O sucesso do happy hour e o Customer Success

Sextou! Talvez esta seja uma das principais palavras ditas em uma infinidade de empresas. E o que eu tenho a ver com isso? Se você está em um nível operacional e constantemente torce para chegar às 17h de sexta-feira pare, pense e reflita: eventualmente os propósitos da sua área de atuação ou mesmo os da empresa não estão alinhados com os seus propósitos. Em uma outra visão, cuidado: você poderá ficar disponível para o mercado logo, logo.

Por outro lado, se você está em uma posição de liderança, diretoria e os funcionários não vem a hora de ir embora, acenda o sinal de alerta, pois pode indicar que algo está desalinhado dentro da organização, sejam princípios e valores ou até remuneração entre outros fatores.

Observação: Os relatos acima requerem uma dose de moderação, afinal quem não gosta de encontrar os amigos para confraternizar ou mesmo pular no sofá de casa em uma sexta-feira, às 18h01?

Antes do famoso “sextou”, que tal avaliarmos como foi nossa semana e nossos objetivos realizados? Podemos dizer que o dever foi cumprido? Ou, ainda, conseguimos fazer com que o cliente alcançasse o resultado desejado através de interações com a minha empresa (Lincoln Murphy – norte-americano considerado o idealizador e a principal referência em CS (Customer Success)?

O sucesso do cliente significa trazer a centralidade no cliente. Ou seja, se o seu cliente não teve prosperidade por meio de uma solução que você vendeu, existe uma grande chance de ele desistir do seu produto/solução.

Segundo Philip Kotler, o papa do marketing, reter um cliente é 5 vezes mais barato do que conquistar um novo. Como a aquisição de um novo cliente geralmente não tem um custo baixo, a opção de focar no sucesso do cliente passa a ser uma estratégia bem interessante.

Porém não existe almoço grátis. O Customer Success é diferente de SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente). O CS tem como objetivo manter os clientes por mais tempo na base, consumindo diferentes ferramentas/soluções, consequentemente gerando mais receita.

O CS precisa fazer com que o cliente atinja os objetivos, mesmo não estando tão evidentes no primeiro momento (verdade, acredite, às vezes tem cliente que não tem claro os próprios objetivos), e conhecer, igual ou até mais, o negócio do cliente para apresentar alternativas/soluções condizentes com as reais necessidades.

A empresa como um todo deve estar atenta ao cliente e não apenas a uma pessoa ou área. Este pode ser o maior desafio da centralidade no cliente.

Em suma, a sexta-feira sempre chegará, mas o seu cliente chegou ao resultado desejado por meio de interações que teve com a sua empresa? Se a resposta for sim, nada mais justo que “sextar” com os colegas de trabalho. Afinal aquele happy hour às 18h01 da sexta-feira sempre cai bem, não é mesmo?

O Ministério da Saúde adverte: se for beber convide os amigos.

Glauber dos Santos é formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com pós-graduação pela Esalq/USP. Possui experiência no desenvolvimento de treinamentos corporativos in company e atua com Customer Success, propondo soluções para levar os resultados que os clientes esperam.

Como a motivação dos colaboradores influencia no comprometimento

Um dos grandes desafios das organizações é manter os funcionários engajados e comprometidos, com sentimento de pertencimento. E esse processo começa no recrutamento e seleção. A motivação dos colaboradores é essencial e todos precisam estar alinhados à cultura da empresa, caso contrário, dificilmente conseguirão se envolver com as atividades que desenvolvem.

Quanto maior a diferença entre os objetivos organizacionais e os objetivos individuais do colaborador, maiores os conflitos que geram desmotivação. Assim, um processo de recrutamento e seleção coerente com os valores organizacionais é fundamental.

“A motivação está diretamente ligada a dois pontos fundamentais: necessidades dos colaboradores e nível de probabilidade de que elas sejam atendidas”, afirma Denise de Moura, especialista em Gestão de Pessoas e professora dos cursos de Comportamento Organizacional e Liderança, da Plataforma Solution.

“Por exemplo, se o principal motivador de um colaborador é a possibilidade de crescimento na carreira e ele percebe que na empresa onde trabalha somente os filhos do dono são promovidos ou não há um programa de progressão, dificilmente a empresa conseguirá manter o funcionário engajado. Ou ele se acomodará com o tempo ou pedirá demissão.”

O que fazer

As empresas que querem manter seus profissionais mais talentosos precisam entender essas questões, de acordo com Denise. É importante saber quais as necessidades dos colaboradores, os fatores que os motivam e como engajá-los para que se tornem melhores profissionais a cada dia.

Toda pessoa dentro da organização tem uma necessidade diferente”, comenta. “Para algumas, um reconhecimento simbólico – como um elogio – faz toda a diferença. Para outras, feedbacks constantes são fundamentais ou uma recompensa específica”, completa.

É preciso que as organizações saibam sempre quais são as prioridades dos funcionários, mesmo em nível pessoal, para encontrar formas de incentivo que melhorem a motivação dos colaboradores.

“Para isso, as lideranças têm que conhecer suas equipes e se comunicar com cada pessoa de forma diferenciada. Grupos de alto desempenho se formam quando o líder consegue potencializar os pontos fortes de cada integrante”, reforça a professora.

Soft Skills

Uma das formas de conquistar a motivação dos colaboradores é incentivando o desenvolvimento das soft skills. De acordo com Denise, ao contrário do conhecimento técnico, comportamentos são mais difíceis de serem treinados, porque envolvem mudanças no modelo mental.

“O lema ‘As pessoas são selecionadas pelo conhecimento técnico e demitidas pelos comportamentos inadequados’ é uma verdade”, diz. No entanto, as contratações devem ser feitas pensando já na valorização da ética, integridade e honestidade – como requisitos obrigatórios.

“Algumas soft skills como resiliência, inteligência emocional, auto eficácia, resolução de conflitos e capacidade de negociação são muito valorizadas dentro das organizações. Independente do avanço das tecnologias, saber se relacionar bem com um grupo grande de pessoas, com culturas diferentes, equipes globais e equipes remotas é uma arte”.

O ser humano antes de tudo

Denise comentou ainda sobre como no futuro muitas das profissões que conhecemos hoje passarão por algum tipo de automação. “Haverá perda de muitos empregos tradicionais e outros surgirão com níveis mais altos de especialização – até porque as pessoas precisarão aprender a lidar com as novas tecnologias e com a inteligência artificial”, afirma.

A professora sinaliza que, dessa forma, os profissionais precisarão se reinventar rapidamente, mostrando inteligência emocional para lidar com as inúmeras adversidades que surgirão.

Um exemplo disso é o processo de automatização do plantio e colheita da cana de açúcar, que levou profissionais da lavoura à sala de aula para aprenderem a lidar com máquinas ou até mesmo a consertá-las. Por isso, cursos profissionalizantes têm aparecido com maior frequência.

As capacidades humanas são cada dia mais importantes e trazem mais motivação dos colaboradores. Assim, os líderes devem aprender a lidar com todos os tipos de pessoas e ambientes. “Criatividade, perfil analítico, liderança, negociação e um espírito cooperativo serão fundamentais em médio e longo prazo”, finaliza Denise.

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5 tecnologias de pecuária para ficar de olho em 2020

As empresas que estão em constante atualização já sabem que inovações como a IA (Inteligência Artificial) e a IoT (Internet of Things, ou Internet das Coisas) estão aprimorando o agronegócio. Neste contexto, as tecnologias de pecuária ficam ainda mais presentes em 2020.

Quem detalha melhor esse cenário é Thiago Bernardino, professor do curso de Pecuária de Corte da Plataforma Solution. “O setor agrícola está em plena transformação e as empresas e produtores devem se adaptar às novas dinâmicas da agropecuária para manter sua relevância no mercado”, comenta.

Pensando nisso, o professor indicou cinco tecnologias de pecuária que serão diferenciais em 2020.

Suplementação estratégica

Aumentar a produtividade e a qualidade do produto de forma sustentável é um dos desafios que a pecuária enfrenta nos últimos anos. De acordo com Bernardino, a reposta pode estar na suplementação estratégica.

“Melhorar o manejo nutricional durante todo o ano, nas diferentes épocas e etapas da vida do animal, é uma solução para elevar a produtividade do sistema”, explica o professor. “O objetivo é adaptar a genética do rebanho com ganhos de peso mais rápidos, utilizando uma alimentação de alta tecnologia.”

Aumento da IATF

Bernardino explica que a IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo) é uma das tecnologias de pecuária e ajuda na padronização e planejamento do rebanho da fazenda.

“A técnica utiliza genética de ponta e é um dos setores da pecuária que mais cresce no Brasil, com estimativa de aumento de 20% ao ano. Porém, essa prática exige certa infraestrutura para realização dos procedimentos, assim como aquisição de insumos e capacitação de mão de obra”, detalha o professor sobre o investimento nesse método.

Aplicativos de controle e gestão

O controle de gado e a gestão de informação dentro da propriedade são práticas cada vez mais recorrentes no agronegócio. Isso porque os aplicativos estão mais completos e entregando resultados de forma mais eficiente. Confira 5 aplicativos que todo profissional do agro deve conhecer.

“É fundamental, na pecuária, saber usar todas as informações coletadas da atividade, para maximizar lucros e minimizar perdas. Atualmente contamos com várias possibilidades de obter informações direto da palma da nossa mão”, comenta Bernardino.

Ultrassom animal

Mensurar com mais precisão as características dos animais é um dos objetivos das tecnologias de pecuária. O ultrassom é uma técnica viável e não invasiva de identificar, por exemplo, doenças e sexo na gestação.

O professor ainda explica. “Outro benefício de utilizar mais o ultrassom é que a prática revela, também, o índice de gordura animal, podendo ser utilizado para aprimorar a produção de carne e leite em época de avanço no mercado internacional.”

Inteligência Artificial para comercialização

Segurança e transparência nas comercializações entre produtores e frigoríficos já é uma exigência entre as duas partes. Assim, a IA pode ser usada para facilitar as relações.

“A negociação de gado pode ficar ainda mais equilibrada e confiável com o uso da das tecnologias de pecuária para análise de rebanho e preços de mercado”, explica.

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Citizen Data Science: o que é e como aplicar na sua estratégia de BI

Você já sabe que construir uma boa estratégia de BI (Business Intelligence ou Inteligência de Mercado) pode mudar o futuro da sua empresa. O Citizen Data Science (Ciência de Dados Cidadã) é uma das técnicas de BI e aproxima as informações coletadas de quem não é especialista.

Isso, no entanto, não significa que os dados são “traduzidos” automaticamente para uma linguagem mais acessível. Contar com um profissional capacitado para fazer essa interpretação é muito importante, mas sua atuação passa a ser muito mais dinâmica do que técnica.

A proposta do Citizen Data Science é transformar o complexo em simples, com a conexão entre a teoria e a prática.

Benefícios

As vantagens de aplicar o Citizen Data Science incluem informações mais completas e precisas, que servem de base para decisões mais confiáveis. É uma ótima oportunidade para consolidar os dados e entender o que eles realmente querem dizer.

A técnica ainda contribui para a integração de processos dentro da empresa, com avaliação e implementação de boas práticas que podem ser comprovadamente mais eficientes.

Acessibilidade e democratização da informação também são benefícios do Citizen Data Science, já que possibilita entendimento de profissionais de outros departamentos da empresa sem necessidade de conhecimento técnico.

Todas essas vantagens se unem em um objetivo comum e de grande relevância para a companhia: a possibilidade de pinçar o que realmente é importante e faz a diferença dentre todas as informações geradas.

Coloque em prática

O primeiro passo para começar a aplicar o Citizen Data Science é montar uma estrutura que permita essa prática. Isso inclui uma boa seleção de softwares para garantir a integração dos dados e departamentos.

O mais comum é a utilização de ferramentas do Pacote Office da Microsoft, como Excel e PowerPoint, pois são opções mais populares. O problema é que esses programas têm limitações, especialmente de compartilhamento de análises, por isso demandam mais tempo das equipes para produção de arquivos.

A prática do Citizen Data Science começa com investimento em uma plataforma mais integrada. Algumas sugestões de softwares são o Tableau ou o Power BI, da própria Microsoft.

Profissional de BI

A presença de um analista ou gestor de dados é fundamental para o Citizen Data Science. Algumas competências podem fazer a diferença, como conhecimentos em administração, finanças e contabilidade, processos e até gestão de pessoas.

Também é importante estar atualizado com as principais tecnologias de gestão de informação. Outros diferenciais são raciocínio lógico, inglês e algum conhecimento em programação.

A formação acadêmica para atuação com BI pode variar. Economia, Administração e Sistemas de Informação são algumas opções, mas a graduação não é pré-requisito para trabalhar na área ou se tornar um bom profissional.

Certificação

Uma forma viável, recomendável e com grande recepção no mercado para quem quer compreender os principais conceitos da área são as certificações e especializações. Assim, a vontade de aprender e proatividade são características indispensáveis para o profissional diretamente ligado ao Citizen Data Science.

O objetivo é ajudar a empresa a tomar a melhor decisão para ir mais longe. Por isso o profissional deve saber como aproveitar esses dados de forma positiva e indicar os melhores caminhos.

Agora que você já se familiarizou com o Citizen Data Science, que tal compartilhar esse conteúdo com sua rede de trabalho? 😉

Saiba o que é VBA no Excel e para que serve

Passar várias horas do dia na mesma planilha, executando tarefas simples e manualmente é a realidade de muitos profissionais. O tempo gasto poderia ser utilizado para aprimorar e automatizar esses dados, diminuindo a possibilidade de erros e melhorando os resultados. E é essa a proposta do VBA no Excel.

Essa ferramenta é sobre utilizar uma linguagem de programação no software para facilitar os processos. “O Visual Basic é uma linguagem criada há muitos anos. O VBA, ou seja, Visual Basic for Applications, é uma parte específica para algumas aplicações”, explica Viviane Martins, especialista no assunto, Security Consultant e idealizadora do VBA na Veia.

Funcionalidades

“Imagine que você chega todo dia na empresa, tem que importar um relatório, mas para isso precisa formatá-lo, tirar coluna, mexer nas linhas de grade e outras ações. Todos os dias a mesma coisa”, começa Viviane. “É aí que entra a automação. Por meio do gravador ou do VBA no Excel”, explica.

O gravador citado por Viviane é uma ferramenta do próprio Excel que, ao ser ativada, grava os comandos e gera uma macro – e então permite colocar um botão para executar as ações quando quiser. É uma forma de automatizar sem necessariamente mexer nos códigos – mas essa possibilidade também existe.

Caso o usuário precise alterar algum detalhe da macro, não é obrigado a gravar tudo do começo, porque ele gera automaticamente um código VBA. Basta ajustar e mudar o que precisar por meio desse código.

Com essa opção, não há necessidade de chegar todos os dias e executar uma série de ações para gerar um único relatório. Basta acionar o comando e o Excel faz automaticamente. Ou seja, o VBA pode ser uma alternativa para poupar tempo e, por consequência, aumentar a produtividade.

VBA e gravador

Talvez você esteja se perguntando “Então por que devo aprender os códigos, se o gravador dá a mesma possibilidade?” Na realidade, o gravador é, de fato, uma ferramenta muito útil, mas não é igual à programação dos códigos diretamente.

“O VBA dá mais liberdade. Basicamente é possível fazer o que você quiser. Eu consigo praticamente fazer o Excel ‘falar’. O gravador faz uma análise mais simples dos dados, um comparativo ou algo que já está pronto”, diferencia Viviane.

Em que usar

A consultora explicou que o VBA no Excel é uma ferramenta muito útil para empresas que utilizam planilhas complexas e precisam realizar algumas ações repetitivas. No entanto, isso não quer dizer que a técnica não possa ser usada também para arquivos menores e mais simples. A linguagem VBA pode facilitar planilhas de todos os tamanhos.

É ideal que empresas que utilizam o Excel para organização de dados tenham sempre um especialista em VBA para programar e simplificar o dia a dia. Assim, repetições desnecessárias poderão ser evitadas, aumentando a produtividade e otimizando o tempo.

Um novo idioma

Aprender VBA no Excel, ou em outro programa do pacote Microsoft Office, é quase como aprender uma nova língua. Fazendo esse paralelo, levamos certo tempo para compreender um idioma diferente do que estamos acostumados. Até conseguirmos nos comunicar fluentemente, há um longo processo de aprendizado.

No VBA o processo é o mesmo. Leva certo tempo até o usuário aprender os códigos, regras e conseguir comunicar ao programa o que precisa ser feito. Por isso há outras funcionalidades que podem auxiliar ao longo desse processo, como o gravador.

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Como aumentar a produtividade usando o modelo de Tuckman

O sonho de muitos gestores é ter uma equipe que faça grandes entregas, dentro do prazo e com qualidade máxima. Para alcançar esse objetivo vale se basear no desenvolvimento de grupos de sucesso e assim aumentar a produtividade usando o modelo de Tuckman.

A teoria do psicólogo Bruce Tuckman propõe quatro estágios básicos. Em conjunto, eles ajudam o líder a entender como as pessoas de uma equipe constroem relacionamentos e como usar isso a favor de um projeto.

Embora os estágios levem para uma jornada de alta performance, a formação de times não é um processo linear. A dinâmica de trabalho pode e deve ser alterada na medida em que participantes entram e saem da equipe.

Facilitando um pouco as coisas, explicamos os quatro passos para aumentar a produtividade usando o modelo de Tuckman. Confira:

Formação: um time de verdade

Esse é o estágio inicial. Nele as metas são traçadas e os ânimos da equipe estão em alta. O líder entra em ação para dar direcionamento certo a cada um, além de mostrar exatamente o que deve ser feito.

As oportunidades e desafios são debatidos e os objetivos são definidos. O que todo mundo mais precisa nessa etapa é saber de forma clara seu papel ao longo do processo.

Entretanto, para aumentar a produtividade usando o modelo de Tuckman, não basta pensar no projeto apenas como um negócio. É preciso estabelecer conexão entre a equipe e destacar as habilidades individuais. Aqui vale encontrar estratégias para trazer mais conforto e confiança a todos.

Confronto: conexões reais

Muitas pessoas entram em conflitos dentro do trabalho e isso afeta diretamente a produtividade. Após o entusiasmo inicial, é comum que a equipe enfrente problemas durante um projeto por conta da incompatibilidade de personalidades.

Isso não significa que as pessoas envolvidas tenham caráter duvidoso ou esconderam sua verdadeira presença inicialmente. É normal existirem diferenças entre as pessoas nas relações – e elas aparecem ao longo do convívio.

Mudança de prazos, pessoas entrando e saindo do grupo e dificuldades de execução nas tarefas também podem ser motivo para alguns desacordos. Mas é importante lembrar que um pouco de conflito pode indicar os pontos fracos no projeto e melhorar os papéis de cada um nele.

Ao aumentar a produtividade usando o modelo de Tuckman, o líder passa aos liderados a mensagem de que, apesar de diferentes, todos trabalham para os mesmos objetivos.

Normatização: saindo dos padrões

Quando processos são redefinidos e os confrontos acertados, todos começam a perceber o seu papel e dos colegas no projeto.

Chegando ao estágio de normatização, fica mais fácil entender como aumentar a produtividade usando o modelo de Tuckman. É claro que isso vai exigir bastante observação do que está funcionando ou não nas estratégias traçadas.

O truque nessa etapa também é promover a inteligência emocional dentro da equipe. Isso desconstrói medos que geralmente levam as pessoas a evitarem o ousado. 

Atributos como confiança, compreensão e suporte são construídos aos poucos e fazem um grupo de pessoas virar um verdadeiro time produtivo. Saber escutar e falar de forma empática também é o que fará a diferença nas ações do grupo.

Desempenho: produtividade voando

Agora chegamos ao momento em que a equipe começa a trabalhar com o máximo do seu potencial. Em sincronia, respeitosos, profissionais e encorajados para obter resultados incríveis. Esse é o grupo que alcançou o sucesso e se tornou exemplo de como aumentar a produtividade usando o modelo de Tuckman.

Obviamente aconteceram alguns tropeços no caminho, como estava previsto nas etapas anteriores. Mas, ao chegar neste ponto, fica mais fácil caminhar para projetos de sucesso.

E para identificar o desempenho do quarto passo do modelo de Tuckman, basta entender o que se pode esperar desse estágio:

  • As normas do grupo foram aceitas, as pessoas se sentem confortáveis em trocar ideias e enfrentar desafios sem ter medo de serem julgadas ou rejeitadas.
  • Os membros da equipe entendem em quais pontos eles conseguem atender melhor às necessidades do time e todo mundo está motivado a atingir o mesmo objetivo.
  • As pessoas do time são independentes e precisam de pouco gerenciamento para tomarem decisões, sempre pensando no melhor do grupo.

Você sabe liderar para a excelência da sua equipe? Saiba também quais são as 5 atitudes que farão a empresa crescer.

Dragon Dreaming viabiliza projetos bem-sucedidos

Variáveis subjetivas como sonhos, frustrações e inseguranças podem ser parte do mundo corporativo. O Dragon Dreaming é uma técnica que viabiliza projetos bem-sucedidos a partir da inclusão desses aspetos na gestão de projetos, sejam eles profissionais ou pessoais.

Tirar os sonhos do papel é um objetivo diretamente ligado com a atividade de empreender. Assim como assumir riscos, trabalhar em equipe e lidar com falhas. Mesmo assim, as metodologias de gestão de projetos costumam levar em consideração somente características mais objetivas, como finanças e logística.

Essa prática pode deixar lacunas, resolvidas com a aplicação do Dragon Dreaming.

A técnica

A ideia do Dragon Dreaming é utilizar ferramentas emocionais e psicológicas a favor da criação e desenvolvimento de projetos. Dessa forma, os bloqueios são identificados e superados com mais facilidade.

Quando entramos no ambiente corporativo, tendemos a deixar de lado algumas características pessoais que serão trazidas para a superfície com a utilização da técnica.

A aplicação do Dragon Dreaming funciona como um ciclo dividido em quatro atividades:

  • Sonhar: O ponto de partida do Dragon Dreaming é o sonho individual. Porque todo projeto nasce de uma ambição. E, para dar certo, esse desejo precisa ser compartilhado.  A partir desse compartilhamento, portanto, é possível construir um time em cima daquela ideia. Isso resulta em um anseio coletivo com um pedacinho de sonho de cada um dos envolvidos. Essa etapa reforça na equipe mais coesão, engajamento e dedicação. Afinal, todos devem realizar um pouquinho do sonho ao fim do projeto.
  • Planejar: Definir os detalhes da execução do projeto é um passo importante. Por isso, essa é a primeira fase prática do Dragon Dreaming e depende da avaliação da equipe sobre as alternativas possíveis e necessárias para realização do sonho. É nesta etapa que surgem as estratégias, orçamentos, gerenciamento de tempo e até os meios de obtenção de recursos.
  • Realizar: Mão na massa, é hora do sonho se tornar realidade! Sempre considerando habilidades e talentos individuais, a realização do projeto é o momento para administrar e gerenciar a estratégia e monitorar o progresso. As limitações e obstáculos que surgirem nessa fase devem ser anotados e identificados, em vez de ignorados.
  • Celebrar: Mesmo que “celebração” tenha uma conotação positiva e transmite um possível clima de festa, esta etapa engloba uma avaliação geral do desenvolvimento do projeto. E isso inclui desafios e problemas também, além das ações assertivas. Este é o momento de olhar para o que foi conquistado de forma crítica, mas afetuosa. A ideia é reconhecer o progresso, admitir as falhas e considerar as novas oportunidades, seja para um novo sonho ou para melhorias no projeto inicial.

Sustentável

O Dragon Dreaming também tem uma característica sustentável. A sustentabilidade deve estar presente não só no projeto, mas em toda a iniciativa. Essa consciência e responsabilidade ambiental e social é chamado, dentro da metodologia, de “serviço à Terra”.

Colaborativa

Outra característica do Dragon Dreaming é a colaboração. Os participantes do projeto podem ser incentivados de várias maneiras, com post-its, pequenas sessões de meditação e até com atividades de encenação e improviso.

Isso porque as etapas são definidas colaborativamente, conforme a vontade, experiência e disposição dos participantes.

E os dragões?

O nome Dragon Dreaming significa, literalmente, sonhando com dragões. O termo é uma metáfora para a capacidade de sair da zona de conforto e se colocar frente a frente com desafios e aprendizado, fatores necessários para a realização de grandes projetos. Significa encararmos conflitos e medos sem fugir ou escondê-los.

Gostou? Então saiba Como melhorar o seu gerenciamento de projetos.

Fatores que influenciam a relação entre marca e consumidor

Ser conhecido no segmento que atua e ter uma boa relação entre marca e consumidor é um dos mandamentos do marketing para as empresas. No entanto, para chegar a esse resultado é necessário entender o que influencia o pensamento do público sobre o produto.

O mercado competitivo e o fácil acesso às informações fazem parte dos fatores que podem mudar a visibilidade das marcas. A saída, nesse caso, é ficar sempre atendo às tendências do segmento e estar onde os clientes estão, em ambiente digital ou não – tudo depende.

Para isso, é preciso fazer um estudo de mercado e entender o comportamento do consumidor, a jornada dele até chegar à compra, o que o leva a adquirir um produto ou recusá-lo. Conheça os cursos de Neuromarketing e Marketing Digital da Plataforma Solution para entender esses conceitos!

Listamos abaixo os fatores que afetam a relação entre marca e consumidor para você ficar atento. Confira!

Fatores pessoais

O primeiro passo para ter uma boa relação entre marca e consumidor é entender quem é a persona que compra seu produto. Isso deve ser feito com base em análise de dados, pesquisa e estudos – não é algo aleatório.

Qual a idade da persona? E o gênero? Com o que trabalha? Quais são os interesses pessoais? E os hobbies? Essas são algumas das perguntas que devem ser respondidas nesse estudo.

Depois de decifrar esse tópico, é preciso direcionar o conteúdo produzido por sua empresa para essa persona. Segmentar o marketing é essencial para que a relação entre a empresa e os clientes seja efetiva.

Classe social

Uma marca tem que ter seu público definido, como já foi falado, e isso inclui a classe social dele. Alguns tipos de produto podem ser voltados para classes sociais distintas, mas a comunicação deve chegar a todas elas, se for o caso.

A exemplo, imagine uma marca de celulares de luxo, de alto desempenho e voltados para quem está disposto a pagar muito por um aparelho – classe A. Do outro lado, visualize uma marca mais popular, não tão cara e voltada para o público de classe C e D.

O anúncio desses dois aparelhos será bem diferente. É preciso utilizar linguagens para o público correto assimilar – um estudo adequado poderá direcionar o caminho certo. Essa é uma forma de aprimorar a relação entre marca e consumidor e melhorar a imagem da sua empresa.

Estágio de vida

Entender o que o cliente está vivendo é essencial para uma boa relação entre marca e consumidor. Dentro da segmentação de seu negócio, entenda quem é a persona, o que ela faz, em qual estágio de vida está.

Isso porque um estudante de graduação ou uma pessoa aposentada têm diferentes relações com o consumo e com marcas. Enquanto, por um lado, alguns podem ser mais engajados com os valores que a empresa passa, outros talvez se importem apenas em como aquilo facilita o dia a dia e atende às suas necessidades.

O estudo de mercado pode apontar em qual estágio da vida está a maioria dos consumidores de seu produto ou serviço. Assim, segmentar muda a relação e pode posicionar sua marca no topo da opinião pública.

Opiniões externas

Talvez esse seja um dos principais fatores de influência da relação entre marca e consumidor, mas ainda assim muitas empresas o ignoram. Na sociedade atual, opinar sobre algum produto ou serviço na internet é comum e a maioria das pessoas têm acesso a recursos para fazer isso.

Por isso, é preciso se ater à imagem que a marca mostra para seus consumidores, já que poderá ser passado à frente e influenciará o relacionamento entre os clientes e a empresa.

Bom atendimento, produto que entrega o que promete e atenção aos anseios dos consumidores são algumas das atitudes que farão com que você “suba” no conceito deles. Manter uma boa comunicação digital é positivo em muitos aspectos.

Quer saber mais sobre o assunto? Leia também 5 dicas para uma estratégia de trade marketing de sucesso

9 soft skills mais procuradas pelas empresas

Você já sabe como será a relação dos profissionais com as máquinas no futuro. Agora é hora de aprender os diferenciais que vão garantir sua relevância no mercado de trabalho. As soft skills são as competências humanas que estão deixando as técnicas profissionais, chamadas de hard skills, em segundo plano.

As principais diferenças entre as pessoas e os robôs estão nas habilidades socioemocionais, adquiridas, especialmente, a partir do desenvolvimento da inteligência emocional. E as empresas estão de olho nisso!

As soft skills são mais difíceis de medir ou definir do que as hard skills. Assim, elas também são mais complicadas de aprender, por isso são tão valorizadas no ambiente corporativo.

Para uma empresa, pode ser mais fácil, por exemplo, incentivar um profissional a aprender inglês, que é uma competência essencialmente técnica, do que trabalho em equipe, uma habilidade comportamental.

Assim, as vantagens de desenvolver soft skills são inúmeras, já que elas evidenciam lideranças, facilitam a convivência corporativa e auxiliam na adaptação a novas tecnologias que acabam mudando vidas, relações sociais e trabalhos.

Separamos nove soft skills que estão no radar das empresas.

Comunicação

Parece óbvio, mas mesmo as grandes empresas de comunicação têm dificuldades de manter bons diálogos internos e externos. E, se toda empresa é feita de pessoas, profissionais que saibam se comunicar com clareza e, especialmente, honestidade saem na frente.

Gestão do tempo

Saber administrar seu tempo é uma das soft skills que mais chamam a atenção das empresas. Essa característica é associada a profissionais comprometidos e reflete organização e respeito com o trabalho dos outros colegas e com os consumidores.

Solução de problemas

Quem tem a habilidade de se apropriar das adversidades e resolvê-las com objetividade faz a diferença na equipe. Isso tem a ver com dominar, tecnicamente, seu ramo de atuação, e também com proatividade. Essa característica motiva os colegas e satisfaz os clientes.

Flexibilidade e adaptabilidade

Ser humano é ser adaptável. Mas surgiram profissionais no mercado de trabalho cada vez menos flexíveis nas últimas décadas. O motivo disso pode ser o crescimento da capacitação e, consequentemente, o aumento do nível técnico dos funcionários. Por isso, ser tolerante e compreensivo cria um ambiente agradável e acolhedor. 

Lidar com pressão

Por mais leve que a rotina possa ser, imprevistos e solicitações de última hora sempre chegam para as equipes. Assim, conseguir manter o ritmo de trabalho mesmo que haja certa pressão é visto com bons olhos pelas empresas, pois demonstra foco e determinação.

Trabalho em equipe

Cada dia mais as empresas valorizam as equipes e seus feitos em conjunto. Em função disso, funcionários com soft skills de colaboração e solidariedade se destacam mais, seja atuando em reuniões de departamentos ou participando de projetos colaborativos.

Autoconfiança

Mesmo com o trabalho em equipe sendo valorizado, é importante que você tenha confiança no que faz. Só assim você pode contribuir com os planejamentos e estratégias de crescimento da corporação.

Suportar críticas

É impossível agradar ou concordar com todo mundo. Estamos sempre sujeitos a críticas, tanto para fazê-las quanto para recebê-las. Assim, quem leva esses momentos mais “na esportiva”, de forma leve e como aprendizado para crescer se desenvolver, se sobressai entre os demais.

Atitude positiva

Pensar positivamente é o primeiro passo para dar tudo certo. Mas não é o suficiente. O complemento disso é ter atitudes realmente positivas, que deixem o ambiente de trabalho melhor e mais receptivo.

Esses atributos pessoais e comportamentais ajudam as empresas a montarem os times dos sonhos.

Quais dessas soft skills você identifica na sua vida profissional? Conte para a gente nos comentários.