Conheça seu perfil de líder para gerenciar equipes

Identificar o seu próprio perfil de líder é uma tarefa que demanda muito autoconhecimento. Contudo, é possível avaliar alguns padrões e reconhecer características que ajudam nesse processo.

Pensando nisso, conversamos com a professora Denise de Moura, dos cursos de Liderança e Líder Coach e Comportamento Organizacional, da Plataforma Solution, sobre as três principais categorias de líderes.

Líder autoritário

De postura centralizadora, esse perfil de líder toma decisões, geralmente, baseadas exclusivamente em suas percepções e acredita que as soluções só aparecem quando os colaboradores estão sob pressão. A escuta ativa deste perfil é muito baixa ou inexistente.

Em curto prazo, o líder autoritário pode até obter alguns resultados, como agilidade nas decisões que dependem somente dele. Mas em médio e longo prazo, ele pode levar a equipe à exaustão.

“Este perfil de líder acaba criando muita tensão e estresse entre as pessoas. E aí, quando ele se ausenta, pode ocorrer, inclusive, baixa produtividade por parte do time, que se acostumou apenas a obedecer ao que é exigido”, explica Denise. “As pessoas trabalham acuadas e, muitas vezes, têm medo de perderem seus empregos. Não há respeito, apenas obediência.”

O líder autoritário pode se tornar um gestor tóxico. Por isso, vale ficar de olho em algumas características para evitar.

  • Supervisão abusiva (exige retrabalho sem nenhum fundamento)
  • Discurso diferente da prática (é receptivo, mas não aceita nenhuma opinião diferente)
  • Pressão por resultados (às vezes de forma ameaçadora e ríspida)
  • Dificuldade de dar crédito e feedback
  • Dificuldade de comunicação

Líder liberal

Descentralização e pouca burocracia ajudam a definir o perfil de líder liberal. Como ele delega a maior parte dos processos, acaba sendo mais um facilitador e os colaboradores têm liberdade para tomar decisões.

Tudo isso pode parecer muito bom, mas para ocorrer com efetividade, exige maturidade e conhecimento profundo dos processos por parte dos funcionários. E é aí que esse tipo de liderança tem desvantagens: nem todas as pessoas estão preparadas para o líder liberal.

Muitos profissionais ainda preferem um estilo mais diretivo (diferente do autocrático) que diz exatamente o que elas precisam fazer. “Caso o time não tenha maturidade suficiente, sentirá falta de orientação que, consequentemente, pode prejudicar a produtividade”, comenta a professora.

Líder situacional

Como o próprio nome já diz, o líder situacional não se prende a um estilo único de liderança. Sua gestão leva em consideração o nível de maturidade da equipe e os contextos de cada situação, em diferentes cenários. Por isso, é essencial conhecer cada membro do time.

Esse conhecimento serve para que o líder seja diretivo e diga às pessoas exatamente o que fazer, quando perceber insegurança de alguns colaboradores durante os processos de trabalho. “Um exemplo dessa situação é um funcionário que acabou de entrar na equipe. O líder precisa dar mais atenção para essa pessoa, passando orientações”, destaca.

Por outro lado, este perfil de líder pode agir como um tipo de coach ao perceber que o time está precisando ganhar autoconfiança. “Em vez de dar as respostas, o gestor estimula os envolvidos a trazerem soluções para os problemas. Assim, as pessoas ganham competência e confiança de que podem realizar um trabalho”, exemplifica Denise.

Com uma equipe competente e confiante, o líder situacional pode assumir a postura do apoiador e partilhar responsabilidades e tomadas de decisão. Por fim, Denise enfatiza que, para equipes mais maduras e de alto desempenho, ele pode delegar e passar a maior parte das responsabilidades para os colaboradores. “O líder continua acompanhando o progresso de todo o time, mas fica menos envolvido nas decisões”, ressalta.

O líder situacional sabe lidar com situações diversas, utilizando diferentes estratégias para tratar as questões. Nos dias atuais, de rápidas mudanças, sobretudo tecnológicas, é necessário que o líder tenha flexibilidade e saiba se adaptar a múltiplos cenários.

Qual o seu perfil de líder? Comente! 😀

Presença executiva: você realmente sabe liderar?

A situação é bem simples: você se esforça diariamente para ir além das suas competências e deseja um cargo de gerenciamento. No momento de receber seu feedback, descobre que a vaga foi oferecida para outra pessoa, pois, apesar de fazer um bom trabalho, seu chefe disse que você não possui presença executiva.

Isso pode pegar a muitos de surpresa, uma vez que o termo quase nunca aparece nas pesquisas de habilidades exigidas dos profissionais. De forma universal, a presença executiva pode ser entendida como o agrupamento de outras qualidades, como autoconfiança, poder de decisão, habilidade de se comunicar de forma transparente, cuidado ao administrar percepções, autenticidade e tratamento respeitoso ao próximo.

Mas, do ponto de vista corporativo, esse é um diferencial que combina qualidades convincentes para que uma pessoa possa chegar longe. Dessa forma, a presença executiva não mede desempenho, mas revela características que estão muito ligadas a liderança. 

Para o ponto de vista psicológico, essa presença está em sintonia com a capacidade de expressar valores e potencial individuais. Já na prática, a presença executiva pode ser um pouco mais simples, bastando ter acesso às próprias experiências para conseguir se conectar e identificar com outras pessoas de forma mais profunda.

A definição certa

Como você percebeu, citamos três definições do que é a presença executiva e todas elas podem ser úteis na hora de trabalhar as habilidades de liderança. Portanto, tenha sempre em mente a síntese a seguir:

  • O ponto de vista corporativo pode te levar a identificar como a sua empresa e equipe administrativa definem a presença executiva e, dessa forma, você consegue reconhecer quais requisitos precisa trabalhar;
  • O ponto de vista psicológico demanda um pouco de reflexão e autoavaliação, assim é possível entender os próprios pontos fortes e fracos, além das paixões e objetivos que importam para você;  
  • O ponto de vista prático te leva a localizar histórias e experiências que moldaram o seu estilo de liderança, transformando cada uma em depoimentos para compartilhar e se conectar profundamente com outras pessoas.  

Cada ideia serve para melhorar o desempenho, mas essa habilidade é ampla e demanda tempo para ser desenvolvida. Quanto mais cedo você souber aplicar ações que demonstrem uma atitude de liderança, mais preparado estará para cargos que exijam presença executiva.

Construção da presença executiva

A presença executiva pode levar anos para ser desenvolvida, mas isso não significa que você não deva começar agora a aplicar ações – e até acompanhar seus resultados. Lance mãos de estratégias e saiba captar os momentos de prática no seu dia a dia pois, assim como qualquer habilidade, esta também pode ser desenvolvida e aprimorada.

Para começar, sempre peça por feedbacks sobre a sua liderança, mas evite respostas muito genéricas. É importante listar critérios que são relativos à presença executiva, como gerenciamento de pressão, habilidade de comunicação e aparência profissional. E para uma visão mais completa, consulte pessoas diferentes, descartando sempre opiniões pessoais demais.

O fator mais considerado no momento de avaliar a presença executiva é a capacidade de desmontar autoconfiança. Isso inclui saber administrar a ansiedade no trabalho, o que demanda anotar objetivos (para mostrar em reuniões ou futuras entrevistas), se preparar para perguntas difíceis e dominar assuntos ainda não explorados, além de administrar sintomas físicos da ansiedade, praticando algum ritual (meditação, esporte etc.) que te acalme.

Melhorar a fala em público e adequar o vestuário pessoal para o ambiente em que se trabalha, ou deseja trabalhar, também faz parte da presença executiva, pois as duas atitudes transmitem claramente a mensagem de que você é alguém com qualidades para liderar.

Se liderança é um tema que te atrai, não deixe de conhecer o curso de Liderança e Líder Coach da Plataforma Solution.

Veja mais matérias sobre o assunto aqui.

5 dicas para inserir os hobbies no currículo

Em um cenário de mudanças constantes nos processos de seleção e recrutamento, uma das principais dúvidas é sobre a inclusão dos hobbies no currículo. Não é novidade que as empresas estão de olho nas atividades que realizamos fora do ambiente corporativo. Por isso, inserir essas curiosidades sobre nós está sendo um baita desafio para profissionais de muitas áreas.

O passo a passo básico para montar um currículo geralmente não inclui a especificação dos hobbies. O foco é sempre nas habilidades técnicas dos profissionais e os interesses pessoais e sociais acabam ficando de fora desse documento.

As tarefas que escolhemos nos dedicar em nosso tempo livre são responsáveis pelo desenvolvimento das soft skills, habilidades transversais que complementam o conhecimento técnico. Elas incluem competências emocionais e sociais, por exemplo, e estão cada vez mais nos radares de empresas e recrutadores.

Com isso, você deve estar pensando: então, por que não incluímos logos os hobbies no currículo? Como essa tarefa pode não ser tão simples, preparamos cinco dicas para você fazer isso de forma eficiente. Confira!

Necessidade

Para início de conversa, será que é realmente necessário colocar os interesses pessoais no currículo? Mesmo com o cenário cada vez mais aberto para essas novidades, algumas empresas podem ser muito tradicionais e conservadoras.

Por isso, uma boa dica é avaliar cada caso e, de acordo com a vaga, optar pela inserção ou não dos hobbies nesta primeira etapa do processo seletivo.

Também vale considerar a relevância das atividades. Alguns hobbies são amplos ou genéricos demais e podem dar a ideia de que você está só preenchendo espaço. Tome cuidado com interesses assim, como ler e viajar. Prefira ser mais específico, detalhando o gênero de literatura que prefere ou alguma atividade que envolva viagem, como a montagem do roteiro, por exemplo.

Vantagens e desvantagens

Se ainda está na dúvida, veja algumas vantagens e desvantagens que a presença dos hobbies no currículo pode proporcionar.

  • Vantagens: eles podem se tornar temas de conversa em entrevistas, facilitando a aproximação e identificação com o recrutador. Eles também dão indícios das suas soft skills.
  • Desvantagens: eles podem não ter muito a ver com o trabalho. Se eles não forem realmente auxiliar no seu processo seletivo, é melhor priorizar, então, outras informações mais relevantes para a vaga.

Nova seção

Você fez uma boa avaliação da necessidade e optou pela inserção dos hobbies no currículo? Então mãos à obra! A forma mais eficaz é colocá-los em uma nova seção, criada especificamente para isso. Você pode chamá-la de “Interesses Pessoais” ou “Hobbies e Interesses”.

Não se esqueça de uma boa dose de autoanálise antes de preenchê-la e que seu currículo deve ser dinâmico, adaptável ao cargo e compatível com sua experiência profissional. Você pode usar a inteligência emocional para ajudar neste momento.

Esta seção é uma boa opção de como finalizar seu currículo e impressionar o recrutador.

Direto e objetivo

Essa dica faz parte das dicas gerais sobre montar um currículo (que não devem ser desprezadas). A formatação deve ser sucinta e minimalista, sem layout ou design fora do padrão do documento.

Pode parecer muito difícil incluir algo tão subjetivo quanto hobbies em um documento que requer tanta objetividade como o currículo. Porém, a resposta é simples: selecione passatempos substanciais, relatados de forma profissional, curta e relevante, para conquistar o recrutador e te aprovar para a próxima fase.

O posicionamento dos hobbies no currículo pode caracterizar profissionais entusiastas e envolvidos. Por isso, é interessante eleger interesses que te promovam ativamente e reflitam, em poucas palavras ou tópicos, suas habilidades transversais.

Associações

É importante alinhar a seção de interesses pessoais com os demais itens do currículo para que os hobbies não fiquem fora de contexto. Vale, por exemplo, gerenciamento de equipes de esporte, atividades educacionais, trabalhos voluntários, conquistas e tópicos que você gosta de estudar ou são parte da sua vida de alguma forma, como artes, animais, jogos, investimentos, meditação e outros.

Escolha passatempos genuínos, que definam sua personalidade, sem contar toda a história, mas despertando o interesse para saber mais sobre você na próxima etapa do processo.

Gostou das dicas para incluir os hobbies no currículo? Conte-nos suas experiências!

Expressar emoções pode melhorar seu rendimento

A inteligência emocional e o autoconhecimento são grandes aliados para resolver problemas no dia a dia. Mas saber identificar as emoções é só o primeiro passo rumo ao aumento da produtividade e eficiência.

A segunda etapa é expressá-las proporcionalmente, sem a intenção de reprimi-las ou magoando as pessoas em volta, que também estão lidando com as próprias emoções.

Pode ser até óbvio para alguns, mas é sempre importante lembrar que os sentimentos surgem automática e espontaneamente, por isso o jeito de lidar com eles é a única coisa que podemos controlar de forma individual.

Esconder não é solução

Muitas vezes acreditamos que para manter um comportamento socialmente aceito precisamos camuflar as emoções. Porém, o ideal mesmo é controlar os sentimentos para que eles sejam expostos da melhor maneira possível.

Isso significa que, em vez de oprimir, devemos lidar com as emoções, mesmo que soe difícil. Os benefícios, nesse sentido, são inúmeros, pois quando deixamos de esconder nossos sentimentos, abandonamos o esforço de mascarar quem realmente somos.

Acabando com as emoções forçadas, problemas como aumento da frequência cardíaca, de respiração, tensões no pescoço e coluna até doenças mais sérias, chamadas psicossomáticas, que surgem a partir de fatores emocionais, deixam de ser frequentes.

De olho na saúde

As doenças psicossomáticas também são uma forma de linguagem corporal. Afinal, é nosso corpo pedindo atenção e nos dando um alerta sobre as emoções que estamos ignorando.

Gastrite, hipertensão arterial, enxaqueca e até algumas disfunções sexuais podem ser as principais consequências para nossa saúde biológica. Tentar evitar o surgimento dessas emoções pode levar a um ciclo vicioso de sentimentos negativos.

Lidar melhor com as emoções significa automaticamente cuidar da saúde mental e física. Algumas dicas, inclusive, podem ser aplicadas no dia a dia:

  • Identifique as emoções e a quais situações elas estão associadas;
  • Reconheça a causa e os motivos de cada sentimento;
  • Preste atenção às reações do seu corpo;
  • Observe mais a sua reação do que a ação que a desencadeou;
  • Adeque e proporcione a forma como você vai se expressar;
  • Vivencie as emoções com seu corpo e seja sincero com o que você sente;
  • Visualize e localize suas emoções.

Emoções vindas de lembranças

Algumas emoções não estão relacionadas a situações atuais, mas sim com lembranças. A dica é a mesma: aceite cada sentimento como parte de você. As emoções são parte da nossa evolução e nos diferenciam dos demais seres. Elas surgem naturalmente e devem ser acolhidas, não reprimidas, não importa o que as originou.

O próximo passo

As dicas acima ajudam a lidar com as emoções na hora que elas aparecem. Mas também é possível procurar soluções a médio e longo prazo. Afinal, os sentimentos negativos, quando constantes, passam a ter efeito acumulativo e se tornam extremamente tóxicos para a saúde física e mental.

Buscar ajuda profissional, de terapeutas ou psicólogos, é um importante passo para dialogar com você mesmo e aprender a elaborar essas emoções, seja por meio de conversa ou até escrevendo sobre esses sentimentos. No entanto, outras opções podem agregar nessa jornada.

A ajuda dos esportes

Os esportes, por exemplo, são ótimos aliados para lidar com sentimentos negativos e emoções ligadas à irritação e ansiedade. De maneira geral, eles liberam endorfina, um hormônio produzido pelo cérebro e considerado um analgésico natural.

As possibilidades são inúmeras. Técnicas de ioga, dança e natação ajudam a controlar a respiração. Exercícios menos convencionais, como tai chi chuan e aulas de circo, com trapézio, corda e tecido, são boas sugestões para treinar o foco e o controle. Também vale optar por esportes tradicionais como corridas, futebol e lutas.

Desconstruir para construir

Quando as pessoas rompem com as barreiras emocionais, elas podem exteriorizar suas emoções e sentimentos durante a criação de algo. Por isso as atividades manuais são comumente associadas a terapias contra as inquietações e angústias

Entender que o resultado talvez não seja tão importante quanto o processo de produção proporciona liberdade criativa e menos cobrança e pressão, fatores experenciados nas atividades profissionais e até pessoais.

Dessa forma, as emoções podem ser canalizadas para produções em argila, papéis, costura, recicláveis e basicamente todos os materiais que sua imaginação – e mãos – puderem alcançar.

Receitas para expressar emoções

Outra boa sugestão para externalizar as emoções de forma mais natural possível é aderir à crescente onda gastronômica. Mesmo quem não tem muito jeito na cozinha pode começar com receitas mais fáceis e básicas, de menor complexidade. E o passo a passo está por toda a internet, nos mais variados formatos.

Quem já tem mais experiência pode adequar o cardápio aos ingredientes: a culinária japonesa, por exemplo, pode ser muito relaxante de se executar e ainda é produzida com itens que auxiliam no combate ao estresse e ansiedade. Isso porque o salmão é um dos peixes mais ricos em gordura e com bons níveis de ômega-3, substância que atua diretamente nas funções cerebrais.

Quais medidas de curto, médio e longo prazo você aplica para auxiliar no processo de expressar suas emoções?

Como é o mercado de trabalho do BI

Responsável por melhorar as decisões de uma empresa a partir de dados, o BI, ou Business Intelligence, é uma área importante para gerenciamento coleta e análise de informações.

Passando por várias etapas (coleta de dados, organização, análise, compartilhamento e monitoramento das informações relevantes sobre o negócio), o BI pode ser entendido como um processo cíclico e de longo prazo.

O que poucos sabem, entretanto, é como funciona os bastidores dessa área, desde a formação de seus profissionais até o que é esperado pelo mercado. Por ser bem amplo, o BI pode ser compreendido em tipos de canais, que ajudam a entender as demandas exigidas nos processos das análises de dados.

Divisão de canais

Existem três canais importantes que dividem o BI em atuações mais específicas e norteiam o perfil do profissional que deverá trabalhar na coleta de informações. São eles:

BI de ferramentas: profissional técnico responsável por analisar as infraestruturas dos sistemas, explorando grande quantidade de dados, procurando padrões que sejam compatíveis com o seu negócio. Ele lida com dados específicos, gerados por sistema utilizado pela empresa, sendo a grande maioria de vendas.

BI de web analytics:  responsável por coletar os dados provenientes de site, e-commerce, landing page, projeto etc. Esse profissional tem sua análise baseada em dados gerados pelos visitantes que acessam as plataformas, analisando o comportamento do usuário para antecipar seu retorno a empresa.

BI de social media:  este profissional é mais focado nas análises de comportamento das pessoas nas mídias sociais. Com ferramentas específicas, o analista é capaz de monitorar os seguidores da marca e identificar oportunidades de negócios, além de criar estratégias para atrair mais clientes.

O que esperar desse mercado?

Mesmo sabendo como é o trabalho de um profissional do BI, algumas dicas sobre o que é preciso para ingressar nessa área nunca são demais. Isso porque algumas expectativas podem estar acima ou abaixo do que é realidade para a área.

Caso você queira seguir a carreira de um analista de dados, em qualquer canal que seja, saiba que: 

  • É preciso saber matemática, então detestar essa matéria não é opcional;
  • Saber além do básico no Excel, pois as fórmulas serão suas aliadas;
  • Entender algumas linguagens de programação, uma vez que a maioria das ferramentas lida com o uso de códigos de programação;
  • Ter afinidade e ampla visão de gestão e processos empresariais, para saber tomar decisões.

A concorrência no mercado de trabalho para a área de BI é acirrada, uma vez que essa profissão está cada vez mais em alta. Para fortalecer o currículo e conseguir boas chances, é sempre bom participar de eventos tecnológicos e fazer networking com pessoas do setor.

Ao se deparar com dificuldades técnicas, estude sobre uso de ferramentas e procure por cursos de aperfeiçoamento. Além das opções com certificação, é possível encontrar aulas gratuitas na internet, que podem abordar as temáticas de BI de forma mais generalista.

Competência de um analista de BI

Entusiasmo, foco, paciência e dedicação são apenas algumas características básicas de um bom analista de BI. Outras habilidades essenciais e que podem contribuir também para quem quer se desenvolver em outras áreas são:

  • Vontade de aprender
  • Saber conciliar teoria e prática
  • Ter uma boa base em matemática
  • Treinar o raciocínio lógico
  • Ter conhecimento em tecnologias de banco de dados

Para ir além, procure aprender ou melhorar os conhecimentos da língua inglesa, uma vez que a grande parte das ferramentas de BI são disponibilizadas no idioma.

Inclua nos seus domínios o Excel, para saber lidar com o processamento e leitura de dados; pesquise por metodologias de desenvolvimento para otimizar o trabalho; entenda o básico de programação e tenha interesse por tecnologia, uma vez que a área se aprimora com os mais novos lançamentos do mercado.

Se você está na área de Inteligência de Mercado, veja também 5 dicas para construir uma estratégia de BI.

Saiba enfrentar com êxito uma entrevista de emprego

Algumas dúvidas sempre acompanham os candidatos de uma seleção. Como se portar, o que vestir na entrevista de emprego, o que colocar no currículo, sobre o que falar ou não são os exemplos mais unânimes entre elas.

Para conquistar uma vaga não existem fórmulas ou métodos com garantia máxima. O que funciona e pode ajudar durante a seleção é um bom preparo e, principalmente, confiança. Mas é importante não confundir confiança com arrogância, pois todo desvio de comportamento é observado.

Se você recebeu a proposta para participar de uma entrevista, existem algumas dicas valiosas para o grande momento. Sempre é bom lembrar que honestidade é a palavra-chave para a ocasião e deve ser usada com consciência dentro de todas as dicas citadas.

Sem experiências, mas com bagagem

Esse é o maior fator de insegurança daqueles que buscam a primeira oportunidade de emprego. Obviamente, ter experiências é ótimo para encontrar oportunidades, mas nem todos conseguem trabalhar e fazer estágios durante a graduação ou antes dela.

Uma alternativa é explorar outras experiências que se mostrem positivas durante a entrevista de emprego. O recrutador olhou seu currículo antes de iniciar a conversa e sabe que esta é a sua primeira tentativa. Entretanto, ele espera que você demonstre capacidades por meio de resultados acadêmicos, participação em palestras, cursos de aperfeiçoamento, trabalhos voluntários, intercâmbios ou outras vivências.

Estude a empresa

Demonstrar interesse pela organização é tão importante quanto ter experiências. Isso porque já é possível saber se os valores da empresa estão alinhados com os seus e mostrar como isso é importante para você no momento da entrevista de emprego.

Quando a questão “por que você deseja trabalhar conosco” aparece, o que se deseja saber é se o candidato fez a lição de casa. Ir somente por ir para uma seleção, sem saber sobre o setor, gestão, modelo de negócios, missão, visão e valores da empresa, é garantia de eliminação já na primeira etapa do processo seletivo.

Pergunte

Isso mesmo. As perguntas não são reservadas apenas aos recrutadores. Além de mostrar que pesquisou sobre a empresa, indique maior interesse perguntando sobre aspectos que não ficaram claros, como seu apelo social, hierarquia e características da vaga a ser preenchida.

Cuidado, entretanto, para não questionar sobre coisas que são de fácil acesso e encontradas na internet. Isso pode gerar a impressão de que você é desatento ou preguiçoso. Pergunte sobre aspectos internos como programas de aprimoramento profissional, incentivo ao desenvolvimento, flexibilidade de horários ou plano de carreira, por exemplo.

Atenção aos sinais corporais

Nervosismo é normal e quase todo mundo sente. É importante não deixar que ele te sabote nesse processo, pois quase todos os sinais corporais são analisados durante uma entrevista. Fique atento a gestos, fala, simpatia e educação.

Outro ponto importante é a vestimenta, que não segue uma regra clara, pois depende muito da cultura organizacional da empresa. Se você a estudar com antecedência, saberá o que se encaixa melhor ou não na ocasião. Mas, na dúvida, opte por cores neutras e peças discretas.

Mentir, nem pensar!

Este é um assunto bem delicado, porque a pressão que envolve a situação acaba nos levando a tomar essa atitude. Ao perceber que temos poucas experiências ou que elas não parecem realmente incríveis, temos a tendência de “aumentar um ponto”, ou seja, contar uma mentira.

O recrutador é uma pessoa treinada para perceber esse tipo de deslize. Mentir, portanto, é uma atitude arriscada. Mesmo que a vaga já seja sua, em algum momento essa mentira poderá ser descoberta e comprometer sua imagem. Caso se encontre diante de um requisito que não atenda, seja sincero, explique a situação e se mostre disposto a aprendê-lo para fazer parte da empresa.

Exponha seus pontos fortes

Sempre que surgir essa questão, deixe claro sobre quais experiências teve e as habilidades que alcançou com elas. Faça uma linha do tempo contanto como conquistou cada ponto forte e positivo para o seu conhecimento profissional.

No caso do primeiro emprego, foque em tudo que envolveu sua formação. Dê atenção a trabalhos realizados, pesquisas, atividades extras, cursos de aperfeiçoamento, exposições que participou, projetos que realizou e o que mais constar no currículo acadêmico.

Reconheça seus defeitos

Mais do que saber sobre suas qualidades, entender e expor seus defeitos também faz parte da entrevista de emprego. Essa pergunta vem sempre com a intenção de saber se o candidato sabe lidar com suas falhas sem fugir delas ou tentar mascará-las com qualidades.

Reconheça sua fraqueza e a coloque na resposta junto com um interesse de evolução. Esqueça o tradicional “sou muito perfeccionista” e foque em expor verdadeiramente o que pode ser uma barreira para você e como acha que ela pode ser vencida dentro do ambiente de trabalho.

Se você procura por aperfeiçoamento do currículo, pode se interessar por cursos rápidos, como os da Plataforma Solution!

Como competências transversais influenciam fatores motivacionais

Não existe empresa, colega, chefe ou liderança perfeitos. A verdade é que algumas competências transversais influenciam fatores motivacionais, especialmente os ligados à forma como encaramos as adversidades da nossa vida profissional.

Inteligência emocional e flexibilidade cognitiva, por exemplo, são aliados que fazem toda a diferença. Quem explica isso é a professora Denise de Moura, dos cursos Liderança e Líder Coach e Comportamento Organizacional, da Plataforma Solution.

Para esclarecer melhor este assunto, ela participou do webinar Fatores Motivacionais e Competências Transversais e elencou o que desejam os profissionais da atualidade e o que será exigido deles.

Mitos da motivação

Os desafios surgem de forma exponencial nas organizações. Por isso, Denise começou o webinar desmistificando três lendas para quem quer aprender como as competências transversais influenciam fatores motivacionais.

  • “Eu consigo motivar minha equipe”

As pessoas podem trabalhar na melhor empresa, com as melhores liderança e equipe e, mesmo assim, se não tiverem uma pré-disposição para serem motivadas e encorajadas, Denise garante que elas não serão.

“A motivação é intrínseca. Mas isso não quer dizer que o líder não possa incentivar mais comprometimento a partir de comportamentos e atitudes, só que a equipe precisa estar aberta a receber esses estímulos”, explica.

  • “Satisfação e motivação são a mesma coisa”

A satisfação é um estado, enquanto a motivação é o que faz com que o funcionário acorde de manhã e vá para o trabalho todos os dias. O salário, por exemplo, é uma satisfação. Se ele vier abaixo do que é esperado, gera insatisfação.

Mas se o profissional é motivado apenas pelo salário, então ele não está comprometido. “Se outra empresa oferecer mais dinheiro, ele vai, porque não está alinhado com os valores, liderança ou mesmo com o trabalho”. E isso é muito comum em empresas que não oferecem alguns benefícios, como progressão na carreira, reconhecimento e recompensa e cultura do feedback.

  • “Motivação depende de fazer o que gosta”

Aquela clássica frase “encontre um trabalho que você gosta e nunca mais precisará trabalhar” é um engano. Só fazer o que se gosta pode deixar o funcionário acomodado. E todo mundo precisa de desafios para sair da zona de conforto, para potencializar alguns comportamentos adormecidos.

Por que as pessoas se demitem?

A resposta para essa pergunta é muito subjetiva e cada profissional tem, claro, suas razões e prioridades. Contudo, Denise separou cinco cenários que podem motivar a demissão, em vez de encorajar o comprometimento com a empresa.

  • Falta de desafios e metas: quando as pessoas não entendem a importância do trabalho para a empresa elas não ficarão motivadas. Os funcionários precisam saber qual o impacto da função deles para a corporação, se é fundamental e se está fazendo a diferença. “Se minha atividade é apenas fazer uma planilha, preciso saber o que acontece se eu não a fizer”, completa Denise.
  • Falta de treinamento: não adianta delegar tarefas a pessoas que não estão capacitadas ou preparadas para aquele desafio. Denise cita o psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi e a teoria do flow. “Aquele estado de motivação máxima é atingido com o aumento dos níveis de habilidades e desafios. O que faz os cirurgiões saírem de cirurgias de 10 horas extremamente motivados? Eles lidam com vidas (desafios) e passam a vida toda estudando (habilidades). Mas eles também têm o feedback na hora, quando o paciente responde ao tratamento, por exemplo. Isso desenvolve a auto eficácia”, explica.
  • Falta de perspectiva: o comprometimento do funcionário na organização é igual a necessidade dos colaboradores vezes o nível de probabilidade dessas necessidades serem atendidas. “Quando o funcionário chega na empresa com o objetivo de crescer, mas percebe que não existe progressão de carreira ou as promoções são somente para os parentes do dono da empresa, o nível de probabilidade chega a zero e o comprometimento cai”, exemplifica a professora.
  • Dificuldade de comunicação e falta de confiança: quando o discurso é diferente da prática, o funcionário não confia na liderança. Esse é um forte indício de insatisfação dentro do ambiente corporativo.
  • Falta de reconhecimento: Denise comenta que os profissionais tendem a preferir um feedback corretivo a nenhum feedback. Justamente porque o primeiro faz com que eles aprimorem as competências e desenvolvam potencialidades.

Isso significa que é inviável ou complexo fazer os funcionários se engajarem? De forma nenhuma! Um bom exemplo citado pela professora é atender alguma necessidade mais possível de ser realizada. Essa atitude demonstra escuta ativa para entender quais as demandas e confere responsabilidade ao profissional.

“É como se o líder dissesse ‘fiz o que você queria, agora você me dá resultados’. E, às vezes, não é preciso gastar nada. Basta remanejar pessoal e promover treinamentos internos, entre os próprios funcionários”, recomenda Denise.

Mas o que pode motivar os profissionais?

  • Acreditar no valor do trabalho
  • Ser valorizado como pessoa e profissional
  • Ser parte de um time, mesmo que as atividades sejam desempenhadas individualmente
  • Clima positivo e de suporte

O que nos espera no futuro?

Para se ter ideia de como as competências transversais influenciam fatores motivacionais, Denise elencou as habilidades que serão exigidas dos profissionais até 2022. Prepare-se!

  • Pensamento inovador e analítico
  • Pensamento crítico
  • Aprendizado ativo
  • Criatividade
  • Resolução de problemas complexos
  • Liderança e influência
  • Inteligência emocional
  • Racionalidade e resolução de conflitos
  • Tecnologia, design e programação
  • Análise e avaliação de sistemas

Alguma dessas novidades te surpreendeu? Conte para a gente!

O conteúdo completo do webinar está disponível aqui!

Confira a programação de webinars da Plataforma Solution!

A arte de liderar: você está pronto para o mercado?

Com os desafios de trabalhar conjuntamente o alcance dos resultados empresarias e o cuidado com os profissionais e colaboradores, surge a necessidade de se aprender a arte de liderar. A dica é da professora do curso de Liderança e Líder Coach da Plataforma Solution, Denise de Moura.

Aquela imagem do gestor autocrático, com poder centralizado e tratando as pessoas da equipe como números já não tem mais espaço nas empresas. Especialmente porque esse comportamento pode estimular condutas inadequadas dos funcionários.

Um bom exemplo citado pela professora é o gestor que somente avalia e reconhece o trabalho da equipe a partir dos resultados apresentados. Nesse cenário, os profissionais podem entender que o objetivo na empresa é apenas bater metas e gerar um ambiente mais competitivo e agressivo e menos colaborativo.

“Mesmo que esse tipo de gestão apresente resultados a curto prazo, a médio e longo prazo pode adoecer um time inteiro”, alerta Denise.

Resultados sustentáveis

Mas então, como atingir resultados e, ao mesmo tempo, manter a equipe saudável emocionalmente? Denise explica que a arte de liderar exige participação ativa dos gestores no engajamento e comprometimento das pessoas que lidera.

“Este não é um processo fácil. A motivação é, comumente, uma característica muito pessoal e que depende de cada um, individualmente. Contudo, é possível que alguns comportamentos do líder influenciem o envolvimento dos profissionais”, comenta.

A professora destaca três pontos fundamentais para auxiliar nesse processo:

  • Competência: além das habilidades para realizar uma atividade específica, a competência é sobre ser ágil e eficiente durante uma crise, assim como solucionar problemas complexos em conjunto com a equipe.
  • Credibilidade: a personalidade do gestor também entra em jogo quando o assunto é uma boa liderança. É preciso consistência entre os discursos e as ações para passar credibilidade. Também é importante escutar e aceitar opiniões diferentes.
  • Confiança: os dois primeiros pontos são essenciais para que o gestor transmita confiança. Isso identifica um líder que cumpre as promessas, diz a verdade, se desculpa quando comete erros e acredita em si mesmo.

Diferentes gerações

Equipes com pessoas de diferentes gerações são cada vez mais comuns e estão entre os desafios da arte de liderar.  Isso significa lidar com profissionais de diferentes valores e vivências. Assim, o líder deve conhecer cada pessoa do seu time para propor, por exemplo, programas de mentoria, em que os funcionários mais experientes capacitam os mais novos e vice-versa.

Essa troca entre gerações é fundamental para o desenvolvimento das pessoas que convivem dentro de um mesmo ambiente – e o respeito é o ponto de partida desse processo.

Equipe globais

Outra tendência que já está em aplicação nas empresas são as equipes globais, com integrantes trabalhando em diferentes países de forma remota ou mesmo em casa, no formato home office. “Nesses casos, é imprescindível que o líder promova um sentimento de unidade entre elas, utilizando as diferenças culturais a favor do grupo”, ressalta Denise.

Algumas dicas da professora envolvem reunião periódicas e metas para serem atingidas em equipe. Nesses momentos, o líder deve relembrar os profissionais da importância do grupo para a estratégia geral da empresa e como cada funcionário contribui com o crescimento corporativo.

Autocuidado

O cargo de liderança pode ser muito solitário. Por isso é importante uma boa gestão também na vida pessoal, para conciliar família, lazer e amigos com o trabalho. Do contrário, o gestor pode desenvolver doenças físicas e psicológicas, fruto da má administração das responsabilidades e prioridades.

“Ser eficiente pouco tem a ver com as horas da sua jornada de trabalho”, adverte Denise.

Gestão com pessoas

A arte de liderar tem a ver, principalmente, com a gestão com pessoas, em vez da gestão de pessoas. É preciso que o líder goste de gente, para fazer a diferença na vida dos outros e contribuir para o crescimento da equipe. 

Segundo Denise, muitas pessoas em cargos de liderança ainda não se tornaram líderes pois não são exemplo nem inspiram os colegas a serem melhores todos os dias. A professora exemplifica com a figura de um profissional que tem um conhecimento específico e consegue compartilhar com o grupo. Essa pessoa tem o “poder de especialização” e gera credibilidade pela experiência e talento. “Os demais se espelham nele.”

O contrário vale para os gestores que utilizam o “poder coercitivo” ou o “poder de recompensa”. Eles funcionam mais ou menos na base do “faça o trabalho porque eu mando e pago seu salário”. O máximo que isso gera é obediência, mas sem respeito, confiança, comprometimento ou admiração.

Visão de futuro

Também é importante que a arte de liderar apoie suas bases na visão de futuro. “E isso ocorre a partir do desejo de realizar algo especial, que consiga envolver e estimular o time a alcançar resultados nunca conquistados”, comenta.

Mas nada adianta essa visão de futuro se ela não for compartilhada e aberta a receber sugestões e alterações. Para isso, o autoconhecimento é fundamental: o líder deve conhecer suas emoções e medos para controlar seus impulsos e demonstrar humildade e flexibilidade.

Habilidades sociais e emocionais

Quem está interessado em desenvolver a arte de liderar precisa ficar atento a algumas habilidades sociais e emocionais cada vez mais ligadas à liderança, como gestão de tempo, inteligência emocional, criatividade, flexibilidade cognitiva, empatia, negociação, escuta ativa, resolução de problemas e pensamento inovador.

“A maioria dessas competências foi listada pelo Fórum Econômico Mundial como as mais importantes e que todo profissional precisa desenvolver até 2022. Entretanto, o mais importante é o comportamento ético. Respeitar a todos, saber escutar, ter um discurso igual a prática e sempre dizer a verdade são essenciais e vitais para uma boa liderança”, conclui Denise.  

E você? Está preparado para ser um líder do futuro? Conte nos comentários!

Como o elevator pitch melhora sua comunicação

Com o mundo cada vez mais rápido e objetivo, as demandas por apresentações mais sucintas e que entregam mais conteúdo aumentaram. É aí que a técnica do elevator pitch entra para diferenciar uma simples conversa de uma comunicação realmente eficaz.

Já pensou em como você impressionaria alguém durante uma conversa de elevador? Quais técnicas você utilizaria para encantar sua audiência? Parece difícil, né? O elevator pitch, que em tradução livre se aproxima do termo “discurso de elevador”, surge para te ajudar a causar uma boa primeira impressão, em um papo direto e instigante.

Para ajudar a entender melhor essa técnica, você pode comparar o elevator pitch com um cartão de visitas, que informa rapidamente quem você é e quais suas intenções.

E isso é extremamente importante não só para suprir as demandas de um mundo cada vez mais rápido e tecnológico, mas também para conseguir atenção de pessoas que não conseguem se concentrar por muito tempo.

Quer saber como colocar essa técnica em prática? Separamos algumas informações importantes para você!

O começo de tudo

O primeiro passo antes do elevator pitch é entender como a comunicação é construída. Um bom discurso, no geral, tem alguns elementos fundamentais e pessoais embutidos.

  • Autoconhecimento: essa habilidade é essencial para quem deseja se comunicar com mais eficácia. Definir nossas qualidades e nossos pontos fracos nos ajuda a listar outras informações importantes que podem ser utilizadas em discursos, como principais projetos, experiências e competências.
  • Hobbies e vivências: esses elementos ajudam a mostrar mais sobre quem você é. As experiências, tanto da vida pessoal quanto profissional, explicam um pouco sobre a personalidade do emissor da mensagem.

Esses dois pontos devem ser levados em consideração em qualquer possibilidade de primeiro contato, seja em uma conversa informal ou até em uma entrevista de emprego.

Tipos de discurso

Não existe fórmula para garantir que sua comunicação seja boa ou não. Contudo, você pode estudar alguns tipos de discurso para enquadrar o seu elevator pitch conforme o seu objetivo e estratégia.

Confira seis variações sugeridas por Daniel Pink, autor do livro To sell is human.

  • Uma palavra: Quando você pensa na palavra “busca”, automaticamente já vem à cabeça “Google”, não é mesmo? O termo representa exatamente a essência da empresa, de forma simples e completamente explicativa, resumindo bem a mensagem. Tente associar palavras a você, sua empresa ou objetivos.
  • Em perguntas: As perguntas são convites à reflexão. Por isso podem causar mais impacto no começo do seu elevator pitch do que as afirmações. Claro que tudo depende de como o resto da sua apresentação é conduzida para garantir o engajamento. Não vale deixar a pergunta sem resposta ou finalizar com um discurso inconclusivo.
  • Rimado: As rimas funcionam muito bem em músicas e jingles porque são boas formas de fixar a mensagem na mente dos receptores. Assim, esse efeito hipnótico é sucesso também nos discursos.
  • No Twitter: A rede social que já foi chamada de microblog permite posts de até 280 caracteres. Por isso, pode ser uma boa inspiração para apresentações curtas e impactantes. Um bom exercício é montar seu discurso dentro dos limites do Twitter.
  • Na Pixar: A técnica do storytelling é uma velha conhecida dos profissionais de marketing, mas também pode ser utilizada para montar um discurso com elementos narrativos para conectar a audiência, como personagens, ambiente, conflito e mensagem.

Agora mão na massa para construir um elevator pitch eficiente! Não esqueça de deixar sua experiência nos comentários!

9 soft skills mais procuradas pelas empresas

Você já sabe como será a relação dos profissionais com as máquinas no futuro. Agora é hora de aprender os diferenciais que vão garantir sua relevância no mercado de trabalho. As soft skills são as competências humanas que estão deixando as técnicas profissionais, chamadas de hard skills, em segundo plano.

As principais diferenças entre as pessoas e os robôs estão nas habilidades socioemocionais, adquiridas, especialmente, a partir do desenvolvimento da inteligência emocional. E as empresas estão de olho nisso!

As soft skills são mais difíceis de medir ou definir do que as hard skills. Assim, elas também são mais complicadas de aprender, por isso são tão valorizadas no ambiente corporativo.

Para uma empresa, pode ser mais fácil, por exemplo, incentivar um profissional a aprender inglês, que é uma competência essencialmente técnica, do que trabalho em equipe, uma habilidade comportamental.

Assim, as vantagens de desenvolver soft skills são inúmeras, já que elas evidenciam lideranças, facilitam a convivência corporativa e auxiliam na adaptação a novas tecnologias que acabam mudando vidas, relações sociais e trabalhos.

Separamos nove soft skills que estão no radar das empresas.

Comunicação

Parece óbvio, mas mesmo as grandes empresas de comunicação têm dificuldades de manter bons diálogos internos e externos. E, se toda empresa é feita de pessoas, profissionais que saibam se comunicar com clareza e, especialmente, honestidade saem na frente.

Gestão do tempo

Saber administrar seu tempo é uma das soft skills que mais chamam a atenção das empresas. Essa característica é associada a profissionais comprometidos e reflete organização e respeito com o trabalho dos outros colegas e com os consumidores.

Solução de problemas

Quem tem a habilidade de se apropriar das adversidades e resolvê-las com objetividade faz a diferença na equipe. Isso tem a ver com dominar, tecnicamente, seu ramo de atuação, e também com proatividade. Essa característica motiva os colegas e satisfaz os clientes.

Flexibilidade e adaptabilidade

Ser humano é ser adaptável. Mas surgiram profissionais no mercado de trabalho cada vez menos flexíveis nas últimas décadas. O motivo disso pode ser o crescimento da capacitação e, consequentemente, o aumento do nível técnico dos funcionários. Por isso, ser tolerante e compreensivo cria um ambiente agradável e acolhedor. 

Lidar com pressão

Por mais leve que a rotina possa ser, imprevistos e solicitações de última hora sempre chegam para as equipes. Assim, conseguir manter o ritmo de trabalho mesmo que haja certa pressão é visto com bons olhos pelas empresas, pois demonstra foco e determinação.

Trabalho em equipe

Cada dia mais as empresas valorizam as equipes e seus feitos em conjunto. Em função disso, funcionários com soft skills de colaboração e solidariedade se destacam mais, seja atuando em reuniões de departamentos ou participando de projetos colaborativos.

Autoconfiança

Mesmo com o trabalho em equipe sendo valorizado, é importante que você tenha confiança no que faz. Só assim você pode contribuir com os planejamentos e estratégias de crescimento da corporação.

Suportar críticas

É impossível agradar ou concordar com todo mundo. Estamos sempre sujeitos a críticas, tanto para fazê-las quanto para recebê-las. Assim, quem leva esses momentos mais “na esportiva”, de forma leve e como aprendizado para crescer se desenvolver, se sobressai entre os demais.

Atitude positiva

Pensar positivamente é o primeiro passo para dar tudo certo. Mas não é o suficiente. O complemento disso é ter atitudes realmente positivas, que deixem o ambiente de trabalho melhor e mais receptivo.

Esses atributos pessoais e comportamentais ajudam as empresas a montarem os times dos sonhos.

Quais dessas soft skills você identifica na sua vida profissional? Conte para a gente nos comentários. 

Lei da tripla convergência: o segredo do sucesso?

Qual é o segredo do sucesso? O que fazer para ser feliz e bem-sucedido financeiramente? Essas são perguntas comuns a muitas pessoas, mas que seguem sem resposta. Não há uma fórmula mágica, que fique claro, mas a Lei da Tripla Convergência pode ser um “empurrãozinho”.

Para entender, esse conceito vem do livro “O óbvio que ignoramos”, de Jacob Petry. O autor diz que, para chegar ao sucesso, o ideal é procurar algo que se encaixe no tripé “paixão – talento – renda”. Não adianta investir tempo em atividades que são pontos fracos.

Petry diz que o ideal é se dedicar àquilo que já é um talento natural – e não tentar focar somente naquilo que traz dificuldades. Por isso, juntar o talento à paixão trará resultados financeiros no final das contas.

Um exemplo: imagine que na escola um aluno é muito bom em biologia, se sente estimulado, desafiado e gosta de estudar essa disciplina. Português, contudo, é exatamente o contrário. Não há muito estímulo e nem interesse para se aprimorar, por isso as notas são baixas.

Esse aluno será incentivado a estudar mais português para conseguir atingir a média. Isso, porém, fará com que ele se dedique menos à biologia, matéria em que já tem um talento natural. Esse tipo de estímulo fará com que, ao fim do ciclo escolar, ele fique na média e não se sobressaia no que poderia.

Paixão

Pense em algo que te traz felicidade. Uma atividade ou algo com o qual você já trabalhou ou estudou. Ou, ainda, pode ser algo que imagina que te trará satisfação em executar todos os dias, repetidamente.

Esse é o item da Lei da Tripla Convergência que diz que você deve ter paixão para ter sucesso na carreira, portanto, se você trabalhar com algo que traz renda e que você é bom, mas que não te traz felicidade, não necessariamente será uma pessoa bem-sucedida.

Talento

Continuando o exercício do tópico anterior, selecione uma das coisas que te faz feliz e se pergunte, de maneira sincera, se você é realmente bom naquilo. Bom o suficiente para levar como carreira. Aquilo que é talento nato, que você aprende com facilidade desde a infância.

A Lei da Tripla Convergência diz que não basta fazer o que você gosta se você não é bom naquilo. Também é preciso procurar sempre o aprimoramento e atualização naquela atividade. O talento não é algo que você sabe e acabou. É possível, e necessário, estudar o assunto para ficar cada dia melhor e se destacar da média.

Renda

A famosa frase “faça o que você gosta e nunca mais precisará trabalhar” cai por terra quando as contas chegam. Gostar de fazer algo não sustenta uma pessoa. A Lei da Tripla Convergência vai além do ditado e diz que, além de gostar, você deve considerar se aquela atividade também tem potencial rentável.

É claro, o foco não deve ser esse, mas é preciso pensar em algo que tenha alguma demanda e possibilidade de trazer renda. A ideia aqui é fazer um trabalho que traga felicidade e no qual você seja muito bom, se destacando nele. Assim, a renda será consequência.

Tá, e agora?

Mudar repentinamente da profissão que você já trabalha para algo que se encaixe na Lei da Tripla Convergência, contudo, não é a melhor saída. Mesmo que tenha encontrado a carreira dos sonhos, em que é bom de verdade, ama e pode trazer renda, a transição deve ser feita de maneira cautelosa, aos poucos.

Você começa fazendo aquilo nas horas vagas, como um segundo trabalho ou freelancer. Depois vai preenchendo seu tempo até chegar o momento de conseguir manter seu estilo de vida somente com essa renda. A partir daí, chega o momento de largar o emprego que não te fazia bem e seguir seu sonho.

Nem tudo são flores

Muita gente pensa que sucesso profissional é sinônimo de felicidade constante, sem nenhuma frustração ao longo da carreira. No entanto, isso não é uma realidade. Gostar de uma área significa ter de executar até mesmo as tarefas mais chatas.

Ser feliz em uma profissão diz sobre conseguir passar pelos momentos desagradáveis e continuar gostando daquilo. O processo até chegar ao final tem que valer a pena. Não quer dizer amar tudo o que faz, mas sim entender que aquilo é parte do cotidiano, assim como passar pelos desafios e erros que virão.

Você já conhecia a Lei da Tripla Convergência? Comente!

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Como evitar problemas ergonômicos por repetição no trabalho

Ficar o dia todo na mesma posição no trabalho, sentado em frente a um computador, pode trazer problemas ergonômicos por repetição. Não somente dores musculares, mas complicações de visão e postura, com consequências a longo prazo.

Por isso, é preciso pensar em soluções para tornar o dia de trabalho mais confortável e não trazer prejuízos ao corpo. Existem várias maneiras de manter o equilíbrio com pequenas ações a serem praticadas diariamente.

Confira cinco ações para evitar problemas ergonômicos por repetição no trabalho e aplique-as na sua equipe!

Ginástica laboral

A primeira desta lista é quase uma seita no universo corporativo. Alguns já imaginam alguém batendo à porta no meio da noite e dizendo “você já ouviu a palavra da ginástica laboral?”. Brincadeiras à parte, embora seja algo que muitos tentam fugir, é muito importante se exercitar.

Isso não quer dizer passar meia hora fazendo polichinelos ou abdominais. A ideia é trazer alongamentos e exercícios rápidos para fortalecer os músculos mais usados no trabalho, como punho, mãos e costas e, assim, evitar desgastes.

É importante lembrar que a maioria dos problemas ergonômicos por repetição estão relacionados a ficar o dia todo na mesma posição, executando os mesmos movimentos. Por isso, uma pausa de cinco minutos duas vezes por dia é bem-vinda.

Atenção à postura

Outro item importante para evitar problemas ergonômicos por repetição e desgastes é se atentar à postura. É normal relaxarmos durante o dia e, por isso, ficamos tortos na cadeira e com as pernas cruzadas. Mas o correto é estar com toda a extensão das costas apoiadas no encosto, os dois pés no chão, os braços apoiados na mesa e os ombros na mesma altura.

A coluna posicionada de maneira incorreta, os braços e ombros tortos e as pernas cruzadas podem ocasionar dores e problemas mais sérios no futuro. Quem já tem algum problema de postura deve procurar um ortopedista para indicar o melhor tratamento.

Mobiliário adequado

Bem se sabe que algumas vezes a postura incorreta vem de uma cadeira desconfortável, baixa ou alta demais, com encosto torto ou sem apoio de braço. O mesmo acontece com a mesa e a altura que o computador está posicionado.

É preciso que a empresa disponibilize a mobília adequada para que seus funcionários não sofram com problemas ergonômicos por repetição. Nenhuma ginástica laboral ou postura correta vai resolver o problema de um mobiliário inadequado.

Iluminação

O mesmo princípio vale para a iluminação dos aparelhos eletrônicos utilizados no dia a dia. É preciso ter uma regulagem de luz das telas. Mesmo que o mais claro signifique melhor visibilidade, balancear é a melhor opção para não ter problemas nos olhos no futuro.

Essa dica é mais importante ainda para quem já sofre da vista e utiliza óculos corretivos. O ideal é visitar sempre o oftalmologista para verificações. Além disso, investir em lentes de qualidade, com filtro de luz azul que vai dificultar a penetração das luzes digitais nos olhos. Várias marcas já fabricam esse tipo de produto.

Também é importante diminuir o tempo de uso das telas. Se não há como fazer isso no trabalho, faça em casa. Evite utilizar o celular na luminosidade máxima, especialmente no período noturno.

Descanso

Atualmente é bem comum funcionários que ficam até tarde na empresa, fazem horas extras e trabalham aos fins de semana em casa. Tudo isso para suprir a pressão dos gestores e atender toda a demanda que chega. Para alguns, isso pode parecer positivo, afinal é um funcionário dedicado, correto?

Errado. Trabalhar demais e não descansar o período necessário traz consequências para a produtividade – além de aumentar as chances de ter problemas ergonômicos por repetição e, ainda, doenças psiquiátricas.

O ideal é que o funcionário cumpra suas horas de trabalho e se dedique naquele período. As horas extras são somente em último caso, por uma demanda urgente. Se isso acontece todos os dias, não há um descanso adequado e, consequentemente, o colaborador não usa todo seu potencial.

Você já pratica alguma solução ergométrica? Comente!

LinkedIn atrativo: encontre oportunidades com a rede

Para muitos, apenas uma rede social profissional e, para outros, um ambiente de oportunidades. Ter um LinkedIn atrativo é muito mais do que estar atualizado e com várias conexões. Dependendo de como se usa a rede, é possível alcançar boas oportunidades para a carreira.

Uma foto adequada, currículo profissional detalhado, recomendações positivas de trabalhos antigos, artigos de autoria própria e conexões estratégicas são itens importantes a se considerar no seu perfil.

Apesar de tudo isso, vale uma atenção especial para deixar o seu currículo online ainda mais caprichado. O blog da Plataforma Solution separou alguns passos para deixar seu LinkedIn atrativo e ainda captar boas oportunidades com o perfil. Que saber quais? Continue lendo 😉

Sua foto é um convite

Ela vai confirmar que você é você mesmo, ainda mais para conexões que te conhecem pessoalmente. Para desconhecidos, é uma ótima forma de diferenciar o seu rosto de pessoas com nomes parecidos.

Aliás, um perfil sem foto é apenas um dos erros a ser evitado. O outro é a escolha da imagem. Ela não pode ser tão descontraída como as que são usadas em Facebook, Instagram ou WhatsApp.

Para um LinkedIn atrativo, o ideal é uma foto profissional (sorrindo ou não), que mostre como você se apresenta em uma empresa. Lembre-se que os headhunter e recrutadores que buscam perfis pelo LinkedIn não precisam topar com uma foto de festa ou férias na praia.

Habilidades escancaradas

Esqueça a modéstia. A aba de habilidades deve ser usada a seu favor, inclusive para melhorar a força do perfil. Nela devem estar ao menos cinco aptidões verdadeiramente boas. Além disso, permita que suas conexões te recomendem por elas.

Para quem se pergunta sobre a importância dessa seção em um LinkedIn atrativo, basta se lembrar de um currículo de papel: o que está listado nele que pode chamar a atenção de recrutadores?

Listar as habilidades é fundamental para melhorar a relevância do perfil na rede social. Entretanto, é interessante não colocar informações desnecessárias. Apresente o que realmente fizer diferença na sua carreira, dentro do seu nicho de atuação.

Como você se resume?

A primeira informação que as pessoas verão, logo após a sua foto, é o headline. Nesse pequeno texto as conexões terão oportunidade de descobrir quem realmente é o dono do perfil.

Não é uma obrigação preencher esse campo, uma vez que o próprio LinkedIn adiciona informações caso ele esteja vazio. Entretanto, é a melhor chance de se mostrar para possíveis conexões e contratantes.

Para utilizá-lo da melhor forma, faça uma breve apresentação. Mostre seus interesses profissionais, descreva sua área de atuação, suas motivações e, por fim, coloque suas informações de contato, podendo ser o seu e-mail mais acessado. Não deixe de incluir também palavras-chave, que farão seu perfil ser encontrado mais facilmente.  

Se exponha profissionalmente

Essa vai agradar a quem possui ampla experiência no mercado de trabalho. Se no currículo impresso temos um limite de duas páginas de apresentação, um LinkedIn atrativo exige mais. Todas as passagens por empresas deverão ser expostas.

Isso significa não somente colocar o ano, nome da empresa e cargo desempenhado. Quanto mais detalhes, melhor. Então vale apresentar tarefas realizadas, projetos e atividades desenvolvidas na função. Toda informação de qualificação será importante, desde que apresentada de forma detalhada.

Além disso, é legal priorizar o que pode fazer diferença para um avaliador e puxar tópicos que vão chamar a atenção de profissionais da área que buscam por novas conexões para networking. Ah, aqui é interessante incluir também as palavras-chave.

Bônus: erros para se evitar

Assim como existem coisas essenciais, outras podem ser dispensáveis na hora de melhorar o seu perfil. Para deixar o LinkedIn atrativo, fuja das seguintes gafes:

  • Inserir frases como “buscando recolocação”, “disponível para o mercado” ou similares. O LinkedIn possui uma funcionalidade que pode ser habilitada para deixar o perfil disponível para recrutadores;
  • Publicar informações muito pessoais, como relacionamentos, fotos e declarações não profissionais;
  • Curtir todas as publicações, adicionar pessoas sem critérios e enviar a mesma mensagem para inúmeros contatos podem tornar o perfil spammer e queimar a imagem engajada que se deseja passar;
  • Adicionar suas conexões fora do LinkedIn (em Instagram, Twitter e Facebook), sem ao menos ter uma relação próxima. A prática pode ser considerada bastante invasiva e, por questões éticas, deve ser evitada.

Seu LinkedIn é atrativo? Que tal começar a atualizá-lo agora?

Leia também 7 dicas para montar um currículo bem-feito

7 dicas para montar um currículo bem-feito

Montar um currículo pode ser uma tarefa desafiadora em qualquer etapa da vida profissional. As dúvidas podem surgir tanto com relação ao conteúdo e o que colocar quanto sobre a hierarquia das informações.

O currículo é a porta de entrada para novas oportunidades. É por ele que os recrutadores conhecem o profissional e, por isso, é um valioso aliado para atrair a atenção.  

Pensando nisso, preparamos sete dicas para você montar um currículo bem-feito, de acordo com seu momento profissional. As orientações são de Claudia Pinese Angeli, especialista em recursos humanos, consultora organizacional, mentora e coach.

Seja sucinto

Na hora de montar um currículo, é preciso considerar que os recrutadores ou profissionais de RH (recursos humanos) têm inúmeros arquivos para avaliar. Assim, quanto mais direto e objetivo melhor.

Quem está começando agora no mercado de trabalho pode colocar toda sua trajetória educacional, cursos e eventos, já que o conteúdo é mais restrito. Mas não deve passar de uma página. Para os mais experientes, a ideia é considerar somente as últimas experiências e dados mais significativos. Neste caso, tudo bem se o currículo chegar a duas páginas.

Opte pelo minimalismo

A regra geral para montar um currículo é optar pelo minimalismo, em um layout mais limpo, menos poluído visualmente, sem elementos adicionais. “Para não errar, aposte em papel branco, formatação simples, poucas cores e fontes clássicas. Recomendo Arial, Calibri ou Times New Roman”, comenta Claudia.

Destaque o objetivo

É muito importante que o objetivo profissional esteja claro e destacado no currículo. Este item define a área de atuação e o nível do cargo almejado. Serve para nortear os recrutadores que adequam os perfis às vagas.

Resuma suas qualificações

Listar suas qualificações quando for montar um currículo é um passo essencial e uma tarefa de autoconhecimento. Defina suas habilidades e insira em formato de tópicos. Mesmo quem tem pouca experiência profissional deve conseguir determinar três ou quatro pontos que demonstrem suas principais competências.

Prefira a ordem cronológica

Os campos de formação, experiências e atividades/cursos complementares devem estar elencados em ordem cronológica, iniciando pelas mais recentes. Esse cuidado ao montar um currículo auxilia os profissionais de RH a identificar mais rápido os requisitos da vaga no arquivo.

Insira resultados

Destacar e quantificar resultados importantes também é uma boa prática para inserir no currículo. “Por exemplo, quando o profissional consegue uma redução efetiva de 5% nas despesas com materiais não-recicláveis em projetos e empresas anteriores, é interessante informar este número”, explica.

Para os mais jovens que querem montar um currículo, vale relatar prêmios estudantis, participação em empresas juniores, gratificações e até mesmo a liderança em grupos de trabalho e projetos.

Cuidado com itens desnecessários

A menos que seja solicitado pelo recrutador ou responsável de RH, a foto, pretensão salarial e números de documentos não devem ser mencionados no currículo. Essas informações podem ser necessárias em uma segunda etapa, caso haja esse interesse inicial pelo profissional e seja relevante para seguir no processo.

Bônus: atente-se às etapas

Ainda está em dúvida sobre as etapas para montar um currículo? Não se preocupe, a lista abaixo é um roteiro para seguir.

  • Dados pessoais: nome completo, idade, estado civil, endereço, telefones de contato (especialmente celular);
  • Objetivo: definir área de atuação e nível do cargo pretendido;
  • Qualificações: pontos fortes e habilidades;
  • Formação acadêmica: curso, nome da instituição, ano de conclusão;
  • Experiências profissionais: nome da empresa, local, período de trabalho, cargo e atribuições e atividades da posição;
  • Cursos complementares: curso, nome da instituição, mês e ano de conclusão, carga horária;
  • Idiomas: especificar nível básico, intermediário, avançado ou fluente;
  • Informática: especificar curso ou programa e nível de conhecimento.

Não se esqueça de colocar mês e ano ao terminar de montar seu currículo. É importante que o recrutador perceba que está analisando um material atualizado.

Gostou do conteúdo? Então saiba mais sobre a combinação de técnica e gestão, nova tendência de plano de carreira em empresas.

Saiba tudo sobre carreira em W, a nova tendência do mercado

A carreira em W é uma modalidade de plano de carreira que surgiu como opção para os funcionários que buscam crescimento nas empresas e para as corporações que trabalham com retenção de talentos e a criação do time dos sonhos.

Essa tendência combina as habilidades técnicas do profissional com as práticas de gestão e liderança. Essas duas características costumam ser valorizadas em profissionais diferentes e acabam sendo dissociadas.

A técnica, importante para o desempenho de qualquer trabalho, é a parte mais objetiva e especializada da função. Já a gestão é a característica mais subjetiva, comumente associada a cargos superiores e até um pouco distantes daquelas competências mais especializadas.

Carreira em Y

O modelo que ainda vigora em muitas empresas é o plano de carreira em Y, ou linear, com estruturas hierárquicas verticalizadas.

Isso significa que, ao contrário da carreira em W, neste modelo, os funcionários com habilidades técnicas podem optar por adquirir mais especializações ou incorporar no currículo algumas competências de gestão para subir na escala de crescimento profissional.

Por que carreira em W?

Com o tempo, a separação entre técnica e gestão não resolveu 100% das demandas corporativas. Alguns profissionais muito especializados também podem apresentar capacidade de liderança e a carreira em Y restringiria o potencial desses profissionais.

Além disso, o mercado passou a exigir a presença de líderes inspiradores, não apenas chefes. A diferença é que quem está à frente das equipes, muitas vezes, precisa colocar a mão na massa, pois só assim poderá orientar, influenciar e encorajar o time.

A carreira em W possibilitou ampliação do potencial profissional, com possibilidade de aplicar atribuições de gestão dentro do universo técnico. Assim, o profissional pode assumir uma posição de liderança sem abrir mão do trabalho especializado.

Mas, afinal, o que é carreira em W?

Uma das principais vantagens da carreira em W é poder conciliar técnica e gestão sem deixar nenhuma dessas características em segundo plano, já que os cargos exigem as duas habilidades. Consequentemente, esse modelo viabiliza a flexibilização das hierarquias.

Com isso, as estruturas ficam mais horizontais. As equipes contam com profissionais capazes de liderar e exercer competências técnicas, em um ambiente propício para inovação e criatividade.

Neste modelo, os profissionais somam conhecimentos sobre as necessidades de gestão da empresa com técnicas que ajudam a identificar problemas e propor melhorias.

Assim, o profissional com carreira em W é um novo perfil que está atraindo os olhares das empresas. Por isso, preparamos três dicas para você desenvolver essa habilidade.

Desenvolva competências

Por se tratar de uma ocupação altamente versátil, os profissionais com carreira em W podem transitar por vários setores da empresa. Em razão disso, eles precisam estar preparados para assumir responsabilidades e entregar resultados satisfatórios.

O primeiro passo é identificar as lacunas entre as habilidades e os conhecimentos necessários para o cargo. Dessa forma, fica mais fácil descrever seus pontos fortes e fracos para entender quais são as oportunidades e quais são as ameaças.

Vislumbre e projete ideias

Ter uma mente empreendedora é muito relevante quando falamos de carreira em W. Isso significa que os profissionais com essa característica podem solucionar demandas de diversas áreas e até a empresa como um todo.

A facilidade da carreira em W está, justamente, na flexibilidade de transitar pelos setores, participar dos processos de outros departamentos e contribuir com os resultados gerais de forma dinâmica.

Tenha foco

Por contar com inúmeras possibilidades, é natural que os profissionais com carreira em W se sintam sobrecarregados ou até desorganizados. Assim, é importante ter foco e clareza sobre onde se quer chegar.

É importante monitorar a evolução profissional por meio de metas e objetivos bem definidos, até para realizar os ajustes necessários quando for preciso.

Você está preparado para desenvolver sua carreira em W? Confira também algumas dicas sobre liderança e comunicação para uma boa gestão.