Entenda o que é a arquitetura de marcas

Em um movimento ao mesmo tempo surpreendente e altamente simbólico, a Walt Disney Company está retirando a marca “Fox” dos ativos da 21st Century Fox, que adquiriu em março do ano passado. O estúdio de cinema 20th Century Fox se tornará o 20th Century Studios e a Fox Searchlight Pictures passa a ser a Searchlight Pictures.

Esse exemplo recente explica como, na gestão de uma marca ou no processo de branding, a arquitetura de marcas estabelece uma relação entre uma marca principal – ou mais – e as demais associadas a ela. Isso pode acontecer com produtos ou serviços, de empresas atuais ou ainda em construção.

Nas leituras de marketing e criação de marcas de David Aaker temos a explicação de que uma organização precisa ter uma estratégia de portfólio que ajude a entender a alma da marca e suas funções motivadoras. Por isso, os objetivos estratégicos e papel de cada iniciativa de uma marca master devem ser pensados antes de definir o nível de influências do conjunto de marcas.

Nesse sentido, existem quatro modelo de arquiteturas de marcas, definidos por Aaker, e que enxergam a influência da marca master como máxima até que que ela vá diminuindo e deixe de existir. Conheça-os a seguir.  

Monolítica

A influência da marca master no modelo monolítico da arquitetura de marcas é total e seus produtos, portanto, são diferenciados somente com um descritivo ou, no máximo, com detalhes e cores diferentes.

Para o público, o que interessa é consumir o que a marca master oferece, incluindo sua proposta de valor original, apesar de se apresentar em um formato diferente.

Alguns exemplos disso podem ser ilustrados pela Samsung, Bradesco e Amazon, que acrescentam algum descritivo no produto junto ao nome da marca principal para sinalizar que aquele é um serviço diferente e que funciona de forma independente, ainda que ligado aos objetivos da marca master.  

Submarca

Uma submarca continua imersa no universo da marca master, mas é entendida como secundária com menor visibilidade, mas, ainda assim, maior que a descrição do produto.

O papel de uma submarca na arquitetura de marcas é estender a atuação da marca master para contextos que “sozinha” ela não alcançaria sem gerar confusão, mas sempre deixando clara a sua origem.

Recentemente, a Apple lançou as submarcas Apple Watch, Apple TV+ e Apple Card, como ofertas diferenciadas de serviços além dos já conhecidos aparelhos tecnológicos.

Endosso

Marcas endossadas ainda são submarcas, mas com maior independência e dispensam a necessidade de construir valor para a marca master. Elas podem se comunicar com públicos mais diversos dentro de um território próprio.  

Mesmo que discretamente, a marca master ainda se faz presente, seja para manter a consistência entre seus produtos ou para alavancar a marca endossada quando ela está começando no mercado.

Existem três formas de endosso na arquitetura de marcas: uma assinatura, um elemento do nome ou a presença da marca master visualmente, no formato de um selo. A Apple é o caso mais recordado neste modelo, pois usa o endosso ao conectar todos os seus produtos e serviços com as iniciais “i” (produtos) ou “a” (serviços). Mesmo totalmente dependentes entre si, as letras acrescentadas aos nomes garantem a qualidade já atrelada à marca master. 

Casa de Marcas

Esse modelo apresenta o gerenciamento de produtos e serviços que não estão ligados ou que não remetem à marca master. A ligação, nesse caso, tornaria negativa a relação do consumidor com a oferta ou, ainda, não faria diferença na sua decisão de compra.

Portanto, a Casa das Marcas é adotada por empresas que praticam mais de uma oferta por segmento, gerenciando o espaço nas prateleiras para todos os seus produtos sem a necessidade de associá-los ao seu nome e, dessa forma, não deixando escolhas confusas para o consumidor.

Os grandes exemplos desse modelo são Unilever e P&G. Entretanto, mais recentemente, o Google começou a gerenciar diferentes inovações e, para não contaminar a imagem do buscador, se tornou Alphabet. Isso possibilitou que a empresa pudesse atuar em áreas diferentes, desde o desenvolvimento de carros autônomos até construção de casas inteligentes e venture capital.

Modelos híbridos

Aaker indica três perguntas para fazer ao definir a marca ideal para uma nova oferta.

  • A marca master existente vai fortalecer a oferta?
  • A oferta vai fortalecer a marca master?
  • Há um motivo convincente para gerar uma nova marca, seja ela uma marca independente, marca endossada ou submarca?

Mesmo respondendo a essas perguntas, raramente as empresas que escolhem um modelo de arquitetura de marcas permanece com ele indefinidamente. É mais comum a adoção de diferentes tipos para acompanhar o produto, mercado ou estratégia.

Mais comum ainda são os modelos híbridos, que combinam duas ou mais estruturas da arquitetura de marcas. A influência da marca master também muda conforme o tempo – aumentando ou diminuindo – e os objetivos do negócio.

Saber sobre arquitetura de marcas é um atributo dos profissionais de marketing. Se você gosta de assunto, pode conferir outras matérias aqui.

Marketing digital: tendências para 2020

Definir as tendências do marketing digital para um ano, exclusivamente, é um desafio muito complexo. As movimentações do mercado e a própria relação dos clientes com as marcas nos ambientes digitais se estendem por muito tempo.

Por isso, o professor Marcelo Teixeira, do curso de Marketing Digital da Plataforma Solution, apresentou as principais tendências sobre o assunto com uma visão de longo prazo, em um webinar gratuito. “A transformação digital das empresas por conta do marketing digital deve ocorrer com maior ênfase nos próximos 10 anos”, detalha.

O consumidor digital

Para iniciar o assunto, o professor citou a pesquisa da We Are Social com os principais indicadores de conectividade de presença em redes sociais, mostrando um provável período de estabilização do número de conexões e número de usuários ativos nas redes sociais.

No Brasil, os números de 2020 permaneceram semelhantes aos de 2019: 71% da população conectada e 66% das pessoas com presença ativa em, pelo menos, uma rede social.

O ponto de atenção está nos novos usuários: no último ano, são 11 milhões de novos conectados. “Mas se a porcentagem se manteve igual, então significa que esse mesmo número deixou de estar conectado. Precisamos entender os fatores que podem ter levado a essa saída: crise financeira (o cadastro nas redes sociais é gratuito, mas a conexão não é), uma parcela de população que faleceu e pessoas que realmente abandonaram as redes”, analisa.

Para o marketing digital, é preciso entender que alguns usuários deixam de lado as conexões quando sentem que elas estão se tornando prejudiciais. Esse fenômeno é chamado digital detox e deve estar no radar das marcas que usam essas conexões para manter o relacionamento com o cliente.

Em algumas situações, o perfil pode continuar existindo, mas o usuário estar inativo. E esse dado não conseguimos mensurar pelas estatísticas. “Daí a importância de aprimorar o monitoramento para avaliar se existe perda de interação”, comenta.

Além de investir em softwares para esse monitoramento, uma das tendências do marketing digital é a formação de pessoas capacitadas a interpretarem e analisarem esses dados.

E-commerce

Para o e-commerce, Teixeira destaca um avanço bastante simples: somente 30% dos brasileiros realiza compras no comércio eletrônico. A justificativa é que as pessoas buscam conhecer o produto online, mas acabam deixando para adquiri-lo na loja física. Por isso a tendência desse tipo de venda é integrar a gestão entre o virtual e o físico.

Tempo online

A pesquisa ainda mostrou que o brasileiro continua usando as tecnologias digitais em um tempo acima da média diária global. São quase três horas a mais. Quando o assunto é tempo de uso em tecnologias móveis, especificamente, nós gastamos cerca de quatro horas e 41 minutos, enquanto a média mundial é de três horas e 22 minutos.

Mesmo altos, esses números estão menores do que no ano passado. “Talvez seja uma tendência que está começando a se desenhar. Será que as pessoas vão utilizar menos as redes sociais?”, questiona o professor.

Ambientes digitais

Em termos de usuários cadastrados, o Facebook continua sendo a rede preferencial do brasileiro. Mas existe uma percepção de que a quantidade de usuários ativos esteja diminuindo. A partir disso, a expectativa é que a plataforma apresente algum tipo de estratégia para reverter essa situação.

A possibilidade é a integração, em uma plataforma única, entre os três grandes nomes: Facebook, Instagram e Whatsapp. Esse cenário facilitaria a vida do consumidor, que encontraria a três experiências em um único ambiente, mas seria um desafio para as marcas que estão acostumadas com três ambientes distintos.

O Instagram, por sua vez, está chegando ao número de usuários cadastrados do Facebook, mas a percepção é que ele é mais ativado, especialmente nos stories.

Já o Twitter deve ganhar grande importância com as eleições deste ano, já que os eleitores buscam informações na rede. “Para algumas marcas, vale a pena incluir estratégias na plataforma, sobretudo no segundo semestre”, comenta Teixeira.

O Youtube não deve apresentar grandes mudanças, enquanto o Linkedin é uma rede que preenche a lacuna B2B (empresa para empresa), já que essas relações ficavam marginalizadas do marketing digital, que é muito voltado para B2C (empresa para consumidor).

Para o professor, vale ficar de olho no Pinterest, que utiliza a propaganda de forma muito menos invasiva. O Telegram ainda tem participação restrita a determinados grupos, mas o Whatsapp continua importante para as estratégias das empresas.

E o TikTok? “Essa rede mostra que os consumidores ainda buscam entretenimento, com linguagem simples, em menos de 30 segundos. As pessoas querem dar risada em 15 segundos, porque a vida já é difícil demais”, destaca. No mundo, o TikTok alcançou 1 bilhão de usuários em dois anos. O Facebook levou oito anos para alcançar esse número e o Whatsapp demorou sete anos. “O desafio é entender que tipo de recado eu, como marca, posso passar em 15 segundos”, provoca.

Estratégias de marketing digital

Para concluir, o professor definiu três estratégias de marketing digital para as empresas aplicarem e investirem ainda este ano.

  • Marketing de conteúdo: define o comportamento do consumidor, já que impacta nas análises para a própria marca e na educação dos algoritmos. Impulsionar é legal, desde que o algoritmo não esteja desalinhado.
  • Publicidade: tende a ser menos invasiva, especialmente com LGPD. As marcas precisarão investir em bancos de dados mais qualificados, para mostrar ao usuário onde os dados disponibilizados serão utilizados.
  • E-commerce: a ideia é reter o consumidor de forma mais consistente, com integração (omnichannel) e experiência do usuário.

Você já está aplicando as tendências do marketing digital no seu negócio? Conte para a gente!

Confira o conteúdo completo do webinar aqui!

Pesquisa NPS pode indicar defensores da marca

O que torna uma empresa um sucesso não é somente a qualidade de sua produção ou os serviços oferecidos. Muito mais do que desenvolver soluções para o consumidor, uma marca precisa estar interessada nas avaliações de quem as compra. Nesse caso, a pesquisa NPS pode mostrar a quantidade de admiradores que ela pode ter.

Criada por Fred Reichheld, a metodologia NPS (Net Promoter Score) avalia a satisfação do público por meio de uma pesquisa simples e de fácil aplicação. Até hoje este é um dos principais indicadores de desempenho no planejamento estratégico e auxilia a tomada de decisões.

O principal objetivo do NPS é medir o nível de recomendação que um cliente daria para a empresa, dentro de uma avaliação por nota numérica. O método é bastante eficiente para identificar como está a satisfação com os produtos e serviços oferecidos, em uma compreensão melhorada dos fatores racionais e emocionais que fazem parte da experiência de compra.

Cálculo simplificado

Por ser considerada uma avaliação simples, a pesquisa NPS tem em sua estrutura uma pergunta definitiva direcionada aos entrevistados, que deve ser dividida em três categorias seguindo as notas concedidas.

Em um exemplo, vamos supor que a pesquisa será aplicada a 100 clientes. Aqueles que deram notas de 9 e 10 podem ser considerados promotores da marca: são leais a ela e vão continuar comprando e recomendando para amigos. Notas 7 e 8 significam uma posição mais neutra, portanto, o consumidor pode até gostar da marca, mas nada o impediria de experimentar uma concorrente.

Nos casos de notas abaixo de 7 temos a categoria de clientes detratores, que por algum motivo se encontram pouco ou nada satisfeitos com a marca. Eles costumam criticar a empresa publicamente e provavelmente não voltariam a fazer negócio, exceto em situações extremas.

Mas para saber se a empresa tem um bom nível de satisfação, é preciso subtrair detratores de promotores e dividir pelo total de respostas. Seguindo o exemplo dos 100 clientes, em que as notas foram distribuídas em 50 pessoas avaliando com 9 e 10, 20 atribuindo as notas 7 e 8 e 30 clientes que avaliaram de 0 a 6, o cálculo NPS ficaria assim: (50-30) / 100 = 20%.

Desse ponto, o valor de referência deve estar de acordo com a realidade de cada empresa, mas, na escala padrão, os seguintes parâmetros podem ser considerados:

Zona de Excelência: 75% a 100%;

Zona de Qualidade: 50% a 74%;

Zona de Aperfeiçoamento: 0% a 49%;

Zona Crítica: -100% a -1%.

Pesquisa NPS no Marketing

Ao medir a satisfação do cliente, uma marca consegue entender melhor os pontos que devem ser melhorados dentro daquilo que oferece. Descobrindo quem são seus defensores, ela deverá investir em um relacionamento de proximidade, desenvolvendo ações que mantenham o nível de satisfação.

É por isso que quanto maior o número de defensores, maior a visibilidade da marca pela ótica positiva. Clientes novos compram mais facilmente de empresas com boa reputação ou recomendadas por pessoas próximas e isso diminui o investimento em marketing de atração.

A segmentação de clientes por meio do nível de satisfação é outra forma de uso do NPS no marketing. Quando identificados os detratores, neutros e promotores, é possível direcionar ações mais assertivas para cada perfil.  Um bom exemplo é a utilização de e-mails para agradecer e enviar ofertas exclusivas quando o cliente dá uma nota 9 ou 10 na pesquisa NPS.

No caso de perfis neutros, eles estão muito perto de se tornarem promotores, portanto oferecer descontos e atendimento personalizado junto a outras ações pode melhorar a satisfação desse grupo. Com os detratores a relação pode ser criada a partir de questionamentos e feedbacks de correção, aumentando assim a fidelização do cliente, as novas oportunidades de negócios e entendendo os desafios que precisam ser encarados.

É vantajoso?

O NPS tem sido utilizado por muitas empresas para avaliar produtos e serviços em diversas áreas. As vantagens observadas na metodologia são:

  • Rapidez: pode ser pensado com apenas uma pergunta, ampliando a taxa de resposta e facilitando a análise dos dados.
  • Facilidade: a metodologia possui uma fórmula bem simples para encontrar o Net Promoter Score.
  • Padronização: por se tratar de um indicador padronizado, é fácil entender os resultados e compará-lo com os de outras empresas.
  • Aplicabilidade: segmentando o público, o NPS vai além do campo conceitual e pode desencadear ações e estratégias para melhorar marca, serviço e produto.

A pesquisa NPS pode ser dirigida para diferentes momentos do contato ou jornada de compra do cliente. Para simplificar, existem três aplicações que mais utilizam o NPS:

  • Avaliação do produto

Perguntar para os clientes se eles recomendariam o produto para amigos ou familiares.

  • Avaliação do serviço

O NPS pode servir para avaliar um serviço prestado e, de forma geral, avaliar também a qualidade dos prestadores, se for o caso.

  • Avaliação do atendimento

A diferença faz a qualidade do atendimento, por isso é importante mensurar e acompanhar os indicadores de satisfação com esse suporte. Fazer uma pesquisa NPS logo após o contato do cliente com a marca pode indicar como agir diante de uma nota extremamente baixa e criar ideias de como reverter a situação.

Outras formas de melhorar o atendimento a partir do marketing é conhecendo as estratégias certas para a empresa.

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Como utilizar os 5 sentidos no marketing sensorial

O neuromarketing é uma importante ferramenta para as ações de divulgação da sua marca. Mas você sabia que pode usar os cinco sentindo nas campanhas de marketing sensorial para garantir mais engajamento e, consequentemente, maior taxa de conversão?

A ideia é estimular os sentidos para conquistar a atenção e o interesse dos clientes. A estratégia é criar ações de forma subjetiva e personalizada, para que o processo de compra seja o mais natural e autônomo possível.

As chances de converter em compra são maiores quando a empresa explora outros sentidos além da simples visualização dos produtos nas gôndolas e vitrines ou dos anúncios.

Se algum dos sentidos não estiver diretamente ligado à sua marca, como, por exemplo, a audição, a ideia não é contratar um carro de som ou fazer um jingle para vender certo produto ou serviço. É importante despertar a necessidade de compra por meio da associação com sensações de bem-estar, desejo e impulso de comprar.

As formas de trabalhar o marketing sensorial pode ser unificando todos os sentidos em uma ação única ou trabalhá-los separadamente. Que tal algumas dicas?

Audição

Músicas e sons são cruciais para despertar nossa memória afetiva. Eles remetem a emoções e transformam as experiências em momentos mais agradáveis. Alguns exemplos de boas aplicações desse recurso são os elevadores e salas de espera.

Se você tem seu público bem definido, por que não criar e disponibilizar uma playlist em alguma plataforma de streaming para eles, de acordo com os perfis? Para a definição do público, inclusive, é necessário ouvir os clientes, suas necessidades e angústias. Em tudo isso a audição é fundamental no marketing sensorial.

Olfato

Cheiros e aromas são poderosos e envolventes. As pessoas se atraem por perfumes que mais têm a ver com sua personalidade e aí o marketing sensorial tem um prato cheio. A associação por meio do olfato é praticamente instantânea, por isso é tão eficaz se bem trabalhada.

Para quem não trabalha com alimentos, a tarefa pode parecer mais difícil, mas não é impossível. As lojas de equipamentos de surf, por exemplo, podem usufruir de aromas que remetem à praia e mar, como os famosos cheirinhos de protetor solar.

Tato

Essencial para gerar confiança no marketing sensorial, o tato fortalece a relação entre empresa e cliente. Sentir tecidos, testar maquiagens e fazer test drive em carros são algumas ações que permitem essa aproximação.

O tato é importante para aguçar o consumidor e dar um gostinho do produto, mas também tem muito a ver com a experiência do usuário. Em um provador de roupas, por exemplo, os clientes devem ter espaço para se movimentar e se sentir à vontade na hora de provar os looks.

Paladar

O gosto é experiência. Um bom jantar será sempre lembrado como uma boa experiência. Água, café, bolachinhas e até um lanchinho já são parte de estratégias de clínicas, salões e lojas.

A ideia é amenizar, por exemplo, a sensação de espera. Use e abuse desse recurso de marketing sensorial de acordo com o segmento de atuação da sua empresa.

Visão

A visão é o sentido mais utilizado nos planejamentos de marketing. Por isso, uma boa apresentação do ponto de venda e boas fotos e vídeos para redes sociais são as ferramentas mais básicas e indispensáveis para uma marca.

Cores, fontes e formas padronizadas garantem que o cliente se lembre sempre da sua empresa, como é o caso da Coca-Cola. Além disso, você pode usufruir de toda uma estratégia de utilização de cores para estimular o consumo.

Você utiliza técnicas relacionadas a marketing sensorial? Comente!

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5 erros de marketing mais cometidos pelas empresas

Planejamento é o conceito base para direcionar uma empresa e evitar o fracasso ou imagem negativa em suas iniciativas. Mesmo sabendo disso, existem erros de marketing que insistem em acontecer, seja por despreparo ou falta de interesse em criar uma estrutura que sustente a área na organização.

É bastante comum ver empresas com pensamento mais tradicional trabalhando com soluções fáceis para as demandas de marketing, o que envolve funcionários pouco indicados para a tarefa ou com conhecimento limitado sobre o que é bom ou ruim para a marca.

Esses passos podem iniciar uma turbulenta caminhada, que envolvem erros e uso indevido de ferramentas, desequilibrando de vez o posicionamento da empresa entre os seus principais concorrentes. Veja quais são os 5 erros mais cometidos pelas empresas nas campanhas de marketing.

Não entender a interação do público-alvo

Conhecer o público-alvo é algo básico para qualquer negócio. Ele engloba as pessoas que vão receber a mensagem, visualizar a campanha e até participar das ações promovidas pela marca. Por isso, ter dúvidas sobre esse grupo equivale a uma grande falha, uma vez que é impossível se conectar com um público que não se conhece.

É importante lembrar que as pessoas estão cada vez mais intolerantes com campanhas generalizadas, por isso é fundamental conversar com elas de forma mais personalizada. A sugestão é estudar um pouco mais sobre ferramentas de buyer persona para saber como agir nesse caso e não cair nos erros de marketing tão comuns.

Não definir uma estratégia

Ao deixar de lado a estratégia de marketing, é impossível saber onde se deseja chegar, tornando qualquer resultado insatisfatório. O impacto disso é simples: será impossível saber qual foi o real desempenho da campanha em si.

A própria ideia de traçar uma estratégia esclarece a necessidade de se planejar, pensando nas mais diversas coisas antes de se tomar qualquer medida prática. Uma estratégia bem-sucedida envolve também acompanhamento durante a execução do projeto com os seguintes pontos:

  • Definição de objetivos claros;
  • Comunicação de forma constante;
  • Cumprimento das boas práticas industriais;
  • Análise constante de resultados.

Não se preocupar com o tom da campanha

No momento do planejamento são definidas as ações de comunicação com o público-alvo, inclusive como isso vai ser feito. Nesse momento, saber qual tom levará a campanha mostrará de forma mais objetiva a maneira como a mensagem será passada para a audiência.

É interessante avaliar esse ponto para evitar um dos maiores erros de marketing, uma vez que a comunicação com o público deverá transmitir uma ideia, proposta, estímulo de compra ou outras possibilidades que estão relacionadas com o objetivo, mas de forma amistosa.

Não segmentar o público-alvo muito bem

A definição de público-alvo já é uma etapa essencial para nortear qualquer tipo de estratégia, mas, dentre os erros de marketing, ignorar a personalização das personas é o mesmo que atirar para todos os lados – e errar feio os verdadeiros alvos.

Para não desperdiçar tempo e dinheiro com o público errado, é preciso entender os anseios das pessoas com as quais a campanha conversa. Ir além dos dados demográficos e acompanhar as interações nas redes sociais já ajuda a identificar quais problemas os clientes possuem e a oferecer soluções cada vez mais assertivas por meio dos produtos e serviços da empresa.

Não realizar testes

Um dos grandes benefícios do marketing digital é a possibilidade de testar e mensurar todas as ações realizadas de forma rápida e simples. Mesmo assim, muitas empresas insistem em não acompanhar o resultado de suas campanhas.

Uma campanha dificilmente acerta de primeira, e, para não cair em outro dos erros de marketing, o mais indicado é realizar testes antes de colocar todas as práticas do planejamento para funcionar, sejam elas ações online ou offline. É possível contar com métricas e indicadores de desempenho para testar a eficiência das ações e realizar ajustes conforme a necessidade.

Você conhece outros erros de marketing que as empresas costumam praticar? Deixe-os nos comentários 😉

O que é preciso saber sobre a jornada do cliente?

Por aqui já comentamos sobre como o funil de vendas pode dar suporte à jornada do cliente. Mas para entender genuinamente as dores, desejos e expectativas do consumidor, é importante mapear muito bem esse conceito.

O legal dessa ferramenta é a possibilidade de criar uma representação visual das experiências que os clientes possuem com a empresa, indo desde o engajamento até a etapa de concretização de um negócio.

Mas elaborar uma jornada do cliente eficaz exige um olhar analítico, mais voltado à perspectiva do cliente. Seguir e fazer os mesmos passos dele não só ajudará a entender quais são os desafios desse personagem, como também incrementa as estratégias de captação de leads.

Etapas

Antes de iniciar qualquer prática, é importante saber um pouco das teorias. No caso da jornada de compras, existem etapas a serem compreendidas e que têm como objetivo representar melhor os passos que o cliente percorre antes de adquirir propriamente um produto ou serviço.

No momento em que as etapas estão assimiladas, o processo de construção do funil de vendas também é facilitado. Traduzindo tudo isso, vamos falar um pouco sobre cada uma das etapas que configuram a jornada do cliente:

  • Aprendizado e descoberta

O visitante do site ainda não sabe muito bem que possui um problema e nem reconhece a oportunidade de negócio. É por isso que nesse momento a intenção é despertar o interesse desse cliente em potencial com algum assunto que o faça perceber esses dois pontos.

  • Reconhecimento do problema

Atingido pelo conteúdo certo, o cliente identifica que tem um problema ou oportunidade de negócio. Então ele parte para pesquisas que expliquem melhor esse problema e as possíveis soluções.

  • Consideração da solução

Com algumas ideias de soluções em mãos, o cliente começa a avaliar e comparar as alternativas. Aqui é importante instigar o senso de urgência para que ele identifique a solução do problema e se empenhe em continuar para na resolução.

  • Decisão de compra

Finalmente, o negociante compara as opções disponíveis e pesquisa para saber qual delas é a melhor para seu contexto. O trabalho nesse momento deve ser voltado para ressaltar as qualidade e diferenciais competitivos que as soluções trarão. Ser irresistível é a chave.

Entendendo a jornada do cliente

Todo mundo já percorreu a jornada de compras e é nessa experiência pessoal que o profissional do marketing deve se basear. Claro que ele não precisa pensar pelo seu cliente, mas sim como o cliente.

Se a intenção é vender um tênis, então o caminho é pensar na jornada do cliente para chegar até esse produto. Qual problema ele pode resolver (melhorar rendimento no esporte, diminuir impactos da pisada no dia a dia)? Por que alguém o compraria (é inovador, tem materiais diferenciados, tecnologia comprovada)?

Apesar de o cliente saber que precisa adquirir um tênis específico para um objetivo, ele ainda não sabe quais problemas seriam causados casa a escolha dele fosse outra.

Daí se faz necessário prever praticamente todas essas dúvidas e dilemas, além de trazer argumentos que sejam tão bons a ponto de influenciar o comprador e provar que aquele tênis (ou outros que você tenha) é a opção que ele deveria escolher para resolver seu problema.

Casamento entre jornada e funil

Conhecendo a jornada do cliente e seus principais padrões, já é possível assimilar melhor o planejamento das etapas de vendas, desviando de obstáculos, qualificando cada vez mais os clientes e diminuindo o ciclo de vendas (compras cada vez mais rápidas).

Trabalhando com o funil aliado à ferramenta da jornada, as áreas de marketing e vendas vão trabalhar de forma cada vez mais alinhadas, com eficiência para encurtar o tempo de aquisição do cliente e até melhorar a escalabilidade no processo. 

Um bom funil de vendas terá um processo de comercialização claro, taxa de conversão gerenciável entre as etapas e criação de previsões para novos negócios.

Essas duas estratégias são formas com que a empresa entrega valor dos produtos ou serviços para seus leads, com foco nos objetivos individuais para despertar gatilhos que levarão a cada etapa da jornada e conclusão da negociação.

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Funil de vendas: saiba como montar e usar

Como anda a conversão dos leads na sua empresa? Você sabe exatamente em quais etapas eles estão e os gatilhos desses potenciais clientes? Se você nunca chegou perto de um funil de vendas, pode estar perdendo a oportunidade de atrair tráfego, gerar leads e nutri-los de acordo com o momento na jornada de compra. Ah, também está perdendo vendas!

Esse modelo estratégico é formado por etapas que mostram como dar suporte à jornada do cliente, desde o primeiro contato com a empresa até a consolidação da compra.

Dessa forma, é importante definir um funil para guiar a captação de clientes e saber como traçar estratégias que alcancem cada etapa de conversão dos leads. Sem essa ferramenta, muitas empresas acabam desperdiçando tempo e dinheiro em ações com pouco desempenho.

Etapas

O processo de criação e revisão do funil de vendas é responsável por ajudar a entender a jornada de compra do cliente. Passando por cada etapa, a empresa pode entender quais ações otimizam as vendas.

Ainda que cada organização tenha sua própria maneira de gerenciar o processo de vendas e as necessidades dos clientes, o funil está estruturado em três etapas distintas, sendo elas:

  • Topo: aqui os visitantes do site entendem que possuem uma necessidade até então desconhecida. A empresa precisa mostrar que possui a solução, oferecendo bons conteúdos em troca de dados. Com isso o interessado se torna um lead e vai para outra etapa do funil.
  • Meio: como o lead quer resolver sua necessidade, ainda que não saiba bem como, nesta etapa do funil a empresa precisa dar dicas para ajudá-lo, qualificando cada vez mais esse lead para mais um passo no funil.
  • Fundo: ainda mais qualificados, os leads viram oportunidades e estão prontos para serem atendidos pelo time de vendas. Agora eles desejam mesmo a solução. O final do funil chega quando esses prospects adquirem o produto ou serviço e se tornam clientes.

Construção de um funil de vendas

Um funil de vendas começa com o mapeamento da jornada de compras feita pelo perfil das personas traçadas pela empresa. Isso permite que a área comercial entre em contato com os potenciais clientes, entendendo seus desejos e dificuldades ao longo da jornada.

Com um primeiro mapeamento, chega então o momento de entender o que pode sugerir ao lead que existe uma solução para o problema. A partir disso as etapas do funil de vendas são planejadas, sempre pensando no suporte à jornada de compras.

O primeiro estágio do funil terá um grupo de pessoas heterogêneo, que mistura curiosos e pessoas que acessaram a página em busca de uma solução específica. Para ter um avanço, os visitantes precisam ser convertidos por meio de algum formulário ou landing page, ou seja, uma oferta de conteúdo em troca de dados.

Convertidos em leads, chega a hora de estabelecer um relacionamento com esses contatos. Será com isso que eles vão avançar nas etapas do funil até chegar ao time de vendas mais amadurecidos. A qualificação nesse ponto deverá levar em conta o perfil e interesse do lead para enviá-lo para a venda ou continuar com sua nutrição.

Por fim, quando eles estiverem realmente prontos, já podem ser considerados como oportunidades para uma venda se concretizar. Mesmo com consultores de vendas abordando esse potencial cliente, ainda é importante continuar utilizando conteúdos para manter o relacionamento em pé ao longo da negociação.

Fome de resultados

Apesar de ser um ótimo modelo estratégico, o funil de vendas não garante que todo visitante do site se torne cliente. É mais comum que as pessoas entrem na página para buscar por algum conteúdo, mas sem deixar contato para receber um retorno e se tornar um lead.

Sendo assim, é importante acompanhar as etapas do funil para que aquele número alto de visitantes – que mostram que o site está atraindo tráfego – realmente sejam convertidos para potenciais clientes.

Além disso, uma vez criado o funil, nada de descuidar dele. A estratégia só funciona mesmo quando as ações são bem pensadas, com conteúdo certo para cada etapa do processo de venda.

Portanto, o funil é importante para atrair pessoas e torná-las clientes reais. Então é bom nunca esquecer o propósito do topo, meio e fundo do funil, nem como disponibilizar as informações para que o negócio se concretize para as duas partes.  

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Desenvolva suas estratégias de marketing com o modelo AIDA

Atenção, interesse, desejo e ação. Se você ainda não usa ou não conhece as quatros etapas do modelo AIDA, é possível que esteja desperdiçando esforços nas estratégias de marketing.

O formato proposto no AIDA foi criado por Elmo Lewis, em 1898. Ele construiu a ideia de que é possível aumentar as vendas na medida em que se entende o processo de decisão da compra. Após tantos anos, o modelo ainda é importante para quem trabalha com marketing e deseja planejar suas campanhas baseadas no comportamento do consumidor.

Com ele conhecemos mais a fundo como o cliente encara negociações em cada etapa do AIDA (atenção, interesse, desejo e ação). É claro, nada disso significa convencer alguém a fazer uma aquisição, mas sim dar mais de um argumento que justifique toda a jornada de compras.

Então, para bons resultados no mercado, conhecer o público é tão importante quanto oferecer um bom produto ou serviço. Com a ajuda do método fica mais fácil ajustar as estratégias e conquistar o consumidor.

Aplicação do modelo AIDA na empresa

Antes de colocar o AIDA na estratégia de marketing é preciso entender e respeitar a ordem em que ele funciona. Isso porque o público passará por quatro etapas antes de concretizar a aquisição de um produto ou serviço.

Aliás, mesmo que bem encaminhados, nem todo cliente chega ao último passo. Ainda que uma negociação pareça bem-sucedida, o desfecho de uma venda não depende unicamente de um lado. Então, é o freguês quem vai ditar a última palavra!

Por isso é importante refletir sobre o modelo antes de tentar colocar em prática suas etapas. Para chamar a atenção do comprador, fazer com que ele pense sobre a aquisição, despertar o desejo e finalmente se decidir sobre ter ou não ter, existe um bom caminho pela frente.

A atenção é o começo

Entenda como chamar a atenção do potencial cliente. Quais canais são as melhores formas de se conectar com o público-alvo? E quais ações conseguem conversar melhor com ele?

Essa é a primeira etapa do modelo AIDA e é nela que se consegue fazer o público perceber uma oferta. Ainda nessa fase é preciso “cutucar”, instigar e tirar o cliente da zona de conforto, para que ele busque saber mais sobre o que está sendo vendido e quem é a empresa.

Saber como abordá-lo da melhor forma será o diferencial para as próximas etapas e, principalmente, para toda a estratégia de marketing.

Traga a dúvida

Se você estiver se destacando no meio de tantas empresas e conseguindo atenção, vai precisar despertar o interesse do público. É aqui que entram mais informações sobre o que você está oferecendo.

O desafio é deixar aquela pulga atrás da orelha, uma curiosidade que demande mais pesquisas. Na cabeça do cliente devem surgir dúvidas sobre se aquilo realmente vale a pena ou o que ele perde por não comprar. Responda a todas!  

Quando o produto ou serviço possibilita esse caminho de descoberta para os clientes, fica mais fácil expor as vantagens e, consequentemente, garantir a compra.

E então, tem o desejo

Chega o momento em que todos os indicativos de confiança devem estar disponíveis. Para despertar a vontade de realmente consumir, o cliente precisa saber as vantagens que acompanham a compra.

As estratégias da empresa devem estar voltadas para a diferenciação. Isso pode incluir depoimentos, parcerias, listas e comentários de clientes, além de formas de garantias e outros pontos que falem: você precisa do que eu estou vendendo.

As ações mais utilizadas nessa etapa são as promoções, ocasiões especiais, benefícios únicos do produto/serviço e a sensação de urgência. Essa é uma etapa decisiva e, geralmente, depende de uma ação real para um processo decisório.

A venda concretizada

Cumprindo bem todas as etapas anteriores do modelo AIDA, a ação final do cliente será uma consequência natural. Entretanto, isso não significa esperar que ele simplesmente finalize sua jornada de compras sozinho.

Um bom CTA (call-to-action) prepara a ocasião perfeita para confirmar o que foi oferecido anteriormente e, é claro, concretizar essa compra. É nesse momento que se coloca em prática tudo o que foi ofertado antes, desde os diferenciais e valores do produto/serviço, até a qualidade do que foi vendido e o atendimento pós-compra. 

É preciso tornar verdadeiras todas as promessas que levaram o cliente até aquele momento, ressaltando que a escolha foi realmente a melhor. Portanto, nesse ponto, seja impecável e transparente.

Mas não acaba por aí

O próprio criador do modelo AIDA sugeriu, alguns anos depois, o acréscimo da letra S no final das etapas. Ele é o ponto pós-jornada, que garante a satisfação do cliente.  

Não basta fazer com que ele consuma. Satisfaça sua necessidade e traga ele de volta. Fidelizado com a empresa, ele também será responsável por fazer propagandas positivas sobre sua experiência e, ao longo do tempo, converter outros clientes.

Campanhas de marketing e redes sociais são ótimas ferramentas para manter essa relação. Além disso, ter canais transparentes de comunicação também geram conquista. Afinal, manter um cliente é menos custoso do que conquistar um novo.

Conheça mais sobre o comportamento consumidor com os cursos de Neuromarketing e Marketing Digital, da Plataforma Solution.

Fatores que influenciam a relação entre marca e consumidor

Ser conhecido no segmento que atua e ter uma boa relação entre marca e consumidor é um dos mandamentos do marketing para as empresas. No entanto, para chegar a esse resultado é necessário entender o que influencia o pensamento do público sobre o produto.

O mercado competitivo e o fácil acesso às informações fazem parte dos fatores que podem mudar a visibilidade das marcas. A saída, nesse caso, é ficar sempre atendo às tendências do segmento e estar onde os clientes estão, em ambiente digital ou não – tudo depende.

Para isso, é preciso fazer um estudo de mercado e entender o comportamento do consumidor, a jornada dele até chegar à compra, o que o leva a adquirir um produto ou recusá-lo. Conheça os cursos de Neuromarketing e Marketing Digital da Plataforma Solution para entender esses conceitos!

Listamos abaixo os fatores que afetam a relação entre marca e consumidor para você ficar atento. Confira!

Fatores pessoais

O primeiro passo para ter uma boa relação entre marca e consumidor é entender quem é a persona que compra seu produto. Isso deve ser feito com base em análise de dados, pesquisa e estudos – não é algo aleatório.

Qual a idade da persona? E o gênero? Com o que trabalha? Quais são os interesses pessoais? E os hobbies? Essas são algumas das perguntas que devem ser respondidas nesse estudo.

Depois de decifrar esse tópico, é preciso direcionar o conteúdo produzido por sua empresa para essa persona. Segmentar o marketing é essencial para que a relação entre a empresa e os clientes seja efetiva.

Classe social

Uma marca tem que ter seu público definido, como já foi falado, e isso inclui a classe social dele. Alguns tipos de produto podem ser voltados para classes sociais distintas, mas a comunicação deve chegar a todas elas, se for o caso.

A exemplo, imagine uma marca de celulares de luxo, de alto desempenho e voltados para quem está disposto a pagar muito por um aparelho – classe A. Do outro lado, visualize uma marca mais popular, não tão cara e voltada para o público de classe C e D.

O anúncio desses dois aparelhos será bem diferente. É preciso utilizar linguagens para o público correto assimilar – um estudo adequado poderá direcionar o caminho certo. Essa é uma forma de aprimorar a relação entre marca e consumidor e melhorar a imagem da sua empresa.

Estágio de vida

Entender o que o cliente está vivendo é essencial para uma boa relação entre marca e consumidor. Dentro da segmentação de seu negócio, entenda quem é a persona, o que ela faz, em qual estágio de vida está.

Isso porque um estudante de graduação ou uma pessoa aposentada têm diferentes relações com o consumo e com marcas. Enquanto, por um lado, alguns podem ser mais engajados com os valores que a empresa passa, outros talvez se importem apenas em como aquilo facilita o dia a dia e atende às suas necessidades.

O estudo de mercado pode apontar em qual estágio da vida está a maioria dos consumidores de seu produto ou serviço. Assim, segmentar muda a relação e pode posicionar sua marca no topo da opinião pública.

Opiniões externas

Talvez esse seja um dos principais fatores de influência da relação entre marca e consumidor, mas ainda assim muitas empresas o ignoram. Na sociedade atual, opinar sobre algum produto ou serviço na internet é comum e a maioria das pessoas têm acesso a recursos para fazer isso.

Por isso, é preciso se ater à imagem que a marca mostra para seus consumidores, já que poderá ser passado à frente e influenciará o relacionamento entre os clientes e a empresa.

Bom atendimento, produto que entrega o que promete e atenção aos anseios dos consumidores são algumas das atitudes que farão com que você “suba” no conceito deles. Manter uma boa comunicação digital é positivo em muitos aspectos.

Quer saber mais sobre o assunto? Leia também 5 dicas para uma estratégia de trade marketing de sucesso

Psicologia das cores: o marketing que conquista os olhos

Elas trazem vida a tudo que conhecemos e são capazes de alterar nosso humor, liberar substâncias no organismo e influenciar o cérebro em determinadas situações. É pela psicologia das cores que sabemos hoje como cada cor age sobre nós.

Essa ciência está ligada ao neuromarketing, pois compreende como o cérebro processa informações captadas pelos olhos. Nela, o objeto de estudo é a percepção das cores pelo ser humano.

O poder da gama colorida vai muito além do visual. As cores são capazes também de motivar nosso senso de compra. Isso significa que compramos ou deixamos de comprar produtos apenas pelo impacto de um olhar.

Se para o consumidor é mais fácil associar uma marca e seu conceito a uma cor, não é muito difícil imaginar como esses estudos são importantes para profissionais do marketing.

Questão de gosto?

Gostar de uma cor não é um bom quesito para investir na marca visual de uma empresa. Existe um profundo estudo sobre qual mensagem se quer passar para chegar a um espectro que conquiste clientes.

O significado das cores na área da comunicação leva em conta a percepção que cada uma traz – o que pode ser usado a favor das campanhas publicitárias. Combinada com símbolos e palavras, elas se tornam poderosas e universais no esquema da linguagem humana.

Por sermos seres extremamente visuais, as comunicações feitas para os olhos são as que mais impactam nosso modo de consumir. As sensações são imediatas, diferentemente de um texto ou áudio, em que é preciso mais esforço para interpretar a mensagem.

Tendo em mente a importância da psicologia das cores, é preciso saber usar uma comunicação que conquiste e transmita os valores da empresa, de forma clara e dinâmica.

Psicologia das cores e emoções

Na publicidade existe o princípio da persuasão. Se o cliente é conquistado logo no primeiro contato, então esse objetivo foi atingido. Para chegar a uma boa persuasão é preciso mexer com as emoções do seu público. Daí entra o trabalho das cores.

Apesar de não parecer, elas são capazes de afetar nosso emocional tanto quanto palavras e imagens. E mesmo que cada pessoa seja diferente e possua preferências, a influência da psicologia das cores é conclusiva. 

Novamente, aqui entra o lançamento de uma marca. Seus idealizadores não podem estar apegados a cores preferidas e nem escolher uma que represente a marca de forma aleatória.

Um bom projeto de identidade visual leva em questão o que a marca deseja passar e como ela irá impactar seu público. Dessa forma, quanto mais ela cresce, mais as cores escolhidas ficam agarradas ao nome da marca e ela é lembrada antes das suas concorrentes.

O que dizem as cores?

Não existe um guia correto sobre qual cor usar em determinada marca, mas a psicologia das cores desvendou o efeito de cada uma. Durante um branding, cabe a empresa fazer um estudo do que deseja passar e escolher a melhor cor, ou combinação, para isso.

Veja o significado das principais cores:

Vermelho

Frequentemente usada na indústria de alimentos, ela pode ser estimulante e vibrante, remetendo ao apetite. Por também estar ligada a sentimentos negativos, deve ser usada com cautela.

Laranja

Desperta a criatividade e costuma ser usada para transmitir confiança. Marcas voltadas ao público jovem a adotam para passar a sensação de dinamismo, energia, atividade e proximidade.

Amarelo

Normalmente é usada em conjunto com o vermelho na indústria de alimentos. Quando aparece sem outras cores, ela é associada a acolhimento, esperança, otimismo e concentração.

Verde

Pode estar relacionada a natureza, sustentabilidade, saúde, equilíbrio e harmonia. É muito explorada em logotipos de centros de saúde, produtos de limpeza e farmácias.

Azul

O azul-claro costuma lembrar higiene, frescor e tranquilidade. Já o azul-escuro é útil para passar sensação de confiança entre as marcas e os clientes.

Roxo e lilás

Elegantes, essas cores remetem nobreza e realeza, além de espiritualidade, sabedoria, calma e respeito. São muito exploradas em clínicas de estética, SPAs, produtos de beleza e negócios relacionados ao bem-estar.

Rosa

Os tons claros lembram delicadeza, inocência, romantismo e proteção, por isso estão muito presentes em brinquedos. Os tons mais escuros estão ligados à modernidade.

Marrom

É a preferida de muitas lojas gourmet e negócios que desejam mostrar organização e comprometimento. Em marcas de produtos orgânicos, passa a ideia de itens rústicos e naturais.

Branco

A neutralidade dessa cor é associada à pureza, tranquilidade e limpeza. Combinada com outras cores ela reflete harmonia e luminosidade.

Preto

Também é uma cor neutra, mas ligada aos conceitos de poder, elegância, força e mistério. Seu significado pode ser diferente dependendo da cor combinada com ela.

Cinza

É neutra e sóbria, por isso lembra responsabilidade, profissionalismo e conhecimento. Empresas da área de tecnologia utilizam a cor para mostrar modernidade e inovação.

No mundo corporativo, a psicologia das cores é usada de forma estratégica dentro do neuromarketing. Conheça o curso de neuromarketing da Plataforma Solution e aplique seu conhecimento de forma mais rápida.

Aprenda a analisar métricas que impactam os negócios

As marcas estão em processo de apropriação das tecnologias. Isso significa que elas já aprenderam a utilizar as plataformas digitais e, agora, precisam se consolidar no meio virtual. Para isso, é imprescindível aprender a analisar métricas que impactam os negócios.

Quem explica isso é o professor Marcelo Teixeira, do curso de Marketing Digital, que ministrou a aula Gestão de Marketing: métricas que realmente impactam seu negócio, no primeiro webinar da Plataforma Solution.

Planejamento

“Qual métrica é mais importante?”, questiona o professor. “Todas e nenhuma”. Para começar a analisar métricas que impactam é interessante ter em mente que todos os resultados têm algo a dizer. Mas nenhum deles será útil se a empresa não tirar conclusões que levem a ações e estratégias de marketing.

Assim, falar de monitoramento faz parte do planejamento. A ideia é que a empresa crie sua presença digital e inicie a publicação de conteúdos para estabelecer os públicos. Com isso, o acompanhamento dessas métricas consolida a marca no mercado.

Essa consolidação pode levar algum tempo, então a ideia mais usual é combinar um site de e-commerce com redes sociais e ficar de olho nas métricas.

Monitoramento

Para trabalhar de forma mais eficiente, a dica de Teixeira é conhecer as ferramentas de monitoramento de conteúdo. No caso do e-commerce, o Google Analytics pode se tornar um aliado de peso, já que, além de ser gratuito, apresenta estatísticas relevantes para a geração de estratégias.

Já no caso das redes sociais, cada uma delas apresenta relatórios para análise das métricas, com é o caso do Facebook, Instagram e LinkedIn.

Qualidade

O professor ainda explica que um balanço da produção de conteúdo é muito importante na hora de analisar métricas que impactam. “O melhor exemplo disso é o Instagram, que deixou de exibir as curtidas nas fotos como se quisesse abrir nossos olhos para focarmos em conteúdo”, ressalta.

A justificativa é que o número de curtidas pode mascarar o público efetivo daquela empresa ou personalidade. A origem disso seria os amigos e familiares que curtem a página ou o perfil mesmo sem ter a ver com o segmento. Métricas de qualidade vêm de conteúdos que geram interação de pessoas interessadas e, posteriormente, conversão em vendas.

Vaidade

O marketing digital também precisa lidar com a vaidade das marcas. Muitas empresas optam por comprar seguidores e curtidas, mas esquecem que, ao analisar métricas que impactam, esse número é muito superficial.

Justamente porque essas curtidas atrapalham o algoritmo das redes, que fazem um intenso trabalho de identificar perfis e entregar seu conteúdo para públicos que possam, efetivamente, converter em venda de produto.

Comparação

Para Teixeira, as métricas permitem identificar e analisar os sentimentos do consumidor sobre produtos e campanhas, conhecer hábitos e comportamentos de consumo e prever ações para atingir os objetivos da organização.

Tudo isso só se torna possível a partir de um trabalho consistente de comparação com resultados anteriores internos e entre empresas concorrentes. A partir disso é viável propor soluções e caminhos para a marca seguir.

Impulsionamento

Investir dinheiro em publicações faz todo sentido na visão do professor. Mas para que esse impulsionamento tenha efeito é preciso direcionar o conteúdo para o público certo.

A dica aqui é passar um tempo fazendo testes de frequência de publicação, horário e segmentação de públicos, por exemplo. E, claro, monitorar os resultados para fazer as adequações, especialmente no índice de conversão.

Origem, permanência e rejeição

Para as páginas de e-commerce, algumas métricas importantes são a origem do tráfego, o tempo de permanência no site e a taxa de rejeição (quantidade de visitantes que não passam da página inicial).

Teixeira usou como exemplos a plataforma SimilarWeb, que tem ferramentas gratuitas de avaliação da marca no universo digital.

Gostou das dicas? Você pode acessar o conteúdo completo do webinar aqui e se inscrever no curso de Marketing Digital da Plataforma Solution aqui.

5 erros de UX design que você não deve cometer

Ter um site é praticamente um pré-requisito para as empresas que querem prosperar no mercado. Nesse contexto, algumas organizações criam páginas de forma rápida apenas para se adequar e não perder clientes, mas não se atentam aos erros de UX design que podem estar cometendo.

UX ou User Experience (Experiência do Usuário) é o estudo que busca informações sobre o que faz com que os clientes se sintam confortáveis no site. Resumidamente, procura entender quais os motivos de desistência de quem acessa seu conteúdo para, assim, resolvê-los.

Quem nunca entrou em um site e se irritou pelo excesso de pop-ups ou anúncios? Ou desistiu de navegar naquela página porque o layout era confuso demais? Por isso separamos uma lista com 5 erros de UX design que sua empresa pode estar cometendo. Confira!

Não ter um site responsivo

Um site responsivo, ou seja, legível tanto em plataformas móveis quanto em computadores, é essencial. Independente se o conteúdo, o produto ou o layout são incríveis, se o usuário não consegue acessá-lo do celular você perde o cliente.

A maioria dos usuários hoje utiliza a internet por meio de dispositivos móveis e é preciso se adequar a isso. Se um potencial cliente entra no seu endereço pelo celular e as informações estão desconexas, o layout prejudicado e nada funciona muito bem, a tendência é que ela saia e não volte mais.

Obrigar a realizar cadastro

Esse é um dos erros de UX design praticado por muitas empresas. Embora obrigar o usuário a realizar um cadastro facilite a captação de leads e de formação de uma base, é algo que irrita a maioria das pessoas.

É importante incentivar os clientes a realizarem um cadastro, mas isso não pode ser exigido. Por exemplo, se a empresa quer ofertar um e-book sobre seu nicho de atuação, coloca um botão na página inicial para o download. Em seguida, o usuário é direcionado para uma página de cadastro, em que ele pode baixar o conteúdo diretamente ou se cadastrar, caso tenha interesse.

O erro aí está no fato de que a maioria das empresas obriga o cadastro para baixar o e-book e não dá a opção de baixar diretamente. Muitos usuários desistem na página de cadastro justamente porque não têm interesse em vincular seu e-mail em um primeiro momento.

Pop-ups em excesso

Se tem algo que irrita a maioria das pessoas é quando entram em um site e de imediato “pulam” vários pop-ups antes do conteúdo. É um dos erros de UX design mais comuns. Pop-ups são aquelas janelas extras que abrem, geralmente de propagandas ou oferecendo a realização de cadastro.

Por mais que exista um “x” permitindo o fechamento com facilidade, o excesso de pop-ups prejudica quem está com pressa, além de deixar o carregamento da página mais lento. É algo que deve ser evitado e utilizado somente se houver muita necessidade.

Outro item que irrita os usuários é o excesso de anúncios. A propaganda é algo rentável para o site, mas em excesso também prejudica o layout e a visibilidade do conteúdo. Evite encher a página de anúncios e pop-ups.

Notificações

Os navegadores permitem que os usuários ativem as notificações de um site para receber os principais conteúdos. Muitas empresas usam desse recurso para encher seus potenciais clientes com dezenas de propagandas sobre o produto.

Outras, ainda pior, obrigam o cliente a ativar a notificação para conseguir acesso a algum recurso do site. O ideal é nunca obrigar o usuário a nada e, caso ele tenha optado por receber as notificações, enviar atualizações relevantes.

Hoje a maioria das pessoas tem rotinas exaustivas e não consegue parar para ler conteúdos durante todo o dia. Por isso, o ideal é enviar somente o que for muito importante e evitar excessos.

Layout

Esse é um item básico, no entanto é um dos erros de UX design mais comuns. O site de uma marca deve ser intuitivo, com layout leve e cores estudadas para não causar estranheza ou parecer “suspeito” ao seu cliente.

Imagine um site inteiro preto com algumas coisas escritas em branco, sem nenhum trabalho de imagem, sem fontes diferenciadas, sem muito o que olhar e sem indicações de onde você encontra o que busca. Somente o básico. Você confiaria nesse site como algo oficial? A resposta provavelmente foi não.

É de extrema importância investir em um site visualmente bonito, intuitivo para o cliente e com cores que casem com a identidade visual da marca.

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5 dicas para uma estratégia de trade marketing de sucesso

O sucesso de uma boa estratégia de trade marketing está relacionado com o gerenciamento da marca. Isso porque essa área é onde o departamento de marketing e o de vendas se encontram para acompanhar o crescimento do mercado, as mudanças de hábito dos clientes e, consequentemente, aumentar os negócios.

A ideia do trade marketing é aproximar o consumidor final do fabricante, por meio dos distribuidores, parceiros e pontos de venda. Assim, é considerado uma estratégia B2B (business to business), de empresa para empresa.

Para te ajudar a preparar uma estratégia de trade marketing de sucesso, separamos cinco dicas para inserir no seu planejamento.

Atenção aos distribuidores

O primeiro passo é entender as reais necessidades dos distribuidores, quais benefícios eles procuram e quais os produtos de destaque. Para isso, a dica é fazer pesquisas diretas com varejistas e atacadistas para conhecer melhor o que eles pensam e pelo que se interessam.

Essas informações são importantes para estruturar e executar planos personalizados para cada distribuidor.

Alinhe objetivos

Depois de conhecer os distribuidores, é hora de criar um bom relacionamento com os parceiros. O fabricante deve auxiliar as vendas do distribuidor que, por sua vez, deve ajudar a vender os produtos do fornecedor.

Esse ciclo garante a concepção de objetivos comuns e parcerias fortes, essenciais para sua estratégia de trade marketing.

Algumas ações chamam a atenção dos clientes e promovem interatividade, como distribuição de amostras grátis em eventos e incentivos e gratificações para vendedores.

Defina o cronograma

Essa dica não é novidade para quem trabalha com marketing: o desempenho das ações deve ocorrer de acordo com um cronograma de estratégias. Para isso, é importante entender o ciclo de vida de cada produto e adequar a periodicidade das ações.

Se o cronograma envolve participação em feiras e eventos, por exemplo, as datas devem estar inseridas no calendário para o planejamento funcionar. Não é interessante para a marca criar planos de ações a cada seis meses ou inserir práticas de última hora.

O cronograma também deve incluir as visitas aos distribuidores e pontos de venda. Isso fortalece o relacionamento e facilita a realização das duas dicas anteriores.

Mão na massa

Com todas essas informações em mãos, chegou o momento de colocar em prática as estratégias. Fique de olho nos detalhes para não colocar toda a estratégia de trade marketing em risco.

Uma sugestão é chamar a atenção dos distribuidores com anúncios que destacam o produto e o valor que ele agrega, especialmente a respeito da geração de lucro. Outra ideia é promover eventos e convidar empresários. Abordagens personalizadas, por telefone ou por e-mail, sugere exclusividade e é uma das tendências desse mercado.

Estude os resultados

Uma boa estratégia de trade marketing não pode ignorar o trabalho durante e após a execução do cronograma. Coletar os resultados é importantíssimo para avaliar pontos fortes e fracos do plano de ações.

Afinal, toda estratégia tem seu retorno sobre o investimento (ROI) e esses dados ajudam a identificar os erros e acertos. Essa prática permite reverter situações inesperadas e até planos ineficazes.

Algumas ferramentas de mensuração de resultados estão disponíveis no mercado e você pode aprender mais sobre planejamento, métricas e ações de visibilidade para sua estratégia de trade marketing com o curso de Marketing Digital da Plataforma Solution!

9 ações de marketing digital para aplicar na sua empresa

Aplicar ações de marketing digital em uma empresa requer conhecimento e uma estratégia bem planejada. É possível investir nesse quesito em várias frentes e, assim, conseguir fazer com que os clientes cheguem até o produto.

No entanto, há certa dificuldade em saber o que exatamente pode ser feito. Por isso, confira abaixo uma lista com 9 ações de marketing digital para aplicar na sua empresa.

Ter um planejamento

O primeiro passo para aplicar o marketing digital na sua empresa é reunir a equipe responsável por esse setor e fazer uma reunião de planejamento. É preciso definir uma estratégia a ser seguida pelo período da campanha – que também deverá ser pensada nessa reunião.

O momento do planejamento é o ideal para apontar as tendências da área e o que os concorrentes tem feito. Depois de um conceito, basta definir quais tipos de ações de marketing digital se encaixam na proposta e no produto.

Investir em um bom site

Atualmente, se um cliente ouve falar da sua marca a primeira coisa que ele tende a fazer é buscar no Google. Se não encontrar um bom site, com layout atrativo e carregamento rápido, a tendência de ele ainda querer seu produto é mínima.

Isso porque a opinião dos clientes é muito baseada no que é encontrado no digital. Se a marca não tem um site, ela não existe. E esse site também deve estar de acordo com o conceito da marca, a campanha de marketing e o tipo de produto que ela entrega.

Impulsionar o conteúdo

Uma boa maneira de atingir o público a quem se destina seu produto é impulsionar anúncios no Google e nas redes sociais. É um investimento importante, principalmente para quem está começando no mercado.

No entanto, mesmo para as marcas já consolidadas, é preciso manter a atenção nesse tópico para não perder mercado. O ideal para esse tipo de estratégia é conhecer bem a plataforma com a qual se quer trabalhar.

Ter um blog

Um diferencial das marcas mais conceituadas do mercado é entregar conteúdo de qualidade a seus clientes. Uma das ações de marketing digital que dá muito retorno é a criação de um blog dentro do site com conteúdos otimizados para serem encontrados nos principais buscadores.

Imagine que alguém procura por “como tirar mancha de café da roupa” e você, que nesse exemplo pode ser uma empresa de sabão em pó e alvejante, tem um tutorial no blog explicando exatamente isso. Essa é uma estratégia para atrair e converter os clientes.

Tráfego

Monitorar o tráfego do site e das redes sociais da sua empresa é essencial para conseguir aprimorar cada vez mais a estratégia. É preciso saber por onde os clientes chegam até você e se foi de forma orgânica ou por meio de anúncios.

Além disso, também é fundamental entender quem é seu cliente. Por meio das ferramentas de monitoramento de tráfego, é possível saber os dados mais relevantes de quem acesa seu site, ou seja, se seu público é composto majoritariamente por homens ou mulheres e quais as idades deles.

É relevante para conseguir direcionar as estratégias para atingir esse tipo de público e aumentar cada vez mais o tráfego do site e das redes e, por consequência, converter mais pessoas.

E-mail marketing

Os e-mails marketing não são para todo tipo de produto. O ideal é fazer um estudo para saber se essa é uma das ações de marketing digital ideal para sua marca.

Resumidamente, para conseguir aplicar essa estratégia é preciso conseguir uma base de e-mails. Isso geralmente é captado por meio de formulários no próprio site da empresa. Assim, você conseguirá enviar informações relevantes dos produtos e conteúdos do nicho em que atua para quem já se interessa por isso.

Jornada do cliente

Acompanhar a jornada do cliente até seu produto ou serviço é essencial para todos os nichos. É preciso saber o que faz com que cheguem até você e qual é o fator decisório para fecharem a compra.

Assim, da mesma maneira que com o monitoramento do tráfego, você consegue fazer um marketing direcionado e atingir quem já tem interesse no seu produto. Além disso, trabalhar a jornada do cliente é fazer com que a compra seja uma experiência – e isso é um fator muito valorizado atualmente.

Atenção à concorrência

É preciso se manter atento ao que os concorrentes fazem para saber quais são as tendências do mercado para seu produto. Acompanhe as redes sociais e todo tipo de conteúdo publicado por quem tem o mesmo tipo de produto que sua empresa.

Assim, você conseguirá entender o que é feito e aplicará as ações de marketing digital com eficácia.

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5 motivos para investir em marketing digital na sua empresa

Investir em marketing digital pode parecer desnecessário para quem não conhece muito do assunto. Estar na internet, porém, é essencial para as empresas que querem se destacar no segmento que atuam, entre outros benefícios.

Conheça cinco motivos para investir em marketing digital na sua empresa!

Quem é visto é lembrado

Se destacar na maioria dos segmentos é difícil diante da saturação de empresas da atualidade. Por isso, é importante ser visto pelos seus potenciais clientes para, quando a jornada de compra chegar ao momento de fechar o negócio, você ser lembrado por eles.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 65% dos brasileiros têm acesso à internet. Isso quer dizer que mais de 115 milhões de pessoas estão conectadas no país.

Por isso, investir em marketing digital é se conectar com seus clientes. Estar na internet é essencial para a maioria dos segmentos, mas é importante não se esquecer de quem não utiliza a internet diariamente também.

Marketing segmentado

Se você ainda não sabe por que investir em marketing digital, outro motivo é a segmentação dos seus potenciais clientes. Isso quer dizer que na internet é possível direcionar a divulgação para aqueles que já demonstram interesse no seu produto.

Ou seja, se você vende escovas de cabelo, pode segmentar os anúncios para que eles sejam mostrados a pessoas que pesquisam sobre cuidados capilares. Assim, o marketing será mais direcionado e assertivo para conversão de leads (potenciais compradores) em clientes.

Boa relação

Um dos benefícios de investir em marketing digital é a melhora no relacionamento da sua marca com os clientes. Isso porque é muito mais fácil entrar em contato com uma empresa que se mostra aberta a redes sociais, por exemplo.

A presença nas redes é essencial para as marcas que desejam aderir ao digital e trazer uma imagem mais amistosa aos consumidores. Existem centenas de exemplos que poderiam ser citados, mas, em suma, não existe uma fórmula do sucesso.

O que as empresas que investiram nas redes e ficaram famosas por isso têm em comum é o padrão de atendimento. Algumas são mais engajadas em causas sociais e atualidades, outras criaram uma persona e respondem seus clientes de forma estilizada e personalizada… São inúmeras possibilidades, mas é importantíssimo se mostrar aberto ao contato.

Mensurar resultados

Se tem uma coisa boa do marketing digital é a facilidade em mensurar os resultados do que é anunciado. Os recursos disponíveis na maioria das plataformas permitem visualizar o quanto aquele anúncio ou publicação gerou de conversão.

As estatísticas disponíveis são importantíssimas para conseguir visualizar o quanto as ações digitais estão impactando os clientes. Também servem para alterar algo que pode não estar indo bem com seu público e aprimorar. O Google Analytics é uma das principais ferramentas para isso.

Essa é uma vantagem que o marketing tradicional não permite. É praticamente impossível saber o quanto um anúncio em televisão converteu, se o retorno paga o investimento inicial entre outros indicadores.

Cabe no bolso

Uma das vantagens de investir em marketing digital é que ele permite investir de acordo com o orçamento. Diferente de anúncios de televisão, rádio ou jornais impressos, em que o valor é fixo, estar na internet pode ser mais barato. Tudo depende de quanto você está disposto a investir.

É claro, marketing digital custa. É preciso ter, sim, um valor inicial para começar a investir em anúncios online, mas não tanto quanto estar na televisão, por exemplo. Além disso, o digital permite visualizar se aquele investimento teve o retorno esperado e “se pagou” com esse retorno.

Estar no ambiente digital é mais fácil do que você imagina. Para fazer sua empresa crescer e ser lembrada, conheça o curso de Marketing Digital da Plataforma Solution!