Conheça as principais modalidades de seguro rural

O cenário brasileiro ainda é pouco desenvolvido quando falamos de modalidades de seguro rural. Contudo, o setor é muito suscetível a riscos, por isso essa opção de garantia é uma forma de manter a atividade financeiramente estável.

Eventos naturais diversos, ligados ao clima e pragas, por exemplo, são responsáveis pela exposição do setor rural a ameaças financeiras. Tudo isso fez com que o governo brasileiro incentivasse esse tipo de seguro por meio de legislação.

Quer saber mais? Então confira as principais modalidades de seguro rural, detalhadas por Lucas Magro Koren, membro do Geser (Grupo de Estudos em Gestão de Seguros e Riscos da Esalq/USP).

Seguro agrícola

Para se blindar dos eventos adversos, Koren cita o seguro agrícola como modalidade destinada às perdas na atividade rural. “A justificativa para essas perdas podem variar, assim como o Limite Máximo de Indenização (LMI)”, explica.

O LMI pode seguir diferentes métricas, elencadas por Koren:

  • Seguro de custeio: LMI calculado com base no valor desembolsado ao custeio da lavoura assegurada;
  • Seguro de produção (produtividade e preço): LMI calculado com base na promessa de produtividade na área assegurada multiplicada por um preço estabelecido no momento da contratação da apólice;
  • Seguro de faturamento ou receita: LMI calculado com base no faturamento a ser obtido com a produção, considerando a produtividade estimada e o preço do produto no mercado futuro.

Seguros patrimoniais rurais

O patrimônio do produtor rural está em constante exposição às inúmeras formas de depreciação e perda. Por isso, como ele é utilizado durante todo o processo produtivo da área, é importante garantir, em caso de alguma fatalidade, a reposição dos bens e manter a continuidade da exploração agrícola.

Koren divide essa modalidade de seguros rurais em duas categorias. “As duas opções são destinadas ao patrimônio em si, como máquinas e implementos e construções rurais. A diferença está nos produtos armazenados”, destaca.

  • Seguro de penhor rural: voltado ao patrimônio agrícola e produtos armazenados vinculados como garantia de operação de crédito rural;
  • Seguro de benfeitorias e produtos agropecuários: voltado ao patrimônio agrícola e produtos armazenados que não estejam vinculados como garantia de operação de crédito rural.

Seguro de vida do produtor rural

Uma das modalidades de seguro rural está relacionada ao produtor rural. Koren justifica que ele é o responsável por conseguir crédito para custeio ou investimento da atividade agrícola.

“Por isso, em caso de morte ou invalidez, o produtor rural garante, com essa modalidade, a liquidez de suas dívidas, proporcionando mais tranquilidade e segurança para sua família”, ressalta. 

Bônus: outras opções

Outras modalidades de seguro rural são menos conhecidas, mas também podem ser utilizadas no agronegócio.

  • Seguro pecuário: cobre danos diretos e indiretos aos animais destinados ao consumo, produção, trabalhos destinados à sela, trabalhos por tração, transporte e reprodução (incremento de planteis – animais reservados exclusivamente para procriação);
  • Seguro aquícola: indeniza morte e demais riscos inerentes a animais aquáticos, como peixes e crustáceos;
  • Seguro de florestas: paga indenização sobre riscos em florestas em formação ou formadas, em perdas decorrentes de incêndio, eventos biológicos e meteorológicos;
  • Seguro de Cédula de Produtor Rural (CPR): garante ao segurado o pagamento de indenização em caso de não cumprimento comprovado, por parte do produtor rural, das obrigações estabelecidas na CPR.

Legislação

Pela deficiência do mercado nessa área, Koren explica que o governo brasileiro criou o Programa de Subvenção ao PSR (Prêmio do Seguro Rural) e passou a conceder subsídio econômica ao prêmio (valor) das modalidades de seguro rural.

Isso significa que a lei 10.823 de 2003 facilitou a contratação de apólices para o produtor rural, já que o Governo Federal arca com uma parcela dos custos do contrato.

A responsabilidade pela formulação e execução do programa é do Deger/Spa (Departamento de Gestão de Risco Rural da Secretaria de Política Agrícola), do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Leia também: Big Data no agronegócio: 5 benefícios da tecnologia no campo.

O infarto fulminante de empresas sedentárias

Estou longe de ser um esportista profissional, o máximo que já ganhei foi um interclasses na época de colégio e alguns torneios de futebol de society disputados de fim de semana. Além do futebol, gosto de correr e pedalar no fim de semana e recentemente comecei a brincar de jogar tênis com os colegas do trabalho. Talvez possa parecer falta de foco praticar diferente modalidades, respeito essa opinião…, mas, o fato é que o lance para mim está em movimentar o corpo e liberar o hormônio do prazer, a endorfina.

 Que atividade física traz benefícios para a saúde nós já sabemos. Mas quais benefícios indiretos podemos desenvolver ou ainda levar para dentro das empresas que trabalhamos? O primeiro ganho que considero é a DETERMINAÇÃO, acordar as 5h – 5h30 da manhã para treinar, ou mesmo competir, convenhamos que não é uma tarefa trivial. Assim, quando você sente prazer naquilo que faz, o frio e a chuva deixam de ser obstáculos e você alcança seu objetivo. Os líderes nas empresas devem buscar conhecer o que deixa seus liderados com essa “vontade de fazer”.

Quando temos outras atividades extras no trabalho, como uma atividade física regular, passamos também a preocuparmos com outras coisas como: treino, competição, disciplina alimentar entre outros. Assim, o convívio com outras pessoas aumenta, melhora e eventualmente pode gerar oportunidade de negócios, e assim vai… Tais fatores contribuem para diminuir o estresse no ambiente de trabalho e você passa a otimizar melhor a sua jornada no tempo em que está na empresa. Podemos traduzir este benefício da atividade física como GESTÃO DO TEMPO.

Uma das coisas que eu mais admiro nos esportes é o TRABALHO EM EQUIPE. Sim, temos várias competições com disputa é individual. No entanto, existe um staff nos bastidores e normalmente uma equipe grande. Não se faz um campeão sozinho. Nas demais competições, impera o termo equipe, embora alguns “Neymares” (eu admiro o talento que ele tem como jogador) ainda acreditam que o individual pode superar o coletivo. Não é raro encontrarmos esse tipo de pensamento dentro das empresas.

Outro sentimento que admiro muito, principalmente em corridas de rua que tenho participado, é a SOLIDARIEDADE dos atletas. Vejo constantemente a preocupação entre os participantes. Concordo que não é um ambiente de competição extrema, mas me comove e tento levar para o ambiente de trabalho. Nas empresas, apesar de nos depararmos com um ambiente competitivo, o altruísmo com certeza também tem espaço e, melhor ainda, proporciona melhorias para os cofres da empresa, pois em um ambiente colaborativo os processos tendem a ser mais eficientes.

Entrando um pouco no ramo da Psicologia Positiva, um fundamental elemento (não sei se assim posso dizer), chegamos ao chamado PROPÓSITO, aquilo que permite você encontrar a sua FELICIDADE. Ou seja, está relacionado ao prazer, às relações positivas, aos bons momentos, a servir a algo que você acredita ser maior do que você. Esses fatores sem dúvida tornam o atleta mais focado, determinado a atingir seus objetivos e encarar os desafios que surgirem no caminho. Assim deveria ser nas empresas, ou assim é em algumas empresas que apresentam bons resultados financeiros. Por isso, conheça as pessoas que trabalham na sua empresa e o que as deixam felizes. Será que o propósito das pessoas está alinhado ao da empresa?

Poderíamos descrever várias outras características em comum para os atletas e as pessoas dentro da pirâmide empresarial, mas encerro com aquele que tem um potencial de transformação muito grande: TREINAMENTO. Recentemente, acompanhamos a conquista de Rafael Nadal (tenista espanhol, 33 anos) do US OPEN, após quase cinco horas de jogo hoje ele é o segundo melhor tenista no ranking mundial – mas, já foi o número um por muito tempo. Lendo algumas matérias sobre a sua biografia, vi o quanto o cara se dedica aos treinamentos, os quais são quase insanos, em ambientes adversos para chegar nos jogos e ter um ambiente de competição mais tranquilo. Nas empresas é comum selecionar, recrutar e cobrar… O que temos feito para capacitar e aproveitar ao máximo o potencial intelectual, comportamental e social das pessoas que estão jogando no nosso time?

O Ministério da Saúde adverte: consulte um médico especialista antes de iniciar uma vida mais ativa nos esportes, pois a atividade física exigirá muito do sistema cardiorrespiratório. O Sebrae também adverte: um a cada quatro empresas fecha antes de completar dois anos no mercado, por falta de gestão com as pessoas, planejamento financeiro e estratégia.

Glauber dos Santos é formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com pós-graduação pela Esalq/USP. Possui experiência no desenvolvimento de treinamentos corporativos in company e atua com Customer Sucess, propondo soluções para levar os resultados que os clientes esperam.

Como usar o Python para análise de dados?

Criada para produzir códigos de maneira rápida, a linguagem de programação Python é uma cartada na análise de dados. Até mesmo para quem não tem um conhecimento aprofundado, a ferramenta apresenta resultados interessantes na hora de realizar essa tarefa.

Um dos pontos importantes para colocar em prática antes de iniciar uma análise de dados é identificar quais questões deverão ser resolvidas. Com respostas mais claras para iniciar o trabalho, o próximo passo é construir um projeto que possa incluir o uso do Python.

Por conta do grande suporte que recebe da comunidade científica, essa linguagem se tornou uma das mais populares. “Ela pode ser considerada uma das mais fáceis de aprender, sendo muito intuitiva e mais simples de usar e manter”, observa Lucas Guerreiro, doutorando em Ciências da Computação e Matemática Computacional e pesquisador em IA (Inteligência Artificial) do Pecege.

Adotando o Python

Essa linguagem de programação pode ser aplicada em todas as fases da análise de dados, já que ela é bem robusta para programação em geral e tem muitas bibliotecas de apoio, como a própria exploração e a visualização de dados.

Segundo Guerreiro, o Python não precisa ser usado como linguagem única e sim combinada com outras. Entretanto, por ser completo é, em geral, empregado sozinho na análise de dados.

Para resumir o processo de análise de dados, ele cita 5 passos:

  1. Definir questões: antes de começar a fazer uma análise ou coletar dados, é importante ter em mente quais perguntas pretende resolver com essa tarefa. Também deve-se saber as limitações das perguntas e como obter os dados.
  2. Medir resultados: com base nas perguntas da análise, deve-se saber quais resultados serão medidos e como serão apurados. Tendo esse objetivo claro, é possível direcionar melhor o programa para atender as expectativas.
  3. Coleta de dados: sabendo o que está buscando e como medir, pode-se obter os dados e organizá-los. Nessa etapa também cabe avaliar se todos os dados serão de novas bases ou se cabe fazer uso de bases existentes para encorpar os dados.
  4. Análise de dados: somente nesse momento podemos passar a trabalhar com os dados de fato – a partir dos dados coletados na etapa anterior e sempre com o objetivo de responder as perguntas iniciais da análise. Interessante também fazer uso de gráficos nessa etapa para melhorar a visualização dos resultados e entender se a análise está atendendo o objetivo inicial.
  5. Interpretação dos resultados: Concluída a análise, ela pode não responder detalhadamente a questão ou trazer insights que evidenciem algo prático. Para isso é importante a interpretação dos resultados, podendo provar, desmistificar as perguntas iniciais ou até originar novos questionamentos, podendo-se repetir o processo até atingir o objetivo da análise.

Bibliotecas para análise de dados

As bibliotecas auxiliam no desenvolvimento de determinadas tarefas. Elas são partes de códigos, prontas para uso e que facilitam muito o processo de análise de dados.  

É possível utilizar bibliotecas independentes ou em conjunto. Algumas das mais utilizadas em análise de dados são: Numpy, Pandas, Matplotlib e Scipy.

Guerreiro explica que Numpy é muito empregada no processamento de matrizes e operações científicas complexas. Já a Pandas é uma biblioteca que oferece facilidades no uso de estruturas complexas, fornecendo uma estrutura de dados específica para análise. Além disso, traz diversos data sets prontos para uso.

Na Matplotlib, uma das melhores para visualização de dados, é possível criar gráficos de forma simplificada, para entender o significado dos dados ou os resultados encontrados. Por fim, a Scipy integra algumas ferramentas estatísticas e de otimização, que facilitam cálculos complexos.

“O uso de bibliotecas é essencial para realizar as mais diversas tarefas em análise de dados e encurtam processos que demandariam a construção ‘do zero’ de códigos para um programa”, finaliza o pesquisador.

Conheça também os motivos para aprender essa linguagem de programação!

5 dicas para construir uma estratégia de BI

Construir uma estratégia de BI (Business Intelligence ou Inteligência de Mercado) é essencial para o crescimento de empresas. A prática aumenta a vantagem competitiva e deve unir tecnologia e equipes alinhadas, que garantem o desenvolvimento adequado dos processos.

O BI é responsável por avaliar como a empresa está colocada no mercado e traçar objetivos para que as metas sejam atingidas, a partir da análise de dados. Esse processo envolve uma grande carga de informações que, sem uma boa estratégia definida, podem ficar obsoletos.

De olho nesses desafios, o Blog Next conversou com João Blasco, economista, gestor de BI do Pecege e sócio da WBGI (empresa voltada para o crescimento de startups), que separou cinco dicas para você construir uma estratégia de BI. Confira!

De olho nas novas tecnologias

A análise de dados é um mercado promissor, mas também exigente. Inteligência analítica e domínio de ferramentas não são mais diferenciais. Blasco explica que é preciso, também, estar atento às mudanças tecnológicas e como elas impactam diretamente na produção de dados.

“O que se tem visto nesta última década é um esforço maior na produção de dados, muitas vezes até pouco relevantes ao negócio, mas que estão à disposição do analista”, comenta o economista.

Com isso, as bases de informações cresceram horizontal e verticalmente. Novas colunas e linhas exigem novas plataformas de análise e bases mais robustas para construir uma estratégia de BI.

A dica de Blasco é alinhar a evolução dos negócios com a incorporação de novas plataformas e tecnologias. “Seja por Excel, Python, R, Power BI, Tableau ou qualquer outra plataforma, o analista ou gestor de BI deve estar preparado para a atual dimensão do negócio.”

Defina os principais dados de análise

Cada negócio possui suas particularidades. “Avaliar uma empresa de aviação é diametralmente diferente de avaliar uma fintech (startups que inovam e otimizam os sistemas financeiros)”, exemplifica. 

Mesmo empresas de setores similares demandam produção personalizada de dados e relatórios. São diversas particularidades de ordem numérica, jurídica, contábil e financeira, além de informações específicas de cada departamento da empresa.

Para priorizar os dados de análise, a sugestão de Blasco é definir setorialmente quais são as principais informações a serem analisadas e qual a periodicidade dessa análise. A segunda etapa é avaliar quais dados podem ser unificados em uma métrica mais sólida. Unificados, eles tendem a ser mais completos.

“Por exemplo, numa instituição educacional uma área é responsável pelos números de entrada e saída de alunos. Outra área é responsável pelo financeiro. As duas possuem dados diversos, mas a unificação permite avaliar indicadores como custo por aluno, receita por aluno, impacto financeiro de desistências entre outros”, esclarece Blasco.

Monitore em tempo real

Para construir uma estratégia de BI, é importante que os dados estejam disponíveis e prontos para o uso de quem precisar analisar. Por isso, o cenário ideal é que as informações estejam acessíveis instantaneamente, com algoritmos equalizando os dados para relatórios imediatos.

“Durante muito tempo, esse monitoramento em tempo real foi uma exigência apenas para médios e grandes negócios. Contudo, com a entrada de novas empresas no mercado, as tomadas de decisões rápidas e data-driven (orientadas pelos dados) são exigidas com mais frequência”, comenta. 

Essa característica pode, muitas vezes, ser o diferencial entre uma startup com modelo de negócios escalável e outra que não consegue alcançar os clientes.

Integre a equipe de BI a outros setores

Ter uma equipe de BI é algo inovador e que viabiliza bons resultados à empresa. Mas essa é só a primeira etapa. Cada setor e subsetor da empresa dependem de informações, análises e resultados diferentes.

Uma boa prática é direcionar um colaborador de cada equipe para ser responsável pelo levantamento e análise de informações do seu setor. Este profissional é parte de um grupo mais amplo de analistas de dados. Com isso, o BI se torna uma equipe transversal dentro do negócio.

“Essa transversalidade permite uma análise mais ampla, direcionada e complementar do negócio. Porém, para isso, a empresa precisa desenvolver uma mentalidade integradora, em que as equipes tenham maturidade suficiente para compartilhar os resultados”, completa Blasco.

Padronize dados e relatórios

O ponto que diferencia uma análise profissional das demais é o layout e design dos relatórios. “Dentro da escala de tempo que se gasta com BI, a maioria dos analistas gasta mais tempo com a limpeza da base de dados. Em segundo lugar, com a análise dos dados. E, por último, com a montagem e layout do relatório”, define.

Por mais exaustiva que essa tarefa possa parecer, ao construir uma estratégia de BI, ela é a principal forma de contar a quem estiver avaliando seu relatório a história que os dados disseram durante a análise.

“Por isso, vale muito a pena se esforçar para fazer uma apresentação concisa, prática e bonita. Caso este não seja muito o seu forte, é importante poder contar com alguém na equipe que possua essa habilidade”, conclui Blasco.

Leia também Entenda como usar o BI nas estratégias de marketing.

Lei da tripla convergência: o segredo do sucesso?

Qual é o segredo do sucesso? O que fazer para ser feliz e bem-sucedido financeiramente? Essas são perguntas comuns a muitas pessoas, mas que seguem sem resposta. Não há uma fórmula mágica, que fique claro, mas a Lei da Tripla Convergência pode ser um “empurrãozinho”.

Para entender, esse conceito vem do livro “O óbvio que ignoramos”, de Jacob Petry. O autor diz que, para chegar ao sucesso, o ideal é procurar algo que se encaixe no tripé “paixão – talento – renda”. Não adianta investir tempo em atividades que são pontos fracos.

Petry diz que o ideal é se dedicar àquilo que já é um talento natural – e não tentar focar somente naquilo que traz dificuldades. Por isso, juntar o talento à paixão trará resultados financeiros no final das contas.

Um exemplo: imagine que na escola um aluno é muito bom em biologia, se sente estimulado, desafiado e gosta de estudar essa disciplina. Português, contudo, é exatamente o contrário. Não há muito estímulo e nem interesse para se aprimorar, por isso as notas são baixas.

Esse aluno será incentivado a estudar mais português para conseguir atingir a média. Isso, porém, fará com que ele se dedique menos à biologia, matéria em que já tem um talento natural. Esse tipo de estímulo fará com que, ao fim do ciclo escolar, ele fique na média e não se sobressaia no que poderia.

Paixão

Pense em algo que te traz felicidade. Uma atividade ou algo com o qual você já trabalhou ou estudou. Ou, ainda, pode ser algo que imagina que te trará satisfação em executar todos os dias, repetidamente.

Esse é o item da Lei da Tripla Convergência que diz que você deve ter paixão para ter sucesso na carreira, portanto, se você trabalhar com algo que traz renda e que você é bom, mas que não te traz felicidade, não necessariamente será uma pessoa bem-sucedida.

Talento

Continuando o exercício do tópico anterior, selecione uma das coisas que te faz feliz e se pergunte, de maneira sincera, se você é realmente bom naquilo. Bom o suficiente para levar como carreira. Aquilo que é talento nato, que você aprende com facilidade desde a infância.

A Lei da Tripla Convergência diz que não basta fazer o que você gosta se você não é bom naquilo. Também é preciso procurar sempre o aprimoramento e atualização naquela atividade. O talento não é algo que você sabe e acabou. É possível, e necessário, estudar o assunto para ficar cada dia melhor e se destacar da média.

Renda

A famosa frase “faça o que você gosta e nunca mais precisará trabalhar” cai por terra quando as contas chegam. Gostar de fazer algo não sustenta uma pessoa. A Lei da Tripla Convergência vai além do ditado e diz que, além de gostar, você deve considerar se aquela atividade também tem potencial rentável.

É claro, o foco não deve ser esse, mas é preciso pensar em algo que tenha alguma demanda e possibilidade de trazer renda. A ideia aqui é fazer um trabalho que traga felicidade e no qual você seja muito bom, se destacando nele. Assim, a renda será consequência.

Tá, e agora?

Mudar repentinamente da profissão que você já trabalha para algo que se encaixe na Lei da Tripla Convergência, contudo, não é a melhor saída. Mesmo que tenha encontrado a carreira dos sonhos, em que é bom de verdade, ama e pode trazer renda, a transição deve ser feita de maneira cautelosa, aos poucos.

Você começa fazendo aquilo nas horas vagas, como um segundo trabalho ou freelancer. Depois vai preenchendo seu tempo até chegar o momento de conseguir manter seu estilo de vida somente com essa renda. A partir daí, chega o momento de largar o emprego que não te fazia bem e seguir seu sonho.

Nem tudo são flores

Muita gente pensa que sucesso profissional é sinônimo de felicidade constante, sem nenhuma frustração ao longo da carreira. No entanto, isso não é uma realidade. Gostar de uma área significa ter de executar até mesmo as tarefas mais chatas.

Ser feliz em uma profissão diz sobre conseguir passar pelos momentos desagradáveis e continuar gostando daquilo. O processo até chegar ao final tem que valer a pena. Não quer dizer amar tudo o que faz, mas sim entender que aquilo é parte do cotidiano, assim como passar pelos desafios e erros que virão.

Você já conhecia a Lei da Tripla Convergência? Comente!

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Matriz de Eisenhower: descomplique tarefas e produza mais

Você precisa de 36 horas para render e concluir seus objetivos? E se fosse possível organizar as tarefas e deixar o dia mais produtivo? Pois essa é a proposta da Matriz de Eisenhower para aqueles que querem descomplicar todas as responsabilidades.

A ferramenta nada mais é do que um filtro para visualizar melhor o que requer mais esforço diário. Por ordem de prioridade, as tarefas são organizadas para ampliar a visão do que é mais ou menos urgente.

Além de prezar pelo aumento da produtividade, a Matriz de Eisenhower esclarece como usamos o nosso tempo de forma geral. Ao final, ela leva a reflexão do que nos sobrecarrega e o que é deixado para a última hora. O resultado é a redução do estresse e o aumento da produtividade em vários sentidos.

Para começar a produzir mais e descomplicar de vez as tarefas, saiba como usar a ferramenta.

O que é importante

Geralmente confundimos coisas urgentes das coisas que não precisam de atenção no momento. Somando isso ao famoso hábito de procrastinar, as tarefas se acumulam e acabam sendo entregues de forma atropelada e em cima da hora.

A Matriz de Eisenhower é bem simples quanto a isso. Basta colocar em um papel todos as entregas e categorizar o que precisa de mais ou menos atenção. Isso deve ser feito diariamente, para ter uma visão de como serão as tarefas de um único dia.

Facilitando as coisas, basta pensar nas seguintes classificações:

  • Urgente e importante: tarefas que não podem ser ignoradas;
  • Urgente não importante: tarefas que precisam de atenção, mas não são tão relevantes;
  • Não urgente e importante: tarefas que podem ser inseridas na rotina;
  • Não urgente e nem importante: geralmente qualquer coisa que fazemos para fugir das responsabilidades, como olhar as redes sociais.

Ao separar os itens da lista, eles podem ser organizados em um quadro para melhorar a visualização. Abaixo, preparamos um exemplo de utilização das classificações.

Dividir as tarefas em quadrantes melhora a organização

Um método vantajoso

Não somente a promessa de render mais como também fazer tudo da melhor forma está na proposta da Matriz de Eisenhower. Aplicando diariamente o método, essas serão as vantagens na rotina:

  • Foco no que realmente importa;
  • Melhor percepção de quando é necessário delegar tarefas;
  • Redução do estresse;
  • Aumento da produtividade;
  • Compreensão do que precisa ser mudado;
  • Organização melhor e mais eficiente.

Refletindo o que é urgente

Apesar de simples, a Matriz de Eisenhower exige uma verdadeira reflexão do que é ou não urgente. Entender a diferença das tarefas nesse momento será o principal ponto para que a ferramenta funcione.

Importante são atividades com objetivos ou metas definidos. Um exemplo simples são relatórios ou projetos que precisam de data certa para serem entregues.

Já as urgentes têm prazo estritamente definidos, como acontece com reuniões ou inscrições. Essas tarefas podem ser delegadas a outras pessoas da equipe, caso possível, agilizando mais as entregas.

O objetivo é que a lista esteja em constante mudança. Conforme as tarefas prioritárias são finalizadas, mais espaço existe para gerenciar as que não têm tanta prioridade e, eventualmente, tirá-las da lista de afazeres.

A Matriz de Eisenhower pode ser perfeitamente combinada com outras técnicas de gerenciamento de tempo. A Pomodoro é uma delas, levando a entregas mais ágeis e altamente produtivas.

Leia também algumas dicas para evitar problemas ergonômicos por repetição.

7 dicas para começar a empreender

O mercado brasileiro é um desafio e pode assustar ainda mais quem está pensando em começar a empreender. Mesmo assim, o país vê aumentar o número de pessoas que se aventuram em ter seu próprio negócio e a tendência é que isso cresça nos próximos anos.

Ainda que educação empreendedora, gestão e planejamento não sejam tão populares nas escolas e lares do país, outros fatores do contexto atual influenciam na decisão de começar a empreender. Índices como cenário econômico instável e altas taxas de desemprego pesam nas decisões pessoais de muita gente.

Se você está nessa situação, não se preocupe. A Plataforma Solution separou sete dicas para você começar a empreender com mais confiança e clareza.

Divida suas tarefas

Uma empresa não nasce da noite para o dia. Por isso, cada etapa pode ser dividida em tarefas para serem concluídas dia após dia. Entender que o empreendedorismo é um processo é o primeiro passo para o sucesso.

Afinal, o dia só tem 24 horas. Se você estiver cansado porque a ansiedade de ter seu próprio negócio não te deixou dormir, você vai render ainda menos e pode não conseguir executar nem as tarefas mais simples.

Adeque sua realidade

Ter uma ideia criativa para o seu negócio é mais importante do que querer copiar a concorrência. Isso porque você deve adequar a sua realidade às ações e estratégias de marketing.

Uma sugestão é realizar o processo de benchmarking, uma forma de comparação saudável, que adapta as práticas positivas de outras empresas às particularidades da sua marca.

Aprenda com histórias de crescimento e lembre-se de fazer os ajustes necessários para que as ações sejam bem aproveitadas.

Equilibre o financeiro

Para começar a empreender de forma mais confortável financeiramente, defina as despesas mensais, como cronograma de pagamentos. Também tente antever as entradas de dinheiro para controlar o andamento financeiro.

Isso é conhecido como fluxo de caixa e serve de base para todas as decisões envolvendo investimentos. Cuide para manter os prazos de pagamentos e recebimentos em dia e evite desperdícios nas operações para não ficar inadimplente.

Invista em RH

O departamento de RH (Recursos Humanos) é responsável pela contratação dos funcionários. Por isso é importante que ele esteja sempre alinhado com os valores e visão da empresa.

O funcionário certo na função adequada é um diferencial para o crescimento rápido da empresa. A ideia é investir em políticas diferenciadas de RH, que vão além da folha de pagamento, contratações e demissões.

Procure o diferencial nos funcionários. Fazer um “leilão de salários” e contratar o mais barato pode ser uma economia ruim, que pode apresentar baixa produtividade com o tempo.

Não se esqueça do objetivo

Toda empresa tem um objetivo comum: lucrar. Mesmo as menores empresas não podem perder de vista esse objetivo. Assim, é necessário que os meios estejam de acordo com essa finalidade.

Para isso, reformule procedimentos, redefina estratégias e até redistribua as funções dentro da empresa. Fique de olho nos desperdícios, seja de dinheiro, de tempo ou de talentos.

Separe CPF e CNPJ

Nas empresas pequenas, sem sócios ou individuais, é normal que o patrimônio da pessoa física se confunda com o da pessoa jurídica. Muitos proprietários, ao começar a empreender, acabam pegando dinheiro do caixa da empresa sem registro ou desconto do pró-labore.

Isso atrapalha os registros e a contabilidade da empresa e fica até difícil estabelecer se ela é rentável ou não. Outra desvantagem é que podem ocorrem problema tributários com essa confusão, já que a empresa não deve funcionar como banco de crédito dos proprietários.

Aprenda a separar a vida pessoal da profissional em outras esferas, já que o contrário – proprietários de empresas que levam trabalho para casa – também ocorre com frequência.

Fique de olho no setor fiscal

Saber exatamente o que é pago de imposto faz parte do equilíbrio financeiro de quem quer começar a empreender. Claro que sua contabilidade pode ser terceirizada, mas é preciso ter consciência daquilo que a empresa paga e isso inclui os gastos fiscais.

Muitos pequenos empresários não conhecem ou entendem direito sobre este setor. Dessa forma, acabam ficando alheios à uma importante parte da empresa.

Bônus: Satisfaça o cliente

Se o objetivo de toda empresa é lucro, os clientes são os responsáveis diretos por proporcionar renda. Clientes satisfeitos retornam e, muitas vezes, trazem outros. Contudo, um cliente insatisfeito com certeza dividirá sua experiência ruim com outras pessoas.

Por isso, quando houver uma reclamação, busque conversar com os clientes, compreender os problemas e solicitações e entender os questionamentos para resolver.

Com a marca consolidada, você pode pensar em ações para fazer a empresa crescer e investir em marketing digital.

Como evitar problemas ergonômicos por repetição no trabalho

Ficar o dia todo na mesma posição no trabalho, sentado em frente a um computador, pode trazer problemas ergonômicos por repetição. Não somente dores musculares, mas complicações de visão e postura, com consequências a longo prazo.

Por isso, é preciso pensar em soluções para tornar o dia de trabalho mais confortável e não trazer prejuízos ao corpo. Existem várias maneiras de manter o equilíbrio com pequenas ações a serem praticadas diariamente.

Confira cinco ações para evitar problemas ergonômicos por repetição no trabalho e aplique-as na sua equipe!

Ginástica laboral

A primeira desta lista é quase uma seita no universo corporativo. Alguns já imaginam alguém batendo à porta no meio da noite e dizendo “você já ouviu a palavra da ginástica laboral?”. Brincadeiras à parte, embora seja algo que muitos tentam fugir, é muito importante se exercitar.

Isso não quer dizer passar meia hora fazendo polichinelos ou abdominais. A ideia é trazer alongamentos e exercícios rápidos para fortalecer os músculos mais usados no trabalho, como punho, mãos e costas e, assim, evitar desgastes.

É importante lembrar que a maioria dos problemas ergonômicos por repetição estão relacionados a ficar o dia todo na mesma posição, executando os mesmos movimentos. Por isso, uma pausa de cinco minutos duas vezes por dia é bem-vinda.

Atenção à postura

Outro item importante para evitar problemas ergonômicos por repetição e desgastes é se atentar à postura. É normal relaxarmos durante o dia e, por isso, ficamos tortos na cadeira e com as pernas cruzadas. Mas o correto é estar com toda a extensão das costas apoiadas no encosto, os dois pés no chão, os braços apoiados na mesa e os ombros na mesma altura.

A coluna posicionada de maneira incorreta, os braços e ombros tortos e as pernas cruzadas podem ocasionar dores e problemas mais sérios no futuro. Quem já tem algum problema de postura deve procurar um ortopedista para indicar o melhor tratamento.

Mobiliário adequado

Bem se sabe que algumas vezes a postura incorreta vem de uma cadeira desconfortável, baixa ou alta demais, com encosto torto ou sem apoio de braço. O mesmo acontece com a mesa e a altura que o computador está posicionado.

É preciso que a empresa disponibilize a mobília adequada para que seus funcionários não sofram com problemas ergonômicos por repetição. Nenhuma ginástica laboral ou postura correta vai resolver o problema de um mobiliário inadequado.

Iluminação

O mesmo princípio vale para a iluminação dos aparelhos eletrônicos utilizados no dia a dia. É preciso ter uma regulagem de luz das telas. Mesmo que o mais claro signifique melhor visibilidade, balancear é a melhor opção para não ter problemas nos olhos no futuro.

Essa dica é mais importante ainda para quem já sofre da vista e utiliza óculos corretivos. O ideal é visitar sempre o oftalmologista para verificações. Além disso, investir em lentes de qualidade, com filtro de luz azul que vai dificultar a penetração das luzes digitais nos olhos. Várias marcas já fabricam esse tipo de produto.

Também é importante diminuir o tempo de uso das telas. Se não há como fazer isso no trabalho, faça em casa. Evite utilizar o celular na luminosidade máxima, especialmente no período noturno.

Descanso

Atualmente é bem comum funcionários que ficam até tarde na empresa, fazem horas extras e trabalham aos fins de semana em casa. Tudo isso para suprir a pressão dos gestores e atender toda a demanda que chega. Para alguns, isso pode parecer positivo, afinal é um funcionário dedicado, correto?

Errado. Trabalhar demais e não descansar o período necessário traz consequências para a produtividade – além de aumentar as chances de ter problemas ergonômicos por repetição e, ainda, doenças psiquiátricas.

O ideal é que o funcionário cumpra suas horas de trabalho e se dedique naquele período. As horas extras são somente em último caso, por uma demanda urgente. Se isso acontece todos os dias, não há um descanso adequado e, consequentemente, o colaborador não usa todo seu potencial.

Você já pratica alguma solução ergométrica? Comente!

Psicologia das cores: o marketing que conquista os olhos

Elas trazem vida a tudo que conhecemos e são capazes de alterar nosso humor, liberar substâncias no organismo e influenciar o cérebro em determinadas situações. É pela psicologia das cores que sabemos hoje como cada cor age sobre nós.

Essa ciência está ligada ao neuromarketing, pois compreende como o cérebro processa informações captadas pelos olhos. Nela, o objeto de estudo é a percepção das cores pelo ser humano.

O poder da gama colorida vai muito além do visual. As cores são capazes também de motivar nosso senso de compra. Isso significa que compramos ou deixamos de comprar produtos apenas pelo impacto de um olhar.

Se para o consumidor é mais fácil associar uma marca e seu conceito a uma cor, não é muito difícil imaginar como esses estudos são importantes para profissionais do marketing.

Questão de gosto?

Gostar de uma cor não é um bom quesito para investir na marca visual de uma empresa. Existe um profundo estudo sobre qual mensagem se quer passar para chegar a um espectro que conquiste clientes.

O significado das cores na área da comunicação leva em conta a percepção que cada uma traz – o que pode ser usado a favor das campanhas publicitárias. Combinada com símbolos e palavras, elas se tornam poderosas e universais no esquema da linguagem humana.

Por sermos seres extremamente visuais, as comunicações feitas para os olhos são as que mais impactam nosso modo de consumir. As sensações são imediatas, diferentemente de um texto ou áudio, em que é preciso mais esforço para interpretar a mensagem.

Tendo em mente a importância da psicologia das cores, é preciso saber usar uma comunicação que conquiste e transmita os valores da empresa, de forma clara e dinâmica.

Psicologia das cores e emoções

Na publicidade existe o princípio da persuasão. Se o cliente é conquistado logo no primeiro contato, então esse objetivo foi atingido. Para chegar a uma boa persuasão é preciso mexer com as emoções do seu público. Daí entra o trabalho das cores.

Apesar de não parecer, elas são capazes de afetar nosso emocional tanto quanto palavras e imagens. E mesmo que cada pessoa seja diferente e possua preferências, a influência da psicologia das cores é conclusiva. 

Novamente, aqui entra o lançamento de uma marca. Seus idealizadores não podem estar apegados a cores preferidas e nem escolher uma que represente a marca de forma aleatória.

Um bom projeto de identidade visual leva em questão o que a marca deseja passar e como ela irá impactar seu público. Dessa forma, quanto mais ela cresce, mais as cores escolhidas ficam agarradas ao nome da marca e ela é lembrada antes das suas concorrentes.

O que dizem as cores?

Não existe um guia correto sobre qual cor usar em determinada marca, mas a psicologia das cores desvendou o efeito de cada uma. Durante um branding, cabe a empresa fazer um estudo do que deseja passar e escolher a melhor cor, ou combinação, para isso.

Veja o significado das principais cores:

Vermelho

Frequentemente usada na indústria de alimentos, ela pode ser estimulante e vibrante, remetendo ao apetite. Por também estar ligada a sentimentos negativos, deve ser usada com cautela.

Laranja

Desperta a criatividade e costuma ser usada para transmitir confiança. Marcas voltadas ao público jovem a adotam para passar a sensação de dinamismo, energia, atividade e proximidade.

Amarelo

Normalmente é usada em conjunto com o vermelho na indústria de alimentos. Quando aparece sem outras cores, ela é associada a acolhimento, esperança, otimismo e concentração.

Verde

Pode estar relacionada a natureza, sustentabilidade, saúde, equilíbrio e harmonia. É muito explorada em logotipos de centros de saúde, produtos de limpeza e farmácias.

Azul

O azul-claro costuma lembrar higiene, frescor e tranquilidade. Já o azul-escuro é útil para passar sensação de confiança entre as marcas e os clientes.

Roxo e lilás

Elegantes, essas cores remetem nobreza e realeza, além de espiritualidade, sabedoria, calma e respeito. São muito exploradas em clínicas de estética, SPAs, produtos de beleza e negócios relacionados ao bem-estar.

Rosa

Os tons claros lembram delicadeza, inocência, romantismo e proteção, por isso estão muito presentes em brinquedos. Os tons mais escuros estão ligados à modernidade.

Marrom

É a preferida de muitas lojas gourmet e negócios que desejam mostrar organização e comprometimento. Em marcas de produtos orgânicos, passa a ideia de itens rústicos e naturais.

Branco

A neutralidade dessa cor é associada à pureza, tranquilidade e limpeza. Combinada com outras cores ela reflete harmonia e luminosidade.

Preto

Também é uma cor neutra, mas ligada aos conceitos de poder, elegância, força e mistério. Seu significado pode ser diferente dependendo da cor combinada com ela.

Cinza

É neutra e sóbria, por isso lembra responsabilidade, profissionalismo e conhecimento. Empresas da área de tecnologia utilizam a cor para mostrar modernidade e inovação.

No mundo corporativo, a psicologia das cores é usada de forma estratégica dentro do neuromarketing. Conheça o curso de neuromarketing da Plataforma Solution e aplique seu conhecimento de forma mais rápida.