Como utilizar os 5 sentidos no marketing sensorial

O neuromarketing é uma importante ferramenta para as ações de divulgação da sua marca. Mas você sabia que pode usar os cinco sentindo nas campanhas de marketing sensorial para garantir mais engajamento e, consequentemente, maior taxa de conversão?

A ideia é estimular os sentidos para conquistar a atenção e o interesse dos clientes. A estratégia é criar ações de forma subjetiva e personalizada, para que o processo de compra seja o mais natural e autônomo possível.

As chances de converter em compra são maiores quando a empresa explora outros sentidos além da simples visualização dos produtos nas gôndolas e vitrines ou dos anúncios.

Se algum dos sentidos não estiver diretamente ligado à sua marca, como, por exemplo, a audição, a ideia não é contratar um carro de som ou fazer um jingle para vender certo produto ou serviço. É importante despertar a necessidade de compra por meio da associação com sensações de bem-estar, desejo e impulso de comprar.

As formas de trabalhar o marketing sensorial pode ser unificando todos os sentidos em uma ação única ou trabalhá-los separadamente. Que tal algumas dicas?

Audição

Músicas e sons são cruciais para despertar nossa memória afetiva. Eles remetem a emoções e transformam as experiências em momentos mais agradáveis. Alguns exemplos de boas aplicações desse recurso são os elevadores e salas de espera.

Se você tem seu público bem definido, por que não criar e disponibilizar uma playlist em alguma plataforma de streaming para eles, de acordo com os perfis? Para a definição do público, inclusive, é necessário ouvir os clientes, suas necessidades e angústias. Em tudo isso a audição é fundamental no marketing sensorial.

Olfato

Cheiros e aromas são poderosos e envolventes. As pessoas se atraem por perfumes que mais têm a ver com sua personalidade e aí o marketing sensorial tem um prato cheio. A associação por meio do olfato é praticamente instantânea, por isso é tão eficaz se bem trabalhada.

Para quem não trabalha com alimentos, a tarefa pode parecer mais difícil, mas não é impossível. As lojas de equipamentos de surf, por exemplo, podem usufruir de aromas que remetem à praia e mar, como os famosos cheirinhos de protetor solar.

Tato

Essencial para gerar confiança no marketing sensorial, o tato fortalece a relação entre empresa e cliente. Sentir tecidos, testar maquiagens e fazer test drive em carros são algumas ações que permitem essa aproximação.

O tato é importante para aguçar o consumidor e dar um gostinho do produto, mas também tem muito a ver com a experiência do usuário. Em um provador de roupas, por exemplo, os clientes devem ter espaço para se movimentar e se sentir à vontade na hora de provar os looks.

Paladar

O gosto é experiência. Um bom jantar será sempre lembrado como uma boa experiência. Água, café, bolachinhas e até um lanchinho já são parte de estratégias de clínicas, salões e lojas.

A ideia é amenizar, por exemplo, a sensação de espera. Use e abuse desse recurso de marketing sensorial de acordo com o segmento de atuação da sua empresa.

Visão

A visão é o sentido mais utilizado nos planejamentos de marketing. Por isso, uma boa apresentação do ponto de venda e boas fotos e vídeos para redes sociais são as ferramentas mais básicas e indispensáveis para uma marca.

Cores, fontes e formas padronizadas garantem que o cliente se lembre sempre da sua empresa, como é o caso da Coca-Cola. Além disso, você pode usufruir de toda uma estratégia de utilização de cores para estimular o consumo.

Você utiliza técnicas relacionadas a marketing sensorial? Comente!

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5 aplicativos que ajudam a otimizar sua rotina

Ter mais tempo e poder fazer bom uso dele é um dos desejos para o começo do ano. Com ajuda de alguns aplicativos é possível, acredite ou não, ganhar uma quantidade bem legal de tempo, uma vez que ele não é desperdiçado e sim bem usado.

Com a tecnologia, já não é mais difícil marcar e gerenciar compromissos, traçar metas e objetivos ou, ainda, colocar tudo isso em um único planejamento. Ainda entra nessa conta controles financeiros e de documentos. As possibilidades são bem amplas.  

Então, se você deseja colocar de vez uma ordem nos seus planos e começar 2020 não esquecendo de tudo o que se propôs a fazer, conheça esses cinco aplicativos que poderão te ajudar.

Kindle

É o tipo de aplicativo para acabar com certas desculpas, como a falta de tempo para ler. Nem todo mundo quer investir em um leitor digital ou ficar levando volumes de livros para cima e para baixo, mas ainda assim que colocar a leitura em dia.

Esse aplicativo gratuito criado pela Amazon permite ler e-books em celulares e computadores, acessando livros da biblioteca kindle ou os que estão guardados na nuvem da plataforma. Sobrou um tempinho e não quer gastar com redes sociais? Aqui está uma opção interessante.

Google Keep

Com este aplicativo é possível salvar arquivos em imagens, áudio ou texto. A grande vantagem dele é que você pode registrar tudo o que está pensando, com sincronização para vários tipos de dispositivos, como smartphone, tablet e computador.

Há possibilidade também de manter lembretes para compras, baseado no local que você for. Ao chegar lá, o aplicativo mostrará a lista que foi salva. Outro ponto importante é a sincronização de todos os documentos em conjunto com o drive do Google.

Any.Do

Falando em lembretes, talvez você seja o tipo de pessoa que gosta de anotar todas as tarefas do dia. E se as agendas comuns não funcionam, esse aplicativo organiza seus afazeres de forma simples e rápida.

Com o Any.Do você poderá compartilhar seus projetos com outras pessoas envolvidas, além de ter controle das ações que precisa tomar, já que receberá lembretes constantemente. Na medida em que completar as tarefas, dá para eliminá-las, dando um check em cada uma.

Wunderlist

Os viciados em organização de atividades em listas podem gostar muito do Wunderlist, aplicativo que permite fazer qualquer tipo de lista de todas as tarefas diárias (seja em casa, na rua ou no trabalho) e inserir anotações para cada uma delas.

Para melhorar o uso de tempo, inclusive, dá para definir uma data limite e colocar o melhor horário para que você seja avisado pelo aplicativo sobre o final do prazo estipulado para a tarefa. O aplicativo é gratuito e pode ser usado, inclusive, no computador.

Organizze

Outros aplicativos também podem ser usados tanto no celular como no computador. E esse é o caso do Organizze, que vai ajudar a planejar o modo como você gasta o seu dinheiro. Isso é outro ponto que todos querem melhorar com a chegada de um novo ano, não?

A ferramenta é eficiente para fazer conversão de moedas, criar categorias de gastos (aluguel, financiamento, débitos entre outras) e gerar gráficos com base nas informações inseridas. Nele, o usuário pode ainda criar alarmes para não esquecer o vencimento de contas e traçar metas financeiras, como viagens, férias e aquisição de bens.

Quais aplicativos para planejamento e organização você usa?

O mercado de mídias sociais e seu impacto

Qual a chance de você postar uma foto com o produto de uma grande marca e despertar o interesse em patrocínios? Não é raro visualizarmos uma publicação em que o consumidor faz um apelo de patrocínio à empresa do produto consumido. Se a empresa patrocinar todos que solicitarem, as vendas com certeza cairão bastante. Já para o solicitante as consequências terão bem menos impacto.

Agora, e se esse consumidor for um influenciador digital? Será que a empresa optaria em disponibilizar produtos? Entre tantas coisas que a revolução digital nos trouxe a que tem me chamado muito atenção é a “voz” que as mídias digitais oferecem a todas as pessoas.

Digo isso porque hoje podemos postar em diversas redes o que bem pensamos, gostamos, imaginamos ou mesmo odiamos. Por um lado, é legal, pois surgem oportunidades de viabilizar talentos e negócios que antes dificilmente poderiam ser vistos por muitas pessoas. Por outro lado, surgem os oportunistas, que navegam pelo lado obscuro.

E o barato de tudo isso é que existe uma área dentro do marketing que estuda todo esse movimento e tendências, uma vez que, de fato, existem oportunidades para alavancar os negócios nesta miscelânia toda, seja por meio do marketing de conteúdo ou mesmo por meio dos “digital influencers”.

Cada vez mais as empresas estão conhecendo e montando estratégias de comunicação digital para acompanharem este movimento e importância desses influenciadores. Qual seria o impacto que a sua atividade comercial teria se um influenciador postasse uma foto consumindo o seu produto?

Mas esses mesmos influenciadores podem fazer um vídeo, uma live ou um post comentando negativamente sobre seu produto, a marca de sua empresa ou mesmo sobre um setor produtivo.

Recentemente, a cantora badaladíssima Anitta, que tem mais de 40 milhões de seguidores, postou um vídeo dizendo: “Para você tirar leite da vaca todo dia de manhã para o resto da vida ela tem que estar grávida para sempre, né? A vaca não dá leite assim, não é um bicho que dá leite do nada. A vaca, para dar leite, tem que estar grávida, tem que ter um filho. Porque tem que ter um monte de bezerro o tempo inteiro, enchem a vaquinha de hormônio para ela sempre estar pronta para engravidar”, disse a cantora.

Imagine a quantidade de pessoas que devem ter tirado o leite de suas refeições, mesmo a influencer estando equivocada em várias partes de sua fala. Acredito que poucos fãs da cantora “deram um Google para verificar a veracidade dos fatos mencionados.

Existem três importantes termos que norteiam a qualificação de um indivíduo a ser ou não um influenciador digital segundo Bia Granja: alcance; ressonância; relevância.

  • alcance: relacionado ao tamanho da audiência;
  • ressonância: repercussão e capacidade de engajamento junto a audiência;
  • relevância: diz respeito ao fit que o indivíduo tem com o assunto ou valores da marca.

Ainda sobre a Anitta, o lado bom para os produtores de leite é que ela não tem uma notória relevância sobre a pecuária leiteira.

O importante de tudo isso é que nossas atividades podem ser impactadas positiva ou negativamente por influenciadores que possuem grandes audiências. Bem como podem sofrer influência de indivíduos que tem relevância e entendem do assunto, mas possuem alcance menor.

A grande dificuldade é mapear e identificar quem são os indivíduos que conseguem influenciar outras pessoas e que possuem uma grande afinidade com o propósito, produto ou serviço da nossa empresa. Um passo importante é avaliarmos como os próprios funcionários estão engajados e influenciando outras pessoas com os produtos e serviços da empresa.

O fato é que, independente dos meios de comunicação que serão utilizados pela empresa, o cliente busca cada vez mais produtos e soluções alinhados com seus valores, princípios e propósitos.

No entanto, nem sempre a comunicação que a empresa faz é a mesma que chega no celular do cliente. Algumas vezes o cliente só percebe o propósito da empresa em um vídeo que o digital influencer postou. Essa é a nova realidade em que vivemos!

Bom, hoje a chance que eu tenho de ser patrocinado por uma empresa que eu admiro a marca e o produto ainda é muita baixa, indícios que eu preciso melhor o meu alcance, ressonância ou relevância. Como fazer isso, podemos discutir no próximo artigo.

Glauber dos Santos é formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com pós-graduação pela Esalq/USP. Atua com o desenvolvimento de negócios através da capacitação de pessoas dentro das organizações, com experiência no desenvolvimento de treinamentos corporativos in company.

Como é o mercado de trabalho do BI

Responsável por melhorar as decisões de uma empresa a partir de dados, o BI, ou Business Intelligence, é uma área importante para gerenciamento coleta e análise de informações.

Passando por várias etapas (coleta de dados, organização, análise, compartilhamento e monitoramento das informações relevantes sobre o negócio), o BI pode ser entendido como um processo cíclico e de longo prazo.

O que poucos sabem, entretanto, é como funciona os bastidores dessa área, desde a formação de seus profissionais até o que é esperado pelo mercado. Por ser bem amplo, o BI pode ser compreendido em tipos de canais, que ajudam a entender as demandas exigidas nos processos das análises de dados.

Divisão de canais

Existem três canais importantes que dividem o BI em atuações mais específicas e norteiam o perfil do profissional que deverá trabalhar na coleta de informações. São eles:

BI de ferramentas: profissional técnico responsável por analisar as infraestruturas dos sistemas, explorando grande quantidade de dados, procurando padrões que sejam compatíveis com o seu negócio. Ele lida com dados específicos, gerados por sistema utilizado pela empresa, sendo a grande maioria de vendas.

BI de web analytics:  responsável por coletar os dados provenientes de site, e-commerce, landing page, projeto etc. Esse profissional tem sua análise baseada em dados gerados pelos visitantes que acessam as plataformas, analisando o comportamento do usuário para antecipar seu retorno a empresa.

BI de social media:  este profissional é mais focado nas análises de comportamento das pessoas nas mídias sociais. Com ferramentas específicas, o analista é capaz de monitorar os seguidores da marca e identificar oportunidades de negócios, além de criar estratégias para atrair mais clientes.

O que esperar desse mercado?

Mesmo sabendo como é o trabalho de um profissional do BI, algumas dicas sobre o que é preciso para ingressar nessa área nunca são demais. Isso porque algumas expectativas podem estar acima ou abaixo do que é realidade para a área.

Caso você queira seguir a carreira de um analista de dados, em qualquer canal que seja, saiba que: 

  • É preciso saber matemática, então detestar essa matéria não é opcional;
  • Saber além do básico no Excel, pois as fórmulas serão suas aliadas;
  • Entender algumas linguagens de programação, uma vez que a maioria das ferramentas lida com o uso de códigos de programação;
  • Ter afinidade e ampla visão de gestão e processos empresariais, para saber tomar decisões.

A concorrência no mercado de trabalho para a área de BI é acirrada, uma vez que essa profissão está cada vez mais em alta. Para fortalecer o currículo e conseguir boas chances, é sempre bom participar de eventos tecnológicos e fazer networking com pessoas do setor.

Ao se deparar com dificuldades técnicas, estude sobre uso de ferramentas e procure por cursos de aperfeiçoamento. Além das opções com certificação, é possível encontrar aulas gratuitas na internet, que podem abordar as temáticas de BI de forma mais generalista.

Competência de um analista de BI

Entusiasmo, foco, paciência e dedicação são apenas algumas características básicas de um bom analista de BI. Outras habilidades essenciais e que podem contribuir também para quem quer se desenvolver em outras áreas são:

  • Vontade de aprender
  • Saber conciliar teoria e prática
  • Ter uma boa base em matemática
  • Treinar o raciocínio lógico
  • Ter conhecimento em tecnologias de banco de dados

Para ir além, procure aprender ou melhorar os conhecimentos da língua inglesa, uma vez que a grande parte das ferramentas de BI são disponibilizadas no idioma.

Inclua nos seus domínios o Excel, para saber lidar com o processamento e leitura de dados; pesquise por metodologias de desenvolvimento para otimizar o trabalho; entenda o básico de programação e tenha interesse por tecnologia, uma vez que a área se aprimora com os mais novos lançamentos do mercado.

Se você está na área de Inteligência de Mercado, veja também 5 dicas para construir uma estratégia de BI.

Como utilizar as 5 forças de Porter para potencializar resultados

As cinco forças de Porter é uma ferramenta fundamental para as empresas, independentemente do ramo de atuação. Isso porque ela auxilia no conhecimento do mercado e da concorrência, item imprescindível para a sobrevivência de qualquer negócio.

Uma boa gestão de qualidade faz a diferença na hora de definir os próximos passos, já que oferece embasamento necessário em técnicas comprovadas para justificar as decisões.

Essa técnica data da década de 1970 e leva o nome de Michel Porter, seu criador e professor da Harvard Business School. Ela colabora com o planejamento estratégico das marcas e auxilia a avaliação dos principais fatores que determinam o sucesso da empresa.

A ideia das cinco forças de Porter é avaliar de forma clara alguns fatores constantes, que independem do tamanho ou segmento da instituição. A partir disso, é possível identificar falhas e oportunidades, explorando um diferencial competitivo.

Que tal conhecer um pouco mais sobre essa ferramenta e potencializar seus resultados?

Rivalidade entre concorrentes

O primeiro passo é, realmente, avaliar o grau de competição existente no mercado em que sua marca está inserida. E não se esqueça do contexto: um mercado pouco competitivo pode indicar baixa demanda ou que o produto ou serviço está ficando obsoleto.

Por outro lado, um mercado competitivo demais pode sugerir saturação de oferta, com muitas empresas oferecendo a mesma coisa a uma quantidade limitada de clientes.

A dica, então, é conhecer exatamente a concorrência e acompanhar suas estratégias e seu desenvolvimento. E para as forças de Porter, isso significa, também, conhecer o público-alvo para trabalhar bem os diferenciais.

Poder de negociação dos fornecedores

Depois de conhecer a concorrência é a vez de analisar os fornecedores. São eles os responsáveis pela matéria-prima do seu produto ou serviço. E isso faz com que o impacto deles para sua marca seja muito importante, então tente entender quem são e como trabalham.

Um número baixo de fornecedores significa menos controle sobre preços, prazos e qualidade. O ideal é não ficar nas mãos somente de um ou outro. Ampliar essa força significa maior poder de negociação.

Você sabe quantos fornecedores sua empresa tem? Conheça o máximo deles possível, entenda as diferenças de cada um e qual o custo de mudá-los, tanto financeiro quanto de praticidade e qualidade.

Poder de negociação dos clientes

Para os clientes também vale a mesma coisa, com a diferença que eles têm, naturalmente, mais poder nessa relação. Com a competição mais acirrada, mais controle os consumidores têm sobre o processo de venda.

Quanto menor a concorrência, com menos empresas oferecendo a solução que os clientes precisam, mais o poder volta para as marcas.

Também vale levar em consideração o ticket médio (valor médio que cada cliente gasta no seu estabelecimento). Se ele é alto, então você pode considerar que existe uma relação de dependência entre o consumidor e a empresa.

Ameaça de novos concorrentes

As forças de Porter também destacam as ameaças de concorrentes que podem entrar no mercado em que sua empresa está inserida. Pensar em estratégias de prevenção, contudo, não costuma passar pela cabeça dos empreendedores.

Alguns pontos que podem inibir a entrada de competidores no mercado são: marcas bem consolidadas, patentes e contratos de exclusividade.

Além desses, o segmento da empresa também pode ser um dificultador desse processo. Por exemplo, empresas de produtos que podem ser vendidos online tendem surgir com mais facilidade. Porém, competir em mercados de inteligência artificial exige mais investimento e tecnologia, por isso talvez seja mais árduo.

Ameaça de novos produtos ou serviços

Quais as possibilidades de surgimento, então, de novos produtos ou serviços, que podem tornar sua solução ultrapassada?

A transformação digital possibilitou, ao longo dos anos, a digitalização de tarefas que pareciam impossíveis, como assinaturas de documentos e compras de roupas e sapatos.

Gostou das dicas? Então que tal aplicar as Forças de Porter no seu planejamento estratégico?

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Técnicas de memorização para o dia a dia

Você tem a impressão de que anda meio esquecido? Saiba que não está sozinho. A busca por técnicas de memorização aumentou nos últimos anos. O excesso de estímulos externos e a dependência cada vez maior de dispositivos tecnológicos são as principais razões para esse crescimento.

Quem nunca teve um HD de computador queimado com todas aquelas fotos, músicas e documentos quando precisava de um arquivo específico? Nos seres humanos, dá o famoso “branco”, aquele lapso de esquecimento, seja diante de uma pergunta, mesmo com a resposta na ponta da língua, ou em um momento corriqueiro em que você simplesmente não consegue se lembrar o que estava indo fazer.

Não se preocupe! Apesar super comum, isso não precisa ser permanente. O professor Victor Tonello, expert em estudo e memória, selecionou algumas técnicas de memorização para você aplicar no seu dia a dia.

Como funcionam as técnicas de memorização?

Com mais de 25 anos de experiência na utilização e desenvolvimento dessas técnicas, Tonello já treinou mais de 30 mil estudantes e profissionais. Por isso ele apresenta métodos práticos e fáceis de usar, que não exigem horas de treinamento ou associações mentais cheias de malabarismo. 

“Após aprender as técnicas de memorização, não é necessário treinar, pois são ativadas automaticamente. Você só precisa querer aplicá-las, como um segundo idioma, que entra em ação somente quando solicitado”, explica o professor.

A verdade é que o estímulo à memória associativa melhora não só nossa capacidade de retenção das informações, mas também nosso raciocínio, aprendizado e criatividade. “Nesse processo, usamos imagens, sensações, sons, sentimentos, emoções. Por isso interagimos com o máximo de regiões do cérebro”, comenta.

Tonello ainda destaca que essa capacidade de manter o cérebro ativo e saudável com técnicas de memorização é também uma forma de o rejuvenescer.

Repetição X Conclusão

A memória de repetição é o famoso decoreba. Ela não utiliza técnicas de memorização para auxiliar a retenção das informações, apenas o eco da repetição que, uma vez quebrado, é responsável pelo “branco” que ocasionalmente temos.

Por isso a memória de conclusão é mais satisfatória e menos falha. Ela utiliza o raciocínio associativo para melhorar a retenção de informações e a memória de longo prazo.

“Esse tipo de memória é baseado na capacidade infinita do ser humano de realizar combinações. São bilhões de neurônios a serem explorados, com trilhões de conexões nervosas. Assim, esse potencial associativo pode ser utilizado para aperfeiçoar nossa memória”, ressalta. Tonello destaca três pilares da memória de conclusão. Confira abaixo!

Seleção

Nosso cérebro tem um mecanismo automático de selecionar informações. Tudo que é diferente ou causa impacto é lembrado com mais facilidade, sejam situações boas ou ruins.

“Um acidente é um exemplo de contexto negativo, assim como uma grande viagem pode ser uma referência positiva. Essas experiências são retidas mais fortemente porque foram criadas a partir de um impacto”, esclarece Tonello.

Você deve estar se perguntando sobre as informações do seu dia a dia e a possibilidade de eles causarem todo esse impacto a fim de auxiliar a retenção por seleção. O professor explica que é preciso, então, aprender a criar o impacto na hora de receber a informação. Associar aquela informação a um momento impactante é uma das técnicas de memorização.

Imaginação

Uma das maneiras de causar esse impacto é com a formação de imagens das informações que devem ser memorizadas. O potencial de imaginação do ser humano também é ilimitado, tanto para coisas possíveis quanto impossível.

“Assim, nós devemos exercitar nossa criatividade em montar imagens. Se elas cumprirem a função de causar impacto, então já conseguimos usar dois dos pilares da memória de conclusão”, ensina o professor.

Associação

De qualquer forma, uma boa seleção causando impacto e uma boa criatividade para a imaginação devem ser complementadas com a associação da nova informação a um dado previamente adquirido.

“Esse passo é importante para o cérebro não deixar as informações soltas. É uma forma de rastrear as novas informações. Por isso é importante conhecer as técnicas de associação e saber aplicá-las para que, quando você precisar dessa informação, ela seja facilmente acessada”, conta Tonello.

Uma dica, por exemplo, é relacionar números e letras e formar palavras em que cada letra pode ser substituída. Ou fazer combinações exageradas, como com o termo “cortina de ferro” que você pode imaginar uma cortina de ferro realmente separando regiões para facilitar a lembrança.

Gostou das técnicas de memorização? Qual delas você já colocou em prática?

Leia também: Fatores que influenciam a relação entre marca e consumidor

5 erros de marketing mais cometidos pelas empresas

Planejamento é o conceito base para direcionar uma empresa e evitar o fracasso ou imagem negativa em suas iniciativas. Mesmo sabendo disso, existem erros de marketing que insistem em acontecer, seja por despreparo ou falta de interesse em criar uma estrutura que sustente a área na organização.

É bastante comum ver empresas com pensamento mais tradicional trabalhando com soluções fáceis para as demandas de marketing, o que envolve funcionários pouco indicados para a tarefa ou com conhecimento limitado sobre o que é bom ou ruim para a marca.

Esses passos podem iniciar uma turbulenta caminhada, que envolvem erros e uso indevido de ferramentas, desequilibrando de vez o posicionamento da empresa entre os seus principais concorrentes. Veja quais são os 5 erros mais cometidos pelas empresas nas campanhas de marketing.

Não entender a interação do público-alvo

Conhecer o público-alvo é algo básico para qualquer negócio. Ele engloba as pessoas que vão receber a mensagem, visualizar a campanha e até participar das ações promovidas pela marca. Por isso, ter dúvidas sobre esse grupo equivale a uma grande falha, uma vez que é impossível se conectar com um público que não se conhece.

É importante lembrar que as pessoas estão cada vez mais intolerantes com campanhas generalizadas, por isso é fundamental conversar com elas de forma mais personalizada. A sugestão é estudar um pouco mais sobre ferramentas de buyer persona para saber como agir nesse caso e não cair nos erros de marketing tão comuns.

Não definir uma estratégia

Ao deixar de lado a estratégia de marketing, é impossível saber onde se deseja chegar, tornando qualquer resultado insatisfatório. O impacto disso é simples: será impossível saber qual foi o real desempenho da campanha em si.

A própria ideia de traçar uma estratégia esclarece a necessidade de se planejar, pensando nas mais diversas coisas antes de se tomar qualquer medida prática. Uma estratégia bem-sucedida envolve também acompanhamento durante a execução do projeto com os seguintes pontos:

  • Definição de objetivos claros;
  • Comunicação de forma constante;
  • Cumprimento das boas práticas industriais;
  • Análise constante de resultados.

Não se preocupar com o tom da campanha

No momento do planejamento são definidas as ações de comunicação com o público-alvo, inclusive como isso vai ser feito. Nesse momento, saber qual tom levará a campanha mostrará de forma mais objetiva a maneira como a mensagem será passada para a audiência.

É interessante avaliar esse ponto para evitar um dos maiores erros de marketing, uma vez que a comunicação com o público deverá transmitir uma ideia, proposta, estímulo de compra ou outras possibilidades que estão relacionadas com o objetivo, mas de forma amistosa.

Não segmentar o público-alvo muito bem

A definição de público-alvo já é uma etapa essencial para nortear qualquer tipo de estratégia, mas, dentre os erros de marketing, ignorar a personalização das personas é o mesmo que atirar para todos os lados – e errar feio os verdadeiros alvos.

Para não desperdiçar tempo e dinheiro com o público errado, é preciso entender os anseios das pessoas com as quais a campanha conversa. Ir além dos dados demográficos e acompanhar as interações nas redes sociais já ajuda a identificar quais problemas os clientes possuem e a oferecer soluções cada vez mais assertivas por meio dos produtos e serviços da empresa.

Não realizar testes

Um dos grandes benefícios do marketing digital é a possibilidade de testar e mensurar todas as ações realizadas de forma rápida e simples. Mesmo assim, muitas empresas insistem em não acompanhar o resultado de suas campanhas.

Uma campanha dificilmente acerta de primeira, e, para não cair em outro dos erros de marketing, o mais indicado é realizar testes antes de colocar todas as práticas do planejamento para funcionar, sejam elas ações online ou offline. É possível contar com métricas e indicadores de desempenho para testar a eficiência das ações e realizar ajustes conforme a necessidade.

Você conhece outros erros de marketing que as empresas costumam praticar? Deixe-os nos comentários 😉

Saiba enfrentar com êxito uma entrevista de emprego

Algumas dúvidas sempre acompanham os candidatos de uma seleção. Como se portar, o que vestir na entrevista de emprego, o que colocar no currículo, sobre o que falar ou não são os exemplos mais unânimes entre elas.

Para conquistar uma vaga não existem fórmulas ou métodos com garantia máxima. O que funciona e pode ajudar durante a seleção é um bom preparo e, principalmente, confiança. Mas é importante não confundir confiança com arrogância, pois todo desvio de comportamento é observado.

Se você recebeu a proposta para participar de uma entrevista, existem algumas dicas valiosas para o grande momento. Sempre é bom lembrar que honestidade é a palavra-chave para a ocasião e deve ser usada com consciência dentro de todas as dicas citadas.

Sem experiências, mas com bagagem

Esse é o maior fator de insegurança daqueles que buscam a primeira oportunidade de emprego. Obviamente, ter experiências é ótimo para encontrar oportunidades, mas nem todos conseguem trabalhar e fazer estágios durante a graduação ou antes dela.

Uma alternativa é explorar outras experiências que se mostrem positivas durante a entrevista de emprego. O recrutador olhou seu currículo antes de iniciar a conversa e sabe que esta é a sua primeira tentativa. Entretanto, ele espera que você demonstre capacidades por meio de resultados acadêmicos, participação em palestras, cursos de aperfeiçoamento, trabalhos voluntários, intercâmbios ou outras vivências.

Estude a empresa

Demonstrar interesse pela organização é tão importante quanto ter experiências. Isso porque já é possível saber se os valores da empresa estão alinhados com os seus e mostrar como isso é importante para você no momento da entrevista de emprego.

Quando a questão “por que você deseja trabalhar conosco” aparece, o que se deseja saber é se o candidato fez a lição de casa. Ir somente por ir para uma seleção, sem saber sobre o setor, gestão, modelo de negócios, missão, visão e valores da empresa, é garantia de eliminação já na primeira etapa do processo seletivo.

Pergunte

Isso mesmo. As perguntas não são reservadas apenas aos recrutadores. Além de mostrar que pesquisou sobre a empresa, indique maior interesse perguntando sobre aspectos que não ficaram claros, como seu apelo social, hierarquia e características da vaga a ser preenchida.

Cuidado, entretanto, para não questionar sobre coisas que são de fácil acesso e encontradas na internet. Isso pode gerar a impressão de que você é desatento ou preguiçoso. Pergunte sobre aspectos internos como programas de aprimoramento profissional, incentivo ao desenvolvimento, flexibilidade de horários ou plano de carreira, por exemplo.

Atenção aos sinais corporais

Nervosismo é normal e quase todo mundo sente. É importante não deixar que ele te sabote nesse processo, pois quase todos os sinais corporais são analisados durante uma entrevista. Fique atento a gestos, fala, simpatia e educação.

Outro ponto importante é a vestimenta, que não segue uma regra clara, pois depende muito da cultura organizacional da empresa. Se você a estudar com antecedência, saberá o que se encaixa melhor ou não na ocasião. Mas, na dúvida, opte por cores neutras e peças discretas.

Mentir, nem pensar!

Este é um assunto bem delicado, porque a pressão que envolve a situação acaba nos levando a tomar essa atitude. Ao perceber que temos poucas experiências ou que elas não parecem realmente incríveis, temos a tendência de “aumentar um ponto”, ou seja, contar uma mentira.

O recrutador é uma pessoa treinada para perceber esse tipo de deslize. Mentir, portanto, é uma atitude arriscada. Mesmo que a vaga já seja sua, em algum momento essa mentira poderá ser descoberta e comprometer sua imagem. Caso se encontre diante de um requisito que não atenda, seja sincero, explique a situação e se mostre disposto a aprendê-lo para fazer parte da empresa.

Exponha seus pontos fortes

Sempre que surgir essa questão, deixe claro sobre quais experiências teve e as habilidades que alcançou com elas. Faça uma linha do tempo contanto como conquistou cada ponto forte e positivo para o seu conhecimento profissional.

No caso do primeiro emprego, foque em tudo que envolveu sua formação. Dê atenção a trabalhos realizados, pesquisas, atividades extras, cursos de aperfeiçoamento, exposições que participou, projetos que realizou e o que mais constar no currículo acadêmico.

Reconheça seus defeitos

Mais do que saber sobre suas qualidades, entender e expor seus defeitos também faz parte da entrevista de emprego. Essa pergunta vem sempre com a intenção de saber se o candidato sabe lidar com suas falhas sem fugir delas ou tentar mascará-las com qualidades.

Reconheça sua fraqueza e a coloque na resposta junto com um interesse de evolução. Esqueça o tradicional “sou muito perfeccionista” e foque em expor verdadeiramente o que pode ser uma barreira para você e como acha que ela pode ser vencida dentro do ambiente de trabalho.

Se você procura por aperfeiçoamento do currículo, pode se interessar por cursos rápidos, como os da Plataforma Solution!

Como competências transversais influenciam fatores motivacionais

Não existe empresa, colega, chefe ou liderança perfeitos. A verdade é que algumas competências transversais influenciam fatores motivacionais, especialmente os ligados à forma como encaramos as adversidades da nossa vida profissional.

Inteligência emocional e flexibilidade cognitiva, por exemplo, são aliados que fazem toda a diferença. Quem explica isso é a professora Denise de Moura, dos cursos Liderança e Líder Coach e Comportamento Organizacional, da Plataforma Solution.

Para esclarecer melhor este assunto, ela participou do webinar Fatores Motivacionais e Competências Transversais e elencou o que desejam os profissionais da atualidade e o que será exigido deles.

Mitos da motivação

Os desafios surgem de forma exponencial nas organizações. Por isso, Denise começou o webinar desmistificando três lendas para quem quer aprender como as competências transversais influenciam fatores motivacionais.

  • “Eu consigo motivar minha equipe”

As pessoas podem trabalhar na melhor empresa, com as melhores liderança e equipe e, mesmo assim, se não tiverem uma pré-disposição para serem motivadas e encorajadas, Denise garante que elas não serão.

“A motivação é intrínseca. Mas isso não quer dizer que o líder não possa incentivar mais comprometimento a partir de comportamentos e atitudes, só que a equipe precisa estar aberta a receber esses estímulos”, explica.

  • “Satisfação e motivação são a mesma coisa”

A satisfação é um estado, enquanto a motivação é o que faz com que o funcionário acorde de manhã e vá para o trabalho todos os dias. O salário, por exemplo, é uma satisfação. Se ele vier abaixo do que é esperado, gera insatisfação.

Mas se o profissional é motivado apenas pelo salário, então ele não está comprometido. “Se outra empresa oferecer mais dinheiro, ele vai, porque não está alinhado com os valores, liderança ou mesmo com o trabalho”. E isso é muito comum em empresas que não oferecem alguns benefícios, como progressão na carreira, reconhecimento e recompensa e cultura do feedback.

  • “Motivação depende de fazer o que gosta”

Aquela clássica frase “encontre um trabalho que você gosta e nunca mais precisará trabalhar” é um engano. Só fazer o que se gosta pode deixar o funcionário acomodado. E todo mundo precisa de desafios para sair da zona de conforto, para potencializar alguns comportamentos adormecidos.

Por que as pessoas se demitem?

A resposta para essa pergunta é muito subjetiva e cada profissional tem, claro, suas razões e prioridades. Contudo, Denise separou cinco cenários que podem motivar a demissão, em vez de encorajar o comprometimento com a empresa.

  • Falta de desafios e metas: quando as pessoas não entendem a importância do trabalho para a empresa elas não ficarão motivadas. Os funcionários precisam saber qual o impacto da função deles para a corporação, se é fundamental e se está fazendo a diferença. “Se minha atividade é apenas fazer uma planilha, preciso saber o que acontece se eu não a fizer”, completa Denise.
  • Falta de treinamento: não adianta delegar tarefas a pessoas que não estão capacitadas ou preparadas para aquele desafio. Denise cita o psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi e a teoria do flow. “Aquele estado de motivação máxima é atingido com o aumento dos níveis de habilidades e desafios. O que faz os cirurgiões saírem de cirurgias de 10 horas extremamente motivados? Eles lidam com vidas (desafios) e passam a vida toda estudando (habilidades). Mas eles também têm o feedback na hora, quando o paciente responde ao tratamento, por exemplo. Isso desenvolve a auto eficácia”, explica.
  • Falta de perspectiva: o comprometimento do funcionário na organização é igual a necessidade dos colaboradores vezes o nível de probabilidade dessas necessidades serem atendidas. “Quando o funcionário chega na empresa com o objetivo de crescer, mas percebe que não existe progressão de carreira ou as promoções são somente para os parentes do dono da empresa, o nível de probabilidade chega a zero e o comprometimento cai”, exemplifica a professora.
  • Dificuldade de comunicação e falta de confiança: quando o discurso é diferente da prática, o funcionário não confia na liderança. Esse é um forte indício de insatisfação dentro do ambiente corporativo.
  • Falta de reconhecimento: Denise comenta que os profissionais tendem a preferir um feedback corretivo a nenhum feedback. Justamente porque o primeiro faz com que eles aprimorem as competências e desenvolvam potencialidades.

Isso significa que é inviável ou complexo fazer os funcionários se engajarem? De forma nenhuma! Um bom exemplo citado pela professora é atender alguma necessidade mais possível de ser realizada. Essa atitude demonstra escuta ativa para entender quais as demandas e confere responsabilidade ao profissional.

“É como se o líder dissesse ‘fiz o que você queria, agora você me dá resultados’. E, às vezes, não é preciso gastar nada. Basta remanejar pessoal e promover treinamentos internos, entre os próprios funcionários”, recomenda Denise.

Mas o que pode motivar os profissionais?

  • Acreditar no valor do trabalho
  • Ser valorizado como pessoa e profissional
  • Ser parte de um time, mesmo que as atividades sejam desempenhadas individualmente
  • Clima positivo e de suporte

O que nos espera no futuro?

Para se ter ideia de como as competências transversais influenciam fatores motivacionais, Denise elencou as habilidades que serão exigidas dos profissionais até 2022. Prepare-se!

  • Pensamento inovador e analítico
  • Pensamento crítico
  • Aprendizado ativo
  • Criatividade
  • Resolução de problemas complexos
  • Liderança e influência
  • Inteligência emocional
  • Racionalidade e resolução de conflitos
  • Tecnologia, design e programação
  • Análise e avaliação de sistemas

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