Saiba o que é VBA no Excel e para que serve

Passar várias horas do dia na mesma planilha, executando tarefas simples e manualmente é a realidade de muitos profissionais. O tempo gasto poderia ser utilizado para aprimorar e automatizar esses dados, diminuindo a possibilidade de erros e melhorando os resultados. E é essa a proposta do VBA no Excel.

Essa ferramenta é sobre utilizar uma linguagem de programação no software para facilitar os processos. “O Visual Basic é uma linguagem criada há muitos anos. O VBA, ou seja, Visual Basic for Applications, é uma parte específica para algumas aplicações”, explica Viviane Martins, especialista no assunto, Security Consultant e idealizadora do VBA na Veia.

Funcionalidades

“Imagine que você chega todo dia na empresa, tem que importar um relatório, mas para isso precisa formatá-lo, tirar coluna, mexer nas linhas de grade e outras ações. Todos os dias a mesma coisa”, começa Viviane. “É aí que entra a automação. Por meio do gravador ou do VBA no Excel”, explica.

O gravador citado por Viviane é uma ferramenta do próprio Excel que, ao ser ativada, grava os comandos e gera uma macro – e então permite colocar um botão para executar as ações quando quiser. É uma forma de automatizar sem necessariamente mexer nos códigos – mas essa possibilidade também existe.

Caso o usuário precise alterar algum detalhe da macro, não é obrigado a gravar tudo do começo, porque ele gera automaticamente um código VBA. Basta ajustar e mudar o que precisar por meio desse código.

Com essa opção, não há necessidade de chegar todos os dias e executar uma série de ações para gerar um único relatório. Basta acionar o comando e o Excel faz automaticamente. Ou seja, o VBA pode ser uma alternativa para poupar tempo e, por consequência, aumentar a produtividade.

VBA e gravador

Talvez você esteja se perguntando “Então por que devo aprender os códigos, se o gravador dá a mesma possibilidade?” Na realidade, o gravador é, de fato, uma ferramenta muito útil, mas não é igual à programação dos códigos diretamente.

“O VBA dá mais liberdade. Basicamente é possível fazer o que você quiser. Eu consigo praticamente fazer o Excel ‘falar’. O gravador faz uma análise mais simples dos dados, um comparativo ou algo que já está pronto”, diferencia Viviane.

Em que usar

A consultora explicou que o VBA no Excel é uma ferramenta muito útil para empresas que utilizam planilhas complexas e precisam realizar algumas ações repetitivas. No entanto, isso não quer dizer que a técnica não possa ser usada também para arquivos menores e mais simples. A linguagem VBA pode facilitar planilhas de todos os tamanhos.

É ideal que empresas que utilizam o Excel para organização de dados tenham sempre um especialista em VBA para programar e simplificar o dia a dia. Assim, repetições desnecessárias poderão ser evitadas, aumentando a produtividade e otimizando o tempo.

Um novo idioma

Aprender VBA no Excel, ou em outro programa do pacote Microsoft Office, é quase como aprender uma nova língua. Fazendo esse paralelo, levamos certo tempo para compreender um idioma diferente do que estamos acostumados. Até conseguirmos nos comunicar fluentemente, há um longo processo de aprendizado.

No VBA o processo é o mesmo. Leva certo tempo até o usuário aprender os códigos, regras e conseguir comunicar ao programa o que precisa ser feito. Por isso há outras funcionalidades que podem auxiliar ao longo desse processo, como o gravador.

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Fatores que influenciam a relação entre marca e consumidor

Ser conhecido no segmento que atua e ter uma boa relação entre marca e consumidor é um dos mandamentos do marketing para as empresas. No entanto, para chegar a esse resultado é necessário entender o que influencia o pensamento do público sobre o produto.

O mercado competitivo e o fácil acesso às informações fazem parte dos fatores que podem mudar a visibilidade das marcas. A saída, nesse caso, é ficar sempre atendo às tendências do segmento e estar onde os clientes estão, em ambiente digital ou não – tudo depende.

Para isso, é preciso fazer um estudo de mercado e entender o comportamento do consumidor, a jornada dele até chegar à compra, o que o leva a adquirir um produto ou recusá-lo. Conheça os cursos de Neuromarketing e Marketing Digital da Plataforma Solution para entender esses conceitos!

Listamos abaixo os fatores que afetam a relação entre marca e consumidor para você ficar atento. Confira!

Fatores pessoais

O primeiro passo para ter uma boa relação entre marca e consumidor é entender quem é a persona que compra seu produto. Isso deve ser feito com base em análise de dados, pesquisa e estudos – não é algo aleatório.

Qual a idade da persona? E o gênero? Com o que trabalha? Quais são os interesses pessoais? E os hobbies? Essas são algumas das perguntas que devem ser respondidas nesse estudo.

Depois de decifrar esse tópico, é preciso direcionar o conteúdo produzido por sua empresa para essa persona. Segmentar o marketing é essencial para que a relação entre a empresa e os clientes seja efetiva.

Classe social

Uma marca tem que ter seu público definido, como já foi falado, e isso inclui a classe social dele. Alguns tipos de produto podem ser voltados para classes sociais distintas, mas a comunicação deve chegar a todas elas, se for o caso.

A exemplo, imagine uma marca de celulares de luxo, de alto desempenho e voltados para quem está disposto a pagar muito por um aparelho – classe A. Do outro lado, visualize uma marca mais popular, não tão cara e voltada para o público de classe C e D.

O anúncio desses dois aparelhos será bem diferente. É preciso utilizar linguagens para o público correto assimilar – um estudo adequado poderá direcionar o caminho certo. Essa é uma forma de aprimorar a relação entre marca e consumidor e melhorar a imagem da sua empresa.

Estágio de vida

Entender o que o cliente está vivendo é essencial para uma boa relação entre marca e consumidor. Dentro da segmentação de seu negócio, entenda quem é a persona, o que ela faz, em qual estágio de vida está.

Isso porque um estudante de graduação ou uma pessoa aposentada têm diferentes relações com o consumo e com marcas. Enquanto, por um lado, alguns podem ser mais engajados com os valores que a empresa passa, outros talvez se importem apenas em como aquilo facilita o dia a dia e atende às suas necessidades.

O estudo de mercado pode apontar em qual estágio da vida está a maioria dos consumidores de seu produto ou serviço. Assim, segmentar muda a relação e pode posicionar sua marca no topo da opinião pública.

Opiniões externas

Talvez esse seja um dos principais fatores de influência da relação entre marca e consumidor, mas ainda assim muitas empresas o ignoram. Na sociedade atual, opinar sobre algum produto ou serviço na internet é comum e a maioria das pessoas têm acesso a recursos para fazer isso.

Por isso, é preciso se ater à imagem que a marca mostra para seus consumidores, já que poderá ser passado à frente e influenciará o relacionamento entre os clientes e a empresa.

Bom atendimento, produto que entrega o que promete e atenção aos anseios dos consumidores são algumas das atitudes que farão com que você “suba” no conceito deles. Manter uma boa comunicação digital é positivo em muitos aspectos.

Quer saber mais sobre o assunto? Leia também 5 dicas para uma estratégia de trade marketing de sucesso

O infarto fulminante de empresas sedentárias

Estou longe de ser um esportista profissional, o máximo que já ganhei foi um interclasses na época de colégio e alguns torneios de futebol de society disputados de fim de semana. Além do futebol, gosto de correr e pedalar no fim de semana e recentemente comecei a brincar de jogar tênis com os colegas do trabalho. Talvez possa parecer falta de foco praticar diferente modalidades, respeito essa opinião…, mas, o fato é que o lance para mim está em movimentar o corpo e liberar o hormônio do prazer, a endorfina.

 Que atividade física traz benefícios para a saúde nós já sabemos. Mas quais benefícios indiretos podemos desenvolver ou ainda levar para dentro das empresas que trabalhamos? O primeiro ganho que considero é a DETERMINAÇÃO, acordar as 5h – 5h30 da manhã para treinar, ou mesmo competir, convenhamos que não é uma tarefa trivial. Assim, quando você sente prazer naquilo que faz, o frio e a chuva deixam de ser obstáculos e você alcança seu objetivo. Os líderes nas empresas devem buscar conhecer o que deixa seus liderados com essa “vontade de fazer”.

Quando temos outras atividades extras no trabalho, como uma atividade física regular, passamos também a preocuparmos com outras coisas como: treino, competição, disciplina alimentar entre outros. Assim, o convívio com outras pessoas aumenta, melhora e eventualmente pode gerar oportunidade de negócios, e assim vai… Tais fatores contribuem para diminuir o estresse no ambiente de trabalho e você passa a otimizar melhor a sua jornada no tempo em que está na empresa. Podemos traduzir este benefício da atividade física como GESTÃO DO TEMPO.

Uma das coisas que eu mais admiro nos esportes é o TRABALHO EM EQUIPE. Sim, temos várias competições com disputa é individual. No entanto, existe um staff nos bastidores e normalmente uma equipe grande. Não se faz um campeão sozinho. Nas demais competições, impera o termo equipe, embora alguns “Neymares” (eu admiro o talento que ele tem como jogador) ainda acreditam que o individual pode superar o coletivo. Não é raro encontrarmos esse tipo de pensamento dentro das empresas.

Outro sentimento que admiro muito, principalmente em corridas de rua que tenho participado, é a SOLIDARIEDADE dos atletas. Vejo constantemente a preocupação entre os participantes. Concordo que não é um ambiente de competição extrema, mas me comove e tento levar para o ambiente de trabalho. Nas empresas, apesar de nos depararmos com um ambiente competitivo, o altruísmo com certeza também tem espaço e, melhor ainda, proporciona melhorias para os cofres da empresa, pois em um ambiente colaborativo os processos tendem a ser mais eficientes.

Entrando um pouco no ramo da Psicologia Positiva, um fundamental elemento (não sei se assim posso dizer), chegamos ao chamado PROPÓSITO, aquilo que permite você encontrar a sua FELICIDADE. Ou seja, está relacionado ao prazer, às relações positivas, aos bons momentos, a servir a algo que você acredita ser maior do que você. Esses fatores sem dúvida tornam o atleta mais focado, determinado a atingir seus objetivos e encarar os desafios que surgirem no caminho. Assim deveria ser nas empresas, ou assim é em algumas empresas que apresentam bons resultados financeiros. Por isso, conheça as pessoas que trabalham na sua empresa e o que as deixam felizes. Será que o propósito das pessoas está alinhado ao da empresa?

Poderíamos descrever várias outras características em comum para os atletas e as pessoas dentro da pirâmide empresarial, mas encerro com aquele que tem um potencial de transformação muito grande: TREINAMENTO. Recentemente, acompanhamos a conquista de Rafael Nadal (tenista espanhol, 33 anos) do US OPEN, após quase cinco horas de jogo hoje ele é o segundo melhor tenista no ranking mundial – mas, já foi o número um por muito tempo. Lendo algumas matérias sobre a sua biografia, vi o quanto o cara se dedica aos treinamentos, os quais são quase insanos, em ambientes adversos para chegar nos jogos e ter um ambiente de competição mais tranquilo. Nas empresas é comum selecionar, recrutar e cobrar… O que temos feito para capacitar e aproveitar ao máximo o potencial intelectual, comportamental e social das pessoas que estão jogando no nosso time?

O Ministério da Saúde adverte: consulte um médico especialista antes de iniciar uma vida mais ativa nos esportes, pois a atividade física exigirá muito do sistema cardiorrespiratório. O Sebrae também adverte: um a cada quatro empresas fecha antes de completar dois anos no mercado, por falta de gestão com as pessoas, planejamento financeiro e estratégia.

Glauber dos Santos é formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com pós-graduação pela Esalq/USP. Possui experiência no desenvolvimento de treinamentos corporativos in company e atua com Customer Sucess, propondo soluções para levar os resultados que os clientes esperam.

Lei da tripla convergência: o segredo do sucesso?

Qual é o segredo do sucesso? O que fazer para ser feliz e bem-sucedido financeiramente? Essas são perguntas comuns a muitas pessoas, mas que seguem sem resposta. Não há uma fórmula mágica, que fique claro, mas a Lei da Tripla Convergência pode ser um “empurrãozinho”.

Para entender, esse conceito vem do livro “O óbvio que ignoramos”, de Jacob Petry. O autor diz que, para chegar ao sucesso, o ideal é procurar algo que se encaixe no tripé “paixão – talento – renda”. Não adianta investir tempo em atividades que são pontos fracos.

Petry diz que o ideal é se dedicar àquilo que já é um talento natural – e não tentar focar somente naquilo que traz dificuldades. Por isso, juntar o talento à paixão trará resultados financeiros no final das contas.

Um exemplo: imagine que na escola um aluno é muito bom em biologia, se sente estimulado, desafiado e gosta de estudar essa disciplina. Português, contudo, é exatamente o contrário. Não há muito estímulo e nem interesse para se aprimorar, por isso as notas são baixas.

Esse aluno será incentivado a estudar mais português para conseguir atingir a média. Isso, porém, fará com que ele se dedique menos à biologia, matéria em que já tem um talento natural. Esse tipo de estímulo fará com que, ao fim do ciclo escolar, ele fique na média e não se sobressaia no que poderia.

Paixão

Pense em algo que te traz felicidade. Uma atividade ou algo com o qual você já trabalhou ou estudou. Ou, ainda, pode ser algo que imagina que te trará satisfação em executar todos os dias, repetidamente.

Esse é o item da Lei da Tripla Convergência que diz que você deve ter paixão para ter sucesso na carreira, portanto, se você trabalhar com algo que traz renda e que você é bom, mas que não te traz felicidade, não necessariamente será uma pessoa bem-sucedida.

Talento

Continuando o exercício do tópico anterior, selecione uma das coisas que te faz feliz e se pergunte, de maneira sincera, se você é realmente bom naquilo. Bom o suficiente para levar como carreira. Aquilo que é talento nato, que você aprende com facilidade desde a infância.

A Lei da Tripla Convergência diz que não basta fazer o que você gosta se você não é bom naquilo. Também é preciso procurar sempre o aprimoramento e atualização naquela atividade. O talento não é algo que você sabe e acabou. É possível, e necessário, estudar o assunto para ficar cada dia melhor e se destacar da média.

Renda

A famosa frase “faça o que você gosta e nunca mais precisará trabalhar” cai por terra quando as contas chegam. Gostar de fazer algo não sustenta uma pessoa. A Lei da Tripla Convergência vai além do ditado e diz que, além de gostar, você deve considerar se aquela atividade também tem potencial rentável.

É claro, o foco não deve ser esse, mas é preciso pensar em algo que tenha alguma demanda e possibilidade de trazer renda. A ideia aqui é fazer um trabalho que traga felicidade e no qual você seja muito bom, se destacando nele. Assim, a renda será consequência.

Tá, e agora?

Mudar repentinamente da profissão que você já trabalha para algo que se encaixe na Lei da Tripla Convergência, contudo, não é a melhor saída. Mesmo que tenha encontrado a carreira dos sonhos, em que é bom de verdade, ama e pode trazer renda, a transição deve ser feita de maneira cautelosa, aos poucos.

Você começa fazendo aquilo nas horas vagas, como um segundo trabalho ou freelancer. Depois vai preenchendo seu tempo até chegar o momento de conseguir manter seu estilo de vida somente com essa renda. A partir daí, chega o momento de largar o emprego que não te fazia bem e seguir seu sonho.

Nem tudo são flores

Muita gente pensa que sucesso profissional é sinônimo de felicidade constante, sem nenhuma frustração ao longo da carreira. No entanto, isso não é uma realidade. Gostar de uma área significa ter de executar até mesmo as tarefas mais chatas.

Ser feliz em uma profissão diz sobre conseguir passar pelos momentos desagradáveis e continuar gostando daquilo. O processo até chegar ao final tem que valer a pena. Não quer dizer amar tudo o que faz, mas sim entender que aquilo é parte do cotidiano, assim como passar pelos desafios e erros que virão.

Você já conhecia a Lei da Tripla Convergência? Comente!

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Como evitar problemas ergonômicos por repetição no trabalho

Ficar o dia todo na mesma posição no trabalho, sentado em frente a um computador, pode trazer problemas ergonômicos por repetição. Não somente dores musculares, mas complicações de visão e postura, com consequências a longo prazo.

Por isso, é preciso pensar em soluções para tornar o dia de trabalho mais confortável e não trazer prejuízos ao corpo. Existem várias maneiras de manter o equilíbrio com pequenas ações a serem praticadas diariamente.

Confira cinco ações para evitar problemas ergonômicos por repetição no trabalho e aplique-as na sua equipe!

Ginástica laboral

A primeira desta lista é quase uma seita no universo corporativo. Alguns já imaginam alguém batendo à porta no meio da noite e dizendo “você já ouviu a palavra da ginástica laboral?”. Brincadeiras à parte, embora seja algo que muitos tentam fugir, é muito importante se exercitar.

Isso não quer dizer passar meia hora fazendo polichinelos ou abdominais. A ideia é trazer alongamentos e exercícios rápidos para fortalecer os músculos mais usados no trabalho, como punho, mãos e costas e, assim, evitar desgastes.

É importante lembrar que a maioria dos problemas ergonômicos por repetição estão relacionados a ficar o dia todo na mesma posição, executando os mesmos movimentos. Por isso, uma pausa de cinco minutos duas vezes por dia é bem-vinda.

Atenção à postura

Outro item importante para evitar problemas ergonômicos por repetição e desgastes é se atentar à postura. É normal relaxarmos durante o dia e, por isso, ficamos tortos na cadeira e com as pernas cruzadas. Mas o correto é estar com toda a extensão das costas apoiadas no encosto, os dois pés no chão, os braços apoiados na mesa e os ombros na mesma altura.

A coluna posicionada de maneira incorreta, os braços e ombros tortos e as pernas cruzadas podem ocasionar dores e problemas mais sérios no futuro. Quem já tem algum problema de postura deve procurar um ortopedista para indicar o melhor tratamento.

Mobiliário adequado

Bem se sabe que algumas vezes a postura incorreta vem de uma cadeira desconfortável, baixa ou alta demais, com encosto torto ou sem apoio de braço. O mesmo acontece com a mesa e a altura que o computador está posicionado.

É preciso que a empresa disponibilize a mobília adequada para que seus funcionários não sofram com problemas ergonômicos por repetição. Nenhuma ginástica laboral ou postura correta vai resolver o problema de um mobiliário inadequado.

Iluminação

O mesmo princípio vale para a iluminação dos aparelhos eletrônicos utilizados no dia a dia. É preciso ter uma regulagem de luz das telas. Mesmo que o mais claro signifique melhor visibilidade, balancear é a melhor opção para não ter problemas nos olhos no futuro.

Essa dica é mais importante ainda para quem já sofre da vista e utiliza óculos corretivos. O ideal é visitar sempre o oftalmologista para verificações. Além disso, investir em lentes de qualidade, com filtro de luz azul que vai dificultar a penetração das luzes digitais nos olhos. Várias marcas já fabricam esse tipo de produto.

Também é importante diminuir o tempo de uso das telas. Se não há como fazer isso no trabalho, faça em casa. Evite utilizar o celular na luminosidade máxima, especialmente no período noturno.

Descanso

Atualmente é bem comum funcionários que ficam até tarde na empresa, fazem horas extras e trabalham aos fins de semana em casa. Tudo isso para suprir a pressão dos gestores e atender toda a demanda que chega. Para alguns, isso pode parecer positivo, afinal é um funcionário dedicado, correto?

Errado. Trabalhar demais e não descansar o período necessário traz consequências para a produtividade – além de aumentar as chances de ter problemas ergonômicos por repetição e, ainda, doenças psiquiátricas.

O ideal é que o funcionário cumpra suas horas de trabalho e se dedique naquele período. As horas extras são somente em último caso, por uma demanda urgente. Se isso acontece todos os dias, não há um descanso adequado e, consequentemente, o colaborador não usa todo seu potencial.

Você já pratica alguma solução ergométrica? Comente!

5 erros de UX design que você não deve cometer

Ter um site é praticamente um pré-requisito para as empresas que querem prosperar no mercado. Nesse contexto, algumas organizações criam páginas de forma rápida apenas para se adequar e não perder clientes, mas não se atentam aos erros de UX design que podem estar cometendo.

UX ou User Experience (Experiência do Usuário) é o estudo que busca informações sobre o que faz com que os clientes se sintam confortáveis no site. Resumidamente, procura entender quais os motivos de desistência de quem acessa seu conteúdo para, assim, resolvê-los.

Quem nunca entrou em um site e se irritou pelo excesso de pop-ups ou anúncios? Ou desistiu de navegar naquela página porque o layout era confuso demais? Por isso separamos uma lista com 5 erros de UX design que sua empresa pode estar cometendo. Confira!

Não ter um site responsivo

Um site responsivo, ou seja, legível tanto em plataformas móveis quanto em computadores, é essencial. Independente se o conteúdo, o produto ou o layout são incríveis, se o usuário não consegue acessá-lo do celular você perde o cliente.

A maioria dos usuários hoje utiliza a internet por meio de dispositivos móveis e é preciso se adequar a isso. Se um potencial cliente entra no seu endereço pelo celular e as informações estão desconexas, o layout prejudicado e nada funciona muito bem, a tendência é que ela saia e não volte mais.

Obrigar a realizar cadastro

Esse é um dos erros de UX design praticado por muitas empresas. Embora obrigar o usuário a realizar um cadastro facilite a captação de leads e de formação de uma base, é algo que irrita a maioria das pessoas.

É importante incentivar os clientes a realizarem um cadastro, mas isso não pode ser exigido. Por exemplo, se a empresa quer ofertar um e-book sobre seu nicho de atuação, coloca um botão na página inicial para o download. Em seguida, o usuário é direcionado para uma página de cadastro, em que ele pode baixar o conteúdo diretamente ou se cadastrar, caso tenha interesse.

O erro aí está no fato de que a maioria das empresas obriga o cadastro para baixar o e-book e não dá a opção de baixar diretamente. Muitos usuários desistem na página de cadastro justamente porque não têm interesse em vincular seu e-mail em um primeiro momento.

Pop-ups em excesso

Se tem algo que irrita a maioria das pessoas é quando entram em um site e de imediato “pulam” vários pop-ups antes do conteúdo. É um dos erros de UX design mais comuns. Pop-ups são aquelas janelas extras que abrem, geralmente de propagandas ou oferecendo a realização de cadastro.

Por mais que exista um “x” permitindo o fechamento com facilidade, o excesso de pop-ups prejudica quem está com pressa, além de deixar o carregamento da página mais lento. É algo que deve ser evitado e utilizado somente se houver muita necessidade.

Outro item que irrita os usuários é o excesso de anúncios. A propaganda é algo rentável para o site, mas em excesso também prejudica o layout e a visibilidade do conteúdo. Evite encher a página de anúncios e pop-ups.

Notificações

Os navegadores permitem que os usuários ativem as notificações de um site para receber os principais conteúdos. Muitas empresas usam desse recurso para encher seus potenciais clientes com dezenas de propagandas sobre o produto.

Outras, ainda pior, obrigam o cliente a ativar a notificação para conseguir acesso a algum recurso do site. O ideal é nunca obrigar o usuário a nada e, caso ele tenha optado por receber as notificações, enviar atualizações relevantes.

Hoje a maioria das pessoas tem rotinas exaustivas e não consegue parar para ler conteúdos durante todo o dia. Por isso, o ideal é enviar somente o que for muito importante e evitar excessos.

Layout

Esse é um item básico, no entanto é um dos erros de UX design mais comuns. O site de uma marca deve ser intuitivo, com layout leve e cores estudadas para não causar estranheza ou parecer “suspeito” ao seu cliente.

Imagine um site inteiro preto com algumas coisas escritas em branco, sem nenhum trabalho de imagem, sem fontes diferenciadas, sem muito o que olhar e sem indicações de onde você encontra o que busca. Somente o básico. Você confiaria nesse site como algo oficial? A resposta provavelmente foi não.

É de extrema importância investir em um site visualmente bonito, intuitivo para o cliente e com cores que casem com a identidade visual da marca.

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5 atitudes que vão fazer a empresa crescer

Fazer a empresa crescer é um desafio em um mercado saturado em vários segmentos. Existem estratégias que podem ser adotadas para aumentar o engajamento da organização e fazê-la crescer, mas não há uma fórmula exata.

Tudo depende do segmento, do produto e das características específicas da sua empresa. No entanto, as organizações que decolam no mercado têm algumas características em comum. Veja cinco atitudes que vão te ajudar com isso!

Diferencial

O primeiro passo para fazer a empresa crescer é descobrir qual é o diferencial de mercado dela. Se existe uma concorrência muito grande no segmento, é preciso buscar uma resposta: o que faria os clientes optarem pelo seu produto ou serviço, e não pelos outros disponíveis?

Para fazer isso, reúna as pessoas responsáveis pela gestão e comece a listar os valores da marca, os objetivos e, por fim, o que a diferencia das demais. Vale lembrar que a qualidade do produto não é considerada diferencial, é obrigação de toda marca – mesmo nos casos em que a concorrência não tem.

Se não encontrar nada de muito relevante, essa é a hora de buscar as necessidades do mercado no segmento que a empresa atua. Assim, por meio delas, você conseguirá encontrar o diferencial que seu produto ou serviço deverá ter.

Parcerias

Essa dica é interessante para empresas que precisam crescer, mas não têm muito capital para investir. Fazer parcerias é um caminho interessante. Especialmente para as organizações que buscam internacionalizar seus produtos, é uma maneira de começar em um mercado ainda desconhecido.

Um exemplo clássico é a empresa de chocolates Hershey’s, que conseguiu trazer seus produtos para o Brasil e criar um nome aqui após uma parceria com a Bauducco. A empreitada antes tinha sido feita sem uma parceria e não deu tão certo.

Em alguns casos, a estratégia de parcerias pode não ser a melhor opção, tudo depende do segmento. Já em outros, pode ser a chave para fazer a empresa crescer.

Digitalize

Não é novidade que estamos na era digital, por isso, se sua empresa ainda não está na internet, já é um atraso. Busque uma pessoa especializada em marketing para fazer uma análise do segmento e entender a melhor forma de atuar no ambiente digital.

Caso a empresa já tenha um site e perfis em redes sociais, procure aprimorar sempre e seguir as tendências de mercado. Uma boa dica é ter um padrão de acordo com uma campanha de marketing – que deverá ser elaborada conforme as necessidades do mercado.

Existem várias alternativas de interação digital e nem sempre todas vão se encaixar na sua estratégia, mas é interessante conhecê-las. Um bom estudo de como as empresas atuam na internet é essencial para fazer a empresa crescer.

Estrutura horizontal

As maiores empresas do mundo têm essa característica em comum: a horizontalização da gestão. Isso quer dizer diminuir os níveis hierárquicos e permitir que todos opinem em decisões e contribuam com ideias que geram inovação.

Toda mudança começa de dentro, não adianta firmar parcerias, ter um diferencial e estar na internet se a sua estrutura interna não é eficaz. Fazer a empresa crescer pede inovação. Uma boa maneira de trazer isso é permitir a participação de todos.

É claro, a estrutura horizontal não vai acontecer de um dia para outro: é preciso fazer uma mudança suave, principalmente se sua empresa tem a hierarquia muito bem definida.

Capital humano

Como um complemento da horizontalização da estrutura organizacional, a valorização do capital humano é importante. Isso quer dizer ter a preocupação com o bem-estar dos colaboradores, entender seus anseios e necessidades.

Isso porque quem faz a empresa são justamente os funcionários. Eles devem estar satisfeitos profissionalmente para conseguirem contribuir da melhor forma para o crescimento da organização.

Pensar em um processo de seleção humanizado, benefícios compatíveis com o mercado e com a função que exercem, plano de carreira e incentivo à qualificação são algumas das atitudes interessantes de aderir.

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9 ações de marketing digital para aplicar na sua empresa

Aplicar ações de marketing digital em uma empresa requer conhecimento e uma estratégia bem planejada. É possível investir nesse quesito em várias frentes e, assim, conseguir fazer com que os clientes cheguem até o produto.

No entanto, há certa dificuldade em saber o que exatamente pode ser feito. Por isso, confira abaixo uma lista com 9 ações de marketing digital para aplicar na sua empresa.

Ter um planejamento

O primeiro passo para aplicar o marketing digital na sua empresa é reunir a equipe responsável por esse setor e fazer uma reunião de planejamento. É preciso definir uma estratégia a ser seguida pelo período da campanha – que também deverá ser pensada nessa reunião.

O momento do planejamento é o ideal para apontar as tendências da área e o que os concorrentes tem feito. Depois de um conceito, basta definir quais tipos de ações de marketing digital se encaixam na proposta e no produto.

Investir em um bom site

Atualmente, se um cliente ouve falar da sua marca a primeira coisa que ele tende a fazer é buscar no Google. Se não encontrar um bom site, com layout atrativo e carregamento rápido, a tendência de ele ainda querer seu produto é mínima.

Isso porque a opinião dos clientes é muito baseada no que é encontrado no digital. Se a marca não tem um site, ela não existe. E esse site também deve estar de acordo com o conceito da marca, a campanha de marketing e o tipo de produto que ela entrega.

Impulsionar o conteúdo

Uma boa maneira de atingir o público a quem se destina seu produto é impulsionar anúncios no Google e nas redes sociais. É um investimento importante, principalmente para quem está começando no mercado.

No entanto, mesmo para as marcas já consolidadas, é preciso manter a atenção nesse tópico para não perder mercado. O ideal para esse tipo de estratégia é conhecer bem a plataforma com a qual se quer trabalhar.

Ter um blog

Um diferencial das marcas mais conceituadas do mercado é entregar conteúdo de qualidade a seus clientes. Uma das ações de marketing digital que dá muito retorno é a criação de um blog dentro do site com conteúdos otimizados para serem encontrados nos principais buscadores.

Imagine que alguém procura por “como tirar mancha de café da roupa” e você, que nesse exemplo pode ser uma empresa de sabão em pó e alvejante, tem um tutorial no blog explicando exatamente isso. Essa é uma estratégia para atrair e converter os clientes.

Tráfego

Monitorar o tráfego do site e das redes sociais da sua empresa é essencial para conseguir aprimorar cada vez mais a estratégia. É preciso saber por onde os clientes chegam até você e se foi de forma orgânica ou por meio de anúncios.

Além disso, também é fundamental entender quem é seu cliente. Por meio das ferramentas de monitoramento de tráfego, é possível saber os dados mais relevantes de quem acesa seu site, ou seja, se seu público é composto majoritariamente por homens ou mulheres e quais as idades deles.

É relevante para conseguir direcionar as estratégias para atingir esse tipo de público e aumentar cada vez mais o tráfego do site e das redes e, por consequência, converter mais pessoas.

E-mail marketing

Os e-mails marketing não são para todo tipo de produto. O ideal é fazer um estudo para saber se essa é uma das ações de marketing digital ideal para sua marca.

Resumidamente, para conseguir aplicar essa estratégia é preciso conseguir uma base de e-mails. Isso geralmente é captado por meio de formulários no próprio site da empresa. Assim, você conseguirá enviar informações relevantes dos produtos e conteúdos do nicho em que atua para quem já se interessa por isso.

Jornada do cliente

Acompanhar a jornada do cliente até seu produto ou serviço é essencial para todos os nichos. É preciso saber o que faz com que cheguem até você e qual é o fator decisório para fecharem a compra.

Assim, da mesma maneira que com o monitoramento do tráfego, você consegue fazer um marketing direcionado e atingir quem já tem interesse no seu produto. Além disso, trabalhar a jornada do cliente é fazer com que a compra seja uma experiência – e isso é um fator muito valorizado atualmente.

Atenção à concorrência

É preciso se manter atento ao que os concorrentes fazem para saber quais são as tendências do mercado para seu produto. Acompanhe as redes sociais e todo tipo de conteúdo publicado por quem tem o mesmo tipo de produto que sua empresa.

Assim, você conseguirá entender o que é feito e aplicará as ações de marketing digital com eficácia.

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5 motivos para investir em marketing digital na sua empresa

Investir em marketing digital pode parecer desnecessário para quem não conhece muito do assunto. Estar na internet, porém, é essencial para as empresas que querem se destacar no segmento que atuam, entre outros benefícios.

Conheça cinco motivos para investir em marketing digital na sua empresa!

Quem é visto é lembrado

Se destacar na maioria dos segmentos é difícil diante da saturação de empresas da atualidade. Por isso, é importante ser visto pelos seus potenciais clientes para, quando a jornada de compra chegar ao momento de fechar o negócio, você ser lembrado por eles.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 65% dos brasileiros têm acesso à internet. Isso quer dizer que mais de 115 milhões de pessoas estão conectadas no país.

Por isso, investir em marketing digital é se conectar com seus clientes. Estar na internet é essencial para a maioria dos segmentos, mas é importante não se esquecer de quem não utiliza a internet diariamente também.

Marketing segmentado

Se você ainda não sabe por que investir em marketing digital, outro motivo é a segmentação dos seus potenciais clientes. Isso quer dizer que na internet é possível direcionar a divulgação para aqueles que já demonstram interesse no seu produto.

Ou seja, se você vende escovas de cabelo, pode segmentar os anúncios para que eles sejam mostrados a pessoas que pesquisam sobre cuidados capilares. Assim, o marketing será mais direcionado e assertivo para conversão de leads (potenciais compradores) em clientes.

Boa relação

Um dos benefícios de investir em marketing digital é a melhora no relacionamento da sua marca com os clientes. Isso porque é muito mais fácil entrar em contato com uma empresa que se mostra aberta a redes sociais, por exemplo.

A presença nas redes é essencial para as marcas que desejam aderir ao digital e trazer uma imagem mais amistosa aos consumidores. Existem centenas de exemplos que poderiam ser citados, mas, em suma, não existe uma fórmula do sucesso.

O que as empresas que investiram nas redes e ficaram famosas por isso têm em comum é o padrão de atendimento. Algumas são mais engajadas em causas sociais e atualidades, outras criaram uma persona e respondem seus clientes de forma estilizada e personalizada… São inúmeras possibilidades, mas é importantíssimo se mostrar aberto ao contato.

Mensurar resultados

Se tem uma coisa boa do marketing digital é a facilidade em mensurar os resultados do que é anunciado. Os recursos disponíveis na maioria das plataformas permitem visualizar o quanto aquele anúncio ou publicação gerou de conversão.

As estatísticas disponíveis são importantíssimas para conseguir visualizar o quanto as ações digitais estão impactando os clientes. Também servem para alterar algo que pode não estar indo bem com seu público e aprimorar. O Google Analytics é uma das principais ferramentas para isso.

Essa é uma vantagem que o marketing tradicional não permite. É praticamente impossível saber o quanto um anúncio em televisão converteu, se o retorno paga o investimento inicial entre outros indicadores.

Cabe no bolso

Uma das vantagens de investir em marketing digital é que ele permite investir de acordo com o orçamento. Diferente de anúncios de televisão, rádio ou jornais impressos, em que o valor é fixo, estar na internet pode ser mais barato. Tudo depende de quanto você está disposto a investir.

É claro, marketing digital custa. É preciso ter, sim, um valor inicial para começar a investir em anúncios online, mas não tanto quanto estar na televisão, por exemplo. Além disso, o digital permite visualizar se aquele investimento teve o retorno esperado e “se pagou” com esse retorno.

Estar no ambiente digital é mais fácil do que você imagina. Para fazer sua empresa crescer e ser lembrada, conheça o curso de Marketing Digital da Plataforma Solution!

Quais são os diferenciais de um negócio de sucesso?

Ter um negócio de sucesso não é fácil no cenário que vivemos atualmente no Brasil. Existe uma saturação de empresas dos mesmos segmentos e, sem um bom diferencial, dificilmente uma nova marca prospera com tanta concorrência.

Entretanto, muitas vezes pode ser difícil encontrar algo para se destacar, porque parece que tudo já foi inventado. A pergunta que fica é: como ser diferente nesse cenário?  Existem estratégias para chegar a isso. O blog da Plataforma Solution separou algumas dicas, confira!

Inovação

Parece óbvio, mas quem não inova não prospera. Mesmo uma empresa tradicional e já consolidada no mercado, se não tiver novidades a longo prazo, vai sendo esquecida. Um exemplo é a própria Coca-Cola. Ainda que já seja conhecida por praticamente todo mundo, eventualmente surge o lançamento de novos produtos.

Inovar também quer dizer ter abertura para novas tecnologias e ideias, permitir que os colaboradores contribuam na sugestão e construção de projetos. O essencial é que seu produto ou serviço traga algo de novo que o mercado não tem.

Se você ainda pretende abrir uma empresa, mas não sabe por onde começar, aqui vão algumas dicas para inovar nessa empreitada e ter um negócio de sucesso:

  • Procure as necessidades dos consumidores por meio de pesquisas, estudos e observação
  • Imagine o que poderia suprir essas questões
  • Elabore seu produto ou serviço baseado nessas necessidades que o mercado ainda não atende

Um exemplo

Uma pessoa pensa em abrir um negócio no setor financeiro. Em pesquisas, percebe que a principal reclamação dos clientes de empresas de cartão de crédito é referente às taxas abusivas.

A partir daí, decide investir nesse problema e, meses depois, abre uma empresa de cartão de crédito sem taxas. A tendência para esse tipo de negócio é prosperar, porque entrega o que a população ainda não tem.

Atendimento humanizado

Se você quer se diferenciar no mercado e ter um negócio de sucesso, tenha um bom atendimento. Muitas das empresas tradicionais no Brasil são conhecidas por terem um péssimo canal de comunicação com o cliente, por isso é importante se destacar nesse aspecto.

Invista em canais de atendimento que sejam práticos para o cliente, como chat no próprio site e redes sociais – embora essas devam ser usadas com cautela. Evite ligações ou e-mails frequentes sobre promoções e upgrades, a maioria das pessoas não dá atenção a isso.

A dica chave para ter um bom relacionamento com seu cliente é um atendimento simplificado, em que os problemas são resolvidos facilmente. Ninguém gosta de ligar e ser transferido para cinco atendentes diferentes apenas para tirar uma dúvida ou cancelar algum pacote, por exemplo.

Funcionários engajados

A terceira dica é o que faltava para ter um negócio de sucesso. Tenha funcionários que abracem a causa da empresa e cresçam junto com ela. Isso quer dizer não contratar apenas pelo currículo, mas pelo perfil de inovação e entusiasmo com o negócio.

Ter funcionários competentes, que não faltam nunca e batem o ponto todos os dias no mesmo horário é legal. Mas trabalhar com pessoas que realmente gostam daquilo e fazem seu melhor porque querem ver a empresa crescer, não apenas para ter o salário no fim do mês, é muito mais motivador.

Por isso, na hora de contratar, elabore um processo seletivo para identificar essas características nos candidatos e dê preferência àqueles mais motivados. É claro, um bom currículo também faz a diferença, mas sozinho não é nada.

Qual você acha que é o principal diferencial dos negócios de sucesso? Comente!

Leia também 11 dicas de marketing pessoal para impressionar

Python: 5 motivos para aprender essa linguagem de programação

A linguagem de Python é uma das favoritas de muitos programadores mundo afora. Além de trazer soluções para os mais variados problemas, a simplicidade faz com que muitos queiram aprender e começar a desenvolver softwares por essa linguagem.

Para quem é de fora do universo do desenvolvimento de sistemas, Python é uma das linguagens de programação mais conhecidas. Foi criada em 1991 por Guido Van Rossum e de lá para cá só cresceu. Hoje, empresas como Google e Nasa utilizam Python.

Como se isso não fosse motivo suficiente para aprender Python, separamos mais cinco. Confere aí!

Fácil, mas não inferior

A linguagem de Python é uma das queridinhas dos programadores principalmente por ser mais “fácil”. Você talvez esteja se perguntando o motivo das aspas. Bom, não é que Python seja simplesmente fácil. É que, por exigir uma menor quantidade de códigos para executar tarefas básicas, a chance de erros é menor.

No entanto, não se pode confundir esse aspecto com inferioridade. A linguagem de Python é simples de aprender, mas exige conhecimento e permite desenvolver softwares dos mais variados, assim como outras linguagens.

Esse código foi planejado para ser mais produtivo e facilmente compreendido pelos programadores. Uma das características é a diminuição de caracteres especiais, como ponto e vírgula, chaves, sinal de igual, dois pontos etc.

Perfeita para quem está começando

Para os iniciantes em programação, Python pode ser o que impulsiona a entrar no universo de desenvolvimento de softwares de cabeça. Por não exigir conhecimentos muito aprofundados em hardware e outras linguagens, embora seja recomendado, o iniciante rapidamente poderá desenvolver programas complexos.

Por conta dos códigos mais curtos e da simplicidade de Python, os mais recentes programadores conseguirão entender mais rapidamente e começar a utilizar sem muito segredo. Além disso, é possível adaptar os conceitos obtidos com essa linguagem para outros ambientes, ou seja, um salto para diversas áreas da programação.

Multiplataforma

Por ser uma linguagem interpretada, Python pode ser adaptada a diversas plataformas. Simplificando, isso quer dizer que um interpretador do código fonte o transforma em um código executável por uma máquina virtual. Isso a torna diferente da linguagem compilada, que é processada por um compilador para um tipo específico de sistema operacional, ou seja, não é tão adaptável.

Por conta dessa característica, Python pode ser utilizada para aplicações em Windows, Linux, Mac, IOS, Android e basicamente qualquer outro.

Aplicável em soluções

Por ser simples, é comum confundir Python com algo inferior, como já dito acima. No entanto, essa linguagem é extremamente robusta e pode ser utilizada em soluções para problemas comuns. Veja algumas das aplicações:

  • Back end
  • Simulações de engenharia
  • Scripting
  • Análise de dados (data analytics)
  • Inteligência artificial – especialmente machine learning (aprendizado de máquina)

Falando em soluções… Nós, da Plataforma Solution, temos um curso sobre a linguagem de Python para Gestores. Quer saber mais? Clique aqui e entenda.

Livre, leve e solta

Uma das características positivas da linguagem de Python é que existe uma comunidade aberta e muito ativa sobre esse código. Para o universo do desenvolvimento de sistemas, um código aberto é muito bom, porque permite o compartilhamento de problemas e soluções sem a necessidade de citar a fonte.

Existe, ainda, uma documentação muito completa sobre Python no site oficial da linguagem. Isso pode ajudar iniciantes e nem tão iniciantes assim. Além disso, a comunidade brasileira dos programadores é grande e ativa.

Comente o que você achou da linguagem de Python!

A revolução no conceito de carne

O diálogo abaixo relatado aconteceu num dia normal, como qualquer outro, de um brasileiro comum que foi almoçar na casa de sua mãe.

– Mãe, esse parmegiana você fez com filé mignon? – indaga o filho. A mãe já inquieta responde prontamente:

– Lógico que sim, por que? Está ruim? – O filho já percebendo que poderia ter feito o comentário de outra maneira para não magoar a dona da casa que fez um almoço para a família com todo o carinho, tenta concertar a situação:

– Não, mãe, está bom! Mas a carne não está tão macia assim…

Nesse momento entra em cena a matriarca da família, a avó, que nos últimos quinze anos de sua vida almoçava diariamente na casa da filha e com todo garbo, elegância e conhecimento de causa dispara:

– Minha filha, está muito gostoso, mas poderia estar melhor. Essa carne provavelmente é de um boi tucura ou de um gabiru! Enganaram você.

A família, que recebia a avó todos os dias para o almoço, caiu na risada e assinou embaixo a fala. A mãe, inconformada, foi tirar satisfação com o açougueiro que vendia carne para a família há mais de 40 anos. A revolução na busca por uma qualidade de carne atinge a todos na cadeia, não somente os mais entendidos ou os que trabalham no setor.

A narrativa acima, pode parecer um romance ou mais uma história comum, mas retrata a nova realidade do mercado de carne no país: o brasileiro aprendeu a comer carne e cada vez quer mais qualidade, maciez e padronização. E com a maciça informação disponível no mercado, não se faz mais de tonto.

O crescimento de renda observado nos últimos 15 anos no mercado doméstico brasileiro, elevou uma classe ao consumo cada vez mais de serviços e experiências, em relação à carne bovina. O boi tucura, o boi gabiru, estão dando lugar cada vez mais de forma consistente a um gado precoce e de diferentes raças e/ou cruzamentos.

Num passado recente, o açougueiro “enfiava” carne velha, sem padrão, para clientes, fossem fidelizados ao local de compra ou não. Hoje em dia, com o avanço do interesse e acesso às informações, o “novo açougueiro” trata seu cliente com atenção e, por que não dizer, preocupação. Consumidores buscam conhecer mais sobre cortes e raças e, procuram na hora da compra, se certificar que estão comprando e pagando por um bom produto, somado ao interesse de saber como se deve fazer e servir cortes diferentes, exigindo do vendedor de carne uma profissionalização de conhecimento e serviços.        

Esse movimento fez surgir inúmeras boutiques de carne, que além de oferecerem um produto e atendimento de qualidade, vem oferecendo também a experiência, ou seja, fazendo degustação de diferentes cortes e raças, atraindo cada vez mais a atenção e o paladar dos consumidores, assim como ensinando-os a melhor manusear o produto carne.

Evidentemente que estamos falando sobre um nicho de mercado, que vem se consolidando e amadurecendo, sempre lembrando que vivemos em um pais continental de muitas diferenças sociais, econômicas e nos padrões de consumo. Por outro lado, o mercado de carne de qualidade, ganha espaço, principalmente pela falta de padronização do boi e da carne produzidos no Brasil. O consumidor acordou na busca de um produto de maior valor agregado em termos de maciez e padronização. Vale lembrar que quando a rede de fast food McDonalds veio ao Brasil, na década de 80, comprava-se carne somente de gado argentino e uruguaio, devido à falta de padronização da produção.

Isso mudou e continua evoluindo. O mercado amadureceu, tanto pela necessidade de produzir mais e competir com outras atividades (grãos, floresta, cana-de-açúcar), assim como para atender um mercado mais exigente, seja interno, seja externo. A narrativa do filé a parmegiana feito com filé mignon de boi velho e sem padrão vai continuar existindo, mas com dias contados, sendo precificado para baixo e inviabilizando a atividade.

Temos no mercado de forma cada vez mais distinta o boi commoditie, que vai atender a demanda por volume e preço, o boi commoditie diferenciado, o gado padronizado, mas que é cada vez mais jovem e resultado de melhoramento genético e/ou cruzamento, e, por fim, o gado gourmet. Esse é o gado altamente precoce, com dieta balanceada e que traz ao consumidor a experiência de comer carne bovina.

O cliente final, se tratando de carne bovina, está menos bobo e mais interessado em conhecer sobre o mercado e suas peculiaridades, o que exige de toda a cadeia, da indústria de insumos ao varejo, uma atenção especial. Isso desde o que oferta ao animal para a engorda, assim como a forma de produzir, chegando à forma de comercializar. Uma vez enganado e/ou decepcionado com qualidade do produto, a cadeia perde a confiança do consumidor, que não pensa duas vezes em mudar locais de compra, assim como hábitos de consumo.

O padrão o gado brasileiro evolui, assim como a produtividade dentro e fora da porteira e a demanda por carne bovina.  Hoje não se fala mais de carne de primeira ou de segunda, e sim, boi de primeira e boi de segunda. E isso é uma evolução de toda a cadeia.

Ps. A narrativa é real. A dona da casa é minha mãe, e após esse almoço foi reclamar veementemente com o açougue e seus donos. Há hoje quem diga que é só chegar no açougue e pedir a carne que ele vende para a Dona Nair. Segundo alguns, é a melhor. Fica a história e o aprendizado para todos, consumidores e operadores de carne.

Artigo escrito por Thiago Bernardino, professor do curso de Gestão e Custos da Cadeia de Pecuária de Corte da Plataforma Solution.

Liderança e comunicação: conceitos essenciais para uma boa gestão

Organizações são compostas de pessoas e ter eficiência na gestão do capital humano é pré-requisito para prosperar no mercado. Liderança e comunicação andam lado a lado nesse processo, por isso todo líder deve desenvolver a capacidade de se comunicar de forma eficaz.

Ser um líder é muito mais do que delegar tarefas e checar no final se tudo foi feito. É, entre outras coisas, saber ensinar a maneira que aquilo deve ser executado para alcançar os resultados esperados, acompanhar o processo de execução e, além disso, conseguir enxergar possíveis problemas com os colaboradores que podem afetar o trabalho.

Todo bom líder deve ter a capacidade de passar confiança à equipe. Isso traz resultados a longo prazo, como toda boa gestão. Liderança e comunicação andam de mãos dadas nesse processo para alcançar o sucesso da organização.

O blog da Plataforma Solution separou quatro características essenciais que um bom líder deve ter para se comunicar bem e, consequentemente, alcançar bons resultados na gestão da empresa. Confira!

Autoconfiança

Antes de mais nada, as pessoas confiam em líderes – e esse é um dos motivos que eles estão em seus postos, sejam eles de líder corporativo, político, ideológico ou o que for. Portanto, uma característica de um bom líder é ter confiança, mas, para além disso, deixá-la transparecer.

Falando especificamente do ambiente corporativo, a imagem que o líder de uma equipe deve passar é de que ele, no mínimo, sabe o que está fazendo e é bom naquilo. E por isso a comunicação e liderança andam de mãos dadas, não adianta saber fazer se não tiver a autoconfiança suficiente para demonstrar que sabe.

Tudo sem exagero, é claro. Ninguém gosta de pessoas que se gabam demais, é preciso ter equilíbrio. Mas a falsa modéstia também é algo condenável. Se você tem conhecimento, mostre que sabe – e mais ainda – que está disposto a ajudar seus liderados a aprenderem também.

Sensibilidade

O bom líder tem a sensibilidade de entender cada membro da sua equipe para trabalhar com a individualidade de cada um. É importante saber o momento certo para dar um feedback negativo, fazer uma correção ou sugerir alguma melhoria.

Unir liderança e comunicação também quer dizer entender os limites da equipe para não os ultrapassar e, consequentemente, gerar estresse. Por exemplo, se você está envolvido com seus liderados e sabe que alguns deles estão tendo dificuldades com alguma ferramenta, de repente não é a melhor hora para fazer uma crítica sobre isso.

Nesse exemplo, o ideal seria, inclusive, auxiliar seu liderado para que ele entenda a ferramenta. Em vez de receber com julgamentos sua equipe, por que não a ajudar a melhorar o processo que está com algum problema? O ideal é sempre buscar a solução, e não reiterar o problema.

Sabedoria para delegar tarefas

Os líderes são conhecidos como aqueles que mandam o que o restante deve fazer e depois voltam para saber os resultados. No entanto, essa visão de uma liderança autocrática já é ultrapassada e chega a ser tóxica na realidade atual.

De fato, o líder delega tarefas, mas não de forma mandatória. É preciso que a comunicação seja efetiva durante esse processo para não haver inconvenientes ou enganos. Erros na emissão e recepção da mensagem podem ficar muito maiores se não esclarecidos logo cedo.

Portanto, nesse caso unir liderança e comunicação quer dizer delegar as tarefas de forma que o colaborador entenda perfeitamente o que deve ser feito, saiba os objetivos e expectativas sobre aquilo. Além disso, é aconselhável que o líder esteja sempre perto para responder dúvidas e fazer parte do processo.

Antes de tudo, porém, o líder deve criar uma relação boa com sua equipe para que todos tenham liberdade de perguntar, conversar, opinar, debater… enfim. Se não houver esse tipo de diálogo, a dinâmica de delegar tarefas não vai funcionar.

Clareza e objetividade

Essa última característica deve ser comum não só aos líderes, mas a todos que trabalham na organização. É preciso ter clareza e objetividade ao se comunicar para evitar mal-entendidos e, consequentemente, desconfortos por mensagens erradas.

Para o líder é duplamente importante ter clareza, isto é, falar para todos da equipe entenderem e sem deixar brechas para erros de interpretação. A objetividade é igualmente importante nesse contexto. Imagine só um líder utilizando metáforas e palavras difíceis, falando de forma subjetiva… Causa desconforto.

Isso não quer dizer que liderança é semelhante a se comunicar de forma impessoal. Gerir uma equipe requer “jogo de cintura” para lidar com as mais variadas situações e, para isso, o líder deve conhecer bem a todos que lidera. Contudo, no momento de passar uma mensagem, a objetividade é imprescindível.

O papel da equipe

Se o líder está onde está, é porque se dedicou e tem motivos para ser encarregado de gerir uma equipe. Por isso, é papel dos membros dela se empenharem e, também, se comunicarem de forma efetiva entre eles.

Antes de mais nada, o papel do liderado é questionar. Não questionar as decisões do líder – confiança é essencial – mas perguntar tudo que não souber ou não entender. Somente assim a comunicação será efetiva entre todos dentro da empresa. O medo de perguntar não deve ser uma realidade.

A equipe também deve notificar o líder de algum problema nos processos produtivos ou qualquer inconveniente com outros funcionários. Partindo de um cenário que a empresa dá abertura a esse tipo de notificação, ele deve ser utilizado de forma sábia.

Resumidamente, uma empresa que prospera tem líderes e colaboradores que se comunicam de forma eficaz. É função da empresa criar uma cultura organizacional que incentive o trabalho em equipe e a comunicação entre os funcionários, assim, é possível solucionar pequenos problemas antes que tomem grandes proporções difíceis de serem resolvidas.

Se interessou? Leia também A importância da comunicação para o desenvolvimento pessoal.

A importância da comunicação para desenvolvimento pessoal

A comunicação faz parte da natureza humana. Em todos os aspectos da vida a utilizamos em suas mais variadas formas. Falar, escrever, dançar, desenhar, pintar, gesticular, cantar… tudo isso é comunicação. Com as ferramentas certas, ela pode ser uma poderosa forma de desenvolvimento pessoal.

Se comunicar é, resumidamente, ter um emissor e um receptor de uma mensagem. Utilizando o exemplo básico de uma conversa: alguém diz, outro alguém ouve, depois os papéis são trocados. É claro, existem variações com mais emissores e receptores.

Se comunicar com eficácia é importante em todos os aspectos. Pessoal e profissionalmente, é preciso saber fazer conexões efetivas e passar informações de forma clara. Isso quer dizer entender o receptor e de que forma você deverá construir a mensagem para se fazer compreendido.

Obviamente, a comunicação também é feita de receber. Todo mundo que desenvolve a capacidade de se comunicar efetivamente também deve saber ser receptor, ou seja, entender e interpretar a mensagem que foi passada pelo emissor.

O blog da Plataforma Solution separou algumas dicas para melhorar o desenvolvimento pessoal através de uma boa comunicação.

Apresentação de respeito

A primeira impressão é a que fica. O ditado popular não erra quando diz isso. De fato, as pessoas talvez guardem por muito tempo aquilo que repararam em você primeiro. Portanto, saber se apresentar é essencial em todos os aspectos.

Para além de dizer seu nome, idade e o que você faz, a apresentação pessoal é entender a melhor forma de fazer isso para cada tipo de público. Utilizando um exemplo escancarado, você não chega em uma reunião profissional falando sobre seu animal de estimação, seu relacionamento ou seu signo. Da mesma forma que não fala sobre aspectos técnicos do seu trabalho em uma festa informal com pessoas que não são da mesma profissão.

É preciso saber dosar o que vai ser dito sobre você, porque as pessoas vão lembrar disso por muito tempo. Ter capacidade de se comunicar é saber de que forma a mensagem vai ser passada para cada tipo de receptor, para, assim, ser compreendido de forma efetiva.

Uma mensagem importante

Outra habilidade que faz parte da comunicação é saber quais meios utilizar. Existem mensagens que precisam ser faladas pessoalmente. Um exemplo bem claro: não dá para contar para o marido ou esposa que você quer ter um filho por meio de uma mensagem de celular, né?!

Da mesma forma, você não precisa esperar encontrar um amigo pessoalmente para dizer que quer cortar o cabelo, caso queira pedir uma opinião. Em um contexto em que a tecnologia joga na nossa frente diariamente novas plataformas para se comunicar, parece cada vez mais difícil administrar todas elas e manter contato com as pessoas.

Embora essas ferramentas sejam, de fato, eficazes em algumas situações, talvez essa não seja a melhor forma de trabalhar a comunicação e se desenvolver nesse sentido. É preciso saber se comunicar de todas as formas, e entender quais meios usar em cada contexto. Em alguns casos, a interferência da tecnologia pode afetar o entendimento da mensagem, então é melhor que seja evitada.

Arte que comunica

Comunicar não é só falar. Fazer arte também é emitir uma informação. A dica aqui é: caso você tenha dificuldades para falar em público, conhecer pessoas ou passar e entender mensagens de forma geral, busque algum tipo de arte. No geral, as pessoas que investem nisso conseguem diminuir o bloqueio relacionado à timidez.

Teatro, dança, artes plásticas, música… existem várias formas de se expressar e trabalhar a comunicação de outra maneira, além da tradicional. Escolha uma mesmo que você não tenha problemas com isso. O que já é bom sempre pode melhorar.

Outros benefícios relacionados à arte são: desenvolvimento pessoal, da criatividade, conhecimento corporal, trabalho da mente e – caso você trabalhe dentro de um escritório todos os dias – relaxamento e mudança do ambiente “quadrado” que está habituado.

Na prática

Você já entendeu a importância de se comunicar e viu algumas formas de desenvolver essa habilidade. Chegou a hora de pegar algumas dicas práticas que podem ser aplicadas de forma mais imediata ao seu dia a dia e que vão facilitar as suas relações pessoais e profissionais. Confira!

  • Pense duas vezes – isso pode evitar passar a mensagem errada para a pessoa errada
  • Melhore sua dicção – as pessoas vão compreender melhor se você falar de forma clara
  • Ouça – e faça isso principalmente antes de falar; deixe que as pessoas se expressem para depois dar sua opinião, e algumas vezes não dizer nada é até melhor
  • Perceba seu corpo – a linguagem corporal é importantíssima no processo de comunicação e diz muita coisa
  • Leia, assista e observe seu ambiente – e faça uma análise da comunicação nos livros, filmes, séries e na vida real; o exemplo visto pode ajudar

Resumidamente, desenvolva essa habilidade porque ela vai ser muito importante em todos os aspectos da vida. Existem milhares de maneiras de fazer isso, mas o importante é que você faça.

O que você achou? Tem alguma dica para se comunicar melhor? Comente!

Leia também Como usar a empatia para liderar melhor.

A gestão de riscos no agronegócio

O Brasil vive um momento único, ao longo da sua trajetória econômica recente, configurando o ano de 2019 como um período de transição. Esse ponto de inflexão reflete a retomada do crescimento econômico, o aumento da confiança do consumidor e da indústria, a redução do risco país, a redução dos níveis da taxa de juros e da inflação e, consequentemente, a recuperação do mercado de capitais.

Neste contexto, é importante mencionar o papel do agronegócio brasileiro, enquanto catalisador do crescimento econômico do país. Este setor representou, em 2018, cerca de 21,1% do PIB nacional, ocasião em respondeu por quase 1,4 trilhões de reais (CEPEA, 2019). Adicionalmente, contribuiu com a geração de quase US$ 100 bilhões de divisas ao país, respondendo por 42% da pauta de exportação. O Brasil agrícola é uma potência, sendo um dos principais players no mercado global de commodities agrícolas, com destaque para açúcar, suco de laranja, proteína animal, milho e soja.

Essa expressividade da agroindústria brasileira foi pautada, ao longo dos anos, pelos avanços tecnológicos, mudanças nos processos e na infraestrutura. Espera-se que a evolução do setor se intensifique ainda mais com as grandes oportunidades que se formarão nos próximos anos, principalmente, relacionadas à tecnologia e como ela moldará a paisagem dos negócios agrícolas. Estamos na iminência de uma nova revolução: a Agricultura Digital ou Agro Inteligência, na qual a ciência dos dados e o mundo digital alavancarão a eficiência no campo, aumentando a produtividade e diminuindo a utilização dos recursos naturais. Com o melhor monitoramento do tempo e uma maior precisão nas práticas agrícolas, a tendência é a de que a produtividade alcance novos patamares.

No momento atual, o agronegócio brasileiro, de forma similar à economia brasileira, depara-se com um momento decisivo. No entanto, o sucesso que nos trouxe até aqui, não será o mesmo para o novo ciclo, cabendo a superação de uma série de desafios. Apesar dos enormes avanços tecnológicos, os desafios para o agronegócio brasileiro envolvem, substancialmente, três pilares. O primeiro é a agregação de valor e diversificação, de forma a responder às expectativas de uma sociedade cada vez mais exigente, bem como atender aos mercados mais sofisticados, competitivos e rentáveis. O segundo compreende a intensificação da produção de forma segura, considerando alguns aspectos, tais como, elevação da produtividade e da qualidade com tecnologias de baixo impacto e redução das emissões de gases de efeito estufa. O terceiro se relaciona à gestão dos riscos inerentes à atividade econômica em questão. O agronegócio, além de estar sujeito ao risco sistêmico – isto é, comum a toda economia brasileira – apresenta uma gama considerável de riscos específicos. É justamente sobre esse último grupo que o setor deve dispender esforços para mitigação.

Esse processo passa pelo entendimento do próprio conceito de risco. Qualquer evento incerto que possa impactar um negócio e, ao qual é associado uma probabilidade de ocorrência, é considerado um fator de risco. Entende-se, portanto, o risco como incerteza. É fácil notar que o agronegócio está sujeito a fatores de risco das mais variadas fontes, tanto sistêmicas, quanto relacionadas aos fatores climáticos, agronômicos, de mercado (oferta e demanda de commodities) e de liquidez.

A sustentabilidade do setor está intrinsecamente relacionada à previsibilidade de rentabilidade. São as perspectivas de custos, produção, receitas e fontes de financiamento que pautam as tomadas de decisões do negócio. E, nesse sentido, a atenuação do risco se faz necessária. A forma de implementação da tão almejada mitigação de risco é por meio do serviço de gestão de risco, cujas etapas passam pela identificação, classificação, avaliação, tratamento dos riscos e monitoramento das soluções. Tais etapas são sistematizadas na figura abaixo:

A primeira etapa compreende a identificação dos riscos associados ao negócio. Isto é equivalente a identificar qualquer fator cujo resultado será totalmente ou parcialmente incerto independentemente da forma de gestão dos recursos e qualquer boa prática que se vier a implementar na empresa. Ou seja, de forma mais técnica, fatores de riscos são todos aqueles cuja a ocorrência provém de um evento estocástico (ou aleatório).

A segunda etapa consiste na classificação dos riscos identificados para melhor avaliar seus impactos para o negócio e as possíveis soluções de gerenciamento. No agronegócio, podemos agrupar os riscos dentre as seguintes categorias: Riscos Operacionais, Agronômicos, de Mercado, Financeiros e Institucionais.

Os Riscos Operacionais são aqueles ligados ao processo produtivo e consequência da forma de gestão da empresa. Tais incertezas podem ser exemplificadas por perdas no processo produtivo – decorrentes, por exemplo, de falhas no plantio e colheita – acidentes no trabalho, problemas mecânicos em maquinários, entre outros.

Riscos Agronômicos são a exclusividade do agronegócio. Estes são os mais difíceis de prever e controlar os efeitos. Essas incertezas consistem em eventos físicos e biológicos que se traduzem em riscos climáticos e fitopatológicos que podem vir a prejudicar as condições de cultivo das culturas agrícolas e reduzir a produtividade das lavouras. É importante destacar, no entanto, que o termo risco não se refere a uma possível condição desfavorável para um processo, mas simplesmente a incerteza quanto ao seu resultado. Desta forma, eventos climáticos, por exemplo, podem trazer ganhos de produtividade para culturas e ainda sim ser classificados como riscos.

Os Riscos de Mercado, por sua vez, são aqueles associados à flutuação dos preços (decorrentes de variação na oferta e demanda de commodities) e outras variáveis econômicas que impactam, concomitantemente, os custos e as receitas dos negócios. Tais variáveis incluem, dentre outras, a taxa de juros, a taxa de câmbio e o crescimento da renda. As incertezas enquadradas no grupo de risco de mercado têm impacto direto na categoria de Riscos Financeiros, em especial no que tange à imprevisibilidade da taxa de câmbio. Esta última categoria de riscos – os financeiros – estão relacionados à estrutura de capital e alavancagem (que determinam a sensibilidade da dívida da empresa em relação às condições de mercado), ao desempenho operacional e à liquidez.

Os Riscos Institucionais estão relacionados às alterações nas legislações, políticas fiscais, tarifárias e de juros, restrições ambientais, normas sanitárias e práticas de organismos internacionais de regulação (como a Organização Mundial do Comércio) e que podem impactar no agronegócio. Na prática, os riscos podem se manifestar como criação de novos tributos ou de leis ambientais restritivas, sanções de órgãos internacionais de regulação, represálias de países importadores, entre outros.

Após a classificação das incertezas, segue-se para a avaliação dos riscos. Nesta etapa, o que se busca fazer é avaliar os possíveis impactos das variáveis incertas nas diferentes dimensões de um negócio, por exemplo, reputação da companhia, resultados financeiros, bem-estar social dos funcionários, entre outros. Essa etapa deve levar a priorização de esforços para a gestão daqueles riscos com maior probabilidade de impacto negativo à empresa. A avaliação pode ser conduzida utilizando ferramentas qualitativas, como análise SWOT ou 5W2H, como também técnicas quantitativas baseadas em probabilidades e métodos estatísticos.

A última etapa compreende o tratamento dos riscos. Dada a ordem de prioridades determinada na etapa anterior, duas principais perguntas devem ser respondidas: (i) Quais as formas possíveis de gestão deste risco?; (ii) Qual o custo de implementação e monitoramento desse mecanismo de gerenciamento?

Tão importante quanto avaliar o efeito de uma variável incerta é estimar o custo de gerenciamento para minimização dos seus impactos. A priorização inicial deve ser alterada caso perceba-se que o custo de gerenciamento supera o retorno esperado do controle do risco. Portanto, a fórmula final é simples: priorize gerenciar os riscos com maior impacto para o negócio cujo mecanismo de controle seja o mais barato possível.

Claro que, na prática, nada é tão simples. É necessário, muitas vezes, conhecimentos técnicos e da dinâmica do negócio para que a melhor decisão seja tomada. No agronegócio, diversas ferramentas e tecnologias vêm sendo aplicadas para gestão das variáveis incertas que afetam desde o cultivo até a comercialização dos produtos agrícolas. De forma geral, a efetividade do uso dessas ferramentas está associada à eficácia na coleta de dados em alta frequência e capacidade de analisá-los extraindo informações relevantes quanto ao estado atual de um mercado, processo produtivo ou evento climático, por exemplo. Termos como Business Intelligence e Big Data têm se tornado cada vez mais populares por serem capazes de extrair dos dados conteúdo capaz de dimensionar os riscos associados a operações dos negócios agrícolas.

Pensando na classificação exposta anteriormente, temos, por exemplo, contratos futuros, opções, contratos a termo, swaps cambiais e outros instrumentos financeiros capazes de dirimir os riscos de mercado presentes na etapa de comercialização. Tais mecanismos atuam na fixação efetiva de preços (como nos mercados futuros e a termo) e no hedge cambial (como no swap). No que tange as operações de financiamento do setor, a expansão do mercado de títulos do agronegócio (como CPR, CDCA, LCA e CRA) aumenta as alternativas de captação de crédito do setor e provocam, consequentemente, a potencial diminuição do custo e/ou alongamento da dívida das companhias do setor. Da mesma forma, o gerenciamento dos custos de produção é essencial para mitigação dos riscos financeiros.

Quanto aos riscos operacionais, a forma mais eficiente de reduzi-los consiste na boa gestão interna dos processos produtivos, desde políticas de segurança para atuação dos funcionários e manutenção preventiva de maquinários até o uso de ferramentas de análise de dados para monitoramento da qualidade e eficiência dos processos produtivos.

No entanto, são os riscos agronômicos que o setor do agronegócio tem sido pioneiro na proposição de soluções cada vez mais inovadoras e apoiadas intensivamente no uso de tecnologias. O gerenciamento do risco agronômico abrange desde técnicas tradicionais de rotação e diversificação de culturas até o uso de equipamentos de monitoramento, agricultura de precisão e desenvolvimento genético de plantas mais resistentes às condições edafoclimáticas não favoráveis. Tem-se, hoje, o uso de sistemas que permitem o acompanhamento em tempo real das condições químicas e físicas na lavoura por meio de aplicativos de smartphones, o uso de drones para aplicação de insumos e manejo de plantas daninhas, o uso de algoritmos complexos para previsão de condições climáticas, e diversas outras ferramentas que permitem mensurar as condições de solo, clima e da própria planta em prol de uma tomada de decisão mais assertiva.

Em última instância, outro mecanismo de proteção de risco pode ser utilizado: o seguro rural. Apesar de um meio de atenuar o impacto das adversidades climáticas sobre a rentabilidade do negócio por meio de indenizações, ainda não é uma prática amplamente disseminada no mercado brasileiro. Após selecionada a melhor forma de gerenciamento dessas incertezas, o monitoramento dos resultados e a busca por melhores soluções garantem a continuidade do processo de gestão dos riscos.

Vê-se hoje no agronegócio uma infinidade de soluções que buscam dirimir os impactos das variáveis de natureza incerta que atingem esse setor. O planejamento e seleção das melhores formas de gestão são fundamentais para garantir desde a segurança da performance financeira das empresas até a segurança em seus processos e integridade física dos seus colaboradores. Essas ferramentas têm usado cada vez mais da tecnologia para auxiliar a tomada de decisão relativa a todas as categorias de risco as quais o agronegócio está exposto.

Artigo escrito por Haroldo Torres, economista, professor da Plataforma Solution e gestor de projetos do Pecege, Beatriz Ferreira e Lucas Rodrigues, ambos analistas econômicos do Pecege.