Saiba se adaptar ao home office

Quem começou a trabalhar de casa está sentindo algumas mudanças na rotina. A principal dela é a troca de processos de equipe do escritório para a atuação individual do home office, que pode significar uma queda na produtividade para quem não está acostumado a esse regime.

A adaptação é um item essencial e o primeiro passo para tirar o melhor dessa experiência. Se você se encaixa nessa situação e ainda não conseguiu se organizar para render no trabalho remoto, confira algumas dicas que preparamos para que você consiga entregar resultados como se estivesse indo todos os dias para o trabalho.  

Para se organizar

Todo mundo sabe – ou ao menos tem ideia – de que a organização é a chave para uma boa produtividade e qualidade nas entregas. Existem diversas formas de preparar o dia, mas cada um se adapta melhor com a sua própria rotina de organização.

Para aqueles que ainda precisam de ideias, indicamos o uso de aplicativos de planejamento, organização e anotações de ideias, como Evernote, Google Keep, Wunderlist, Todoist, AnyDo etc. Todos são disponíveis para Android, IOS e computador.

Caso anotações manuais funcionem melhor para você, utilize listas objetivas das tarefas diárias e deixe-as sempre à vista, assim fica mais fácil acompanhar o andamento de cada coisa. E, como a lista, tenha sempre à mão o que é importante para o andamento do seu trabalho.

Se você quer ter controle das suas ações no home office e acompanhar o andamento remoto das atividades junto com a sua equipe, o Trello será a ferramenta perfeita para lançar todo o planejamento do time. Além disso, é importante manter a comunicação constante, para corrigir, discutir e acertar detalhes do planejamento.

Para ser produtivo

Ao entrar no modo de operação é importante alternar entre as tarefas grandes e pequenas, pois assim você mantém um equilíbrio no fluxo de trabalho e não se desgasta focando apenas em coisas intensas por longos períodos.

Se você tem muitas entregas para cumprir na semana, separe por prioridade e data de entrega, assim como faria junto ao seu gestor e equipe. Depois disso, trace metas diárias e quanto tempo levará para a conclusão, mas respeite firmemente esse prazo.

Outra forma de ser produtivo é evitando o hábito de ser multitarefas (quando se presume que o alto desempenho está ligado a fazer várias coisas ao mesmo tempo). Entenda que produtividade não está liga a números, mas com a capacidade de fazer algo bem feito de cada vez.

Cuidado também para não transformar seu período de home office em uma mistura de atividades pessoais e profissionais. Como você está trabalhando em casa, pode cumprir sua agenda laboral dentro das obrigatoriedades trabalhistas (caso você pertença ao regime CLT) e ao final poderá se dedicar a outras coisas.

Para manter o foco

Lidar com o home office pela primeira vez gera uma grande preocupação: como vou me concentrar em um ambiente diferente? Seja pelas pessoas que vivem com você ou pela forma social como vemos o nosso lar (um local de descanso, apenas), talvez seja difícil manter o foco.

Apesar disso, não é algo impossível. Comece pensando nas coisas que costuma fazer no trabalho e traga isso para o ambiente que você escolheu para ser seu escritório em casa. Tire de perto as distrações e trate-o como a mesa da ‘firma”, com coisas necessárias para as suas entregas.

Tire notificações desnecessárias do seu celular e abra somente aplicativos que tenham a ver com as suas tarefas, como Skype, Microsoft Teams, Trello e e-mails, por exemplo. Trate da mesma forma o seu navegador e apenas acesse páginas que abre no trabalho.

Para aumentar ainda mais o seu foco, use técnicas de concentração, como a Pomodoro, ou sons que abafem barulhos externos, como ASMR, músicas (se o seu ambiente permite) ou o app/extensão Noisli. Por fim, estabeleça um tempo de início e conclusão para cada tarefa que você precisa entregar.

Para se sentir bem

Trabalhar no regime de home office significa monitorar seus hábitos, portanto, preze para que eles sejam compatíveis com aqueles praticados todos os dias no escritório. A flexibilidade permite que isso aconteça de forma adaptada, como o uso de roupas mais informais e confortáveis no lugar de uniformes, por exemplo.

Tente manter também os momentos de descanso e pausas para o café, água e banheiro, afinal, trabalhar longas horas sem interrupção é mais prejudicial do que benéfico para a sua produtividade.

Como estamos entrando em uma era de bem-estar, ginásticas laborais e técnicas de relaxamento estão invadindo os escritórios para trazer alívio físico e emocional para os funcionários. Use isso também no seu espaço em casa, fazendo alongamentos, intervalos para esticar as pernas e meditação.

Preze também para que os seus horários sejam os mesmos, de entrada e saída, e não pense em almoçar na frente do computador, tirando ao menos meia hora para fazer suas refeições.

Seja temporário ou não, o home office precisa ser encarado com seriedade e responsabilidade. Compartilhe sua experiência nessa modalidade!

A transformação digital financeira e as empresas de tecnologia

Praticamente todos os segmentos da sociedade estão passando por mudanças e tudo que envolve dinheiro acaba atraindo os olhares mais atentos, tanto da população quanto das empresas. Por isso a transformação digital financeira é um dos grandes destaques de 2020, especialmente quando ligadas às gigantes de tecnologia.

Parece que uma coisa tem pouco a ver com a outra, mas se você observar a movimentação do mercado vai encontrar nomes como Google, Apple, Facebook e Uber em um processo muito interessante de adaptação às novidades da era da transformação digital financeira.

Isso porque essas empresas estão se tornando bancos ou atuando diretamente com serviços financeiros. As finanças estão sendo reinventadas.

As últimas novidades

Notícias recentes apontam que, ainda em 2020, o Google oferecerá serviço de conta corrente aos usuários, por meio de uma parceria. Já o Apple Card, um cartão de crédito da companhia com a bandeira Mastercard, está disponível desde o ano passado para quem tem iPhone.

O Facebook investiu na sua própria cripto moeda, a Libra, que deve estar disponível em breve, além do Facebook Pay, um sistema unificado de pagamento para as plataformas da rede social.

Enquanto isso, a Uber Money é a carteira digital da Uber para motoristas e entregadores do aplicativo, também lançada em 2019.

Vantagens

Mas, afinal, quais as vantagens dessas empresas participarem tão ativamente da transformação digital financeira? A primeira delas é a quantidade de usuários registrados nas plataformas.

São milhões de assinantes, espalhados por todo o mundo. Muito diferente de um banco convencional ou até mesmo das novas fintechs e bancos digitais, que surgiram apenas nos últimos anos, essas gigantes da tecnologia já abraçam o mercado há muito tempo.

Além disso, os aplicativos de bancos estão longe de serem os mais populares nas lojinhas de apps dos smartphones. Plataformas como Facebook, por exemplo, detêm cada vez mais, e por mais tempo, a atenção e os dados dos usuários.

Então, é possível entender por que essas companhias estão tão interessadas na transformação digital financeira. Os serviços financeiros seriam uma forma de manter os usuários ainda mais tempo nas plataformas, aumentando a aderência e, consequentemente, a monetização com publicidade e e-commerce.

Responsabilidade de dados

As empresas de tecnologia ainda saem na frente das instituições tradicionais na questão de cruzamento de dados. Elas têm a possibilidade e a facilidade de conhecer o usuário e oferecer produtos financeiros com base no real comportamento de consumo.

O uso de inteligência artificial potencializa ainda mais a assertividade de oportunidades. O Google, contudo, afirma não utilizar dados do Google Play para gerar publicidade nem compartilhar essas informações com anunciantes.

A principal dificuldade é como regulamentar esse setor e essas novas práticas, inclusive a respeito da concorrência. Já existe, nos EUA, sede das principais empresas de tecnologia, certa movimentação dos órgãos regulamentadores com o objetivo de adaptar leis à transformação digital financeira e às novidades que vêm com ela.

E nem tudo são flores. A Apple já teve algumas desavenças com o Goldman Sachs Group, banco parceiro na criação do Apple Card, além de acusações de sexismo. Já o Facebook perdeu aliados no projeto da Libra após uma reação regulatória adversa.

O que esperar dos próximos passos da transformação digital financeira? Compartilhe suas expectativas com a gente!

Falando em finanças, que tal melhorar sua organização financeira?

Citizen Data Science: o que é e como aplicar na sua estratégia de BI

Você já sabe que construir uma boa estratégia de BI (Business Intelligence ou Inteligência de Mercado) pode mudar o futuro da sua empresa. O Citizen Data Science (Ciência de Dados Cidadã) é uma das técnicas de BI e aproxima as informações coletadas de quem não é especialista.

Isso, no entanto, não significa que os dados são “traduzidos” automaticamente para uma linguagem mais acessível. Contar com um profissional capacitado para fazer essa interpretação é muito importante, mas sua atuação passa a ser muito mais dinâmica do que técnica.

A proposta do Citizen Data Science é transformar o complexo em simples, com a conexão entre a teoria e a prática.

Benefícios

As vantagens de aplicar o Citizen Data Science incluem informações mais completas e precisas, que servem de base para decisões mais confiáveis. É uma ótima oportunidade para consolidar os dados e entender o que eles realmente querem dizer.

A técnica ainda contribui para a integração de processos dentro da empresa, com avaliação e implementação de boas práticas que podem ser comprovadamente mais eficientes.

Acessibilidade e democratização da informação também são benefícios do Citizen Data Science, já que possibilita entendimento de profissionais de outros departamentos da empresa sem necessidade de conhecimento técnico.

Todas essas vantagens se unem em um objetivo comum e de grande relevância para a companhia: a possibilidade de pinçar o que realmente é importante e faz a diferença dentre todas as informações geradas.

Coloque em prática

O primeiro passo para começar a aplicar o Citizen Data Science é montar uma estrutura que permita essa prática. Isso inclui uma boa seleção de softwares para garantir a integração dos dados e departamentos.

O mais comum é a utilização de ferramentas do Pacote Office da Microsoft, como Excel e PowerPoint, pois são opções mais populares. O problema é que esses programas têm limitações, especialmente de compartilhamento de análises, por isso demandam mais tempo das equipes para produção de arquivos.

A prática do Citizen Data Science começa com investimento em uma plataforma mais integrada. Algumas sugestões de softwares são o Tableau ou o Power BI, da própria Microsoft.

Profissional de BI

A presença de um analista ou gestor de dados é fundamental para o Citizen Data Science. Algumas competências podem fazer a diferença, como conhecimentos em administração, finanças e contabilidade, processos e até gestão de pessoas.

Também é importante estar atualizado com as principais tecnologias de gestão de informação. Outros diferenciais são raciocínio lógico, inglês e algum conhecimento em programação.

A formação acadêmica para atuação com BI pode variar. Economia, Administração e Sistemas de Informação são algumas opções, mas a graduação não é pré-requisito para trabalhar na área ou se tornar um bom profissional.

Certificação

Uma forma viável, recomendável e com grande recepção no mercado para quem quer compreender os principais conceitos da área são as certificações e especializações. Assim, a vontade de aprender e proatividade são características indispensáveis para o profissional diretamente ligado ao Citizen Data Science.

O objetivo é ajudar a empresa a tomar a melhor decisão para ir mais longe. Por isso o profissional deve saber como aproveitar esses dados de forma positiva e indicar os melhores caminhos.

Agora que você já se familiarizou com o Citizen Data Science, que tal compartilhar esse conteúdo com sua rede de trabalho? 😉

Cultura digital não é mudança. É transformação

Os últimos anos apresentaram grandes mudanças na cultura digital como nunca visto antes. A chamada Quarta Revolução Industrial alterou nossa percepção quanto a isso e o tema desenvolvimento humano se encontra no centro de discussões avançadas. O quanto a tecnologia afeta a humanidade? A humanidade depende da tecnologia? 

A Estônia é um pequeno país da Europa e é referência em administração pública digital. Lá apenas três serviços exigem a presença física de um cidadão em uma instituição do governo: casamento, divórcio e transferência de imóvel.

O restante — de abertura de empresas até votação nas eleições presidenciais — pode ser feito por meio de uma assinatura digital. Dos 1,3 milhão de estonianos, 98,2% possuem RG digital, com um chip que garante acesso a mais 500 serviços do governo.

Esse é só um exemplo do que a cultura digital pode fazer quando bem empregada. Podemos ser dependentes da tecnologia ou usá-la da melhor forma, facilitando os processos mais comuns da nossa rotina ou alterando a experiência de como as coisas são feitas.

Mindset digital

Avanços como a Inteligência Artificial, Computação Quântica e a Lei Moore (que previu o aumento da capacidade de processamento de dados por chips) marcam a velocidade das mudanças que estão ocorrendo no mundo.

Os termos 4.0 e cultura digital tomaram um espaço importante na sociedade, inclusive no que diz respeito ao mundo corporativo. Mas, afinal, quais são os impactos verdadeiramente visíveis na forma como vivemos e trabalhamos?

Ao pensar nas gerações mais novas, chamadas de centennials e millennials (nascidos desde o final da década de 1980), identificamos um grupo que viveu as principais inovações tecnológicas.

Portanto, a cultura digital teve maior impacto nas gerações anteriores, acostumadas com uma forma mais analógica de viver. Pessoas que se formaram em épocas sem computadores e celulares, por exemplo, são as que mais têm dificuldade na mudança do mindset digital.

Empresas em estágios mais avançados, que nasceram antes das maiores revoluções tecnológicas, têm seus negócios traçados antes da cultura digital. Quando a transformação ocorre, elas são as que mais sofrem com os impactos.

Para contornar isso, as empresas precisam entender os pilares da transformação digital: foco no consumidor, feedbacks constantes, entregas mais rápidas e adaptação às mudanças. Entre outras coisas, elas precisam entender que não existe transformação digital sem confiança, complementaridade e acompanhamento das tendências.

Características da cultura digital

Provavelmente não seja fácil identificar um ambiente com qualidades digitais. Os maiores indicadores dessa adesão dentro das empresas são:

  • Indivíduos de alta performance, responsáveis e autoguiados;
  • Equipes eficientes e positivamente integradas;
  • Disciplina em alto nível;
  • Capacidade de mover-se rapidamente;
  • Forte estratégia digital;
  • Alta capacidade de execução;
  • Talentos e campeões digitais;
  • Foco no longo prazo;
  • Pessoas com paixão pelo risco.

Compreender este cenário de avanços tecnológicos, entretanto, não é suficiente para estar seguro no mercado, uma vez que ele é extremamente dinâmico. Não basta apenas adotar o que é tendência, mas sim ter conhecimento e estar capacitado.

Aderir à cultura digital vai muito além de aceitar as mudanças. Com um mundo VUCA (acrônimo para descrever quatro características marcantes do momento em que estamos vivendo: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade), fica cada vez mais difícil prever o futuro.

No contexto em que vivemos, a cultura digital se faz importante ao mudar a forma com que criamos valor. Ela recria a realidade. Ser digital não é mais incorporar plataformas, aplicativos, aparelhos tecnológicos etc. Digital é explorar novas fronteira, quebrar paradigmas, encarar desafios e aprender a olhar o mundo sob novos ângulos.

Vale lembrar que mesmo não citada, a tecnologia está presente em todas essas etapas. É ela e sua novidades que tornam os processos e planejamentos mais fáceis e ágeis.

Transformação digital vai além de utilizar soluções tecnológicas em uma organização. Seu objetivo é melhorar a performance da empresa, tornando-a mais enxuta, eficiente e produtiva, sem nunca deixar de satisfazer seus clientes.

Tecnologia muda a humanidade?

Pensar nos impactos da cultura digital na sociedade é simplificar sua capacidade de transformação. O DNA digital é permanente. Mudanças são reversíveis, a transformação não.

Se o impacto do digital for encarado exclusivamente como o aumento no número de soluções tecnológicas para empresas e pessoas, haveria sentido em buscar impactos na sociedade. A cultura digital e sua transformação não são apenas reflexos das mudanças na sociedade, mas a causa delas.

A comunicação, por exemplo, sofreu alterações que a deixaram instantânea. Unida com a informação de livre acesso, propiciada pelas redes sociais, nos tornamos exigentes e imediatistas.

Não podemos esperar por respostas ou prazos muito longos. O foco no cliente, dessa forma, tem que incluir metodologias ágeis e que estreitam o relacionamento serviço-consumidor. A transformação digital ocorreu para se adaptar aos nossos novos hábitos, não o contrário.

Humano, não máquina

Para especialistas, é fato que os robôs farão tudo que um humano faz. Em menos de 50 anos não existirá nenhum trabalho impossível para uma máquina ou ação humana que eles não serão capazes de reproduzir. Entretanto, seres humanos têm emoções, ética e empatia. Para não ser um robô, é preciso trabalhar essas qualidades.

Muito tem se falado sobra o reconhecimento de um mindset digital pela transformação e não pela mudança. Isso se deve a uma característica completamente aceitável em nós: somos bons em reagir, mas não em antecipar. Com uma mutabilidade tão grande, fica um pouco difícil prever o que pode ser tendência dentro de dois anos ou mais.

Seguir a transformação digital torna empresas mais ágeis e capazes de se adaptar a essa instabilidade e imprevisibilidade do mercado. Em vez de procurar por reestruturação, elas devem ter um planejamento que seja tão maleável quanto o que acontece com a cultura digital.

Mas não existe tal transformação sem uma mudança cultural, que exige mentalidade sempre atualizada. Isso significa que as empresas precisam estar atentas às novidades e saber que, para melhorar a estrutura e processos dentro da organização, nada melhor do que a força humana unida com um bom mindset digital.

Você adota a cultura digital dentro da empresa? Conte para nós nos comentários 😉

Completamos um ano, vem novidade por aí

A Plataforma Solution completa um ano em breve e, para comemorar, temos novidades chegando. Novos cursos serão adicionados nas áreas de gestão e marketing que vão te surpreender.

Nosso objetivo sempre foi acompanhar a carreira do profissional que confia seu aprendizado a nós e ajudá-lo a chegar aos seus objetivos. Como tudo que é bom, pensamos em maneiras de aprimorar nossa plataforma e deixar mais fácil para nossos alunos.

Enquanto isso, entenda um pouco da história da plataforma.

O início

A trajetória da Plataforma Solution iniciou-se bem antes mesmo da nomenclatura e formato digital de hoje. Entre muitas mudanças ao longo do tempo, nascemos para trazer conhecimento, independente da forma. Nossa história começou há alguns anos, quando costumávamos oferecer cursos presenciais de curta duração, especialmente na área do agronegócio.

Contudo, não podíamos parar por aí. Evoluímos e partimos para uma plataforma de ensino a distância (EAD) com cursos gravados – mas ainda éramos prematuros. Na época nos chamavam de Cursos Pecege. Foi então que mudamos mais uma vez oferecendo cursos EAD ao vivo, que logo se tornaram os cursos do antigo Pecege Cursos.

Apesar de amarmos o agronegócio, sentimos que deveríamos ampliar nosso repertório para outras áreas. Dessa forma, lançamos uma plataforma com a proposta de trazer conhecimento aplicável e acompanhar o profissional em sua trajetória.

O surgimento da Plataforma Solution

A Plataforma Solution foi criada com um propósito estampado no nome: solucionar problemas. A ideia, desde o início, era trazer conhecimento aplicável ao dia a dia do profissional e, ainda, acompanhar a carreira do aluno em cada etapa, auxiliando-o a encontrar as soluções do cotidiano.

Começamos tímidos, com poucos cursos de agro e outros de gestão. Então fomos ganhando nosso espaço no mercado. Expandimos para a área de marketing e ainda temos um futuro promissor e cheio de novidades.

Inteligência de mercado

Um dos lançamentos de aniversário da Plataforma Solution é o curso de Inteligência de mercado: entenda principais conceitos e aplicações. As aulas ministradas pelo professor Edson Ricardo Barbero vão abordar técnicas e conceitos da área para entender as complexidades do mercado competitivo.

Nesse curso o aluno vai aprender como entender os clientes, como se preparar para os movimentos das empresas competidoras e estratégias de inteligência de mercado. Além disso, as aulas também vão abordar técnicas de pesquisas quantitativa, fundamentos de Big Data e outras ferramentas.

Fique por dentro e não perca nenhuma novidade!

Voltar a estudar é um investimento pessoal que vale a pena

O tempo em que concluir uma faculdade e cursar ao menos uma pós-graduação significavam ter um bom posicionamento no mercado acabou. Voltar a estudar é tão importante quanto se desenvolver dentro de empresas, pois, após se estabelecer na carreira, essa ação gera muitos ganhos, como manter a atualização profissional e alcançar maior realização pessoal.

Para aqueles que desejam ganhar mais e ocupar cargos de liderança, retomar os estudos não é opcional. Investir em novos conhecimentos e ir mais fundo nos que já possui é praticamente obrigatório para manter uma boa imagem profissional.

Em um país com um cenário comum de pessoas encerrando os estudos para se dedicar ao trabalho, adiando a busca por novas informações em troca de um salário na conta todo mês, estar ativo é uma forma de sobreviver. Além disso, voltar a estudar torna mais real aquele sonho abandonado pela rotina laboral e o pagamento de infindáveis boletos.

Há ainda aqueles que optaram por construir uma família e deixaram de lado os estudos que ajudariam a atualizar a carreira. Longe de ser algo negativo, é importante lembrar que até mesmo a família pode servir de incentivo para a retomada da educação.

Seja por um sonho, necessidade, pressão da empresa, economia do país ou mudança de carreira, a reflexão sobre o que pode ser feito para melhorar o futuro levará sempre para a mesma resposta.

Criando motivação

Voltar a estudar muitas vezes não parece a tarefa mais simples. Entretanto, por mais que os exemplos citados anteriormente estejam ocupando demais a rotina, é possível se dedicar para buscar por uma atualização.

Lembrando que ela é essencial para dar um novo passo na carreira, por mais avançada que esteja. Estar formado há dois, cinco ou mais anos não significa experiência. O diploma, portanto, é só uma das formas de subir na profissão.

Encontrar o emprego dos sonhos pode não acontecer de imediato, mas, como existe hora certa para cada coisa, trabalhar na atualização do conhecimento fará parte do processo. Basta lembrar que cada um tem seu tempo e, desde que bem planejado, nunca haverá um “atraso” para saber coisas novas.

Tempo, separa um pouco dele

Falando em atraso, dar uma atenção para priorizar o tempo é mais do que importante. Estamos constantemente inserindo tarefas em nossa rotina, mas quando se trata de coisas importante, sempre colocamos desculpas ou obstáculos para postergar seu início ou conclusão.

Portanto, organizar a agenda, priorizar compromissos e encontrar espaço para novos desafios, como voltar a estudar, faz parte de um bom relacionamento com o futuro.

Além disso, otimizar a rotina é de extrema importância, pois são as pequenas lacunas do dia que darão espaço para adquirir conhecimento. Alguns exemplos são áudios para se escutar no trânsito, um texto para se ler no almoço ou uma aula para se assistir no final da noite.

Conciliando dupla jornadas

Cada pessoa tem sua rotina de trabalho e para muitos ela já é extremamente desgastante. Incluir um tempo para estudar nessa equação soa até impossível, ainda mais para aqueles que vivem os estresses de grandes cidades.

Para conseguir se organizar nesse quadro e ainda manter bem a saúde mental, vale a pena pedir apoio dentro do ambiente de trabalho. Explicar para a equipe em que trabalha e comunicar ao gestor que a vontade de voltar a estudar não irá comprometer a função. Pelo contrário, irá mostrar quanto de interesse existe para estar melhor dentro da área. É sempre bom mostrar motivação para crescer dentro da empresa.

Junto ao RH, é possível ajustar horários de entrada e saída, incluir jornadas mais flexíveis ou até mesmo aumentar o horário de almoço, no qual se encaixa bem um curso online.

Entrando nas finanças

A dificuldade está ligada ao financeiro? É verdade que grande parte dos cursos estão sujeitos a uma cobrança, mesmo que simbólica. Entretanto, vale a pena pesar a validade desse investimento. Perguntar se ele trará retorno já acaba com metade das dúvidas sobre voltar ou não a estudar.

Além disso, não são poucas as opções mais baratas ou até gratuitas de cursos online. Basta procurar o que mais se encaixa nas necessidades e sonhos traçados para o futuro. O que não vale é desistir sem antes fazer uma boa pesquisa.

Conclusão

Voltar a estudar é um plano que envolve sonhos e possibilidades. Por mais desgastante que possa parecer – inclusive quando se abre mão de alguns lazeres e eventos sociais – esse é um investimento de retorno garantido. Afinal, todos ouvimos ao menos uma vez que nunca se perde tempo quando se busca conhecimento.

Toda ação tem começo, meio e fim. Da mesma forma, fazer um curso não será para sempre. O que vai permanecer será toda a sabedoria adquirida no andamento do processo. Para isso, basta começar.

Quer encontrar um curso para voltar a estudar? A Plataforma Solution oferece cursos rápidos nas áreas de Gestão, Marketing e Agronegócio. Confira aqui.

7 filmes para inspirar a sua liderança

A liderança, quando bem utilizada, pode fazer a diferença em várias ações da vida. Desde o gerenciamento familiar, passando pela escola até o trabalho, a habilidade de ser líder auxilia a manter em pleno funcionamento grupos de sucesso, sejam eles pequenos ou não.

Provando que liderança não é algo reservado apenas ao ambiente profissional, alguns filmes dão lições de condução e servem como inspiração para quem deseja liderar. Seja baseado em fatos reais ou não, suas histórias marcam pelo ensinamento de forma sutil ou aberta. Confira alguns deles.

Vida de inseto

Acredite ou não, uma animação é capaz de passar grandes lições. A aventura tão amada de 1998 tem dois exemplos de liderança: a democrática e a autocrática.

A primeira é incorporada por um grupo de formigas, que faz jus à sua fama de exemplo de organização. A segunda se refere aos gafanhotos, que são dependentes do seu líder autoritário e opressor.

Nesta história é mostrado como é possível superar dificuldades, orientar a outras pessoas e solucionar problemas com suas próprias capacidades, mesmo com limitações.

Sociedade dos poetas mortos

O longa tem a trama centrada em uma das escolas mais tradicionais dos EUA, nos anos 1950. Nela, um novo professor chega com uma forma de ensino diferente e estimula os alunos a pensarem por si próprios.

Além de ser um filme sobre liderança, a obra também traz reflexões sobre a vida. São mostradas lições sobre empatia, autoconhecimento, motivação e o poder da comunicação.

Uma das cenas que concentram tais lições acontece quando o professor, em cima de uma mesa, convida os alunos a fazerem o mesmo. O educador conclui a ação dizendo: “Ousem avançar e encontrar novos pontos de vista!”.

Capitão Phillips

Baseado em uma história real, o longa faz parte dos fatos relatados em livro (Dever de Capitão) por Richard Phillips. Nele, o navio cargueiro em que Phillips era capitão foi invadido por piratas somalis e toda a tripulação foi feita refém durante cinco dias.

A filmagem mostra que ser um líder ou demonstrar liderança no trabalho vai muito além dos bons exemplos. O seu comportamento e posicionamento diante das mais diversas situações serão determinantes para engajar e estimular (ou não) uma equipe.

Mais do que coragem e jogo de cintura, um líder se mantém calmo e seguro para garantir que o melhor seja feito por sua equipe.

Coach Carter

Ken Carter é um ex-jogador de basquete que assumiu o desafio de liderar o time dos Oilers High School de Richmond, em 1997. O grande trunfo de Carter como líder foi perceber que a performance dos jogadores do time estava diretamente ligada ao contexto problemático no qual estavam inseridos.

Com atletas indisciplinados, agressivos, insubordinados e indiferentes, o time acumulava derrotas. Em uma reviravolta, o treinador garantiu o alinhamento de expectativa e de propósito entre os jogadores, levando em conta a vida que cada um deles fora das quadras.

Dessa forma, em apenas dois anos o time sofre grandes mudanças. Acumulando vitórias e deixando de lado seu estereótipo azarão.

O homem que mudou o jogo

Mais um filme sobre esporte, este conta como um treinador consegue levar um time de beisebol para a final e transformar os jogadores em campeões. Claro que tudo isso por meios pouco ortodoxos.

O longa traz alguns clichês esportivos, mas a grande deixa para inspirar os treinamentos de liderança está justamente no perfil do treinador. Ele consegue escutar as mudanças sugeridas por um economista e transformar os dados em informações para engajar o time.

A principal lição da história é inspirar a encontrar valor onde ninguém vê para criar um time de alta performance.

O Discurso do Rei

O filme aborda uma dificuldade aparentemente física que interfere no papel de liderança vivenciado pelo seu personagem principal – o rei George VI (pai da rainha Elizabeth II).

Integrante da realeza britânica, ele assume o trono e deve realizar discursos, mas gagueja desde os 4 anos de idade. Por esse caminho, a narrativa é cheia de autoconhecimento e descoberta, revelando como os aspectos psicológicos interferem na fala, na fluência verbal, na linguagem e expressão de ideias e pensamentos.

Logo, fica claro como a comunicação é importante e um elemento estritamente ligado à capacidade de liderança.

Obrigado por fumar

Nesta obra cinematográfica, um porta-voz das grandes empresas de tabaco tem que convencer as pessoas de que o cigarro não é tão ruim assim. Para isso, Nick precisa lidar com personagens de fortes valores pessoais.

Obrigado por fumar é de longe um filme a favor do cigarro, pois sua preocupação é destacar uma das qualidades de um bom líder: a comunicação. Seguida de uma boa oratória, discurso seguro e frases de efeito, ela é capaz de mover grandes grupos.

Além disso, o longa mostra que a comunicação não verbal, o tom de voz, gestos, sorriso e visual também compõem uma boa imagem profissional.

Já viu algum desses filmes? Deixe nos comentários mais sugestões de obras que falem sobre liderança.

A tecnologia e o paradigma da educação a distância

Se há 50 anos alguém falasse que ia fazer um curso rápido para aprender sobre agronegócio, por exemplo, causaria certo estranhamento. Se fosse além e dissesse que esse curso seria a distância, provavelmente ninguém acreditaria, afinal, quem faz curso “de longe” e sem sala de aula?

Hoje parece até loucura, com tantas instituições “pipocando” cursos EAD por aí. Mas antes isso era inimaginável. Primeiro porque nem todo mundo tinha acesso à educação voltada para um tema específico – muitos nem chegavam ao ensino médio. Segundo porque cursos rápidos não eram comuns. Se alguém quisesse aprender sobre agronegócio deveria cursar uma graduação de engenharia agronômica, ciências agrárias ou semelhantes.

“Antigamente os cursos curtos até existiam, mas eram raros e não tinham muita adesão. A ideia era que a educação viesse somente de instituições de ensino superior, a partir de uma graduação”, diz Luana Coletti, membro da equipe da Plataforma Solution.

O fato é que a educação mudou. Mas por que isso aconteceu? E como tão rápido? Segundo Luana, com o advento do computador foram surgindo ferramentas que as pessoas podiam utilizar para ajudar nos estudos. “Depois disso, com o surgimento da internet, a mudança foi ainda maior. Começou a vir outro tipo de ensino, não só a graduação.”

Além das barreiras geográficas

Os cursos rápidos, principalmente os que são a distância, fizeram algo que a graduação não fez – ou fez pouco – em séculos: atingiu pessoas que moram em regiões afastadas de onde normalmente existem universidades.

Apesar de hoje existirem vários programas que abrem as portas da graduação para todos, antigamente isso era restrito a famílias que tinham condições financeiras para bancar os estudos. De acordo com Luana, a internet consegue romper barreiras geográficas.

“Agora existem vários programas do governo que ajudam as pessoas a terem internet em casa, então fica mais fácil.” E justamente essas pessoas são o público de muitos dos cursos rápidos. A tecnologia foi fundamental para fazer com que o conhecimento chegasse até elas.

Específico e prático

Outra característica desse novo modelo de educação a distância e com cursos rápidos é um conteúdo geralmente mais específico. Muitas vezes uma pessoa que já tem conhecimentos teóricos e práticos do agronegócio, mas quer aprender mais sobre pecuária de corte porque pretende ingressar no setor, pode optar por um curso que aborda exclusivamente esse assunto.

De acordo com a coordenadora da Plataforma Solution Daniela Flores, é uma modalidade voltada para quem não quer se formar naquele assunto, mas quer o conhecimento prático.

“É um conteúdo pontual para não ficar cansativo. Vai direto ao ponto que o aluno quer aprender, sem rodeios”, define. E o conteúdo aplicado pode valer mais do que um diploma em muitas empresas atualmente. Um funcionário que sabe usar o conhecimento talvez seja mais valorizado.

É possível aprender com EAD?

Apesar de muito disseminados, os cursos a distância ainda são alvo de preconceito. É comum a clássica pergunta: consigo aprender com o EAD? Nesse caso, depende.

Partindo do pressuposto de que a instituição escolhida é séria e o curso é de qualidade, o aprendizado dependerá principalmente do aluno. Essa é a principal diferença, é preciso mais disciplina do que em cursos presenciais. As facilidades da plataforma também influenciam, mas nem o melhor dos desenvolvedores “dão jeito” em um aluno que não tem vontade de aprender.

Mesmo assim, há uma vantagem: por serem rápidos e específicos, essa modalidade de cursos tende a “prender” o aluno o curso inteiro. Afinal, se o assunto é de interesse e não vai tomar muitas horas do dia, a tendência é que ele se dedique até o final.

Bom para o bolso

Outra vantagem para a educação EAD é o baixo custo. Cursos a distância não são tão caros para a instituição e esse benefício é repassado para o aluno. Normalmente acaba saindo mais barato fazer um curso EAD do que um presencial.

Esse fator, somado à tecnologia, permite que o aluno estude no horário que lhe for mais conveniente. Além disso, torna os cursos rápidos mais atrativos para quem quer conhecimento aplicável, à medida em que ao conteúdo estratégico é incluído na rotina de trabalho.

Gostou? Que tal conhecer os cursos rápidos da Plataforma Solution? Clique aqui e confira.