7 mandamentos de visualização de dados

Os olhos humanos são atraídos por padrões e cores. Para a visualização de dados, isso é essencial para captar a atenção e transmitir informações por meio de representações gráficas, como diagramas, gráficos, tabelas e até mapas.

Assim como as áreas das ciências, tecnologia, engenharia e matemática, a visualização de dados pode estar presente também em finanças, marketing, história, bens de consumo, setores de serviços, educação, esportes etc.

Dentro do universo do Big Data, essa ferramenta auxilia principalmente a análise de grandes quantidades de informações necessárias para a tomada de decisões. É uma maneira de tornar mais acessíveis os elementos que em algum momento foram complexos.

Como a visualização de dados tem o objetivo de otimizar a comunicação de informações, é preciso conhecer as boas práticas que a tornam mais efetiva. Dessa forma, dados mais relevantes podem ser inseridos em contextos específicos, seja para fundamentar uma proposta ou tomar novos caminhos em uma estratégia, por exemplo. 

Conheça agora os sete mandamentos da visualização de dados.  

Use grafismo da forma certa

Propostas distintas pedem uma visualização de dados que acompanhe, da mesma forma, sua finalidade. Para cada tipo de informação é preciso delegar qual representação poderá explicar melhor um conjunto de dados.

Para isso, basta lembrar que tabelas cumprem bem a função de exibir valores precisos, enquanto gráficos servem para exibir informações percentuais, expor padrões de dados em perspectiva temporal e de progressão, relacionando-os com outros indicadores.

Agrupe dados corretamente

A visualização de dados demanda sempre o agrupamento das informações em uma apresentação, mas isso deve ser feito com atenção. Usar formas geométricas diferentes, mas que compreendam vários grupos de dados, é uma das técnicas mais usadas para esse objetivo.

Outra maneira de destacar a apresentação e guiar o público no percurso da leitura de informações é utilizando setas, que servirão também para dar ênfase em determinados dados ou grupos deles.

Não esqueça do contexto

É importante fornecer contexto para permitir que o usuário da apresentação consiga formar argumentos em cima dos dados exibidos. O design entra em campo para criar elementos visuais que abasteçam a apresentação de indicações intuitivas.

Um trabalho com o design adequado consegue contar uma história ao leitor. Junto a isso, é possível utilizar também uma narrativa que acompanhe a ilustração das informações que são distribuídas ao público.

Escolha as cores certeiras

Por aqui já falamos sobre as cores e sua psicologia. Elas são importantes na visualização de dados por darem ênfase a elementos-chave da apresentação. Além disso, podem reforçar significados, o que requer uma escolha apurada do conjunto.

A máxima é sempre prezar por aquelas que não ofusquem as informações e possibilitem uma leitura fluida, que não canse a vista. As cores podem otimizar a legibilidade e a projeção de informações, aumentando a velocidade e compreensão do que é lido.

Alie interatividade com design sensorial

Uma apresentação atrativa pode melhorar com o uso de recursos de interatividade, sempre tomando cuidado com os excessos. Portanto, na hora de projetar uma visualização de dados, identifique quais detalhes sensoriais precisam de um destaque.

Ter vários formatos de visual ajuda no momento de eleger o ideal para a apresentação. E nem sempre é necessário usar esses elementos de forma muito sofisticada. O principal objetivo de uma apresentação deve ser entregar a informação de forma mais fácil, portanto, objetividade tem que estar alinhada a qualquer prática sensorial.

Dedique atenção aos títulos

Dentro do contexto geral das informações, o título de um elemento visual precisa ser bastante explicativo e receber um destaque especial, como uma manchete de jornal. Dessa forma, é possível determinar com clareza qual é o objetivo da apresentação.

Além de ser bem pensado, outros tipos de realce de um título dentro da visualização de dados são as fontes em bold (ou negrito), que acompanham a relevância da informação em relação ao restante da página sem exagerar na aparência da análise.

Aproveite bem os espaços

Relatórios de visualização de dados precisam de um bom uso do espaço. Portanto, é interessante aplicar a técnica da proporção criada por Edward Tufte, que minimiza as marcas dos elementos visuais sem comprometer a leitura.

Reavaliar dimensão de títulos, rótulos, gráficos, tabelas e legendas é uma ótima opção para aproveitar o espaço disponível. Junto a isso, pensar em uma quantidade limitada de cores e tamanhos de fontes pode evitar que a apresentação fique carregada e confusa.

Não menos importante, saber ler dados é a principal, senão mais importante, forma de montar uma apresentação estratégica.

Saiba mais sobre as boas práticas da visualização de dados com o curso de Data Visualization, da Plataforma Solution.

Como escolher uma empresa por sua cultura organizacional?

Uma das coisas que mais incomodam é não se sentir parte de um grupo ou lugar. Ao escolher uma empresa pela questão salarial, cargos e demais benefícios, corre-se o risco de cair nessa armadilha de não pertencimento. A vaga, no começo, até parecia bem atrativa, mas desde que começou no novo emprego você se sente desconfortável e fora do comum.

O segredo para o sucesso geralmente é associado ao esforço, atualização e demais processos, mas vai muito além de fórmulas. Ele também envolve os cultura organizacional da empresa e como ela se encaixa nos valores pessoais do funcionário. Somente assim essa situação pode ser evitada.

Começando a sentir parte

Dentre as qualidades que ajudam a conquistar uma vaga, se destacam a boa comunicação, extroversão, sociabilidade e capacidade de entrosamento. Entretanto, de nada servem em um espaço que pouco cultiva relações entre os funcionários ou, até pior, os prende em circunstâncias completamente operacionais, em que não existem conversas apropriadas fora do contexto corporativo.

Quando se escolhe uma empresa, é preciso sentir confiança para se relacionar com os novos colegas. Ter uma cultura organizacional que permite o sentimento de fazer parte do grupo facilita o abandono de certos medos, como o de falar ou ter conversas descontraídas com os novos colegas.

Ao perceber que a interação não é incentivada, fica mais fácil saber se a cultura da empresa é oposta às nossas experiências. A ambientação correta certamente despertará motivação, pois é uma forma de se sentir realmente bem-vindo, sem muito esforço.

A diferença entre pessoal e profissional

Diversas vezes nos sentimos isolados nas relações pessoais, como a clássica situação de não ser convidado para algum evento. Mas no meio profissional isso não deve acontecer, pois pode prejudicar o avanço da carreira.

Um exemplo são reuniões em que sua participação é importante, mas não houve convite para estar nelas. Ou quando você é chamado e não tem espaço para falar e, quando fala, sua opinião e consideração não são levadas em conta.

Se sentir isolado no trabalho demonstra uma grave falha na cultura organizacional e mostra que a empresa não está aberta para receber a ideia de todos, excluindo a equidade de chances e descartando a possibilidade de ouvir o que os funcionários têm a dizer.

Para além disso, existem outros sinais que demonstram uma cultura ruim. Ao escolher uma empresa, levamos em conta poder fazer aquilo que amamos. Por mais que isso nos seja permitido, se a organização não demonstra uma boa inclusão, a desmotivação é capaz de aumentar o turnover.

Alguns motivos específicos podem deixar mais claro que a cultura organizacional de determinada empresa não é a correta para você, tais como:

  • Você não se sente inspirado pelos seus colegas e gestores;
  • Seu trabalho não recebe reconhecimento e recompensa, pelo menos não da forma como você gostaria;
  • Não existe investimento para desenvolvimento da sua carreira por parte da empresa;
  • Valores, propósitos e visão geral da empresa ou da sua função já não são importantes para você.

Posso mudar?

É fato que cada empresa tem a sua própria cultura organizacional e é ela quem dá “personalidade” à corporação. Se encaixar em todas não é uma exigência, pois o contrário deve acontecer. Afinal, é mais fácil se entusiasmar com aquilo que acreditamos.

Para escolher a empresa com uma cultura que se encaixa para você, o primeiro passo é identificar os sinais. Isso deve acontecer desde a capacidade de inclusão até a forma como é trabalhada o progresso de cada funcionário. Se a intenção é mudar de organização, entenda o que não gosta na atual, para não “cair” em uma similar.

No momento da entrevista de emprego, converse com o recrutador e explique seus objetivos, deixando claro os próprios ideais. Nunca tenha como alvo apenas a vaga e o salário, afinal, exercer algo que desvia dos propósitos poderá virar um fardo para o desenvolvimento.

Antes mesmo da entrevista, procure saber sobre a empresa e não somente quantos funcionários ela tem e qual seu capital. Procure por avaliações e interação em redes sociais. Durante a conversa com o entrevistador, tente perceber como a cultura organizacional é descrita e a dinâmica das equipes.

Por fim, lembre-se de que fazer uma boa reflexão sobre qual é o melhor lugar para trabalhar. Se sentir parte de um grupo, de uma força e equipe que apenas beneficie sua carreira e bem-estar deve ser uma obrigação. Somente desta forma você se sentirá motivado a abraçar os valores da organização e entrar dentro do espírito cooperativo de trabalho.

Gostou? Entenda o que é e como funciona o comportamento organizacional.

3 motivos para fazer um curso rápido durante as férias

Tirar um tempo para relaxar após tanto trabalho e correria das obrigações sociais é precioso. Mas as férias também podem significar uma oportunidade de aperfeiçoar os conhecimentos com cursos rápidos. Se a vontade de estudar nesse momento não for atrativa, saiba que é possível desfrutar do lazer e ainda dar atenção a sua carreira.

A principal razão para prorrogar esse salto na vida profissional se deve ao acúmulo de muitas tarefas. Para ficar mais claro, assumimos muitas obrigações colocando um peso de urgência em todas. Dessa forma, acabamos deixando de lado o que não parecia importante, mas era.

Ao optar por fazer um curso rápido durante as férias, você pode restabelecer um planejamento para todas as tarefas futuras, se divertir e ainda melhorar seus conhecimentos. Confira agora os motivos para não adiar mais o seu plano de estudos.

Não é um mártir, só depende de você

Escolher um curso focado em algo que você já domina e ama fazer será mais divertido do que uma obrigação. Ainda mais quando ele complementa habilidades que são importantes para a carreira.

Um dos exemplos de maior atrativo são os cursos de idiomas, que costumam fazer classes intensivas no começo e meio do ano. Dessa forma, o aluno aproveita para praticar os conhecimentos com mais tempo disponível, em aulas de até três horas. Normalmente, essa intensidade de aprendizado não pode ser conciliada com a rotina de trabalho em dias comuns.

Você não precisa só estudar, pois esses cursos tomam pouco tempo e não vão comprometer todo o período de férias.

Cabe nas contas

Por serem de curta duração, muitos desses cursos são oferecidos a um preço baixo ou por meio de algum tipo de promoção. O investimento vale a pena, mesmo se ele partir de um fundo destinado a viagens e passeios.

Reservar uma pequena quantia para o estudo não comprometerá o orçamento das férias e ainda permitirá alcançar uma realização. Começar o ano com um novo domínio no currículo pode ser a diferença para subir um degrau dos objetivos traçados. Ofereça sua experiência e mostre que esteve disposto a aprender inclusive nos momentos menos prováveis.

Organização com menos obrigações

Um desestímulo ao “consumo” de conteúdos teóricos dos cursos está relacionado ao intenso ritmo das obrigações cotidianas. Trabalho, jornadas de ida e volta, planejamentos, família, entre outros fatores requerem tanta energia que falta espaço para se dedicar a nutrição do intelecto.

Ao fazer um curso rápido durante as férias, o tempo estará dividido entre descanso, lazer e estudos. O que resta é equilibrar para que cada momento seja aproveitado corretamente, sem que de alguma forma a “pequena obrigação” tome conta do que se espera do descanso.

Para finalizar, lembre-se que a prioridade nas férias sempre será o descanso, você pode optar por um curso apenas se quiser. Ele estará aí para quem não planejou uma grande viagem e ainda assim vai passar alguns dias “só de molho” em casa. Então, por que não aproveitar esse tempinho de sobra?

Agora que leu nossas dicas, que tal conhecer os cursos da Plataforma Solution? 😉

Você também pode conferir as vantagens de se fazer um curso rápido clicando aqui.

Por que trabalhar demais não significa mais produtividade?

Muitas vezes o dia parece passar tal qual um carro em alta velocidade. Trabalhar demais, de forma acelerada e executando várias tarefas ao mesmo tempo até soa como uma alternativa para contornar tanta correria. Mas já notou que nem mesmo assim parece que as coisas andam?

Claro, nem todo o dia permite um trabalho mais lento ou mais pausas para um merecido café. Entretanto, é importante saber que trabalhar após o horário normal, mantendo um ritmo constante e sem muitas pausas influencia sim no resultado do que se entrega para a empresa.

Em primeiro lugar, existe uma análise errada do funcionário por parte da empresa. Ter muitas horas positivas de longe significa que esse colaborador manterá a produtividade em seu valor máximo.

Um erro maior pode vir por parte dos líderes que não sabem gerir corretamente a produtividade e não entendem que aspectos como uma longa jornada de trabalho impactam diretamente no nível de rendimento.

Das 8h às 18h

Nem todas as pessoas são iguais, inclusive quando se refere ao período em que se sente mais ativo. Se por um lado um indivíduo consegue estar no auge pela manhã, existem aqueles que só funcionam após as 10h. Outros, ainda, só conseguem ter um bom ritmo após o almoço ou durante a madrugada.

Da mesma forma que existem as diferenças fisiológicas, trabalhar demais impacta a produtividade para melhor ou pior, dependendo de cada pessoa.
Ficar preso ao esquema das 8h às 18h pode sugerir uma pressão mental dentro da rotina, já que o funcionário sabe que precisará entrar e sair nessa janela de horário e formalizar tudo o que conseguir na jornada de trabalho. Caso não consiga, lá vem o banco de horas.

Respeitando a individualidade, o gestor deve colocar em prática métodos que potencializem os resultados de sua equipe. Em dias de reuniões estratégicas, por exemplo, todos chegam no mesmo horário. Em outros, mais comuns à rotina, fica a cargo do funcionário cumprir sua jornada em um horário que lhe for mais conveniente.

Evitando responsabilidades

A gestão do próprio tempo é essencial para extrair melhores resultados das tarefas. Quando trabalhamos demais, é comum manter os esforços em atividades que diminuem a importância das que podem parecer “chatas”.
Mesmo que pareça menos grave, essa estratégia pode enfraquecer os negócios e o próprio potencial do funcionário. Nessa questão, ele pode desenvolver pouca maturidade e acabar caindo em ciladas da procrastinação.

Nem sempre estamos com a disposição no ápice para fazer uma atividade, inclusive quando boa parte da nossa energia é tirada por conta de pressões e exigências. E trabalhar demais pode levar a picos de procrastinação, como forma de fuga para situações que parecem não ter solução ou que exijam maiores responsabilidades.

Nem toda proatividade é boa

Em alguns cenários, trabalhar demais é também reflexo de boas intenções. Um colaborador tenta ajudar ao outro, para melhorar os resultados de ambos. O ato, que é um sinal de proatividade, nem sempre acaba sendo benéfico. Isso porque o funcionário pode acabar se sobrecarregando de atividades que não são suas e prejudicando o próprio trabalho.

Se você fecha os olhos para equipe acreditando que somente a proatividade ajudará os colaboradores, com certeza esse problema não irá se resolver. Para evitar uma baixa produtividade como um todo, saiba como instruir um funcionário que tende a trabalhar demais.

Ajude-o a entender que a proatividade é sim algo importante, mas que sozinho ele não conseguirá sustentar todas as áreas. Uma empresa é feita por pessoas de diversas áreas, inclusive a de Recursos Humanos. O departamento deve ser o maior incentivador de um ambiente saudável para o desenvolvimento de todas as atividades.

Você anda trabalhando demais? Compartilhe essas dicas com a sua equipe e gestores 😉

Como subir na carreira em 5 passos

Trabalhar bem, atingir metas e entregar resultados. Na expectativa de subir na carreira, esses tópicos surgem como essenciais para alcançar a tão sonhada promoção ou cargo de chefia. Entretanto, nem sempre só a parte prática é o importante. Outros passos podem ajudar a melhorar sua estratégia de plano de carreira.

Confira alguns que o blog da Solution listou para você!

Desenvolva sua liderança

Um líder sabe aplicar competências que envolvam planejamento estratégico, pensamento crítico, desenvolvimento para resolução de problemas e gestão de equipes.

A liderança não significa somente estar à frente de um grupo para concretizar um projeto. Ela também está ligada a áreas específicas do saber. O conhecimento de um determinado software, por exemplo, torna uma pessoa necessária para usá-lo corretamente, logo, ela será líder desse objetivo. Buscar cursos de aperfeiçoamento também ajuda a desenvolver a competência de gestão. Você pode começar com o curso de Liderança da Solution 😉

Saiba trabalhar em equipe

Seguindo a dica anterior, esse passo pode soar clichê, mas é fundamental. E por mais que se fale sobre trabalho de equipe em entrevistas, a competência só fica às claras mesmo no dia a dia. Ficar o tempo todo apenas em um círculo fechado não dá garantias de se chegar muito longe nem de subir na carreira.

Para isso, é necessário ficar atento ao ambiente de trabalho e o que nele se passa. Ao se identificar problemas, o ideal é não guardar para você as possíveis soluções que envolvam a todos. Ajude sempre que preciso, pois as empresas procuram pessoas dispostas a ir além da sua zona de conforto.

Pratique a humildade

É possível ser bom ou melhor em algo, mas isso não deve acabar com a noção sobre outras pessoas também o serem. Se julgar melhor que um colega e expor essa opinião egocêntrica só leva ao mal ver corporativo. Humanamente somos levados a tentar mostrar nossas “posses” e isso gera desconforto em um círculo social.

Para não adquirir uma imagem negativa entre os colegas de equipe, saiba mostrar suas qualidades sem ofuscar a dos outros. Você pode também mostrar empatia elogiando um destaque que viu em seus companheiros de trabalho. Assim, todos podem compartilhar seus conhecimentos e formarem um time mais intuitivo.

Esteja visível, inclusive nas redes sociais

Seu desejo de subir na carreira envolve uma promoção ou um aumento salarial? Faça com que reparem em você. Mostre bons resultados a seu chefe, mas nunca esqueça que nem tudo pode estar visível a ele. Mostre interesse em participar em projetos importantes, que muito provavelmente serão acompanhados de perto pela gerência.

Já para novas oportunidades, é importante cuidar para que suas redes sociais estejam sempre visíveis. Isso, é claro, passando uma boa imagem pessoal. Um estudo da Career Builder revelou que 70% dos empregadores usam esses canais para filtrar candidatos. Crie um perfil que realce os seus pontos fortes e experiência, afirmando-o como especialista na sua área.

Não confie em algo que pareça fácil

Promoções nem sempre são o caminho para subir na carreira, mesmo que você tenha um plano para ela. Existem ocasiões em que é preciso fazer um movimento horizontal para somente depois subir. Sabe quando te realocam para outra área da empresa? Isso pode significar um desafio e não um “rebaixamento”.

Ao ingressar em uma empresa, seja ela qual for, todo cargo será essencial para obter conhecimento. As experiências e contatos dentro dos setores ajudam a criar novas possibilidades, seja de crescimento na companhia ou na busca por nova colocação.

Gostou das discas? Comente! Veja também o que fazer quando a carreira está estagnada. 

Agricultura e Meio Ambiente: ninguém solta a mão de ninguém

A possibilidade de fusão entre os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente causou repercussão nos noticiários e redes sociais, com manifestações, em maioria, contrárias à união das áreas. Uma reação mais do que esperada ou você acreditava mesmo que os “produtores rurais desmatadores capitalistas” iam se unir numa boa com a “turma do abraça árvore que acha que dá pra alimentar o mundo com horta de fundo de quintal e cocô de vaca”?

Por mais que pareçam absurdas, as rotulações ridículas e ideológicas são mais do que comuns, por ambos os lados, quando a temática é produção agrícola e preservação ambiental. E é justamente este o ponto evidenciado pela possibilidade de fusão, “lados”. Simplesmente não deve haver lados. Agricultura e Meio Ambiente não são rivais, são aliados. Como mencionou Xico Graziano, “sai o produzir x preservar, entra o produzir + preservar. Somar, não dividir”. Produção e preservação estão integrados, é a base da sustentabilidade. É atender as necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas necessidades e aspirações, conforme definição do termo.

A oportunidade de fusão abriu espaço para redução da rivalidade e sobreposição da técnica à ideologia. Juntos, são mais fortes. É aplicar o “ninguém solta a mão de ninguém” à produção de alimentos. Uma mão a produção, outra a preservação. Hoje, elas já estão dadas e basta olhar as estatísticas setoriais de produção de alimentos e conservação ambiental para confirmar. Vamos cuidar para que esse “aperto de mão” fique cada vez mais firme, levando a ações cada vez mais integradas e ágeis, conduzindo ao progresso e crescimento sustentável.

No fim, não importa se serão fundidos um, dois, dez ministérios. O que deve se buscar é a discussão do tema de forma ponderada, buscando o equilíbrio e agilidade nas ações. A pauta “meio ambiente” é transversal às atividades. Todos os ministérios com mais ou menos intensidade, tem responsabilidade por questões ambientais. Inclusive, este foi o motivo do governo eleito não ter fundido as pastas, pois temáticas como infraestrutura, mineração e petróleo, por exemplo, não são abrangidas diretamente pela agricultura.

Agora uma coisa que podia acabar é o pleonasmo “meio ambiente”. Afinal, como diria o saudoso Prof. Caetano Ripoli, que tive o prazer de ser orientado, “você conhece algum meio que não é ambiente ou algum ambiente que não é meio”.

Botão (João Rosa) é professor da plataforma Solution e youtuber no canal Botão do Excel. 

Os 10 mandamentos do Excel

Antes de mais nada: não existe forma errada de se realizar tarefas no Excel. O que existem (sim, no plural), são maneiras mais eficientes e produtivas de se utilizar a ferramenta.

Ao longo de minha carreira investi longas jornadas de trabalho em determinadas atividades trabalhando com o Excel. Jornadas que poderiam ser otimizadas se tivesse o conhecimento das ferramentas adequadas e, sobretudo, de como utiliza-las. Hoje, com poucos cliques, realizo tarefas que antes levaria semanas.

Dessa forma, afim de contribuir para a orientação mais efetiva da ferramenta, listo os 10 mandamentos do Excel:

1 Não mesclarás

Quem nunca? Hein!? Que atire a primeira pedra… Sim, uma das práticas mais comuns entre muitos usuários do Excel, a mesclagem, é também uma das mais limitantes.

A estrutura do Excel é baseada no cruzamento entre linhas e colunas, definindo, consequentemente, as células. A partir do momento que o usuário combina células via mescla, este referencial é corrompido, não possibilitando a interpretação correta do conteúdo e aplicação de uma série de ferramentas (filtros, fórmulas, seleções, referências, etc…).

Em uma analogia, é semelhante a um jogo de “Batalha Naval”. Se houvesse a possibilidade de mesclar os campos do tabuleiro, como seriam identificados os navios a serem abatidos?

Portanto, é PROIBIDO MESCLAR CÉLULAS NA BASE DE DADOS! Procure utilizar o recurso pontualmente, como na elaboração de painéis de controle (dashboards), onde as informações são exibidas e não consultadas.

2 Não colocarás mais de uma informação em uma mesma célula

Ainda utilizando a analogia da “Batalha Naval”, você conseguiria identificar e acertar corretamente o navio desejado se houvessem diversos navios dentro do mesmo campo? No Excel é a mesma coisa. Colocar mais de uma informação em uma mesma célula limita uma série de recursos, como filtros e fórmulas de operações condicionais (SOMASES, MÉDIASES, etc…).

Portanto, lembre-se, o lema é: uma célula, uma informação.

3 Checarás a organização e a consistência da base de dados, sobre todas as coisas

De que adianta uma casa bonita se o alicerce está podre? No Excel é igual. O alicerce de uma planilha é a base de dados. De nada adianta se preocupar com as análises sofisticadas e gráficos interessantes, se a base esta desorganizada.

Além de retrabalho e limitação no uso de ferramentas, há também perda de confiabilidade. Isso porque, além das questões abordadas nos mandamentos anteriores, tratativas a fim de padronizar caracteres especiais, como espaços e acentos, devem ser realizadas.

Esses tratamentos se fazem necessários pelo fato do Excel diferenciar caracteres especiais, não agrupando os dados em um mesmo “balaio”, o que é premissa para funções condicionais e de pesquisa/referência, como por exemplo: PROCV, ÍNDICE, CORRESP, SE, SOMASES, MÉDIASES, entre outros.

Para fazer um teste é simples: i) em uma célula qualquer coloque seu nome; ii) na célula abaixo coloque seu nome novamente, porém, adicionado um espaço depois do termo (erro muito comum quando há digitação); iii) em uma terceira célula, construa uma fórmula colocando que as células anteriores são iguais (=CÉLULA1=CÉLULA2) e aperte ENTER. Como você verá, o resultado será FALSO.

Pois é, agora imagine uma análise de orçamento fundamentada em SOMASES, por exemplo, sem qualquer tratamento em relação a isso. A análise vai sair, sim. A análise é confiável, não, tendo em vista que campos com espaço ou acento serão desprezados. Sendo assim, sua tomada de decisão não é confiável.

Portanto, antes de analisar, certifique-se que sua base de dados está padronizada.

4 Não selecionarás campos inteiros para análises pontuais

Ao aplicar funções e ferramentas é comum usuários selecionarem, a partir dos cabeçalhos, linhas ou colunas inteiras para definir os argumentos. Um vício preguiçoso que acarreta, principalmente, no aumento do tamanho do arquivo e, consequentemente, na lentidão das análises. Isso porque, uma verificação a ser realizada em um determinado conjunto de células é aplicada as 1.048.576 linhas e 16.384 colunas, dependendo do sentido da análise. Ou seja, é como se você tivesse que procurar um endereço específico de uma cidade já determinada, mas selecionasse todo o país para rodar a pesquisa. Vai encontrar vai, mas exigirá mais esforço e levará mais tempo.

Portanto, selecione apenas aquilo que vai usar.

5 Explorarás os recursos de referência

Ao utilizar diferentes recursos no Excel, sejam funções, ferramentas ou estruturação de gráficos, o usuário tem basicamente duas opções ao indicar argumentos: escrever diretamente na ferramenta ou fazer referência a uma célula/intervalo de dados. Pois bem, sempre que possível, opte pela segunda opção.

Ao referenciar uma célula, um vínculo é criado, de modo que caso ocorram modificações, as relações de interdependência serão respeitadas. Fato este que não ocorre quando um argumento é digitado. Ou seja, em caso de eventuais ajustes, a identificação e correção são manuais, morosas e sujeitas a erro.

Ainda sobre referências, para uma manipulação eficiente do Excel, é fundamental que o usuário domine as derivações de referência absoluta disponíveis, dadas pelas combinações de fixação, representadas pelo uso cifrão ($) nas células.

Além disso, a definição de nomes de células e/ou intervalos de células pelo uso do “Gerenciador de Nomes” é um recurso poderoso e que pode ser utilizando em paralelo, otimizando diversas ferramentas.

Portanto, sempre referenciar uma célula – dominando as opções disponíveis – e nunca digitar o argumento/texto/valor.

6 Checarás a compatibilidade dos recursos

Melhorias e atualizações são processos naturais no desenvolvimento de qualquer programa, e no Excel não é diferente. A utilização das novas ferramentas e/ou de suas formas evoluídas, entretanto, deve ser realizada com cautela, em função da compatibilidade de recursos.

Se você usar uma função disponível apenas na versão 2016, por exemplo MÁXIMOSES ou MINÍMOSES, e enviar o documento para um usuário que tem versões anteriores, este não conseguirá manipular a planilha de forma adequada. Ou seja, vai dar PAU!

Outro exemplo é a função CONCAT (disponível a partir da versão 2016) que substituiu a CONCATENAR. Na prática, elas fazem a mesma coisa, unindo informações de diversas células em uma. Porém, novamente, se você estruturar uma planilha fazendo uso da CONCAT e compartilhar com um usuário que utiliza versões anteriores… PAU!

“Tudo bem Botão, mas como faço para identificar se a função é nova ou não”? De forma simples e prática não há ☹. A checagem da versão é burocrática, devendo ser acessada pelo portal de suporte do Office.

O Excel até chega a avisar sobre a versão, porém, chamando atenção para funções descontinuadas, a partir uma ilustração de placa de atenção sobre a fórmula (veja a fórmula DESVPAD, outro exemplo substituído). Ou seja, ele avisa quem foi, mas não quem chegou! Ao meu ver, um ponto de melhoria no programa.

Portanto, tenha conhecimento da versão que o usuário de destino está utilizando ou estruture sua planilha a partir de fórmulas “antigas”.

7 Utilizarás os recursos de forma integrada

O uso de muitos recursos no Excel só tem sentido se utilizado de forma integrada. Talvez, o melhor exemplo para isso seja a função CORRESP, que procura um item especificado em um intervalo de células, retornando a posição relativa desse item no intervalo. Se utilizada no singular, não serve para praticamente nada. Afinal de que adianta saber por saber a posição do item no conjunto de dados?

Porém, quando combinada com outras funções, o CORRESP se torna a engrenagem da solução. Um exemplo clássico é a construção da famosa fórmula do PROCV, onde a maior parte dos usuários insere manualmente o “núm_índice_coluna”, capando, consequentemente, a automação da solução.

Neste caso, a utilização do CORRESP é extremamente aplicável, tornando a lógica mais flexível e com menor probabilidade de erro. E este é apenas um dos inúmeros exemplos a serem citados.

Lembre-se, o real potencial do Excel não está no uso individualizado das ferramentas, mas sim na combinação dos elementos. O usuário deve buscar sinergias e explorar ao máximo as soluções. Com isso, ele perceberá que não existe a forma errada, mas sim a mais produtiva.

Portanto, como “uma andorinha não faz verão”, uma fórmula ou ferramenta não faz uma boa planilha. Busque a integração das soluções.

8 Não utilizarás macro em vão

As implementações do Visual Basic for Applications (VBA) ou as populares “macros”, são ferramentas fantásticas que permitem explorar a automação e customização de diversas tarefas no Excel. Seu domínio é sonho de consumo entre usuários do programa. Muitos chegam a pensar, inclusive, que só quem sabe trabalhar com macro realmente sabe mexer no Excel. Uma baita lenda.

O Excel dispõe de uma gama muito ampla de funcionalidades nativas, distribuídas entre ferramentas e fórmulas dedicadas, sendo possível realizar MUITA COISA.

Boa parte das linhas de programação que vemos na prática estão prontas na faixa de opções ou na biblioteca de funções. Conhecer o propósito destas ferramentas e saber como utilizá-las de forma integrada, como visto no mandamento anterior, este sim deve ser o objetivo do usuário.

Portanto, antes de querer aprender sobre programação em VBA ou programar, procure explorar os recursos existentes.

9 Lerás

Sim, LER! E quando abordo leitura – apesar de ser fundamental buscar conhecimento – não falo de livros ou artigos como este. Me refiro as instruções explicativas atreladas as funcionalidades do programa.

A utilização de uma simples função, por exemplo, está repleta de informações em comentários, desde o momento da inserção da fórmula na célula até a indicação dos argumentos.

Tudo bem que algumas explicações são “tortas” ou simplistas demais, mas um posicionamento básico do mouse sobre a ferramenta em questão permite, além do esclarecimento de uma série de dúvidas, que muitos erros sejam evitados.

Portanto, leia e preste atenção no que o Excel quer te dizer.

10 Não clamarás por ajuda em vão

A primeira reação quando não conseguimos realizar determinada tarefa é pedir ajuda para alguém mais experiente. Sempre haverá alguém mais experiente, porém, evite acioná-lo de imediato. Durante o processo de aprendizagem e absorção do conteúdo, é fundamental “estressar” todas as possibilidades individualmente.

Evidente que você deve buscar as soluções a partir de materiais de apoio, como tutoriais, livros, etc… Mas faça essa busca sozinho, isso estimula o raciocínio e faz parte do desenvolvimento. Você vai se tornando autodidata. O lance, além do que procurar, é saber como procurar.

E claro, isso exige tempo. Mas, como coloquei na introdução do artigo, o termo é “investimento” e não “perda” de tempo. Como diria Einstein em duas frases que gosto muito: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original” e “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Portanto, saia da zona de conforto e vai para cima!

Botão (João Rosa) é professor da plataforma Solution e youtuber no canal Botão do Excel. 

Já conhece o curso Ferramentas do Excel? Ele é indicado a usuários do Excel que queiram aprimorar seu conhecimento. Saiba mais clicando aqui

Mindfulness: como treinar a atenção plena no trabalho

Mindfulness é uma técnica de meditação com o foco na concentração plena. A prática vem sendo utilizada por muitas empresas e universidades com o intuito de desenvolver um ambiente mais colaborativo e assim promover bons resultados.

Com ela é possível criar uma relação de participação conjunta entre os funcionários. Dessa forma, eles têm mais disposição para compreender uns aos outros, além de adquirir mais foco e atenção nas tarefas da rotina laboral.

Como funciona

Para trabalhar o Mindfulness é preciso iniciar com pequenas ações pessoais, fazendo o uso da respiração como ferramenta de reconexão da mente e do corpo. Aos poucos, ele deve ser incluído nas rotinas do dia, inclusive as do trabalho.

Para facilitar, aqui vão alguns exemplos para desenvolver com a equipe:

  • Escolha começar o dia percebendo as suas sensações. Observe sua respiração por alguns instantes antes de se levantar;
  • Selecione alguns dias para dirigir ou se deslocar para o trabalho sem música e sem utilizar o celular, observando atentamente o que acontece no caminho. Quando chegar ao seu destino, tire alguns momentos para perceber a respiração antes de sair do carro ou entrar no escritório;
  • Tente comer de forma consciente, atentando-se as cores e ao paladar, mastigando atentamente e observando o cheiro dos alimentos;
  • Caminhe entre as reuniões sem olhar e-mails ou textos. Sinta os pés tocarem o chão, o ar na sua pele, bem como a possibilidade de cumprimentar colegas pelos quais você sempre passa;
  • Em sua mesa, enquanto o computador estiver ligado, faça algumas respirações atentas, perceba as sensações no corpo e observe como está sua postura ao sentar.

Independente das atividades envolvidas no trabalho, todas podem ser feitas com atenção. Estar consciente sobre o presente tornará mais claras e eficientes as ações do dia. Lembrar de colocar sentido nas atividades desenvolvidas também ajudará na produtividade e nos resultados.

Benefícios

Com raízes nas práticas budistas, o Mindfulness está inteiramente ligado ao controle sobre a capacidade de concentração, no presente e nas tarefas. Por esse motivo, muitas empresas adotaram a técnica entre os funcionários.

Ter atenção com mais qualidade interfere de forma positiva na regulamentação e dosagem das emoções e até no bem-estar físico. A qualidade da atenção, por exemplo, pode melhorar o processo decisório e cognitivo.

A técnica auxilia, ainda, na regulação emocional, impedindo que a pessoa afete o seu bem-estar por uma raiva ou por uma mágoa. Por isso, ela tem sido mais explorada em estudos e pesquisas para comprovações científicas de seus benefícios.

Já pratica o Mindfulness? Deixe nos comentários o que acha sobre a técnica 😉

Conheça as vantagens de fazer um curso rápido

É unânime. Estar capacitado significa um melhor destaque no mercado de trabalho. Um currículo com experiências profissionais chama – e muito – a atenção, mas as empresas também estão de olho em candidatos com algum tipo de curso rápido e de aperfeiçoamento.

O modelo de curta duração é uma ótima opção para garantir melhores qualificações e tem a vantagem de não tomarem tanto tempo de quem busca por uma colocação no mercado. Conheça algumas das vantagens de estudar em um curso desse tipo:

É rápido, mesmo!

Obviamente, esse é o maior benefício para quem deseja capacitação sem precisar dispor de muito tempo. Grande parte dos cursos têm uma carga horária mínima de 10 a 30 horas, mas existem aqueles que chegam a 160 horas.

Racionalizando, em alguns casos é possível se formar em menos de uma semana. Justamente por não demandar muito tempo, fica fácil conciliar um ou mais cursos com trabalho sem grandes sobrecargas.

Abordagem prática

Ao fazer um curso rápido, o aluno busca preparação para atuar em determinada profissão. Por isso, a maioria das capacitações de curta duração oferecem aulas com maior conteúdo prático em relação ao teórico. Desta forma, o candidato a uma vaga de trabalho já pode registrar sua formação como experiência profissional.

Investimento acessível

Não somente a conclusão em curto período de tempo chama a atenção em um curso rápido. Outro grande benéfico está relacionado ao valor de contratação das aulas, que não requer grande investimento financeiro. Capacitações do tipo costumam oferecer valores acessíveis, principalmente quando comparados aos modelos tradicionais de formação ou aos de maior duração.

Atualização na carreira

Por valorizar o currículo, o curso rápido está se tornando a escolha de muitos profissionais que buscam por aperfeiçoamento. Isso não só para aqueles que estão iniciando no mercado de trabalho, mas também para quem já está inserido e quer continuar se especializando. Seu conteúdo é uma ótima oportunidade de melhorar qualidades já desenvolvidas dentro dos vínculos empregatícios.

Não te deixa parado

Muitos querem aproveitar da melhor forma as férias escolares e do trabalho, ou ainda o tempo de espera entre a entrega do currículo e uma entrevista de emprego. Fazer um curso rápido, além de aprimorar os conhecimentos em determinada área, também trará novas redes de contato e maiores chances de contratações.

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5 dicas de neurociência para melhorar seu desempenho nos estudos

Estudar é muito mais do que apenas assistir a uma aula ou ler um conteúdo de forma ‘mecânica’. É preciso ter concentração para aprender e poder aplicar o conhecimento ao seu dia a dia. O Solution separou cinco dicas da neurociência que vão melhorar seu desempenho nos estudos.

1 – Faça mapas mentais

Fazer registros no papel é uma ótima estratégia e essa regra vale para qualquer assunto, mas principalmente para os temas que você tem mais dificuldade. A associação de palavras orienta seu cérebro para o registro, o conceito fica gravado mais facilmente, reforça a professora Fátima Jinnyat, pesquisadora de neurociência com foco comportamental. Desenhar é ainda melhor. “Mapas mentais nada mais são do que a reprodução das informações que estão no cérebro organizadas no papel como mapas”, diz Fátima. O conceito foi bastante trabalhado por Tony Buzan, autor do livro “Mapas Mentais e Sua Elaboração”. Segundo Fátima, anotar ou fazer desenhos faz com que o cérebro dê prioridade ao que está sendo ouvido. Sem registro, seu cérebro vai deixar coisas escapar e ficam só as que fizerem mais sentido para você naquele momento ou com as quais você concorda.

2 – Tenha foco

Parece óbvio, mas não é raro encontrar quem estude “grudado” ao celular ou com a televisão ligada, por exemplo. “A maioria da sociedade diz que o cérebro pode fazer muita coisa ao mesmo tempo, mas atenção em 1º grau é uma só”, explica a professora. Ela cita que o cérebro dá, sim, prioridade a uma das tarefas e que, também por isso, temos a sensação de estarmos ficando mais esquecidos. “O que te tira a atenção deve ser deixado de lado. Não adianta estudar com o WhatsApp aberto no celular, mexendo nas redes sociais. Tudo o que vai tirar sua atenção, vai te prejudicar”, afirma Fátima.

3 – Fique no ‘modo pausa’

A retenção do estudo é muito mais positiva quando você está centrado, sem pressa de fazer outra coisa ou com medo, ansioso por uma futura prova ou algo relacionado. “Fique no modo pausa. É muito difícil, mas muitos conseguem e a retenção do estudo é muito mais positiva. Se você estuda com vontade de que aquilo acabe logo, pensando em outras coisas, o resultado não é bom. Um pouco de meditação antes, parar e respirar, se acalmar, são coisas importantes. As ideias fluem de maneira muito mais criativa”, informa Fátima.

A ansiedade e o medo também fazem com que haja liberação de cortisol (conhecido como hormônio do estresse), o que prejudica o aprendizado e pode provocar aqueles famosos “brancos” na hora de uma prova.

4 – Pense nas ‘recompensas’

O cérebro gosta de recompensas e quando você estuda focando nos benefícios futuros, os resultados são melhores. Pensar que você está abrindo mão de algo em prol do estudo é algo negativo. “É pensar positivo no sentido de que você está tendo uma renúncia imediata, mas terá uma recompensa lá na frente”, cita a professora.

É preciso aprender que a renúncia não é um sacrifício, toda escolha na vida implica em uma renúncia a outra, reforça a profissional. Aprenda, então, a focar no que é bom: sejam férias, carreira bacana ou mesmo reconhecimento no trabalho.

5 – Respeite-se

Estudar de manhã ou à noite pode ser bom ou ruim conforme seu relógio biológico. Respeitá-lo é importante para um melhor desempenho nos estudos. “Você se obrigar a estudar pela manhã sendo uma pessoa com hábitos noturnos não será a melhor opção”, diz Fátima. Outra recomendação da professora é definir o seu melhor método para estudar. “É preciso entender como você funciona e respeitar isso. Não há uma ‘receita de bolo’ para o sucesso”, diz. As dicas ajudam, mas também há tentativas e erros até acertar o que é mais produtivo para você, reforça a profissional.

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5 vantagens de fazer um curso online

Os cursos EAD (ensino a distância) são uma ótima oportunidade para qualificação e capacitação profissional. A facilidade de acesso e a flexibilidade de horários são algumas das vantagens dessa modalidade de ensino, que vem crescendo cada vez mais no país.

Confira cinco vantagens de fazer um curso online:

Flexibilidade de horários

Poder montar seus próprios horários de estudo é um dos grandes benefícios do ensino a distância. Você pode acessar o conteúdo dos cursos na hora que preferir. A plataforma funciona 24 horas por dia, diferente do ensino tradicional, que segue uma grade fixa e com horários delimitados. Com essa flexibilidade, sua rotina não precisa ser determinada com base nos estudos. Você reserva o tempo que acha necessário para estudar na hora que for mais conveniente.

Acesso facilitado ao conteúdo

Os cursos estão em uma plataforma disponível o tempo todo. Com isso, você pode acessar o material de qualquer lugar com acesso à internet: sua casa, uma biblioteca ou até mesmo um café. Essa facilidade permite inclusive um rendimento melhor nos estudos, já que você fica mais confortável para estudar.

Aprendizado

Você nem sempre consegue comparecer a uma aula presencial. Além disso, há vezes em que o entendimento fica prejudicado por perder a aula, que terá de ser recuperada de alguma forma posteriormente. Nos cursos online, isso não acontece: você não perde aulas e ainda pode repeti-las se sentir necessidade. Há ainda possibilidade de interação com os participantes do fórum, que promove debates dos temas por mais tempo.

Otimização do tempo

Perder horas no deslocamento entre trabalho ou casa e o local de estudos não existe para quem opta por um curso online. O tempo necessário para o deslocamento pode ser aproveitado para acelerar os estudos, o que também é possível na modalidade EAD. Você cursa os módulos no seu ritmo, respeitados os prazos para conclusão geral.

Melhor custo/benefício

Os cursos online oferecem ótimo custo-benefício, sendo em geral mais acessíveis que os cursos presenciais e com possibilidade de aprendizagem com os melhores professores das áreas. Os cursos online Solution oferecem certificação.

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Derivativos de Agronegócios são alternativa para proteção de preços

O uso de derivativos de agronegócios ainda é desconhecido por grande parte dos produtores, mas sua utilização pode trazer vantagens como a fixação de preços futuros e possibilidade de garantia das margens de lucro, o que fomenta sustentabilidade nos negócios. O tema integra o conteúdo do curso Gestão de Custos no Mercado de Grãos, oferecido pela Solution.

“A disciplina trata sobre como gerir melhor a negociação e comercialização dos grãos, principalmente soja e milho, com instrumentos de proteção contra risco de preços”, explica o professor Wilson Micelli, que também é consultor de risco de mercado agropecuário e autor do livro Derivativos de Agronegócios, gestão de risco de mercado.

Com os derivativos, o produtor pode vender contratos futuros de soja ou milho, por exemplo, para reduzir riscos de variações bruscas de preços (quedas) – o que é conhecido como operação de proteção (hedge). Isso possibilita também que o produtor se programe melhor com relação a seus investimentos para os próximos anos, cita o professor.

Outra vantagem para o agricultor é não ficar tão dependente da indústria, principal compradora no mercado de grãos e, muitas vezes, formadora de oligopólios. “Os derivativos são uma alternativa a mais de venda e servem como um ‘farol’, já que permitem que o produtor consiga visualizar o preço futuro e comparar com aquele que ele venderia à indústria”, afirma.

Nos Estados Unidos, reforça o professor, o uso desses instrumentos é muito comum. “O produtor vende a safra previamente. A ideia não é vender o físico, mas sim garantir o preço”, explica Micelli.

Derivativos são seguros

Os derivativos são seguros e a bolsa faz a administração do risco de crédito, informa o professor. “Ela constitui garantia das partes quando operam em bolsa. Todos os participantes são obrigados a depositar garantias e elas servem como um lastro para poder fazer frente a uma eventual inadimplência”, diz.

Também não é preciso negociar a safra inteira, informa Micelli. “Há liberdade para escolher o percentual que se quer proteger. A sugestão para quem está começando é proteger por exemplo 50%, 60% da safra e à medida que os preços vão evoluindo pode-se aumentar, mas não é obrigatório”, cita.

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