Saiba se adaptar ao home office

Quem começou a trabalhar de casa está sentindo algumas mudanças na rotina. A principal dela é a troca de processos de equipe do escritório para a atuação individual do home office, que pode significar uma queda na produtividade para quem não está acostumado a esse regime.

A adaptação é um item essencial e o primeiro passo para tirar o melhor dessa experiência. Se você se encaixa nessa situação e ainda não conseguiu se organizar para render no trabalho remoto, confira algumas dicas que preparamos para que você consiga entregar resultados como se estivesse indo todos os dias para o trabalho.  

Para se organizar

Todo mundo sabe – ou ao menos tem ideia – de que a organização é a chave para uma boa produtividade e qualidade nas entregas. Existem diversas formas de preparar o dia, mas cada um se adapta melhor com a sua própria rotina de organização.

Para aqueles que ainda precisam de ideias, indicamos o uso de aplicativos de planejamento, organização e anotações de ideias, como Evernote, Google Keep, Wunderlist, Todoist, AnyDo etc. Todos são disponíveis para Android, IOS e computador.

Caso anotações manuais funcionem melhor para você, utilize listas objetivas das tarefas diárias e deixe-as sempre à vista, assim fica mais fácil acompanhar o andamento de cada coisa. E, como a lista, tenha sempre à mão o que é importante para o andamento do seu trabalho.

Se você quer ter controle das suas ações no home office e acompanhar o andamento remoto das atividades junto com a sua equipe, o Trello será a ferramenta perfeita para lançar todo o planejamento do time. Além disso, é importante manter a comunicação constante, para corrigir, discutir e acertar detalhes do planejamento.

Para ser produtivo

Ao entrar no modo de operação é importante alternar entre as tarefas grandes e pequenas, pois assim você mantém um equilíbrio no fluxo de trabalho e não se desgasta focando apenas em coisas intensas por longos períodos.

Se você tem muitas entregas para cumprir na semana, separe por prioridade e data de entrega, assim como faria junto ao seu gestor e equipe. Depois disso, trace metas diárias e quanto tempo levará para a conclusão, mas respeite firmemente esse prazo.

Outra forma de ser produtivo é evitando o hábito de ser multitarefas (quando se presume que o alto desempenho está ligado a fazer várias coisas ao mesmo tempo). Entenda que produtividade não está liga a números, mas com a capacidade de fazer algo bem feito de cada vez.

Cuidado também para não transformar seu período de home office em uma mistura de atividades pessoais e profissionais. Como você está trabalhando em casa, pode cumprir sua agenda laboral dentro das obrigatoriedades trabalhistas (caso você pertença ao regime CLT) e ao final poderá se dedicar a outras coisas.

Para manter o foco

Lidar com o home office pela primeira vez gera uma grande preocupação: como vou me concentrar em um ambiente diferente? Seja pelas pessoas que vivem com você ou pela forma social como vemos o nosso lar (um local de descanso, apenas), talvez seja difícil manter o foco.

Apesar disso, não é algo impossível. Comece pensando nas coisas que costuma fazer no trabalho e traga isso para o ambiente que você escolheu para ser seu escritório em casa. Tire de perto as distrações e trate-o como a mesa da ‘firma”, com coisas necessárias para as suas entregas.

Tire notificações desnecessárias do seu celular e abra somente aplicativos que tenham a ver com as suas tarefas, como Skype, Microsoft Teams, Trello e e-mails, por exemplo. Trate da mesma forma o seu navegador e apenas acesse páginas que abre no trabalho.

Para aumentar ainda mais o seu foco, use técnicas de concentração, como a Pomodoro, ou sons que abafem barulhos externos, como ASMR, músicas (se o seu ambiente permite) ou o app/extensão Noisli. Por fim, estabeleça um tempo de início e conclusão para cada tarefa que você precisa entregar.

Para se sentir bem

Trabalhar no regime de home office significa monitorar seus hábitos, portanto, preze para que eles sejam compatíveis com aqueles praticados todos os dias no escritório. A flexibilidade permite que isso aconteça de forma adaptada, como o uso de roupas mais informais e confortáveis no lugar de uniformes, por exemplo.

Tente manter também os momentos de descanso e pausas para o café, água e banheiro, afinal, trabalhar longas horas sem interrupção é mais prejudicial do que benéfico para a sua produtividade.

Como estamos entrando em uma era de bem-estar, ginásticas laborais e técnicas de relaxamento estão invadindo os escritórios para trazer alívio físico e emocional para os funcionários. Use isso também no seu espaço em casa, fazendo alongamentos, intervalos para esticar as pernas e meditação.

Preze também para que os seus horários sejam os mesmos, de entrada e saída, e não pense em almoçar na frente do computador, tirando ao menos meia hora para fazer suas refeições.

Seja temporário ou não, o home office precisa ser encarado com seriedade e responsabilidade. Compartilhe sua experiência nessa modalidade!

O que a era das fake news pode nos ensinar?

Se o acesso à informação é um direito garantido pela Constituição Federal, especialmente para o exercício pleno da cidadania, como nos manter instruídos e em quem acreditar na era das fake news? O que podemos aprender observando o comportamento dos brasileiros sobre esse tema?

A popularização das redes sociais proporcionou a descentralização da produção da informação e a democratização das narrativas. Consequentemente, despertou a desconfiança dos maiores e mais tradicionais veículos de comunicação do país.

Todo mundo pode presenciar um fato e reportá-lo a outra pessoa ou grupo, seja em formato de texto, áudio ou vídeo, em tempo real. O compartilhamento nunca foi tão fácil e rápido.

Assim, os critérios utilizados para divulgação de uma notícia acabam ficando mais fragilizados, como apuração dos fatos e checagem de fontes para conferir veracidade ao que está sendo informado.

Para compor este cenário que deu origem à era das fake news – um momento de grande produção de conteúdo, mas também de muita desinformação – a MindMiners, uma startup de pesquisa digital, e a Civi-Co, um polo de impacto social, realizaram um estudo sobre consumo de informação.

O jornal impresso

Mesmo sendo considerado uma mídia antiga, o jornal impresso ainda é a melhor representação de imprensa. Isso porque os participantes do estudo relacionaram a mídia como a primeira coisa que vem à cabeça quando questionados sobre o termo.

Os últimos anos evidenciaram um excesso de preocupação dos jornais impressos em se reinventarem, por isso algumas modernizações e adaptações foram necessárias para se encaixarem às novas formas de consumo de informação.

Contudo, a credibilidade construída ao longo dos anos ainda é um diferencial, mesmo que o número de assinantes esteja diminuindo com o tempo.

Canais de atualização

A televisão aberta, imbatível em termos de audiência nas últimas décadas, se vê, na era das fake news, disputando espaço com a internet, especialmente as redes sociais. Confira alguns números: 54% dos participantes da pesquisa se informam pela TV; 66% pelas redes sociais; e 65% por portais online de notícias.

Entre os grandes nomes de veículos tradicionais, os participantes elencam seus preferidos quando o assunto é televisão e informação: Globo, Record, SBT e Globo News, respectivamente.

Já no universo online, os participantes escolhem consumir informações do G1 e de plataformas e redes sociais como Youtube, Facebook e Instagram.

Formato da notícia

A importância histórica do rádio e o aumento no número de produção e reprodução de podcasts nos últimos anos não foram suficientes para manter o áudio como formato favorito dos participantes da pesquisa.

Mesmo assim, o rádio é considerado por 52% das pessoas como um veículo de informação em que elas se atualizam, pelo menos, uma vez na semana. Já o podcasts apareceram em apenas 25% das respostas.

O fim do texto?

Na era da fake news, a notícia em texto ainda tem muita credibilidade. Mesmo com a imensidão de produtos audiovisuais disponíveis, a leitura ainda é a forma preferida das pessoas para consumir informação.

A mudança foi, essencialmente, na plataforma, que antes era predominantemente jornal impresso e hoje ocorre via celular, tablets e computadores. Assim, 53% dos entrevistados prefere notícias em texto, independentemente da mídia escolhida.

Qual informação é importante?

A pesquisa ainda revelou que 70% dos participantes enxergam na informação uma forma de satisfação pessoal e revelaram preferir notícias que afetam seu cotidiano enquanto cidadão.

A política é um dos principais assuntos de interesse das pessoas, mas ainda desperta muita controvérsia, já que também aparece como sugestão sobre o que os jornalistas deveriam falar menos. A era das fake news trouxe a contradição de considerar o tema relevante, mas que precisa ser tratado de forma diferente.

Outros conteúdos expressivos são tecnologia, economia, ciência e esporte.

Opinião X informação

A contradição não fica só na temática das notícias. Quando perguntados sobre formadores de opinião, William Bonner surge como um dos nomes mais citados, mas ele não necessariamente expressa pontos de vista durante as apresentações de notícias.

De qualquer forma, ele acaba sendo alguém capaz de influenciar os telespectadores na era das fake news. 

Whatsapp

O aplicativo de mensagens instantâneas Whatsapp se destaca como a via principal de propagação das notícias falsas. Mas as demais redes sociais não ficam de fora. A verdade é que a capacidade de produção de informação ultrapassou a disponibilidade de verificação delas em todas as mídias e plataformas.

Para nos ajudar a passar pela era das fake news, os jornalistas e veículos de comunicação têm a difícil tarefa de recuperar a credibilidade e encontrar soluções que minimizem os impactos negativos. Empresas como Estadão, Google, Facebook e O Globo já estão buscando como melhorar esse processo.

E você? Tem o costume de checar a fonte antes de compartilhar uma notícia? Quais medidas você toma para se proteger na era das fake news?

Inteligência competitiva: conheça seus concorrentes e clientes

Compreender a concorrência e os clientes é uma prática que deve estar na essência da inteligência competitiva e das boas decisões empresariais. Essa é a base para atender com eficiência as exigências do mercado e antecipar as demandas.

Edson Barbero, professor do curso Inteligência de Mercado da Plataforma Solution, explica sobre a importância desse processo de captação e análise de informações. “A compreensão de competidores e clientes é um dos saberes mais relevantes que uma empresa tem na perspectiva de mercado”, enfatiza.

Concorrência

Compreender concorrentes depende muito dos contextos da concorrência. “Existem concorrências mais monopolísticas (com produtos similares, mas não idênticos), de mercados mais intensos, como os de competição perfeita (muitas opções, por isso uma empresa, isoladamente, não afeta o equilíbrio do mercado), ou ainda os oligopólios”, comenta Barbero.

O professor ainda destaca que a maior parte dos mercados brasileiros são oligopólios. Isso significa que há um conjunto específico e mensurável de empresas e essas empresas possuem vantagens diferentes entre si, com certa interdependência entre elas. “Uma pode ter melhores serviços, a outra pode ter produtos mais adequados e por aí vai”, exemplifica.

A inteligência competitiva, portanto, exige que as empresas entendam as origens da concorrência para identificar melhor as forças e movimentos dos competidores. “Não compreender os concorrentes é uma boa chance de ser derrotado por eles”, provoca o professor.

Ferramentas

Para fazer essa captação e análise, Barbero indica algumas ferramentas que podem fazer a diferença na inteligência competitiva do seu negócio. “Hoje em dia, as principais fontes de dados estão na internet. As mais importantes são, por exemplo, o Google Analytics, as mídias sociais oficiais da empresa e qualquer rastro de informações, inclusive os próprios cliente”, desafia.

Barbero ainda recomenda algumas ferramentas para auxiliar na análise de competidores, como a análise Swot, uma prática sempre muito relevante para a empresa ter em mente, já que compreender tanto as suas forças e fraquezas diante dos competidores quanto as da concorrência pode ser bastante importante.

Por isso, faz parte da inteligência competitiva analisar as competências da organização. “Vale perguntar ‘o que os meus competidores possuem em termos de vantagens que são efetivamente bem valorizadas pelos clientes, seja no produto, no serviço, em toda a cadeia de valor, que seja raro, que poucas empresas podem ter?’”, questiona Barbero.

Assim, você consegue destacar as vantagens, especialmente aquelas que sejam difíceis de copiar, que são efetivamente desenvolvidas pela concorrência e que poucas empresas podem adquirir ou possuir.

Para fazer essas análises de competências, conforme o setor, é possível fazer visitas in loco, observação de pontos de venda, comprar pesquisas entre outros. Competição é um fenômeno complexo e depende muito das circunstâncias em particular de cada setor.

Clientes

Os clientes são outro ponto muito relevante para a inteligência competitiva, já que também são fontes de informações. Quando pensamos em clientes, podemos falar de pessoas físicas, que chamamos de B2C (empresa para cliente); ou compradores industriais, que denominamos de B2B (empresa para empresa).

De todo modo, o essencial é compreender a função desse consumidor. “O que o atrai? Quais dores ele possui? Quanto mais próximos formos dos clientes, quanto mais meios de comunicação tivermos com ele, mais vamos compreender suas necessidades e como podemos apresentar a solução”, explica Barbero.

O professor ainda detalha algumas formas de aproximação com o cliente, como pesquisas formais ou ações fisicamente próximas, como ouvir, seja via mídias sociais, atendimentos de pontos de venda, visitas, telefonemas e até almoços.

Essas informações são essenciais para compreender com profundidade o que os clientes desejam, quais as necessidades atuais e, consequentemente, quais terão no futuro.

A inteligência competitiva de uma empresa está em captar essas necessidades que não são atendidas para planejar um futuro de vantagens.

Que tal conhecer algumas tendências de marketing para aplicar na sua empresa ainda este ano?

Taxa de churn: o que é e como melhorar

A taxa de churn é uma das características que dizem muito sobre a saúde de uma empresa. Se você está se perguntando qual a real importância dessa métrica ou o que ela significa, veio ao lugar certo.

Em inglês, a palavra churn significa agitação. Na prática, essa taxa mede a perda de clientes ou o cancelamento do serviço prestado pela empresa. Por isso, quanto menor a taxa de churn, melhor!

Importância da taxa de churn

Considere a seguinte situação hipotética: sua empresa conseguiu a confiança de um cliente para uma primeira compra e ele acabou migrando para a concorrência ou não tem mais interesse nos seus serviços.

Isso significa que você criou campanhas e gastou tempo e dinheiro para conquistá-lo e até educá-lo sobre o mercado, mas ele continua sem resolução para o problema que fundamentou a compra. Ele se tornou um cliente qualificado (com perfil para adquirir novamente o produto ou serviço que você vende) e disponível para os concorrentes.

Philip Kotler, referência mundial quando o assunto é Marketing, já dizia que conquistar um novo cliente pode custar de cinco a sete vezes mais do que manter um consumidor que já está na base de dados da empresa.

Vamos falar de números?

Agora que você já sabe a importância da taxa de churn é hora de falarmos de números. A conta é uma regra de três simples e o mesmo cálculo pode ser utilizado para avaliar de quanto foi a queda no faturamento.

De novo, vamos imaginar uma empresa, dessa vez com 100 clientes. Se 10 clientes deixarem de comprar nessa empresa e optarem pela concorrência este mês, a taxa de churn será de 10% neste período.

Pode parecer pouco a princípio, mas se a empresa continuar nesse ritmo, em menos de um ano ela precisará demitir funcionários e fechar as portas.

Em um outro cenário, se a empresa apresentar uma estratégia para reverter essa queda e tentar conquistar 10 novos clientes no mês seguinte (supondo que a taxa de churn fique zerada), o gasto será muito mais alto apenas para repor essa lacuna.

Considerando o pensamento de Kotler, se o valor para reter cada um desses clientes fosse de R$ 100, então, para conquistar novos consumidores, seria necessário desembolsar uma média de R$ 600 por cliente. Fidelizar 10 clientes custaria R$ 1 mil para a empresa, enquanto os novos custariam um total aproximado de R$ 6 mil. A diferença é grande.

A dica é que a avaliação da taxa de churn seja realizada mensalmente, trimestralmente e anualmente, para que as estratégias de inteligência de mercado não fiquem defasadas. O ideal é que os valores dessa métrica fiquem entre 5% e 7% ao ano. Ou seja, cerca de 0,5% ao mês.

Mas o que fazer?

Se a taxa de churn começar a aumentar, a dica é desacelerar as prospecções e focar o time para entender quais fatores influenciaram a decisão dos clientes de abandonarem a empresa, onde está o problema (no produto? No atendimento?) e como mudar esse cenário.

Algumas vezes a justificativa para o aumento dessa métrica é, realmente, o cenário econômico do país. A diminuição do poder de compra da população em geral é um grande influenciador da taxa de churn. Contudo, é preciso avaliar ainda duas condições. A primeira é que quase ninguém deixa de consumir somente por um motivo. E a segunda é que a empresa deve ficar de olho nos cenários político e econômico para apresentar contramedidas para épocas de crise.

Dicas para diminuir a taxa de churn

Mais de um fator pode influenciar a taxa de churn. Geralmente, quem desiste de uma empresa não o faz da noite para o dia. A situação provavelmente estava desgastada. Por isso, abrir canais de comunicação com os clientes é o primeiro passo para entender as motivações de forma transparente. Esse diálogo pode ser por meio de pesquisas online ou até pessoalmente, por exemplo.

Mas só abra canais de comunicação se estiver realmente disposto a ouvir e repensar os erros que forem sendo apontados. Se o cliente fez uma primeira ameaça de deixar sua marca, escute. Muitas empresas só passam a correr atrás dos clientes quando essa ameaça é efetivada. E aí pode ser tarde demais (e caro) para recuperá-lo.

Confira algumas dicas para manter sua taxa de churn perto de zero:

  • Alinhe a expectativa do cliente com o que ele recebe
  • Ofereça suporte e atendimento efetivo aos clientes
  • Considere reajustar valores durante as crises econômicas
  • Aumente o valor da sua solução se for aumentar o preço

Quer dicas de como intensificar sua base de clientes e, consequentemente, diminuir sua taxa de churn? Clique aqui!

7 dicas para intensificar a base de clientes

O faturamento de uma empresa está diretamente ligado à sua capacidade de intensificar a base de clientes. Isso significa fidelizar os consumidores já cadastrados no banco de dados da marca e aumentar o número de clientes em potencial.

Mas como fazer uma gestão efetiva da carteira de clientes? Conhecer o público-alvo é primordial e indispensável para um bom direcionamento de campanhas e estratégias que cativam a audiência. Porque mesmo com uma boa lista de contatos, é preciso despertar o interesse no seu produto ou serviço.

E o caminho para isso está relacionado a solucionar problemas do cotidiano das pessoas de forma cuidadosa e criteriosa para atingir o melhor resultado possível.

Afinal, você não quer dissociar quantidade e qualidade das vendas, já que muitos pedidos podem refletir baixo faturamento e até perda de oportunidades se não vinculados às principais técnicas para intensificar a base de clientes. Que tal conhecer algumas?

Avaliação do negócio

Como estão as operações da empresa? Será que as decisões estão afastando os clientes sutilmente? Uma boa maneira de intensificar a base de clientes é trabalhar com uma equipe diversificada, de diferentes idades, orientações sexuais, vivências e experiências de vida. Lembre-se que o mercado está bastante focado nas soft skills.

A ideia é garantir que a pluralidade presente na sociedade em si – e, consequentemente, nos consumidores – esteja refletida dentro da própria empresa, para que seja mais fácil entender as dores e angústias do seu público, a fim de resolver problemas de forma eficiente.

Vale também olhar para novas possibilidades de atuação. A tecnologia permitiu que algumas barreiras geográficas desaparecessem. Então, como você pode usar isso a favor do seu negócio?

Reorganização do catálogo

Oferecer novidades e aprimoramentos nos produtos e serviços já estabelecidos pela empresa também são uma maneira de intensificar a base de clientes.

A indicação de Up-Sell (versão mais atualizada) ou Cross-Sell (produtos ou serviços complementares), quando necessário, entram nas técnicas de Customer Success que sua empresa deve ficar de olho.

Pensando nisso, uma boa pesquisa de mercado pode ajudar na expansão do portfólio e as informações servem de base para estratégias e até para adquirir certa vantagem competitiva.

Administração de dados dos clientes

Com a administração eficaz das informações dos consumidores é possível identificar as dificuldades, melhorar estratégias (de produtos, divulgações e outros setores, como logística) e intensificar a base de clientes.

Por isso, comece organizando. Algumas ferramentas como o próprio Excel da Microsoft podem auxiliar nesse processo de monitoramento de preferências e necessidades. E, assim, você consegue maior precisão e confiança na hora de oferecer, por exemplo, atendimentos e propostas personalizados.

Visualização de casos

Com a base de clientes organizada e bem administrada, é possível se colocar no lugar do consumidor e entender o que é esperado. Como cada caso é diferente do outro, as estratégias podem ser direcionadas.

É importante compreender o universo dos consumidores para saber exatamente onde aplicar os esforços. As ofertas personalizadas estão cada vez mais em alta e são indispensáveis para intensificar a base de clientes.

Participação em eventos e co-marketing

Congressos, feiras e conferências são ótimas opções de networking, além de oportunidades para apresentação do produto ou serviço, claro, com discurso adaptado para o público-alvo.

As parcerias com outras empresas, mesmo que informalmente, também ajudam a intensificar a base de clientes. Sem esquecer que as duas empresas devem se beneficiar com essas parcerias.

Vale acordo de porcentagem de venda, anexar cupons e até oferecer descontos. Coloque a criatividade para jogo e desenvolva alternativas para esse processo.

Cuidado com clientes

Cuidar da carteira de clientes vai muito além de só atender bem os consumidores. Esse cuidado é o que diferencia sua marca no mercado, capta novas oportunidades e fideliza quem já comprou da sua empresa.

A equação é simples: cliente satisfeito vira cliente fiel. Este se torna divulgador da marca e atrai mais gente. Mas esse encantamento não ocorre da noite para o dia e exige acompanhamento permanente da marca para estabelecer vínculo afetivo.

E quando os clientes começam a ficar inativos? O cuidado com os clientes implica em saber que tipo de comunicação será feita e quando a abordagem ocorrerá. Tudo isso visando recuperar os consumidores que estão deixando de comprar na sua empresa.

Para acompanhar as atividades de compras dos clientes, a administração dos dados volta a ser protagonista. Só assim é possível identificar quem não está mais comprando.

Elaboração de estratégias de envolvimento

Não basta seguir as dicas sem promover atualização constante das estratégias. É importante fazer avaliações periódicas sobre o que tem funcionado e o que precisa ser reajustado.

Só assim sua empresa vai conseguir variar o alcance e apresentar o produto para quem ainda não o conhece. A principal dica é testar novos formatos e opções de investimentos em divulgação.

Que outras dicas você tem para ajudar quem quer intensificar a base de clientes? Comente!

Alcance bons níveis de relaxamento e produtividade com o ASMR

Tem gente que adora ouvir gotas de chuva caindo para relaxar, enquanto outras pessoas acham que o vento entre a folhagem das árvores é ótimo para se concentrar. Essas são algumas das ideias do que o ASMR (Resposta Sensorial Autônoma do Meridiano, em português) pode fazer pela sua capacidade produtiva.

A aplicação dos sons ASMR desperta sensações de prazer por meio de estímulos repetitivos. Até parece estranho gostar tanto de escutar um copo de água sendo completado, por exemplo, mas vídeos com experiências sonoras similares estão viralizando a cada dia.

E haja criatividade para desenvolver essas “terapias sonoras”, já que os ruídos podem ser extraídos de qualquer tipo de objeto ou até da voz e ponta dos dedos. Nesse universo, o que vale são reproduções prazerosas para se ouvir durante vários minutos.

Assim como diversas pessoas se sentem mais conectadas com suas tarefas escutando música, vídeos de ASMR também podem ter o mesmo efeito, desde que sejam agradáveis para o ouvinte. Então, se escutar alguém sussurrar em um microfone te deixa mais agoniado do que relaxado, talvez o ASMR não seja para você.

Alívio mental

Ao conhecer o ASMR, uma pergunta bem simples pode ocorrer: como alguém sussurrando ou arranhando uma escova no seu fone de ouvido pode ajudar na produtividade?

A resposta começa um pouco mais simples. Os vídeos de ASMR raramente exigem efeitos especiais ou edições complexas. Os estímulos mais comuns são produzidos com sussurros, sopros no microfone, toques em objetos e insinuação de que a cabeça do ouvinte está sendo acariciada.

Muitas pessoas concordam que essa escuta melhora a relação com certos problemas cotidianos, como o estresse, e ajuda a aliviar crises de ansiedade ao propor um momento de relaxamento. Mas é importante lembrar que esta “terapia” não substitui um acompanhamento especializado.

Com os relatos e fãs de ASMR cada vez mais em alta, os pesquisadores de neurociência começaram a investigar se os sons podem oferecer mais benefício para a saúde mental. Em um estudo de 2018, as respostas sobre os efeitos dessa prática se apresentaram relativamente promissoras.

Nessa pesquisa foi indicado que o ASMR provoca uma sensação calmante com benefícios para as conexões sociais. Além disso, os inúmeros vídeos desse universo geram uma redução significativa na frequência cardíaca, justificando seu efeito relaxante.

Por trás da ciência

O ASMR é um termo que descreve as sensações físicas e emocionais das pessoas ao entrarem em contato com imagens e sons estimulantes, assim como quando elas participam de atividades que envolvem atenção em si, mesmo que inconscientemente, como escovar o cabelo ou se maquiar.

Isso explica de forma mais científica o crescente sucesso da comunidade de ASMR, que já passa dos 13 milhões de vídeos postados somente no Youtube. E não somente pessoas aderiram aos canais para se sentirem mais relaxadas e produtivas como empresas estão apostando na ideia para lançar seus próprios vídeos nas campanhas de marketing.

Outro estudo de 2012 publicado no Journal of Consumer Research mostrou que níveis moderados de som ambiente (não ultrapassando os 70 decibéis) podem aumentar o desempenho em tarefas criativas. O principal conceito dos vídeos de ASMR está em obter sons em volumes moderados ou bem baixos e isso pode ser interpretado pelo cérebro como um som ambiente.

Já na pesquisa lançada pelas Universidades de Sheffield e Metropolitana de Manchester, mais uma vez o ASMR se mostrou como um estímulo positivo para a saúde mental e física. O bônus aqui foi o aumento expressivo nas emoções positivas, que são importantes para a qualidade de vida de cada indivíduo.

A fórmula final é bem simples: estresse e ansiedade reduzem significativamente a produtividade. Portanto, minimizar esses transtornos amplia a probabilidade de realizar tarefas diárias com mais confiança e rendimento.

Começar ou não?

Novamente, vamos esclarecer uma coisa: o ASMR pode não ser para você, e está tudo bem. Nem todo mundo quer apostar nele, seja pela dúvida quanto aos seus benefícios ou por realmente não se sentir atingido por seus efeitos.

Mas para aqueles que acreditam que essa possa ser uma das formas de garantir o desejado estado de flow e de se conectar com os próprios métodos de produtividade, esta é a hora de começar a conhecer o ASMR.

Caso o teste com os canais mais famosos não funcione, os vídeos não passarão de ruídos brandos nos ouvidos. No outro cenário, o ASMR vai ser uma das cartas quando você precisar de concentração e estímulos para alcançar uma qualidade alta na execução da sua rotina.   

Conhece algum canal de ASMR? Indique ele aqui nos comentários.

Estado de flow: 7 dicas para aumentar sua produtividade

Você já esteve tão submerso no trabalho que, mesmo empenhado por horas, sentiu como se apenas minutos tivessem passado? Essa é a principal característica do estado de flow ou estado de fluxo, aquele momento em que sua mente consciente se compromete 100% com determinada atividade e praticamente se desliga do mundo ao seu redor.

Alcançar o estado de flow pode parecer algo difícil ou natural somente para pessoas consideradas acima da média, mas a verdade é que essa habilidade pode ser induzida para produzir de forma mais criativa e inovadora.

O estado de flow é a combinação de desafios e habilidades. Por isso mistura energia, prazer e foco em uma imersão completa, com uma consequente ausência de controle do tempo e espaço.

O segredo está na motivação. As atividades que despertam o estado de flow são aquelas em que as pessoas podem dar o melhor de si no momento que as executam. Com corpo e mente fluindo de forma harmônica, a sensação é parecida com felicidade.

Uma das maneiras de entrar em estado de flow é praticando o mindfulness. Contudo, separamos outras setes dicas para você desenvolver essa habilidade de forma intencional.

Transforme as atividades em jogos

Os jogos estimulam a competitividade. Por isso são considerados bons incentivadores para quem quer chegar ao estado de flow. Eles representam desafios constantes e a possibilidade de aumentar nossos níveis de concentração quando competimos contra nós mesmos.

Outra característica dos jogos é a diversão. Assim, fica fácil entender como é possível mantermos a atenção em uma mesma tarefa por tanto tempo.

Busque o êxtase

É quase impossível atingir o estado de flow se você estiver fazendo algo que não gosta. Vale focar em atividades prazerosas, significativas ou gratificantes. Mesmo que todo trabalho envolva tarefas mais desagradáveis ou mecanizadas, é possível encontrar tempo para se dedicar aquilo que você realmente ama fazer.

Se você está tendo muita dificuldade em encontrar esses momentos de prazer no seu trabalho, talvez seja hora de rever o que realmente te faz feliz. Não se esqueça de estar em contato constante com sua inteligência emocional.

Metas desafiadoras e realistas

Desafios e habilidades devem ser compatíveis e estar alinhados em um nível alto. Um gráfico muito comum quando o assunto é estado de flow determina que:

  • Desafio em nível alto e habilidade em nível baixo geram ansiedade;
  • Desafio em nível baixo e habilidade em nível alto geram tédio.

Lembre-se, então, que suas metas devem coincidir com a sua realidade, não sendo fáceis demais ou impossíveis de serem realizadas.

Saúde criativa

Para conseguir ser criativo de forma saudável, é preciso estar com saúde e energia em dia. E isso implica em, também, saber o momento certo de desacelerar e descansar. Se você estiver com muito trabalho ou chegando no seu ponto de exaustão, o estado de flow não vai acontecer.

Comer, dormir e se exercitar são atividades-chave para o fluxo. Se precisar, coloque alertas no celular ou lembretes para te ajudar a lembrar e não negligenciar sua saúde.

Sobre energia, você sabia que existem quatro tipos de descanso? Você pode começar praticando agora mesmo algum deles: mental (meditar e atividades de entretenimento), social (sair com amigos, esportes de equipe ou abraços), espiritual (apreciar a natureza e dedicar um tempo para você mesmo) ou físico (relaxar músculos, caminhar ou dormir até tarde).

Desenvolva autoconhecimento

Quando temos consciência das nossas habilidades, fica mais fácil identificarmos quais estratégias utilizar para encarar os desafios. O autoconhecimento é o melhor caminho para utilizar suas capacidades com excelência.

Com isso, é possível atingir o estado de flow sabendo exatamente os recursos que podemos utilizar para realização das tarefas.

Ambiente ideal

Nessa altura você já deve ter percebido que a distração é inimiga do fluxo. Por isso é importante que você esteja em um ambiente propício para o estado de flow. O ideal é trabalhar em casa ou ter a possibilidade de ir a um lugar mais tranquilo do trabalho quando precisar se concentrar.

Contudo, nem sempre isso é possível. Assim, fones de ouvido com isolamento de ruído ou barulhos com som da chuva e até os populares ASMR são boas opções para ambientes mais cheios.

Cientista da própria realidade

A melhor maneira de entrar no estado de flow é pela repetição. Basta observar os componentes presentes no momento que você atingiu o fluxo máximo da sua produtividade e tentar reproduzi-los em uma nova oportunidade em que você quer sua atenção completa.

Uma boa dica é anotar essas condições para identificar em que circunstâncias elas se repetem. Assim você sabe o que funciona para você.

Você já vivenciou o estado de flow? Conte suas experiências para a gente!

Ciclo da procrastinação: como você lida com prazos e responsabilidades?

O conceito da procrastinação é conhecido e definido pelo adiamento de atividades importantes que, por consequência, geram estresse, culpa e baixa produtividade nos “praticantes”. E se isso já é bem ruim, imagine que ainda existe o ciclo da procrastinação, que apresenta efeitos ainda mais negativos.

Os motivos para procrastinarmos são amplos, mas geralmente estão relacionados com o cansaço, sobrecarga, estresse, preguiça ou falta de motivação. E ao deixar de agir diante de uma situação importante, podemos sofrer pelo esquecimento instantâneo ou arrependimento em curto prazo.

Não é muito difícil entender as situações em que a procrastinação acontece, pois elas aparecem com justificativa para atrasos baseadas na preguiça ou falta de tempo. Priorizar tarefas satisfatórias e deixar as necessárias para depois, não saber se organizar ou tentar ser perfeccionista demais também são sinais de alerta para esse hábito.

Ao esbarrar com uma dessas situações dentro da rotina, vale a pena pensar em mudar os comportamentos que costumam estender o ciclo da procrastinação. Antes de tudo, porém, é importante saber identificá-los e criar ações de fuga.

Efeito dominó

Quem nunca empurrou com a barriga compromissos, tarefas e objetivos que atire a primeira pedra. Até mesmo coisas que poderiam ser resolvidas em poucos minutos, mas que de alguma forma foram ignoradas, são capazes de criar um hábito de procrastinação.

É claro que não há problema algum em procrastinar, desde que isso seja feito poucas vezes. O verdadeiro mal acontece quando a atitude é adotada repetidamente e começa a impactar de forma negativa na qualidade de vida.

Desse ponto para frente, quase todas as áreas são afetadas, desde o núcleo pessoal, passando para o familiar, social e profissional. Procrastinar pode ser até viciante, já que é uma solução aparentemente prática para muitos problemas.

A longo prazo, o ciclo da procrastinação deixa de ser inofensivo e acaba com objetivos. Antes que se perceba, a produtividade deixa de existir e as responsabilidades aparentam ser cada vez mais angustiantes.

Identificando os vilões

Como já sabemos, o ciclo da procrastinação começa com vários estímulos. Antes de contorná-los, é preciso entender cada um deles:

Solução rápida: alcançar bons resultados com mínimo esforço é praticamente impossível. Nessa situação, sempre desejamos que alguém ou algo apareça para resolver um problema com soluções mágicas.

Medo do fracasso: procrastinar gera uma falsa sensação de conforto e competência. Mas a vida exige confrontos com a realidade, o que significa aceitar desafios.

Perfeição exagerada: ser perfeccionista demais é sim um defeito, pois acabamos gerando preocupações excessivas com apenas uma tarefa, que é trabalhada e retrabalhada até se tornar mais importante que qualquer outra.  

Vulnerabilidade: superar obstáculos e resistir à pressão em situações adversas, sem perder o controle emocional, é capaz de manter a firmeza nos propósitos. Do contrário, o foco e atenção no que não é importante gera sofrimento.  

Transtornos emocionais: estar em dia e bem com a saúde mental também é um grande diferencial. Algumas psicopatologias, como depressão e ansiedade, acabam tornando a procrastinação algo enraizado na vida de muitas pessoas.

Planos de ação

Quebrar o ciclo da procrastinação e aumentar a produtividade exige um intenso trabalho nas ações de combate, para que elas virem hábitos. Duas delas são a presença e o modelo mental.

A presença está relacionada com responsabilidade, portanto ela determina que, diante de uma atividade em que nos comprometemos a fazer, devemos efetivamente trabalhar nela naquele momento, antes que a atenção seja desviada para qualquer outra coisa.

Quando percebemos que existe um desvio da concentração para coisas insignificantes, é indispensável parar e avaliar se a escolha é certa ou se a fuga da tarefa importante não vai ser um problema no futuro.

No modelo mental, precisamos deixar de justificar o hábito da procrastinação sempre com a mesma fala. Em vez de se aceitar como alguém que procrastina, o melhor seria limitar a procrastinação a apenas uma situação.

Se assumir como uma pessoa que funciona sob pressão ou que tem dificuldade em terminar tarefas e respeitar prazos também não deve ser um estilo de vida. Aceitar essa condição não ajuda a identificar se a procrastinação acontece em uma tarefa ou se já virou uma dificuldade constante.

Recordando

Após entender e montar planos de ação, ainda assim haverá momentos em que o ciclo da procrastinação mostrará as caras. E está tudo bem. Mas ter em mente os seguintes tópicos vai encurtar as chances para que ele aconteça ou, em alguns casos, permaneça.

Prazos: diminuir o tempo disponível traz senso de urgência, portanto, distribua os prazos em tarefas menores que possam ser feitas mais rápido;  

Rigor: determine um limite para começar e terminar as tarefas com urgência alta e siga com rigor esse plano;  

Organização: ter um calendário visível e com uma listagem das tarefas que estão interligadas trará noção sobre atrasos e o quanto eles podem impactar um projeto;

Desafios: criar desafios pessoais e realmente cumpri-los traz sensação de recompensa. Comece com algo simples e sempre aumente a dificuldade;

Foco: controle o ambiente para facilitar a concentração, deixando distrações longe da sua área de trabalho;

Compartilhar: tenha pessoas com o mesmo objetivo por perto e compartilhe sua evolução com elas para se manter motivado;

Recompensas: cada etapa concluída merece uma comemoração para sustentar a motivação e dar significado à rotina;

Refletir: os efeitos de passar cada obstáculo são positivos para a sua vida? Reflita para entender se vale a pena seguir em frente ou se o objetivo não faz mais sentido.

Quer melhorar ainda mais a sua produtividade? Conheça 5 aplicativos que ajudam a otimizar a rotina.

Qual a diferença entre logotipo, isotipo, imagotipo e isologo?

Muitas pessoas já sabem que a identidade visual de uma marca é chamada de logo ou logotipo. Mas, a menos que você seja dono de uma empresa ou trabalhe na área de publicidade e design, é bem possível que desconheça a existência e a diferença entre logotipo, imagotipo, isologo e isotipo.

Saber sobre isso é bem útil para quem deseja aprender a construir essas definições, que são o que marcam a imagem de uma empresa. Sem falar que saber diferenciá-los ajuda a entender o porquê da escolha entre um e outro.

Construída com símbolos, escrita ou a junção de ambos, a identidade visual de uma marca é um dos mais importantes pontos para a entrada e permanência no mercado. Portanto, conheça agora as diferenças entre essas quatro representações.

Logotipo

A palavra tem origem grega, em que “logo” significa conceito e “typos” é símbolo ou figura. Então o significado para logotipo é justamente a representação visível de um conceito, sendo composto por tipografia (letras) e símbolo.

Nesse sentido, o tipo usado para a criação visual é tão característico que imprime a essência da marca, sendo rapidamente um lembrete da sua existência.

Os maiores exemplos de logotipo que conhecemos são os da Google, Coca-Cola, Sony e outros.

Isotipo

Popularmente chamado de símbolo, o isotipo é o que representa visualmente a marca, incluindo seu caráter e princípios, de modo bem claro. Isso significa que a imagem tipográfica pode vir separada e, mesmo na falta desse elemento, o isotipo ainda tem o poder de evocar a empresa.

A explicação para isso tem base científica: o cérebro humano processa imagens bem mais rápido do que texto e as armazena com mais facilidade na memória.

Dentro da família dos isotipos temos:

  • Monograma: sobreposição, agrupamento ou combinação de duas ou mais letras ou outros elementos gráficos para formar um símbolo (Louis Vuitton, Calvin Klein, LG, Yves Saint Laurent, Coco de Chanel, Giorgio Armani etc.)
  • Anagrama: é a junção de palavras para formar uma outra (ROMAMOR ou PESARUM = PEdro + SAra + RUi + Mendes).
  • Sigla: junção de iniciais que representam o nome da marca (CCBB = Centro Cultural Banco do Brasil ou DKNY = Donna Karen New York).
  • Inicial: aparece na maior parte das vezes em representações icônicas de uma marca, sempre com a primeira letra de uma palavra (“A” para Adobe ou S” para Seat).
  • Firma: funciona como assinatura (Walt Disney é o maior exemplo).
  • Pictograma figurativo: ícone que representa uma figura óbvia (Apple e Lacoste).
  • Pictograma abstrato: ícone que não representa uma figura óbvia, mas representa um significado (os 3 diamantes da Mitsubishi).

Imagotipo

Um logo completo pode ser chamado de imagotipo, apresentando a combinação entre símbolo e fonte, mas mantendo sua identidade mesmo quando separados.

Portanto, quando se apresenta o símbolo ou a fonte de forma isolada, ainda existe uma rápida identificação da empresa que representam. O exemplo mais simples disso é o M e a escrita de McDonald’s, a figura do jacaré da Lacoste, as linhas da Adidas ou o símbolo da Nike.

Isologo

Por fim, existe ainda a categoria em que símbolo e texto aparecem misturados e de forma alguma podem ser separados, porque podem descaracterizar a representação da marca. O isologo traz imagem e textos agrupados, formando um único elemento.

Portanto, uma vez que não podem ser separados, eles ainda são fortes lembretes da essência que a empresa possui. Basta pensar em marcas como Pizza Hut, Burger King, Starbucks, Harley-Davidson entre outros.

Agora que você sabe diferenciar logotipo, imagotipo, isologo e isotipo, que tal saber como usar as cores em uma identidade visual?

5 dicas para inserir os hobbies no currículo

Em um cenário de mudanças constantes nos processos de seleção e recrutamento, uma das principais dúvidas é sobre a inclusão dos hobbies no currículo. Não é novidade que as empresas estão de olho nas atividades que realizamos fora do ambiente corporativo. Por isso, inserir essas curiosidades sobre nós está sendo um baita desafio para profissionais de muitas áreas.

O passo a passo básico para montar um currículo geralmente não inclui a especificação dos hobbies. O foco é sempre nas habilidades técnicas dos profissionais e os interesses pessoais e sociais acabam ficando de fora desse documento.

As tarefas que escolhemos nos dedicar em nosso tempo livre são responsáveis pelo desenvolvimento das soft skills, habilidades transversais que complementam o conhecimento técnico. Elas incluem competências emocionais e sociais, por exemplo, e estão cada vez mais nos radares de empresas e recrutadores.

Com isso, você deve estar pensando: então, por que não incluímos logos os hobbies no currículo? Como essa tarefa pode não ser tão simples, preparamos cinco dicas para você fazer isso de forma eficiente. Confira!

Necessidade

Para início de conversa, será que é realmente necessário colocar os interesses pessoais no currículo? Mesmo com o cenário cada vez mais aberto para essas novidades, algumas empresas podem ser muito tradicionais e conservadoras.

Por isso, uma boa dica é avaliar cada caso e, de acordo com a vaga, optar pela inserção ou não dos hobbies nesta primeira etapa do processo seletivo.

Também vale considerar a relevância das atividades. Alguns hobbies são amplos ou genéricos demais e podem dar a ideia de que você está só preenchendo espaço. Tome cuidado com interesses assim, como ler e viajar. Prefira ser mais específico, detalhando o gênero de literatura que prefere ou alguma atividade que envolva viagem, como a montagem do roteiro, por exemplo.

Vantagens e desvantagens

Se ainda está na dúvida, veja algumas vantagens e desvantagens que a presença dos hobbies no currículo pode proporcionar.

  • Vantagens: eles podem se tornar temas de conversa em entrevistas, facilitando a aproximação e identificação com o recrutador. Eles também dão indícios das suas soft skills.
  • Desvantagens: eles podem não ter muito a ver com o trabalho. Se eles não forem realmente auxiliar no seu processo seletivo, é melhor priorizar, então, outras informações mais relevantes para a vaga.

Nova seção

Você fez uma boa avaliação da necessidade e optou pela inserção dos hobbies no currículo? Então mãos à obra! A forma mais eficaz é colocá-los em uma nova seção, criada especificamente para isso. Você pode chamá-la de “Interesses Pessoais” ou “Hobbies e Interesses”.

Não se esqueça de uma boa dose de autoanálise antes de preenchê-la e que seu currículo deve ser dinâmico, adaptável ao cargo e compatível com sua experiência profissional. Você pode usar a inteligência emocional para ajudar neste momento.

Esta seção é uma boa opção de como finalizar seu currículo e impressionar o recrutador.

Direto e objetivo

Essa dica faz parte das dicas gerais sobre montar um currículo (que não devem ser desprezadas). A formatação deve ser sucinta e minimalista, sem layout ou design fora do padrão do documento.

Pode parecer muito difícil incluir algo tão subjetivo quanto hobbies em um documento que requer tanta objetividade como o currículo. Porém, a resposta é simples: selecione passatempos substanciais, relatados de forma profissional, curta e relevante, para conquistar o recrutador e te aprovar para a próxima fase.

O posicionamento dos hobbies no currículo pode caracterizar profissionais entusiastas e envolvidos. Por isso, é interessante eleger interesses que te promovam ativamente e reflitam, em poucas palavras ou tópicos, suas habilidades transversais.

Associações

É importante alinhar a seção de interesses pessoais com os demais itens do currículo para que os hobbies não fiquem fora de contexto. Vale, por exemplo, gerenciamento de equipes de esporte, atividades educacionais, trabalhos voluntários, conquistas e tópicos que você gosta de estudar ou são parte da sua vida de alguma forma, como artes, animais, jogos, investimentos, meditação e outros.

Escolha passatempos genuínos, que definam sua personalidade, sem contar toda a história, mas despertando o interesse para saber mais sobre você na próxima etapa do processo.

Gostou das dicas para incluir os hobbies no currículo? Conte-nos suas experiências!

Expressar emoções pode melhorar seu rendimento

A inteligência emocional e o autoconhecimento são grandes aliados para resolver problemas no dia a dia. Mas saber identificar as emoções é só o primeiro passo rumo ao aumento da produtividade e eficiência.

A segunda etapa é expressá-las proporcionalmente, sem a intenção de reprimi-las ou magoando as pessoas em volta, que também estão lidando com as próprias emoções.

Pode ser até óbvio para alguns, mas é sempre importante lembrar que os sentimentos surgem automática e espontaneamente, por isso o jeito de lidar com eles é a única coisa que podemos controlar de forma individual.

Esconder não é solução

Muitas vezes acreditamos que para manter um comportamento socialmente aceito precisamos camuflar as emoções. Porém, o ideal mesmo é controlar os sentimentos para que eles sejam expostos da melhor maneira possível.

Isso significa que, em vez de oprimir, devemos lidar com as emoções, mesmo que soe difícil. Os benefícios, nesse sentido, são inúmeros, pois quando deixamos de esconder nossos sentimentos, abandonamos o esforço de mascarar quem realmente somos.

Acabando com as emoções forçadas, problemas como aumento da frequência cardíaca, de respiração, tensões no pescoço e coluna até doenças mais sérias, chamadas psicossomáticas, que surgem a partir de fatores emocionais, deixam de ser frequentes.

De olho na saúde

As doenças psicossomáticas também são uma forma de linguagem corporal. Afinal, é nosso corpo pedindo atenção e nos dando um alerta sobre as emoções que estamos ignorando.

Gastrite, hipertensão arterial, enxaqueca e até algumas disfunções sexuais podem ser as principais consequências para nossa saúde biológica. Tentar evitar o surgimento dessas emoções pode levar a um ciclo vicioso de sentimentos negativos.

Lidar melhor com as emoções significa automaticamente cuidar da saúde mental e física. Algumas dicas, inclusive, podem ser aplicadas no dia a dia:

  • Identifique as emoções e a quais situações elas estão associadas;
  • Reconheça a causa e os motivos de cada sentimento;
  • Preste atenção às reações do seu corpo;
  • Observe mais a sua reação do que a ação que a desencadeou;
  • Adeque e proporcione a forma como você vai se expressar;
  • Vivencie as emoções com seu corpo e seja sincero com o que você sente;
  • Visualize e localize suas emoções.

Emoções vindas de lembranças

Algumas emoções não estão relacionadas a situações atuais, mas sim com lembranças. A dica é a mesma: aceite cada sentimento como parte de você. As emoções são parte da nossa evolução e nos diferenciam dos demais seres. Elas surgem naturalmente e devem ser acolhidas, não reprimidas, não importa o que as originou.

O próximo passo

As dicas acima ajudam a lidar com as emoções na hora que elas aparecem. Mas também é possível procurar soluções a médio e longo prazo. Afinal, os sentimentos negativos, quando constantes, passam a ter efeito acumulativo e se tornam extremamente tóxicos para a saúde física e mental.

Buscar ajuda profissional, de terapeutas ou psicólogos, é um importante passo para dialogar com você mesmo e aprender a elaborar essas emoções, seja por meio de conversa ou até escrevendo sobre esses sentimentos. No entanto, outras opções podem agregar nessa jornada.

A ajuda dos esportes

Os esportes, por exemplo, são ótimos aliados para lidar com sentimentos negativos e emoções ligadas à irritação e ansiedade. De maneira geral, eles liberam endorfina, um hormônio produzido pelo cérebro e considerado um analgésico natural.

As possibilidades são inúmeras. Técnicas de ioga, dança e natação ajudam a controlar a respiração. Exercícios menos convencionais, como tai chi chuan e aulas de circo, com trapézio, corda e tecido, são boas sugestões para treinar o foco e o controle. Também vale optar por esportes tradicionais como corridas, futebol e lutas.

Desconstruir para construir

Quando as pessoas rompem com as barreiras emocionais, elas podem exteriorizar suas emoções e sentimentos durante a criação de algo. Por isso as atividades manuais são comumente associadas a terapias contra as inquietações e angústias

Entender que o resultado talvez não seja tão importante quanto o processo de produção proporciona liberdade criativa e menos cobrança e pressão, fatores experenciados nas atividades profissionais e até pessoais.

Dessa forma, as emoções podem ser canalizadas para produções em argila, papéis, costura, recicláveis e basicamente todos os materiais que sua imaginação – e mãos – puderem alcançar.

Receitas para expressar emoções

Outra boa sugestão para externalizar as emoções de forma mais natural possível é aderir à crescente onda gastronômica. Mesmo quem não tem muito jeito na cozinha pode começar com receitas mais fáceis e básicas, de menor complexidade. E o passo a passo está por toda a internet, nos mais variados formatos.

Quem já tem mais experiência pode adequar o cardápio aos ingredientes: a culinária japonesa, por exemplo, pode ser muito relaxante de se executar e ainda é produzida com itens que auxiliam no combate ao estresse e ansiedade. Isso porque o salmão é um dos peixes mais ricos em gordura e com bons níveis de ômega-3, substância que atua diretamente nas funções cerebrais.

Quais medidas de curto, médio e longo prazo você aplica para auxiliar no processo de expressar suas emoções?

Como realizar suas metas de ano novo

Janeiro é o mês oficial de definir as metas de ano novo! Você é daquele que se emociona com o período e monta uma grande lista ou prefere deixar os objetivos em aberto para ver onde tudo isso vai dar?

Independente do seu perfil, com certeza o clima de fim de ano e as possibilidades de recomeço te fizeram pensar, em algum momento, sobre o que gostaria de realizar. Às vezes a dificuldade é colocar essas metas no papel ou compartilhar com outras pessoas.

Para ajudar a refletir sobre o assunto, conversamos com as professoras Carol Shinoda e Marisa Bussacos e você pode conferir as principais dicas para este ano novo!

Não arquive as boas intenções na gaveta

O primeiro passo para realizar suas metas de ano novo é realmente colocá-las no papel. E isso pode não ser tão fácil quanto parece. Não basta apenas escrever aquilo que você quer para o próximo ano. É preciso pensar como viabilizar esses planos.

Para Carol, é importante colocarmos na lista aquilo que gostaríamos muito de ver realizado. “Às vezes definimos planos para mostrar para a sociedade, mas o mais importante é que aquilo seja uma verdade intrínseca. E isso ocorre quando conseguimos olhar para dentro e pensar ‘por que conseguir uma promoção ou me casar ou realizar uma viagem é tão importante para mim?’ Assim, as dificuldades não serão um peso tão grande”, explica.

As dificuldades e imprevistos são inevitáveis. Marisa complementa: “Se o objetivo não for genuinamente forte e claro dentro de nós, se não for suficientemente sólido, não temos forças, ânimo e vontade para superar essas dificuldades.”

Roda da Vida

A dica da Carol é o olhar integral, para a vida como um todo. “Uma ferramenta interessante para ajudar nesse processo é a roda da vida: um círculo com oito ou seis categorias, como família, saúde, lazer, espiritualidade, trabalho, hobby, cuidados com a casa, finanças e o que mais for importante”, comenta.

A ferramenta funciona quando você coloca um zero no meio do círculo e o número dez na borda, perto das categorias. Marque um X em cada nicho, na altura que corresponde ao nível de prioridade na sua vida, sendo zero baixa prioridade e dez alta prioridade. Ao terminar, ligue os pontos e obtenha um panorama do seu momento atual.

A partir daí, comece a reflexão sobre o que é realmente importante e foque nisso. Avalie como você está hoje em dia em cada aspecto e como gostaria de estar no próximo ano.

Vida, leva eu

Algumas pessoas podem estar passando por uma fase mais desanimada e têm dificuldades em relacionar as metas de ano novo. Contudo, os planos podem ajudar a melhorar o humor. “Nessas ocasiões em que as pessoas não se sentem incentivadas a pensar no futuro, é preciso encontrar motivos intrinsecamente relevantes”, comenta Carol.

Duas atividades são fundamentais, segundo as professoras, para quem está buscando esses motivos dentro de si:

  • Criar tempo: O tempo passa constantemente e cabe a cada um de nós saber usá-lo a nosso favor para definir os rituais semanais de ligação com nós mesmos e com o que é realmente importante para nós.
  • Autoconhecer-se: Essa conexão pode ocorrer de várias formas, em diversos momentos. Algumas pessoas conseguem na terapia, outras com reuniões familiares, outras com orações à noite ou escrevendo em diários ou em conversas com parceiros antes de dormir.

O autoconhecimento depende desses rituais, que devem ser frequentes para que, depois de meses ou anos, você não perceba que está seguindo por um caminho muito desconectado do que é importante para você. “Os ‘momentos de respiro’ são essenciais para acordamos o nosso querer. Com esse querer ativo, fica mais fácil criar a imagem do futuro desejado”, ressalta Marisa.

Quando se sentir desanimado, também vale levar a sério aquela ideia de que somos uma média das cinco pessoas com quem mais convivemos. “Devemos escolher bem o que assistir, o que ler, quais pessoas seguir e com quem queremos conviver. Traga para mais perto pessoas que acreditam e vão atrás de melhorar sempre”, desafia.

Todo mundo tem a opção de não fazer planos e simplesmente deixar a vida fluir, mas contar com isso é fugir da nossa própria responsabilidade. A parte imprescindível para concretizar objetivos depende de canalizar energia e esforços para o que queremos que aconteça. A ideia é que isso ocorra várias vezes ao ano, durante toda a vida.

Uma dose de coragem

O simples ato de listar os objetivos, mesmo que não os exponha para o mundo, coloca seus desejos e vontades para fora, assumindo o que realmente quer e ficando mais vulnerável. “Por exemplo, se você coloca como meta encontrar um namorado e não o encontra, você sabe que não está no caminho de sucesso que definiu para você. Você está fracassando”, ressalta Carol.

É aí que o autoconhecimento se torna um forte aliado para a realização das metas de ano novo, sendo fortalecido por uma boa rede de relacionamentos. Esses contatos nos ajudam a olhar para os planos e avaliar se eles fazem sentido. Também ajudam a ver se tem algum objetivo que estamos evitando, mas que precisamos dar atenção.

“Tentar encerrar o ano anterior de bem consigo mesmo para conseguir fazer um ano novo melhor também é válido. Colocar um ponto final em uma conversa incômoda, mudar hábitos, encerrar padrões e exercitar a gratidão pelo que foi conquistado ajuda a finalizar ciclos de forma estruturada, com honestidade com você e as pessoas ao seu redor”, explica Marisa.

Dê visibilidade às metas de ano novo

Algumas pessoas têm mais dificuldade em expor as metas de ano novo para todo mundo. E tudo bem. A dica da Marisa é colocar os sonhos e promessas em um lugar que você veja todos os dias: vale colar no espelho, em porta de armário e até na sua mesa no escritório.

Os elementos visuais ajudam nesse processo. Uma opção é desenhar ou fazer colagens do “eu brilhante” (nossa versão que corre atrás dos objetivos) efetivamente realizando o que é almejado.

E todo grande plano começa com pequenas ações. “Quais são os primeiros passos para atingir sua meta? Cuidado para não se desafiar além da medida e acabar paralisado, procrastinando. E lembre-se de começar agora, sem deixar para depois”, recomenda.

Quais metas de ano novo você já definiu? Comente!

Leia também: Como competências transversais influenciam fatores motivacionais

Como melhorar a organização financeira

Existe um desejo que une várias pessoas quando um novo ano está prestes a começar: melhorar a organização financeira. De fato, não existem tantas prioridades quanto começar um novo ciclo livre de dívidas e, quem sabe, com um pouco mais de fôlego no saldo bancário.

Equilibrar as contas, conseguir poupar e poder investir o dinheiro em algo especial, ainda assim, não é tarefa fácil. Dicas não faltam, mas as tentações também estão constantemente presentes.

A princípio, é preciso treinar a mente para entender a realidade das finanças pessoais. Somente dessa forma você conseguirá aproveitar das estratégias adotadas para ter uma boa organização financeira sem cometer erros tão comuns.

Onde estou falhando

Quando falamos de erros, o maior deles é aquele menos notado: não cuidar do salário. A preocupação em quitar as dívidas e em poupar pode ofuscar os limites da sua remuneração. Claro que novos gastos entram também nessa série de problemas para deixar a conta vazia.

A recomendação mais importante que todo especialista em economia é ter cuidado com a receita x despesas. E é fácil cair em armadilhas quando você se sabota para pagar algo antes mesmo de ter o dinheiro no bolso. Atender a atos impulsivos só vai bagunçar os objetivos financeiros.

Um plano ideal para contornar isso é aguardar a remuneração para fazer o pagamento de contas fixas. Depois, o saldo deverá cobrir os outros planos, que envolvem a compra de certas coisas.

Não pare por aí

Traçada uma estratégia para aplicar o salário, chega o momento de se livrar das intermináveis dívidas. Neste momento não tem receita complexa, é importante parar de gerar novos débitos. É aquela velha história da bola de neve.

Liste tudo que pode ser pago à vista e priorize sempre as contas em atraso. Se o problema for um empréstimo, vale a pena entrar em contato com os credores e renegociar para uma realidade que se encaixe com sua organização financeira – só não vale descumprir o acordo e se endividar novamente.

Quando estiver em dia com todos os boletos, pese seus gastos, sejam eles mensais, semanais ou diários. Poucas pessoas têm noção de quanto e em que gastam seu dinheiro. O que pode ser um cafezinho hoje e um almoço amanhã, vira um grande desfalque ao final do mês.

Quando achamos que temos controle total sobre nossos gastos e que podemos lembrar de ter comprado algo hoje dentro de duas semanas, a situação sai ainda mais do controle. Ao final, a única pergunta que sobra é “aonde foi parar o meu dinheiro?”.

A tecnologia pode ser uma aliada nesse momento. Com uma simples planilha do Excel ou aplicativos de organização financeira disponíveis de forma gratuita, como Minhas Finanças e GuiaBolso, é possível manter o controle de receita x despesas sem precisar de muitas anotações.

Os aplicativos disponibilizam, inclusive, sincronização com as contas. Isso significa que o trabalho de anotar manualmente será quase zero e vai ser praticamente impossível esconder o que andou comprando de você mesmo.

Sobrou algo?

Se até aqui tudo pareceu bem simples – ou não -, então chegamos ao ponto importante da conversa sobre organização financeira. Livre de dívidas, é preciso traçar rapidamente um plano para o dinheiro antes que ele volte a sumir.

Ter uma finalidade para qualquer valor que entra na conta ajuda a manter uma organização financeira mais em dia. Muitas dicas da economia apontam para reservar partes a destinos específicos.

Atualmente, a estratégia mais usada é a 30/70. E nada mais é que reservar 30% do salário ou qualquer outro tipo de remuneração para guardar e aplicar em um plano específico de médio e longo prazo, como uma viagem ou aquisição grande. Com a outra porcentagem, 50% precisa ser para gastos fixos, os famosos boletos e gastos no supermercado.

A parte boa é que os 20% restantes servem para uso pessoal, que pode incluir seu orçamento mensal para compras de roupas novas, passeios, cosméticos ou alguma nova experiência que não faz parte do dia a dia.

Lembra do investimento? Procurar qual será mais vantajoso pode ajudar a render ainda mais o dinheiro. Existem sites que simulam e explicam a diferença entre diversos tipos de economias e aplicações.

Já sabe como cuidar das suas finanças? Deixe nos comentários as dicas que você também segue 😉

Como utilizar os 5 sentidos no marketing sensorial

O neuromarketing é uma importante ferramenta para as ações de divulgação da sua marca. Mas você sabia que pode usar os cinco sentindo nas campanhas de marketing sensorial para garantir mais engajamento e, consequentemente, maior taxa de conversão?

A ideia é estimular os sentidos para conquistar a atenção e o interesse dos clientes. A estratégia é criar ações de forma subjetiva e personalizada, para que o processo de compra seja o mais natural e autônomo possível.

As chances de converter em compra são maiores quando a empresa explora outros sentidos além da simples visualização dos produtos nas gôndolas e vitrines ou dos anúncios.

Se algum dos sentidos não estiver diretamente ligado à sua marca, como, por exemplo, a audição, a ideia não é contratar um carro de som ou fazer um jingle para vender certo produto ou serviço. É importante despertar a necessidade de compra por meio da associação com sensações de bem-estar, desejo e impulso de comprar.

As formas de trabalhar o marketing sensorial pode ser unificando todos os sentidos em uma ação única ou trabalhá-los separadamente. Que tal algumas dicas?

Audição

Músicas e sons são cruciais para despertar nossa memória afetiva. Eles remetem a emoções e transformam as experiências em momentos mais agradáveis. Alguns exemplos de boas aplicações desse recurso são os elevadores e salas de espera.

Se você tem seu público bem definido, por que não criar e disponibilizar uma playlist em alguma plataforma de streaming para eles, de acordo com os perfis? Para a definição do público, inclusive, é necessário ouvir os clientes, suas necessidades e angústias. Em tudo isso a audição é fundamental no marketing sensorial.

Olfato

Cheiros e aromas são poderosos e envolventes. As pessoas se atraem por perfumes que mais têm a ver com sua personalidade e aí o marketing sensorial tem um prato cheio. A associação por meio do olfato é praticamente instantânea, por isso é tão eficaz se bem trabalhada.

Para quem não trabalha com alimentos, a tarefa pode parecer mais difícil, mas não é impossível. As lojas de equipamentos de surf, por exemplo, podem usufruir de aromas que remetem à praia e mar, como os famosos cheirinhos de protetor solar.

Tato

Essencial para gerar confiança no marketing sensorial, o tato fortalece a relação entre empresa e cliente. Sentir tecidos, testar maquiagens e fazer test drive em carros são algumas ações que permitem essa aproximação.

O tato é importante para aguçar o consumidor e dar um gostinho do produto, mas também tem muito a ver com a experiência do usuário. Em um provador de roupas, por exemplo, os clientes devem ter espaço para se movimentar e se sentir à vontade na hora de provar os looks.

Paladar

O gosto é experiência. Um bom jantar será sempre lembrado como uma boa experiência. Água, café, bolachinhas e até um lanchinho já são parte de estratégias de clínicas, salões e lojas.

A ideia é amenizar, por exemplo, a sensação de espera. Use e abuse desse recurso de marketing sensorial de acordo com o segmento de atuação da sua empresa.

Visão

A visão é o sentido mais utilizado nos planejamentos de marketing. Por isso, uma boa apresentação do ponto de venda e boas fotos e vídeos para redes sociais são as ferramentas mais básicas e indispensáveis para uma marca.

Cores, fontes e formas padronizadas garantem que o cliente se lembre sempre da sua empresa, como é o caso da Coca-Cola. Além disso, você pode usufruir de toda uma estratégia de utilização de cores para estimular o consumo.

Você utiliza técnicas relacionadas a marketing sensorial? Comente!

Você já conhece o curso de Neuromarketing da Plataforma Solution? Clique aqui!

5 aplicativos que ajudam a otimizar sua rotina

Ter mais tempo e poder fazer bom uso dele é um dos desejos para o começo do ano. Com ajuda de alguns aplicativos é possível, acredite ou não, ganhar uma quantidade bem legal de tempo, uma vez que ele não é desperdiçado e sim bem usado.

Com a tecnologia, já não é mais difícil marcar e gerenciar compromissos, traçar metas e objetivos ou, ainda, colocar tudo isso em um único planejamento. Ainda entra nessa conta controles financeiros e de documentos. As possibilidades são bem amplas.  

Então, se você deseja colocar de vez uma ordem nos seus planos e começar 2020 não esquecendo de tudo o que se propôs a fazer, conheça esses cinco aplicativos que poderão te ajudar.

Kindle

É o tipo de aplicativo para acabar com certas desculpas, como a falta de tempo para ler. Nem todo mundo quer investir em um leitor digital ou ficar levando volumes de livros para cima e para baixo, mas ainda assim que colocar a leitura em dia.

Esse aplicativo gratuito criado pela Amazon permite ler e-books em celulares e computadores, acessando livros da biblioteca kindle ou os que estão guardados na nuvem da plataforma. Sobrou um tempinho e não quer gastar com redes sociais? Aqui está uma opção interessante.

Google Keep

Com este aplicativo é possível salvar arquivos em imagens, áudio ou texto. A grande vantagem dele é que você pode registrar tudo o que está pensando, com sincronização para vários tipos de dispositivos, como smartphone, tablet e computador.

Há possibilidade também de manter lembretes para compras, baseado no local que você for. Ao chegar lá, o aplicativo mostrará a lista que foi salva. Outro ponto importante é a sincronização de todos os documentos em conjunto com o drive do Google.

Any.Do

Falando em lembretes, talvez você seja o tipo de pessoa que gosta de anotar todas as tarefas do dia. E se as agendas comuns não funcionam, esse aplicativo organiza seus afazeres de forma simples e rápida.

Com o Any.Do você poderá compartilhar seus projetos com outras pessoas envolvidas, além de ter controle das ações que precisa tomar, já que receberá lembretes constantemente. Na medida em que completar as tarefas, dá para eliminá-las, dando um check em cada uma.

Wunderlist

Os viciados em organização de atividades em listas podem gostar muito do Wunderlist, aplicativo que permite fazer qualquer tipo de lista de todas as tarefas diárias (seja em casa, na rua ou no trabalho) e inserir anotações para cada uma delas.

Para melhorar o uso de tempo, inclusive, dá para definir uma data limite e colocar o melhor horário para que você seja avisado pelo aplicativo sobre o final do prazo estipulado para a tarefa. O aplicativo é gratuito e pode ser usado, inclusive, no computador.

Organizze

Outros aplicativos também podem ser usados tanto no celular como no computador. E esse é o caso do Organizze, que vai ajudar a planejar o modo como você gasta o seu dinheiro. Isso é outro ponto que todos querem melhorar com a chegada de um novo ano, não?

A ferramenta é eficiente para fazer conversão de moedas, criar categorias de gastos (aluguel, financiamento, débitos entre outras) e gerar gráficos com base nas informações inseridas. Nele, o usuário pode ainda criar alarmes para não esquecer o vencimento de contas e traçar metas financeiras, como viagens, férias e aquisição de bens.

Quais aplicativos para planejamento e organização você usa?