Como usar a empatia para liderar melhor

O modelo de gestão humanizada vem se popularizando nas empresas. Por usar a empatia, ele desenvolve a saúde corporativa ao valorizar o relacionamento, interação e bem-estar de todos, melhorando a produtividade.

Além disso, com um mercado profissional competitivo, uma liderança empática também é importante para a retenção de talentos, pois o funcionário entende que seu potencial é reconhecido por seu superior.

A empatia serve como pilar de desenvolvimento externo e interno. Só é possível acessá-la quando se reconhece o tipo de sentimento que outras pessoas estão vivendo. Um líder usa essa capacidade em benefício de todos, mas antes de tudo aprende como pode desenvolvê-la da melhor forma.

Entendendo a prática

Reconhecer as diferenças entre os funcionários e usar a empatia para uma liderança humanizada exige reformulações nas práticas de gestão. A princípio, há uma necessidade de mudar a relação de poder de um chefe sobre sua equipe. Presente no modelo de gestão vertical, o autoritarismo já não encaixa nesse novo modelo de gestão.

Na liderança humanizada, quando adotada pelo gestor, existe conversa. São feitas reuniões sistematizadas com a participação de toda a equipe, que tem liberdade para fazer perguntas e opinar.

Ao se deixar as portas abertas para que as pessoas efetivamente resolvam questões com a gerência, sejam elas pessoas ou profissionais, o ambiente se torna mais receptivo.

Outra boa prática para estreitar as relações seria por meio de feedbacks. Eles não devem ser somente do gestor para a equipe, mas também o contrário. Todos os lados devem expressar seus pontos de vista sobre como anda o relacionamento corporativo.

Nesse sentido, vale lembra que a abertura para apresentar os pontos de divergência e opiniões ajuda a equipe a resolver seus próprios conflitos. Todos os funcionários crescem à medida que criam uma base de confiança. Isso, só é possível quando todos conseguem entender uns aos outros.

Iniciando o exercício

Por pensarem e sentirem de forma diferente, as pessoas veem na figura do líder um ponto onde deve ser centralizado o fluxo dos conflitos. Quando o gestor tem que acompanhar grandes equipes, a tarefa de mediar pontos de crises pode se tornar impossível.

Como desafio em grandes organizações, um gestor deve transmitir a capacidade de usar a empatia com seus subordinados mais diretos. Esses, por sua vez, deverão se espelhar na lição empática e desenvolvê-la junto das demais equipes.

Somente ao líder cabe a tarefa de disseminar boas atitudes em termo de relacionamento. Justamente através de seu exemplo as pessoas se sentirão estimuladas para tomar atitudes mais corretas umas com as outras, dentro de uma gestão mais humanizada.

Usar a empatia

O modelo de liderança empática para desenvolver uma gestão humanizada tem sido o ponto mais enfatizado nas organizações. Nesse ambiente, as transformações se devem principalmente pela a inovação e surgimento de equipes de sucesso.

Ações mais humanas remetem, por resultado, a mais colaboração e maior possibilidade de olhar o outro como igual. Atualmente, é impossível imaginar o insucesso de uma empresa sem que exista esse tipo de união entre os funcionários.

Contudo, a liderança empática não significa falta de autoridade focalizada em uma pessoa, já que sempre haverá importantes pontos para serem solucionado com um gestor mais experiente.

Mesmo que exista um líder principal, ele não deve ser condescendente com tudo, mas sim procurar saber quais são as necessidades e particularidades de cada membro da equipe. Esse é o fator que diferencia o modelo de liderança que usa a empatia de um mais autoritário e opressivo.

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