:

  • Inserir frases como “buscando recolocação”, “disponível para o mercado” ou similares. O LinkedIn possui uma funcionalidade que pode ser habilitada para deixar o perfil disponível para recrutadores;
  • Publicar informações muito pessoais, como relacionamentos, fotos e declarações não profissionais;
  • Curtir todas as publicações, adicionar pessoas sem critérios e enviar a mesma mensagem para inúmeros contatos podem tornar o perfil spammer e queimar a imagem engajada que se deseja passar;
  • Adicionar suas conexões fora do LinkedIn (em Instagram, Twitter e Facebook), sem ao menos ter uma relação próxima. A prática pode ser considerada bastante invasiva e, por questões éticas, deve ser evitada.

Seu LinkedIn é atrativo? Que tal começar a atualizá-lo agora?

Leia também 7 dicas para montar um currículo bem-feito

Big Data no agronegócio: 5 benefícios da tecnologia no campo

O gerenciamento de dados já é considerado a chave para o sucesso das empresas. Por isso, a aplicação do Big Data no agronegócio chama a atenção dos jovens e futuros profissionais e consiste em práticas de otimização dos processos de plantio, cultivo e colheita.

Mais do que conforto e praticidade, a automação do agronegócio é uma necessidade e deve começar desde o produtor. A ideia é empregar as informações obtidas por meio de ferramentas tecnológicas para aumentar a produção.

O conceito do Big Data está na enorme quantidade de dados gerados a cada segundo, no mundo todo. São centenas de milhares de informações que podem ser determinantes para superar metas corporativas e solucionar demandas.

A aplicação dessa tecnologia na captura e na interpretação correta das informações aumenta a vantagem competitiva dos negócios, já que, além de auxiliar o crescimento da produtividade, também diminui os custos.

Com informações detalhadas é possível trabalhar a produção com mais precisão e especificidade, aplicando energia na atividade certa. Consequentemente, os resultados são melhores e mais certeiros.

Pensando nisso, separamos cinco benefícios do Big Data no agronegócio e como sua utilização pode ajudar no desenvolvimento da agricultura digital e de precisão.

Monitoramento e análise em tempo real

O agrupamento dos dados sobre agronegócio pode auxiliar desde o pequeno produtor até as grandes empresas. Algumas informações podem ser obtidas em tempo real, por meio de drones que enviam imagens ao vivo de controle das lavouras.

Alguns sensores e softwares, por exemplo, podem auxiliar na otimização da taxa de aplicação de produtos químicos e seleção de melhor área de plantio.

Outros dados também podem ser alcançados em pouco segundos com a aplicação das técnicas de Big Data no agronegócio, como fertilidade e umidade do solo e fatores climáticos, como precipitação, temperatura, velocidade dos ventos entre outros.

Fortalecimento da produtividade

Uma das vantagens diretas do Big Data no agronegócio é a possibilidade de tomar decisões diferentes e mais eficientes, com base em algoritmos. Esses dados mais precisos são coletados via sensores instalados diretamente nos campos.

A partir disso, é possível utilizar de forma mais otimizada os hectares e sementes, por exemplo. Assim, há crescimento da produtividade da lavoura e redução dos impactos ambientais, abrindo espaço para negócios mais sustentáveis.

Métricas mais precisas

As facilidades proporcionadas pelas práticas de Big Data no agronegócio servem, também, para determinar especificamente quais métricas e indicadores são relevantes para o produtor ou empresa.

Assim, pode-se definir quais números acompanhar para que seja alcançada maior relevância no setor. As decisões baseadas em critérios de alta precisão utilizam a inteligência de dados em grande escala para melhorar os resultados no campo e na indústria e reduzir desperdícios.

Crescimento da sustentabilidade

O agronegócio brasileiro utiliza mais de 70% de toda a água disponível no país, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), e o Big Data pode se tornar um importante aliado na redução desse gasto.

É possível manter a alta produtividade e os bons resultados economizando recursos e, consequentemente, dinheiro. Alguns sensores medem a umidade do solo e analisam as raízes das plantas para identificar a real necessidade de irrigação.

Investir é economizar

Muito se engana quem pensa que investir em Big Data no agronegócio é um gasto com uma tendência passageira. Mas não vale investir na novidade só porque é novidade. Troque o famoso “instinto” pela análise lógica e comprovada.

As inovações, aliadas ao direcionamento estratégico, trazem melhores resultados e, a longo prazo, reduzem os custos. Isso porque planejamento e gestão podem parecer um alto investimento, mas a desatualização abre espaço para a concorrência.

Gostou de saber mais sobre a aplicação do Big Data no agronegócio? Deixe suas impressões nos comentários.

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9 ações de marketing digital para aplicar na sua empresa

Aplicar ações de marketing digital em uma empresa requer conhecimento e uma estratégia bem planejada. É possível investir nesse quesito em várias frentes e, assim, conseguir fazer com que os clientes cheguem até o produto.

No entanto, há certa dificuldade em saber o que exatamente pode ser feito. Por isso, confira abaixo uma lista com 9 ações de marketing digital para aplicar na sua empresa.

Ter um planejamento

O primeiro passo para aplicar o marketing digital na sua empresa é reunir a equipe responsável por esse setor e fazer uma reunião de planejamento. É preciso definir uma estratégia a ser seguida pelo período da campanha – que também deverá ser pensada nessa reunião.

O momento do planejamento é o ideal para apontar as tendências da área e o que os concorrentes tem feito. Depois de um conceito, basta definir quais tipos de ações de marketing digital se encaixam na proposta e no produto.

Investir em um bom site

Atualmente, se um cliente ouve falar da sua marca a primeira coisa que ele tende a fazer é buscar no Google. Se não encontrar um bom site, com layout atrativo e carregamento rápido, a tendência de ele ainda querer seu produto é mínima.

Isso porque a opinião dos clientes é muito baseada no que é encontrado no digital. Se a marca não tem um site, ela não existe. E esse site também deve estar de acordo com o conceito da marca, a campanha de marketing e o tipo de produto que ela entrega.

Impulsionar o conteúdo

Uma boa maneira de atingir o público a quem se destina seu produto é impulsionar anúncios no Google e nas redes sociais. É um investimento importante, principalmente para quem está começando no mercado.

No entanto, mesmo para as marcas já consolidadas, é preciso manter a atenção nesse tópico para não perder mercado. O ideal para esse tipo de estratégia é conhecer bem a plataforma com a qual se quer trabalhar.

Ter um blog

Um diferencial das marcas mais conceituadas do mercado é entregar conteúdo de qualidade a seus clientes. Uma das ações de marketing digital que dá muito retorno é a criação de um blog dentro do site com conteúdos otimizados para serem encontrados nos principais buscadores.

Imagine que alguém procura por “como tirar mancha de café da roupa” e você, que nesse exemplo pode ser uma empresa de sabão em pó e alvejante, tem um tutorial no blog explicando exatamente isso. Essa é uma estratégia para atrair e converter os clientes.

Tráfego

Monitorar o tráfego do site e das redes sociais da sua empresa é essencial para conseguir aprimorar cada vez mais a estratégia. É preciso saber por onde os clientes chegam até você e se foi de forma orgânica ou por meio de anúncios.

Além disso, também é fundamental entender quem é seu cliente. Por meio das ferramentas de monitoramento de tráfego, é possível saber os dados mais relevantes de quem acesa seu site, ou seja, se seu público é composto majoritariamente por homens ou mulheres e quais as idades deles.

É relevante para conseguir direcionar as estratégias para atingir esse tipo de público e aumentar cada vez mais o tráfego do site e das redes e, por consequência, converter mais pessoas.

E-mail marketing

Os e-mails marketing não são para todo tipo de produto. O ideal é fazer um estudo para saber se essa é uma das ações de marketing digital ideal para sua marca.

Resumidamente, para conseguir aplicar essa estratégia é preciso conseguir uma base de e-mails. Isso geralmente é captado por meio de formulários no próprio site da empresa. Assim, você conseguirá enviar informações relevantes dos produtos e conteúdos do nicho em que atua para quem já se interessa por isso.

Jornada do cliente

Acompanhar a jornada do cliente até seu produto ou serviço é essencial para todos os nichos. É preciso saber o que faz com que cheguem até você e qual é o fator decisório para fecharem a compra.

Assim, da mesma maneira que com o monitoramento do tráfego, você consegue fazer um marketing direcionado e atingir quem já tem interesse no seu produto. Além disso, trabalhar a jornada do cliente é fazer com que a compra seja uma experiência – e isso é um fator muito valorizado atualmente.

Atenção à concorrência

É preciso se manter atento ao que os concorrentes fazem para saber quais são as tendências do mercado para seu produto. Acompanhe as redes sociais e todo tipo de conteúdo publicado por quem tem o mesmo tipo de produto que sua empresa.

Assim, você conseguirá entender o que é feito e aplicará as ações de marketing digital com eficácia.

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