O que é preciso saber sobre a jornada do cliente?

Por aqui já comentamos sobre como o funil de vendas pode dar suporte à jornada do cliente. Mas para entender genuinamente as dores, desejos e expectativas do consumidor, é importante mapear muito bem esse conceito.

O legal dessa ferramenta é a possibilidade de criar uma representação visual das experiências que os clientes possuem com a empresa, indo desde o engajamento até a etapa de concretização de um negócio.

Mas elaborar uma jornada do cliente eficaz exige um olhar analítico, mais voltado à perspectiva do cliente. Seguir e fazer os mesmos passos dele não só ajudará a entender quais são os desafios desse personagem, como também incrementa as estratégias de captação de leads.

Etapas

Antes de iniciar qualquer prática, é importante saber um pouco das teorias. No caso da jornada de compras, existem etapas a serem compreendidas e que têm como objetivo representar melhor os passos que o cliente percorre antes de adquirir propriamente um produto ou serviço.

No momento em que as etapas estão assimiladas, o processo de construção do funil de vendas também é facilitado. Traduzindo tudo isso, vamos falar um pouco sobre cada uma das etapas que configuram a jornada do cliente:

  • Aprendizado e descoberta

O visitante do site ainda não sabe muito bem que possui um problema e nem reconhece a oportunidade de negócio. É por isso que nesse momento a intenção é despertar o interesse desse cliente em potencial com algum assunto que o faça perceber esses dois pontos.

  • Reconhecimento do problema

Atingido pelo conteúdo certo, o cliente identifica que tem um problema ou oportunidade de negócio. Então ele parte para pesquisas que expliquem melhor esse problema e as possíveis soluções.

  • Consideração da solução

Com algumas ideias de soluções em mãos, o cliente começa a avaliar e comparar as alternativas. Aqui é importante instigar o senso de urgência para que ele identifique a solução do problema e se empenhe em continuar para na resolução.

  • Decisão de compra

Finalmente, o negociante compara as opções disponíveis e pesquisa para saber qual delas é a melhor para seu contexto. O trabalho nesse momento deve ser voltado para ressaltar as qualidade e diferenciais competitivos que as soluções trarão. Ser irresistível é a chave.

Entendendo a jornada do cliente

Todo mundo já percorreu a jornada de compras e é nessa experiência pessoal que o profissional do marketing deve se basear. Claro que ele não precisa pensar pelo seu cliente, mas sim como o cliente.

Se a intenção é vender um tênis, então o caminho é pensar na jornada do cliente para chegar até esse produto. Qual problema ele pode resolver (melhorar rendimento no esporte, diminuir impactos da pisada no dia a dia)? Por que alguém o compraria (é inovador, tem materiais diferenciados, tecnologia comprovada)?

Apesar de o cliente saber que precisa adquirir um tênis específico para um objetivo, ele ainda não sabe quais problemas seriam causados casa a escolha dele fosse outra.

Daí se faz necessário prever praticamente todas essas dúvidas e dilemas, além de trazer argumentos que sejam tão bons a ponto de influenciar o comprador e provar que aquele tênis (ou outros que você tenha) é a opção que ele deveria escolher para resolver seu problema.

Casamento entre jornada e funil

Conhecendo a jornada do cliente e seus principais padrões, já é possível assimilar melhor o planejamento das etapas de vendas, desviando de obstáculos, qualificando cada vez mais os clientes e diminuindo o ciclo de vendas (compras cada vez mais rápidas).

Trabalhando com o funil aliado à ferramenta da jornada, as áreas de marketing e vendas vão trabalhar de forma cada vez mais alinhadas, com eficiência para encurtar o tempo de aquisição do cliente e até melhorar a escalabilidade no processo. 

Um bom funil de vendas terá um processo de comercialização claro, taxa de conversão gerenciável entre as etapas e criação de previsões para novos negócios.

Essas duas estratégias são formas com que a empresa entrega valor dos produtos ou serviços para seus leads, com foco nos objetivos individuais para despertar gatilhos que levarão a cada etapa da jornada e conclusão da negociação.

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Desenvolva suas estratégias de marketing com o modelo AIDA

Atenção, interesse, desejo e ação. Se você ainda não usa ou não conhece as quatros etapas do modelo AIDA, é possível que esteja desperdiçando esforços nas estratégias de marketing.

O formato proposto no AIDA foi criado por Elmo Lewis, em 1898. Ele construiu a ideia de que é possível aumentar as vendas na medida em que se entende o processo de decisão da compra. Após tantos anos, o modelo ainda é importante para quem trabalha com marketing e deseja planejar suas campanhas baseadas no comportamento do consumidor.

Com ele conhecemos mais a fundo como o cliente encara negociações em cada etapa do AIDA (atenção, interesse, desejo e ação). É claro, nada disso significa convencer alguém a fazer uma aquisição, mas sim dar mais de um argumento que justifique toda a jornada de compras.

Então, para bons resultados no mercado, conhecer o público é tão importante quanto oferecer um bom produto ou serviço. Com a ajuda do método fica mais fácil ajustar as estratégias e conquistar o consumidor.

Aplicação do modelo AIDA na empresa

Antes de colocar o AIDA na estratégia de marketing é preciso entender e respeitar a ordem em que ele funciona. Isso porque o público passará por quatro etapas antes de concretizar a aquisição de um produto ou serviço.

Aliás, mesmo que bem encaminhados, nem todo cliente chega ao último passo. Ainda que uma negociação pareça bem-sucedida, o desfecho de uma venda não depende unicamente de um lado. Então, é o freguês quem vai ditar a última palavra!

Por isso é importante refletir sobre o modelo antes de tentar colocar em prática suas etapas. Para chamar a atenção do comprador, fazer com que ele pense sobre a aquisição, despertar o desejo e finalmente se decidir sobre ter ou não ter, existe um bom caminho pela frente.

A atenção é o começo

Entenda como chamar a atenção do potencial cliente. Quais canais são as melhores formas de se conectar com o público-alvo? E quais ações conseguem conversar melhor com ele?

Essa é a primeira etapa do modelo AIDA e é nela que se consegue fazer o público perceber uma oferta. Ainda nessa fase é preciso “cutucar”, instigar e tirar o cliente da zona de conforto, para que ele busque saber mais sobre o que está sendo vendido e quem é a empresa.

Saber como abordá-lo da melhor forma será o diferencial para as próximas etapas e, principalmente, para toda a estratégia de marketing.

Traga a dúvida

Se você estiver se destacando no meio de tantas empresas e conseguindo atenção, vai precisar despertar o interesse do público. É aqui que entram mais informações sobre o que você está oferecendo.

O desafio é deixar aquela pulga atrás da orelha, uma curiosidade que demande mais pesquisas. Na cabeça do cliente devem surgir dúvidas sobre se aquilo realmente vale a pena ou o que ele perde por não comprar. Responda a todas!  

Quando o produto ou serviço possibilita esse caminho de descoberta para os clientes, fica mais fácil expor as vantagens e, consequentemente, garantir a compra.

E então, tem o desejo

Chega o momento em que todos os indicativos de confiança devem estar disponíveis. Para despertar a vontade de realmente consumir, o cliente precisa saber as vantagens que acompanham a compra.

As estratégias da empresa devem estar voltadas para a diferenciação. Isso pode incluir depoimentos, parcerias, listas e comentários de clientes, além de formas de garantias e outros pontos que falem: você precisa do que eu estou vendendo.

As ações mais utilizadas nessa etapa são as promoções, ocasiões especiais, benefícios únicos do produto/serviço e a sensação de urgência. Essa é uma etapa decisiva e, geralmente, depende de uma ação real para um processo decisório.

A venda concretizada

Cumprindo bem todas as etapas anteriores do modelo AIDA, a ação final do cliente será uma consequência natural. Entretanto, isso não significa esperar que ele simplesmente finalize sua jornada de compras sozinho.

Um bom CTA (call-to-action) prepara a ocasião perfeita para confirmar o que foi oferecido anteriormente e, é claro, concretizar essa compra. É nesse momento que se coloca em prática tudo o que foi ofertado antes, desde os diferenciais e valores do produto/serviço, até a qualidade do que foi vendido e o atendimento pós-compra. 

É preciso tornar verdadeiras todas as promessas que levaram o cliente até aquele momento, ressaltando que a escolha foi realmente a melhor. Portanto, nesse ponto, seja impecável e transparente.

Mas não acaba por aí

O próprio criador do modelo AIDA sugeriu, alguns anos depois, o acréscimo da letra S no final das etapas. Ele é o ponto pós-jornada, que garante a satisfação do cliente.  

Não basta fazer com que ele consuma. Satisfaça sua necessidade e traga ele de volta. Fidelizado com a empresa, ele também será responsável por fazer propagandas positivas sobre sua experiência e, ao longo do tempo, converter outros clientes.

Campanhas de marketing e redes sociais são ótimas ferramentas para manter essa relação. Além disso, ter canais transparentes de comunicação também geram conquista. Afinal, manter um cliente é menos custoso do que conquistar um novo.

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Psicologia das cores: o marketing que conquista os olhos

Elas trazem vida a tudo que conhecemos e são capazes de alterar nosso humor, liberar substâncias no organismo e influenciar o cérebro em determinadas situações. É pela psicologia das cores que sabemos hoje como cada cor age sobre nós.

Essa ciência está ligada ao neuromarketing, pois compreende como o cérebro processa informações captadas pelos olhos. Nela, o objeto de estudo é a percepção das cores pelo ser humano.

O poder da gama colorida vai muito além do visual. As cores são capazes também de motivar nosso senso de compra. Isso significa que compramos ou deixamos de comprar produtos apenas pelo impacto de um olhar.

Se para o consumidor é mais fácil associar uma marca e seu conceito a uma cor, não é muito difícil imaginar como esses estudos são importantes para profissionais do marketing.

Questão de gosto?

Gostar de uma cor não é um bom quesito para investir na marca visual de uma empresa. Existe um profundo estudo sobre qual mensagem se quer passar para chegar a um espectro que conquiste clientes.

O significado das cores na área da comunicação leva em conta a percepção que cada uma traz – o que pode ser usado a favor das campanhas publicitárias. Combinada com símbolos e palavras, elas se tornam poderosas e universais no esquema da linguagem humana.

Por sermos seres extremamente visuais, as comunicações feitas para os olhos são as que mais impactam nosso modo de consumir. As sensações são imediatas, diferentemente de um texto ou áudio, em que é preciso mais esforço para interpretar a mensagem.

Tendo em mente a importância da psicologia das cores, é preciso saber usar uma comunicação que conquiste e transmita os valores da empresa, de forma clara e dinâmica.

Psicologia das cores e emoções

Na publicidade existe o princípio da persuasão. Se o cliente é conquistado logo no primeiro contato, então esse objetivo foi atingido. Para chegar a uma boa persuasão é preciso mexer com as emoções do seu público. Daí entra o trabalho das cores.

Apesar de não parecer, elas são capazes de afetar nosso emocional tanto quanto palavras e imagens. E mesmo que cada pessoa seja diferente e possua preferências, a influência da psicologia das cores é conclusiva. 

Novamente, aqui entra o lançamento de uma marca. Seus idealizadores não podem estar apegados a cores preferidas e nem escolher uma que represente a marca de forma aleatória.

Um bom projeto de identidade visual leva em questão o que a marca deseja passar e como ela irá impactar seu público. Dessa forma, quanto mais ela cresce, mais as cores escolhidas ficam agarradas ao nome da marca e ela é lembrada antes das suas concorrentes.

O que dizem as cores?

Não existe um guia correto sobre qual cor usar em determinada marca, mas a psicologia das cores desvendou o efeito de cada uma. Durante um branding, cabe a empresa fazer um estudo do que deseja passar e escolher a melhor cor, ou combinação, para isso.

Veja o significado das principais cores:

Vermelho

Frequentemente usada na indústria de alimentos, ela pode ser estimulante e vibrante, remetendo ao apetite. Por também estar ligada a sentimentos negativos, deve ser usada com cautela.

Laranja

Desperta a criatividade e costuma ser usada para transmitir confiança. Marcas voltadas ao público jovem a adotam para passar a sensação de dinamismo, energia, atividade e proximidade.

Amarelo

Normalmente é usada em conjunto com o vermelho na indústria de alimentos. Quando aparece sem outras cores, ela é associada a acolhimento, esperança, otimismo e concentração.

Verde

Pode estar relacionada a natureza, sustentabilidade, saúde, equilíbrio e harmonia. É muito explorada em logotipos de centros de saúde, produtos de limpeza e farmácias.

Azul

O azul-claro costuma lembrar higiene, frescor e tranquilidade. Já o azul-escuro é útil para passar sensação de confiança entre as marcas e os clientes.

Roxo e lilás

Elegantes, essas cores remetem nobreza e realeza, além de espiritualidade, sabedoria, calma e respeito. São muito exploradas em clínicas de estética, SPAs, produtos de beleza e negócios relacionados ao bem-estar.

Rosa

Os tons claros lembram delicadeza, inocência, romantismo e proteção, por isso estão muito presentes em brinquedos. Os tons mais escuros estão ligados à modernidade.

Marrom

É a preferida de muitas lojas gourmet e negócios que desejam mostrar organização e comprometimento. Em marcas de produtos orgânicos, passa a ideia de itens rústicos e naturais.

Branco

A neutralidade dessa cor é associada à pureza, tranquilidade e limpeza. Combinada com outras cores ela reflete harmonia e luminosidade.

Preto

Também é uma cor neutra, mas ligada aos conceitos de poder, elegância, força e mistério. Seu significado pode ser diferente dependendo da cor combinada com ela.

Cinza

É neutra e sóbria, por isso lembra responsabilidade, profissionalismo e conhecimento. Empresas da área de tecnologia utilizam a cor para mostrar modernidade e inovação.

No mundo corporativo, a psicologia das cores é usada de forma estratégica dentro do neuromarketing. Conheça o curso de neuromarketing da Plataforma Solution e aplique seu conhecimento de forma mais rápida.

Neuromarketing: 5 estratégias que incentivam o consumo

Os hábitos e comportamentos sociais do consumidor influenciam diretamente na orientação das campanhas e ações de divulgação das empresas. Por isso, o neuromarketing apresenta novas maneiras de compreender as decisões de compra de indivíduos ou grupos. O conceito une as práticas de marketing com o conhecimento dos estudos da neurociência.

O principal objetivo do neuromarketing é entender o que acontece no cérebro do consumidor, quando exposto a estímulos externos, e aplicar técnicas de comunicação e propaganda visando o aumento de resultados.  

Separamos cinco estratégias, identificadas pelo neuromarketing, para auxiliar suas estratégias de divulgação e incentivar o consumo.

Psicologia das cores

Uma das formas de perceber o mundo é por meio das cores. Para o neuromarketing, elas são essenciais para despertar sensações nos consumidores. Mesmo que as percepções pessoais interfiram na experiência visual, as cores são utilizadas para induzir o consumidor a fechar negócio. Por isso, elas são definidas a partir de estudos de perfis e mensagens para vincular a marca às necessidades e valores dos clientes.

Cores quentes, como o vermelho, laranja e amarelo, transmitem energia e, por serem chamativas, despertam desejos. Comumente são associadas ao senso de urgência e empresas de alimentação, para provocar fome e sede.

Já os tons mais frios, entre o verde e o azul, passam calma e profissionalismo, e são relacionadas a espaços de saúde e educacionais. As cores neutras, preto, cinza e branco, destacam as demais e dão a ideia de sofisticação e credibilidade.

Atrair o olhar

Como nos shows de mágica, o objetivo do marketing é direcionar o olhar do público para algo específico. Em um universo repleto de anúncios, atrair a atenção do consumidor pode ser um desafio, mas é essencial. Para isso, o neuromarketing auxilia no posicionamento de cada elemento, em cada peça.

Naturalmente, as imagens são as primeiras a receberem os olhares curiosos e, se não conseguirem prender a atenção dos consumidores, eles, provavelmente, nem chegarão à próxima etapa da divulgação, que são os textos.

Sempre claros e objetivos, eles ficam em segundo plano, por isso podem contar com a ajuda de elementos visuais para serem vistos, como setas, formas geométricas, cores complementares, em contraste ou gradiente, entre outros recursos.

Paradoxo da escolha

Ter muitas opções pode ser muito atraente para os consumidores, mas existe um limite. Um dos estudos dentro do neuromarketing avalia justamente quando esse monte de possibilidades pode se tornar um incômodo e até paralisar as escolhas do que consumir, uma das reações possíveis do cérebro.

Isso ocorre porque, diante de todas as opções, é como se o cérebro travasse e não conseguisse decidir. É como entrar em um restaurante com menu muito extenso e não saber escolher o que comer. A sensação é de que há mais possibilidades do que se pode realmente experienciar. Ou até mesmo a insegurança de acabar optando por algo que não era o melhor. Nesse cenário, a decisão é aleatória ou nem chega a ser feita.

É com base nisso que, cada vez mais, as empresas estão trabalhando o conceito de “menos é mais”. Com divulgação de qualidade é possível evitar que o consumidor paralise diante da possibilidade de escolher pela sua empresa ou produto. Afinal, é melhor atingir menos pessoas e apresentar alto índice de conversão em vendas, do que atingir muitas pessoas com baixo índice de comercialização.

Memória e aprendizagem

Outro objetivo que pode ser muito bem trabalhado com o neuromarketing é a capacidade de fixação da mensagem na memória dos consumidores, para que eles venham a lembrar da marca no futuro.

Um psiquiatra americano chamado William Glasser desenvolveu a teoria da pirâmide de aprendizagem. Ele estudou saúde mental e comportamento humano para representar graficamente as porcentagens de retenção de conhecimento relacionadas à forma como a informação é acessada. 

Pirâmide de aprendizagem de William Glasser

Por mais que seja difícil engajar os consumidores para que a retenção atinja os níveis de 80% e 90%, ou seja, que eles façam ou ensinem sobre a marca ou produto, é possível propor divulgações que alcancem engajamentos de 50% e 70%. Ações interativas e diretas, que promovem discussões, são boas aliadas para gerar absorção do conteúdo com mais facilidade.

Soluções simples

Quem não gosta de resolver os problemas com facilidade e praticidade, não é mesmo? Com isso em mente, o neuromarketing propõe materiais publicitários que ofereçam soluções simples para os consumidores.

A famosa “lei do mínimo” se aplica tanto aos esforços físicos quanto aos cognitivos: se existem várias formas de realizar o mesmo objetivo, as pessoas sempre optarão pelo caminho que exige menos ações.

Nessa perspectiva, as ações são vistas como custos então a compra dos produtos ou serviços só ocorrerá se ficar demonstrado o melhor custo-benefício. Para convencer os consumidores disso, a sugestão é utilizar expressões como “passo a passo”, “rápido e fácil” e outras opções que transmitam a ideia de instantaneidade. Eles precisam ter certeza que o produto ou serviço oferecido é o mais simples e eficaz disponível.

Quer saber mais sobre comportamento do consumidor? Então confira sete sugestões de leituras para entender melhor como funcionam os estímulos!

7 leituras para entender o comportamento do consumidor

No mercado de consumo, saber o que o cliente pensa e como se comporta é um grande desafio. Entender a reação do consumidor diante de um produto ou situação favorece a melhora de estratégias do marketing e do desenvolvimento de uma marca.

Ao se olhar para o campo da ciência, nos deparamos com estudos neurológicos que tentam desvendar o comportamento do consumidor. As descobertas, inclusive, figuram diversas leituras, que são potentes aliadas na hora de entender melhor como funciona o cérebro diante de diferentes estímulos. O blog da Plataforma Solution separou sete.

A lógica do consumo

Bastante conhecido no universo do neuromarketing, esse livro traduz o comportamento do consumidor ao fazer escolhas entre as marcas. O volume é resultado de pesquisas da psicologia no marketing, feitas pelo autor Martin Lindstrom.

Ele analisou dados das reações cerebrais de voluntários a partir de aparelhos tecnológicos. A conclusão foi de que grande parte das decisões são tomadas inconscientemente e são influenciadas por fatores externos, como imagens, sons, cheiros e cores. Esses, inclusive, são alguns dos processos de persuasão que nos fazem lembrar de uma marca.

O poder do hábito

Grande marco da psicologia empresarial, este livro apresenta os maiores princípios da neurociência na formação de um hábito. O autor, Charles Duhigg, escreveu enquanto trabalhava como repórter de negócios do New York Times. Graduado pela Harvard Business School, o autor traz como referências estudos de caso na área de marketing. Como exemplo, Duhigg conta mudanças e correções de hábitos, ilustrando histórias de diversas pessoas.

A leitura guia para descobertas de como os costumes corretos foram importantes para garantir o sucesso do diretor executivo da Starbucks, Howard Schultz; de um dos maiores nomes da luta por direitos civis, Martim Luther King; e até do nadador Micheal Phelps, que já conquistou mais de 20 medalhas olímpicas de ouro.

Por dentro da mente do consumidor

O jornalista Philip Graves discute a importância de estudar o consumidor em seu “habitat natural”, a exemplo de shoppings e supermercados. Com sua especialização em comportamento e psicologia do consumidor, o autor faz um resumo abrangente sobre o tema, investigando de forma inédita os métodos tradicionais de pesquisa de mercado. Além disso, ele explica porque as conclusões extraídas da maioria dessas pesquisas não são confiáveis.

O livro também usa o neuromarketing para demonstrar a relação das influências externas com o subconsciente nas decisões finais do público. Graves demonstra o funcionamento do inconsciente e sua influência em nas escolhas.

Neuromarketing: a nova pesquisa de comportamento do consumidor

Escrito por Pedro de Camargo, livro oferece um panorama para entender o comportamento do consumidor usando as técnicas de neuromarketing. O volume foi dividido em quatro partes. Na primeira estão os Capítulos 1 e 2, que introduzem o tema, os fatores biológicos que nos fazem agir e a neurociência.

A segunda parte inclui os capítulos 3 a 8, abordando os aspectos biológicos prejudiciais na pesquisa qualitativa tradicional de comportamento do consumidor. Já na terceira, dos capítulos 9 e 10, e a quarta, capítulo 11, são apresentados os novos estudos que antecessores ao neuromarketing e como essa ciência surgiu, respectivamente.

A alma do novo consumidor

Os autores David Lewis e Darren Bridges discutem nesta obra as diferenças de comportamento do consumidor antes e depois da internet e do e-commerce. Mostrando a evolução do consumo, eles conduzem o leitor a questionar se o trabalho acompanhou tal processo e está apto a enfrentar a rapidez do mundo virtual.

A obra aborda ainda a importância de uma marca oferecer o “algo a mais” pelo qual os consumidores estão sempre em busca. Ela leva a pensar como a geração atual se preocupa em analisar antes de comprar e o que determina suas escolhas.

Clientividade: Como oferecer o que o seu cliente quer

Com uma proposta que pretende revolucionar o mundo corporativo, o autor e consultor César Souza criou o termo e lançou Clientividade. A ideia é colocar os clientes no centro das decisões dos negócios. A partir de casos reais, o relato parte da dedução de que todo mundo é e tem clientes.

O autor explica porque existe um enorme desacordo entre os desejos e expectativas dos clientes e o que as empresas entendem como tal. Baseado em sua larga experiência prática, ele dá dicas de como superar esse problema e melhorar os negócios das empresas.

Novas questões, respostas diferentes

A publicação expõe experiências que a publicitária Gal Barradas reuniu em quase 30 anos de carreira e atuação no mercado de comunicação. Ela traz um olhar atual sobre desafios antigos de construção de marcas e o que vem por aí. Por meio de um contexto atual, o livro explora a tarefa de elaboração da identidade de uma marca, cada vez mais complexa.

Com abordagem pragmática, direta e partindo de temas importantes que estão em ebulição na nossa sociedade, Gal fala sobre marca, cultura, negócio, canais, Big Data, tecnologia, ética e diversidade de maneira clara e integrada, simplificando o desafio da comunicação na era do consumidor.

Gostou? Saiba também quais técnicas da neurociência são usadas no marketing.

Entenda o curso de Neuromarketing da Plataforma Solution

O neuromarketing é uma área que estuda a origem do comportamento do consumidor. Ele une o marketing e a neurociência para compreender a lógica de consumo.

De acordo com a professora do curso de Neuromarketing da plataforma Solution, Fátima Jinnyat, essa área busca entender os desejos, impulsos e motivações dos consumidores. “Por meio do estudo das reações neurológicas (emocionais) a determinados estímulos externos”, completa.

A professora afirmou ainda que o estudo do neuromarketing facilita a criação de estratégias de marketing de atração e fidelização mais eficazes. “Hoje os clientes estão no centro do negócio, sendo ao mesmo tempo produtores e consumidores”, explica.

O neuromarketing é uma ferramenta potencializadora em que o foco do cliente é captado para atender a expectativa com profundidade.

O curso

O curso da plataforma Solution mostra a metodologia de investigação do neuromarketing e como aplicar no processo de vendas e no atendimento ao cliente. Além disso, mostra cases de campanhas publicitárias para ampliar o significado de marketing.

“Propõe ainda uma reflexão sobre os aspectos éticos relacionados às relações de consumo. Os principais conceitos, cases, autores serão apresentados de forma ágil, clara em uma linguagem simples de modo a tornar o neuromarketing acessível a todos”, define Fátima.

Módulos

A divisão do curso é feita em quatro módulos, confira:

Módulo 1 – O que é neuromarketing?

Introduz o conceito aos alunos e a aplicabilidade no ambiente de negócios.

Módulo 2 – Entendendo a mente do consumidor

Esse módulo é dedicado à parte “neuro” do conceito, ou seja, ao cérebro. Mostra aos alunos os mecanismos de funcionamento da mente, o entendimento sobre a natureza dos processos emocionais e como estes influenciam nas decisões de compra, a fidelidade às marcas, etc.

Módulo 3 – Escolhas e tomada de decisões

Aborda a construção das relações de consumo, o comportamento do consumidor contemporâneo, os perfis geracionais e a diversidade de expectativas e hábitos de consumo.

Módulo 4 – Neurovendas

A última parte do curso é dedicada ao entendimento dos processos mentais na relação com o cliente, a melhora da comunicação interpessoal para atrair e criar vínculos positivos. A intenção é mostrar que é possível marcar presença e deixar uma boa impressão.

Público alvo

O curso é voltado a todo profissional que tem o desejo de inovar na relação com os clientes, independentemente da área de atuação.

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